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Casal faz festa de casamento inspirada em “O Grande Gatsby” em NY

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Detalhes da festa de casamento inspirada no livro “O Grande Gatsby” em Nova York Imagem: Divulgação/Anna Ivanova Photography

Publicado no UOL

Se você gosta da temática de jazz, plumas e muito brilho com certeza amou a estética do filme “O Grande Gatsby”, obra de 2013 inspirada no livro homônimo de F. Scott Fitzgerald.

Heather e Max, um casal de Nova York muito fã do longa com Leonardo DiCaprio decidiu fazer sua festa de casamento totalmente inspirada na história.

O evento aconteceu em novembro dentro de um teatro restaurado de 1870 e foi todo registrado pela fotógrafa Anna Ivanova– da decoração às produções da noiva e de suas madrinhas.

“Todos os detalhes foram criados com cuidado para serem inspirados no glamour vintage da história. O local, o Dramatic Hall em Peekskill, Noa York, foi perfeito para sediar uma dramática sessão do Great Gatsby e realmente fez os convidados se sentirem estrelas de cinema”, disse Ivanova ao “PopSugar”.

Veja as fotos da festa:

3 livros para ler no feriado e depois ver o filme

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Nossa editora Isabella D’Ercole faz uma listinha de livros que viraram filmes: escolha uma dupla para curtir no feriado!

Isabella D’Ercole, na revista Claudia

Quem nunca se apaixonou pelos personagens de um livro? E, depois, ficou ainda mais feliz porque os personagens iam ganhar um filme só deles? Acho que todo mundo pode levantar a mão e admitir que já passou por isso. Tem aquela coisa de você ter imaginado o personagem um pouquinho diferente e aí chega aquele gato (tipo o Leonardo DiCaprio) e se prova muito melhor do que sua imaginação. Ou tem vezes que o livro não é tão fiel ao filme e ficamos chateadas, nos sentindo traídas pelo diretor. Com esses três livros que eu escolhi, essa segunda alternativa não acontece. Os filmes são fiéis e levam para a tela três histórias maravilhosas. Nenhum deles é novo, então dá para encontrar com facilidade, assim como os filmes. Eu sugiro ler o livro antes e depois sentar no sofá pra curtir as versões hollywoodianas. A garantia é: os três são tão bons que vai dar pra ler e assistir pelo menos um durante o feriado prolongado que vem aí.

O Grande Gatsby

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O americano F. Scott Fitzgerald é um dos meus autores preferidos, mas a lista de livros recomendados fica para outro post. Agora, sugiro este, que é um de seus títulos mais famosos. A história é de um homem tão obcecado por sua paixão de adolescência, a Daisy. No filme, Gatsby é o Leo DiCaprio e a Daisy é a Carey Mulligan. Gatsby muda sua vida, corre atrás de acumular uma fortuna e se torna popular para impressionar Daisy. Os dois vivem uma paixão louca e arrebatadora, mas Daisy é casada, o que acaba mudando os planos do casal. Não vou dar mais detalhes da história, mas digo que é merecido. Nessa versão do filme, dirigida por Baz Luhrmann, os cenários são deslumbrantes, a música é moderna e tudo brilha. Se você se apaixonar pela história (como eu), sugiro emendar a versão de 1974, com Robert Redford e Mia Farrow. Vale a pena. Ah, como o Leonardo DiCaprio é lindo demais, segue outra foto dele:

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Orgulho e Preconceito

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Elizabeth Bennet é uma das personagens mais marcantes da literatura. Criada pela britânica Jane Austen, ela é forte, feminista, poderosa. E se apaixona pelo charmoso Sr. Darcy. Só que ele não é uma figura fácil. Tímido, demora a responder aos sentimentos da Srta. Bennet. Nesse meio tempo, ela precisa lidar com as loucuras que fazem suas quatro irmãs e a mãe. A família vive no interior da Inglaterra, no final do século 18. No cinema, Elizabeth é interpretada por Keira Knightley e o Sr. Darcy por Matthew MacFadyen. Fora a bela história, o filme tem cenários lindos, planos-sequência de deixar o queixo caído e uma trilha sonora que acalma. Vale ler e depois assistir uma, duas, três, mil vezes…

As Vantagens de Ser Invisível

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Escrito por Stephen Chbosky, esse livro lançado em 1999 causou furor no público juvenil. Mas, na verdade, ele é tão profundo e revelador que pode ser muito bem aproveitado por um adulto. Conta a história de Charlie, um adolescente com personalidade inconstante e dificuldade de se relacionar. Logo após passar pelo trauma do suicídio do melhor amigo, ele entra em uma nova escola e é obrigada a lidar com uma realidade totalmente diferente. Para sorte de Charlie, alguns colegas são tão diferentões quanto ele e o abraçam sem hesitar. O livro é curtinho e pode ser lido em uma sentada. No filme, Charlie é interpretado por Logan Lerman, mas no elenco estão Emma Watson e Ezra Miller. Só um aviso: não é exatamente feliz, tá? Capaz de você terminar mais reflexivo do que relaxado.

15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

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Robert Downey Jr. (recém-chegado à maioridade) e Andrew McCarthy em ‘Abaixo de Zero’ (1987), adaptação do romance homônimo de Bret Easton Ellis.

Robert Downey Jr. (recém-chegado à maioridade) e Andrew McCarthy em ‘Abaixo de Zero’ (1987), adaptação do romance homônimo de Bret Easton Ellis.

 

É preciso admitir: seu filho se aproxima da idade adulta. Por mais difícil que seja para nós, estas leituras o colocarão diante de dilemas que ajudarão na sua formação

Elena Horrillo, no El País

É possível que o pesadelo de alguns pais seja ver sua filha adolescente lendo o polêmico Lolita, de Nabokov. Ou talvez se pareça mais com esse instante, eterno e torturante, em que seu rebento, ainda menor de idade, pede um exemplar do transgressor Mulheres, de Bukowski.

O que vem a seguir, certamente, é um olhar martirizado para o calendário, perguntando-se em que momento esse sangue do seu sangue deixou de lado aqueles livros cheios de ilustrações, e depois uma pequena pontada de alegria, porque ele pertence a essa comunidade de jovens que se interessam pela leitura. Nesse ponto é que surge o dilema: com que idade se deve ler Kerouac?

A má notícia é que não há respostas absolutas. “A questão não é tanto a idade, e sim o grau de maturidade”, diz Marisol Salazar Ego-Aguirre, chefa do departamento de Língua e Literatura do Colégio Lourdes de Madri. É preciso levar em conta a bagagem como leitor e o desenvolvimento do jovem. Há livros que podem ser lidos aos 16 anos, mas que são muito mais apreciados quando se é um pouco mais adulto. Outros são para ler e reler.

Convém levar em conta também a confiança que existe dentro de casa. “Seria bom que antes pais e filhos conversassem sobre temas como o sexo, drogas e as complexas relações humanas, porque livros desse tipo devem ser encarados como ficção, não como exemplos a seguir em alguns casos”, reflete Jesús Casals, diretor de conteúdo da livraria La Central de Callao, de Madri.

Consultamos pais, professores, críticos e vendedores e selecionamos 15 livros que, recomendados ou dados de presente (desde que pareça um acidente), servirão para que seus filhos deem o salto para a idade adulta, literariamente falando. E o melhor de tudo é que, se você já estiver avisado, não sofrerá uma série de microinfartos toda vez que mergulhar nas suas páginas.

1. Abaixo de Zero, de Bret Easton Ellis. Sim, Easton Ellis é também o autor do perturbador O Psicopata Americano. E, sim, é um representante da chamada Geração X. E também “descreve a sociedade norte-americana rica e sua decadência moral, mergulhada em drogas, álcool e perversões sexuais”, diz a especialista Marisol Salazar. Nada disso é tranquilizador, mas, sejamos sinceros, poucas coisas desse tipo deverão impressionar um adolescente do século XXI com acesso ao Snapchat e Instagram. É possível que lhes forneça um ponto de vista diferente sobre esses excessos.

2. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Não, não tem absolutamente nada a ver com os arquiconhecidos tons de cinza de Christian Grey – repare que a vogal é diferente. O livro do E.L. James só deveria cair nas mãos da sua prole como um magnífico exemplo do grau de controle e poder que uma relação jamais deveria admitir. E não, não nos referimos ao sexo. Se você quiser oferecer algo muito mais benéfico aos seus filhos e, nas palavras de Casals, se quiser que comecem “a compreender que não serão jovens a vida toda”, ponha este clássico de Wilde em suas mãos.

3. No País das Últimas Coisas, de Paul Auster. “A descrição de um futuro sombrio, um mundo que desaparece, nos convida a refletir sobre nossas ações e nos apresenta um futuro terrível”, comenta Mercedes Hernández, chefe do departamento de livros da FNAC Espanha. Jogando com a distopia, o premiado autor norte-americano Paul Auster nos conduz ao lugar que ilumina o pesadelo da sociedade de consumo; sem valores, sem sentimentos e numa constante busca pela morte.

4. O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. Em suas páginas aparecem temas como o álcool, sexo e prostituição. O fato de o assassino de John Lennon, Mark Chapman, portar um exemplar do romance na hora em que matou o Beatle conferiu à obra um caráter mitológico, para bem ou para mal, fazendo com que fosse proibido em algumas escolas ou transformado em leitura obrigatória em outras. Para Casals, a história do jovem Holden Caulfield, narrada em primeira pessoa, é “todo um romance de iniciação da vida adulta”. O livro é tão radical quanto seu protagonista, que precisa decidir se cresce ou não. Um dilema e tanto.

5. Tokio Blues — Norwegian Wood, de Haruki Murakami.
O aspirante ao Nobel de Literatura costura um triângulo amoroso — ou vários — enaltecendo a morte, cultura, sexo e inseguranças da adolescência. É um romance intimista, com uma forte carga emocional e, às vezes, tortuoso. Por que lê-lo? “Para entender que você não é o único jovem torturado neste mundo”, diz Jesús Casals, diretor de conteúdo da rede de livrarias espanhola La Central.
15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

6. Grow Up (Cresça), de Ben Brooks. “Uma maneira encrenqueira contemporânea de dar o salto.” É como Casals define este livro, publicado em 2011, por um Ben Brooks que, na época, tinha 19 anos e afirmava que a obra — a quinta de sua carreira — havia sido finalizada três anos antes. A história gira em torno de um jovem inglês, Jasper, em sua jornada niilista para a vida adulta. Repleto de um humor jovial e sem pretensões. Seu protagonista já foi denominado como um Holden Caulfield (protagonista de O Apanhador no Campo de Centeio) nos tempos do Facebook e do cyberbullying.

7. O Estrangeiro, de Albert Camus. Um sintoma comum da adolescência é se sentir fora de lugar e tentar encontrar um para se adequar. Para Meursault, o protagonista de Camus, a realidade é estranha, absurda e incompreensível. Encontra-se privado de um sentimento de pertencimento e a apatia toma conta do personagem. Devido a esse aspecto trágico e por “incorporar a ideia da pessoa que se sente alheia a tudo”, o livro é recomendado por Jorge de Cominges, escritor e crítico literário.

8. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Sabemos que há um filme e que é estrelado por ninguém menos que o — finalmente — vencedor do Oscar Leonardo DiCaprio. Mas as cerca de 200 páginas de Scott Fitzgerald retratam cuidadosamente a sociedade fictícia, oprimida e cheia de excessos que caracterizou a década de vinte nos Estados Unidos. Uma época cheia de esperança e vitalidade que não via ainda seu nefasto horizonte final, na forma do crash de 29. Para De Cominges, é uma recomendação segura por seu “tom desencantado e o tema de tornar sonhos em realidade”.

9. Histórias de Cronópios e de Famas, de Julio Cortázar. “Quando você lê Cortázar pela primeira vez, abre-se uma nova dimensão na linguagem, sua narrativa pode descobrir um universo paralelo em uma mente receptiva”, diz Mercedes Hernández, chefe do departamento de Livros da Fnac Espanha. Se depois de ler este livro seus filhos ficarem encantados, você pode ir à biblioteca e buscar outra obra-prima de Cortázar, como Rayuela.

10. O Jovem Törless, de Robert Musil. Para o escritor e crítico Jorge de Cominges, trata-se “do romance de aprendizagem por excelência”. Narra a passagem para a vida adulta, e em uma escola militar, do jovem Törless, que irá tropeçar na crueldade, na moralidade ou na sexualidade de seus colegas, como também nas suas. Foi escrito em 1906, alguns anos antes do início da Primeira Guerra Mundial, mas alguns padrões remetem ao império austro-húngaro.
15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

11. A Metamorfose, de Franz Kafka. Ingrediente presente em de toda boa lista literária que se preze, o clássico de Kafka atrai e inquieta adolescentes há décadas, ao mesmo tempo que vem arrastando teorias sobre sua interpretação. Portanto, para Casals, é “uma boa maneira de distinguir a realidade e ficção”, bem como para Salazar é “uma história perturbadora que os adolescentes precisam conhecer”. A boa notícia é que é tão curto que, uma década depois, é possível reler o livro e se surpreender novamente.

12. Historias del Kronen, de J. A. Mañas. Este romance tem sido chamado de irmão espanhol de Abaixo de Zero. Suas páginas, muito mais explícitas do que o filme de mesmo nome, foram incluídas por Salazar por falar de temas eternos que caracterizam os adolescentes, tais como o abuso de drogas, álcool, amizade, sexo e a busca por pertencer a um grupo, às vezes, seja qual for.

13. Maus — A História de Um Sobrevivente, de Art Spiegelman. Esta crônica de gatos — nazis — e ratos — judeus —, que lembra a história de um sobrevivente do extermínio nazista, foi o primeiro romance gráfico a ganhar o Prêmio Pulitzer. Não só evoca a história do holocausto, mas também foca na difícil convivência entre gerações após o horror sofrido. Para Hernández, é, sem dúvida, “a melhor maneira de aterrissar no romance gráfico: devido à própria história e por como é contada”.

14. Nip the Buds, Shoot the Kids (Belisquem os Botões, Matem as Crianças), de Kenzaburo Oé. Não abandonamos o tema da Segunda Guerra Mundial, apesar de agora nos aproximarmos da cultura japonesa da época. “Apesar de ser Prêmio Nobel e mundialmente conhecido, Kenzaburo Oé sempre é uma surpresa”, diz a especialista Mercedes Hernández. O escritor japonês retrata um cenário inicial semelhante ao Senhor das Moscas, com um grupo de jovens forçados à sobrevivência, mas isso não desemboca no caos, e sim na organização coletiva. E são precisamente os adultos que quebram o feitiço.

15. Heróis, de Ray Loriga. Tem todos os componentes para armar-se como um poliedro na mente de um adolescente. Rock, álcool, amigos, “meninas bonitas” e infinitas frases que antigamente eram sublinhadas ou escritas nos diários e que, agora, são compartilhadas, sobre um fundo limpo e negro, nas redes sociais dos dias atuais.

Os 10 livros recomendados por Bill Gates

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CONHEÇA AS DICAS DE LITERATURA DE BILL GATES (FOTO: GETTY IMAGES)

CONHEÇA AS DICAS DE LITERATURA DE BILL GATES (FOTO: GETTY IMAGES)

Rennan A. Julio, na Revista Galileu

Conhecido pela sua carreira na Microsoft, Bill Gates é um fã de literatura. Mesclando o mundo dos negócios com grandes clássicos, ele acredita que todos deveriam ler estes dez livros:

Confira abaixo!

Meus Anos com a General Motors – Alfred Sloan

“Se você quer ler apenas um livro sobre negócios, esse é o livro a ser lido”.

O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

“Eu só fui ler aos 13 anos e desde então eu digo que é o meu livro favorito. É muito inteligente, pois mostra como jovens podem enxergar coisas que os adultos não entendem. E eu sempre amei isso”.

Uma Ilha de Paz – John Knowles

“Meu segundo livro favorito é esse. É fenomenal, estive lendo para o meu filho recentemente e é incrivelmente bom.”

O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald

Bill Gates já se fantasiou como Gatsby e possui uma citação do livro na porta de sua biblioteca pessoal.

Leia aqui (em português)

A Vida é o que Você Faz Dela – Peter Buffet

“Melinda [sua esposa] e eu lemos e gostamos muito. É um livro tocante que planejamos passar para nossas crianças”.

SuperFreakonomics: O Lado Oculto do Dia a Dia – Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner

“Eu recomendo esse livro a todos que gostam de não-ficção. Foi muito bem escrito e está cheio de grandes ideias”.

That Used to be Us [sem tradução] – Thomas Friedman

“Esse é um livro fantástico e eu realmente encorajo as pessoas a lerem. Ele fala sobre como o mundo está mudando, focando principalmente nos desafios dos Estados Unidos”.

For the Love of Physics [sem tradução] – Walter Lewin

“Esse livro mostra o intelecto extraordinário, a paixão pela física e como Lewin é um professor brilhante. Espero que traga ainda mais pessoas para a ciência”.

O Instinto da Linguagem – Steven Pinker

10 Mandamentos para Fracassar nos Negócios – Donald R. Keough

“Don possui uma combinação especial de experiência, sabedoria, confiança e consciência. Seus mandamentos poderão ajudá-lo nos negócios muito mais do que uma estante cheia de livros”.

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