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Posts tagged O Jornal

Em livro, Pistorius conta acidente quase fatal e “prova de amor” bizarra

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Um crime no dia dos namorados chocou a África do Sul: ídolo mundial do atletismo, Oscar Pistorius é acusado de matar a namorada, a modelo Reeva Steenkamp, a tiros dentro de casa em Pretória; entenda o caso Foto: AP

Um crime no dia dos namorados chocou a África do Sul: ídolo mundial do atletismo, Oscar Pistorius é acusado de matar a namorada, a modelo Reeva Steenkamp, a tiros dentro de casa em Pretória; entenda o caso
Foto: AP

Publicado por Terra

O jornal inglês The Mirror destrinchou episódios marcantes da vida do atleta paralímpico Oscar Pistorius, relatados no livro de memórias Blade Runner. Na obra, o biamputado que atualmente aguarda julgamento pelo assassinato da ex-namorada Reeva Steemkamp conta ter sofrido um acidente automobilístico quase fatal depois de uma briga com outra ex-parceira amorosa e uma surpresa no mínimo estranha para se reconciliar com ela.

Pistorius tinha um relacionamento conturbado com Vicky Miles, com quem namorava em 2006 e a quem o atleta paralímpico chamava de “o grande amor de sua vida”. Após uma forte briga, porém, o sul-africano teria resolvido pegar o carro às 3 da manhã rumo à casa da ex-namorada, a mais de 600 km de distância, para tentar a reconciliação. Ele dormiu no volante e quase morreu ao sofrer um acidente.

“Só acordei quando meu carro bateu em um guard rail. Um lado do veículo estava completamente destruído. Meu comportamento foi imperdoavelmente estúpido e me arrependo desse dia”, escreveu Pistorius. Dias depois, em 14 de fevereiro de 2006 – Dia de São Valentim, equivalente ao Dia dos Namorados em alguns países -, o atleta fez uma “loucura de amor” para tentar sensibilizar Vicky Miles.

Meu comportamento foi imperdoavelmente estúpido e me arrependo desse dia
Oscar Pistorious
Sobre acidente fatal que quase lhe tirou a vida em 2006

“No Dia de São Valentim de 2006, a Vicky acordou e encontrou a surpresa que eu havia preparado enquanto ela dormia. Enchi 200 balões coloridos, um por um, e pendurei nas árvores, no portão e no quintal da casa dela. Depois, peguei uma lata de spray e escrevi artisticamente: ‘eu te amo, tigrona’ na rua em frente à da casa. Ela ficou sensibilizada”, contou.

Curiosamente, Pistorius matou a sua então namorada, a modelo Reeva Steemkamp, exatamente sete anos depois da “prova de amor” que havia feito a Vicky Miles. O crime, cometido na casa do atleta paralímpico, ocorreu na madrugada do último dia 14 de janeiro.

Morta nesta quinta-feira pelo namorado Oscar Pistorius em incidente não-esclarecido, Reeva Steenkamp era modelo, tinha diploma em direito e seria estrela de reality show; veja Foto: Instagram / Reprodução

Morta nesta quinta-feira pelo namorado Oscar Pistorius em incidente não-esclarecido, Reeva Steenkamp era modelo, tinha diploma em direito e seria estrela de reality show; veja
Foto: Instagram / Reprodução

Veja mais fotos aqui.

Jornal inglês inclui Isadora Faber em lista de 25 brasileiros destaques

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Géssica Valentini, no RBSTV SC

Financial Times relacionou “25 brasileiros que devem ser observados”.
Criadora da página ‘Diário de Classe’ foi listada na categoria ‘social’.

Página no Facebook já tem mais de 500 mil seguidores (Foto: Facebook/Reprodução)

Página no Facebook já tem mais de 500 mil seguidores (Foto: Facebook/Reprodução)

A catarinense criadora da página ‘Diário de Classe’, Isadora Faber, entrou na lista dos 25 brasileiros que devem ser observados nos próximos meses. A lista foi divulgada pelo jornal inglês Financial Times, em uma reportagem publicada na semana passada.

O jornal dividiu a lista em seis categorias: política, arte, entretenimento, social, negócios e esportes.

Isadora foi incluída na categoria ‘social’ e ao citá-la o jornal traz a descrição: “Esta garota de 13 anos abriu uma página no Facebook para relatar os problemas de sua escola pública em Florianópolis, no Sul do Brasil. No ‘Diário de Classe’, Isadora destaca as dificuldades do sistema educacional, reportando as carteiras quebradas, os banheiros sem porta e a falta de transparência nas contas da escola. Neste processo, atraiu 500 mil seguidores e garantiu um encontro com o ministro da educação”.

Além de Isadora, a jornalista e autora Talita Rebouças também foi incluída na categoria ‘social’. Outros brasileiros que estão na lista são o artista Romero Britto, a judoca Sarah Menezes, 1ª brasileira a conquistar uma medalha de ouro no judô em Olimpíadas, a modelo Gisele Bündchen e o jogador do Santos Neymar.

Scliar e o felino

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Detalhe da capa de Max e os felinos

Detalhe da capa de Max e os felinos

Luiz Schwarcz, no Blog da Companhia

Poucos dias após o livro A vida de Pi ganhar o Booker Prize — o prêmio literário mais prestigioso do Reino Unido e um dos mais sérios e bem organizados do mundo —, um escândalo veio à tona, através de uma matéria publicada no Guardian. O jornal inglês foi o primeiro a notar que A vida de Pi tinha uma trama idêntica a Max e os felinos, de Moacyr Scliar. O prêmio já tinha suscitado certa polêmica por conta do livro ser bem menos erudito e literário do que os tradicionais vencedores, mas essa nova acusação chegou à minha porta.

Embora o livro original não tenha sido publicado pela Companhia das Letras, Scliar vinha editando seus trabalhos conosco e me ligou indignado:

— Temos que fazer alguma coisa, tchê. Isso é plágio, Luiz. Vamos acionar advogados, uma coisa como essa não pode acontecer.

Eu falava constantemente com Scliar, como os leitores deste blog sabem — ele foi dos grandes amigos que tive, desde o início da minha carreira profissional.

— Calma, Moacyr, vou me aconselhar com advogados e ver o que é possível.

Enquanto buscava me inteirar do caso, a polêmica fervia. Indelicadamente, Yann Martel, o autor do livro premiado, declarava não ter lido o livro de Scliar, mas apenas uma resenha negativa de John Updike publicada no New York Times, o que o fizera pensar mais ou menos o seguinte: “Que boa ideia mal aproveitada. E se ela fosse retrabalhada por um escritor com o meu talento?”. Scliar nunca fora resenhado por Updike. As declarações de Martel caíam cada vez pior.

A indignação de Moacyr só aumentava. A fumaça também. O New York Times resolveu cobrir o episódio, e em suas páginas dava valor ao talento de Scliar. Foi o suficiente para que meu telefone começasse a tocar, com chamados de duas agências importantes dos Estados Unidos querendo representar mundialmente a obra do nosso grande escritor.

Liguei para Moacyr com essas informações.

— Amigo, a ICM e outras agências querem te representar nos Estados Unidos. Apesar de tudo isso ter surgido através de um episódio lamentável, é uma grande oportunidade. Você tem que aproveitar.

Enquanto isso, os advogados diziam ser impossível mover um processo com base na apropriação de uma ideia, além do custo de uma causa internacional como esta ser altíssimo.

Meu telefone continuava a tocar, e desta vez não eram agentes mas o editor de Martel, Jamie Byng, da Canongate, querendo minha mediação no caso. Jamie é um editor de grande energia, uma figura ímpar no mundo editorial por seu empreendedorismo e criatividade. DJ nas horas vagas, organiza festas famosas durante as feiras de livros, nas quais ele mesmo assume o comando musical.

No telefone ele garantia a boa fé de Martel e me pedia, em conjunto com o autor, que alcançássemos uma solução pacífica. Dar conta da polêmica literária sobre a premiação já era o suficiente para os dois.

Convenci Moacyr de que o processo seria inviável e propus que Martel desse uma entrevista valorizando a obra do brasileiro e se retratando das declarações infelizes. Moacyr, por seu lado, daria declarações dizendo que não moveria processo algum. O leitor do blog pode acessar as matérias publicadas na ocasião pelo Estado e pela Folha.

Ao assistir As aventuras de Pi no cinema agora, não pude deixar de sentir um gosto amargo, além das saudades do grande amigo que partiu.

Infelizmente, seguindo seu caráter superdevotado aos amigos, Scliar não aceitou as propostas das grandes agências que queriam promovê-lo. Se manteve fiel ao agente literário que o representava, que prometeu tirar algum proveito da polêmica e recolocar as obras de Moacyr no mercado de língua inglesa e na Europa — promessa não cumprida. E enquanto o romance de Yann Martel ganhou as telas numa megaprodução, o mundo continua merecendo conhecer melhor os livros de um dos maiores escritores brasileiros do século XX.

Aluno de 11 anos finge sequestro para evitar reunião de pais

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Publicado no UOL

Na Espanha, um garoto de 11 anos fingiu seu sequestro para evitar que os pais comparecessem a uma reunião escolar. A farsa envolveu cerca de cem guardas civis e durou duas horas, segundo o jornal espanhol “La Voz de Galicia”.

O incidente aconteceu no município de Xinzo de Limia, na província de Ourense. Para que os pais não descobrissem suas notas baixas, o menino decidiu criar uma história.

Durante a tarde, quando foi levar o lixo para fora, ele pegou o celular e as chaves de um outro apartamento da família que estava vazio e saiu. Do apartamento vazio, o garoto enviou uma mensagem de texto para seu pai avisando que fora sequestrado.

Em um segundo SMS, dizia que estava dentro de um carro Seat azul. O pai, guarda civil, ligou para o filho que disse chorando estar dentro do porta-malas de um carro em movimento.

Em busca do Seat azul, foram mobilizadas a guarda civil do município e das cidades vizinhas, além da polícia rodoviária. De acordo com o jornal espanhol, especialistas em sequestro já estavam no caminho de Madrid a Xinzo de Limia quando o menor foi localizado.

Após quase duas horas de agonia, o pai deu falta das chaves de seu outro apartamento, no mesmo condomínio, e foi verificar se o menino ali estava. Ao descobrir a farsa, o pai avisou aos guardas e levou o filho ao quartel.

Proprietários do ‘Keep Calm’ brigam na justiça por registro da marca

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A frase foi feita pelo governo inglês durante a Segundo Guerra Mundial
Foto: Reprodução

Publicado por Terra

Os proprietários de uma livraria ao norte da Inglaterra, que criaram variações do slogan “Keep Calm” (Mantenha a Calma) inventado pelo governo durante a Segunda Guerra Mundial e comercializaram cerca de 100 mil cartazes, cartões postais, camisetas, entre outros produtos enfrentam problemas com um concorrente, pois não registraram a marca, informou o The Guardian. A livraria, que começou a investir no negócio após descobrir alguns produtos perdidos na loja em 2001 com referência ao login do governo, não registrou o negócio, ao contrário de um empresário rival, que reinvidicou a marca em abril na União Europeia (UE).

Por isso, os advogados da livraria estão envolvidos em uma tentativa de anular o registro e tornar a frase de domínio público. De acordo com o jornal, o problema poderá ser resolvido simplesmente com provas de que o empresário não foi o primeiro a conseguir uma cópia do material da livraria, mesmo sendo o primeiro a registrar a marca.

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