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As lições atemporais de “O Pequeno Príncipe”

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Publicado no Contioutra [via Época]

Quando era criança, na década de 1960, frequentava muito a Biblioteca Monteiro Lobato, na Rua General Jardim, na Vila Buarque, em São Paulo. Um dia, esbarrei n’O Pequeno Príncipe. O livro, com ilustrações lindas, contava a história de um principezinho que morava num asteroide longínquo, o B612. Ele sai em uma viagem pelo universo e chega a um deserto aqui na Terra, onde conhece um piloto cujo avião está encalhado na areia.

O Aviador escuta as histórias que o pequeno viajante tem para contar e relembra com ele grandes lições de vida, apagadas pelas asperezas dos anos. Eles se tornam grandes companheiros. Lembro-me de querer ter um amigo como o Aviador. Minha mãe morreu quando nasci e não tive irmãos. Era muito magro e alto, sofria com as brincadeiras das outras crianças. Era um garoto introvertido. Fiquei muito feliz de ter sido convidado para dar voz ao Aviador, meu personagem favorito, no novo filme animado O Pequeno Príncipe, que chega aos cinemas nesta semana.

A animação, dirigida pelo americano Mark Osborne, traz uma nova narrativa para esse clássico da literatura infantojuvenil. Desta vez, é uma garotinha que fica amiga do Aviador – agora um velhinho que mora na casa ao lado da dela. Ela precisa estudar muito durante as férias para entrar na escola que a mãe quer. Mas o Aviador está em busca de um amigo e conta para ela todas as histórias que ouviu do Pequeno Príncipe. Aos poucos, a garotinha percebe que a vida não pode ser tão séria quanto sua mãe prega. E que há algo de precioso na infância – a facilidade de se encantar com a essência das pessoas – que se deve carregar para sempre. “O problema não é crescer”, diz o Aviador. “É esquecer.”

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A obra que inspirou a animação foi publicada originalmente em 1943 pelo francês Antoine de Saint-Exupéry. Ele próprio era piloto, assim como o personagem de seu livro. Exupéry morreu apenas um ano depois de lançar o livro, numa missão francesa durante a Segunda Guerra Mundial. Nem sonhava com o sucesso que sua obra faria. Ela emociona pessoas há 70 anos – é mais tempo do que eu mesmo estou vivo. Nesse período, o livro foi traduzido para mais de 250 línguas e dialetos. Está na lista dos mais vendidos anualmente. No Brasil, vende 300 mil exemplares por ano.

O Pequeno Príncipe é uma obra atemporal. Quando li o livro, aos 13 anos, entendi que havia uma mensagem além da narrativa simples. Mas só com o passar dos anos suas várias nuances se fizeram mais claras para mim. O que ficou foi a lição de que temos de conjugar mais o verbo “ser” do que o “ter”. Somos pessoas melhores quando nutrimos relações baseadas no carinho, quando encaramos a vida de maneira lúdica. Não podemos criar crianças sem fantasia, sem amigos. Elas precisarão dessa infância amorosa e imaginativa para ser bons adultos. Foi a educação que eu dei para meus filhos e a que eles dão a meus netos, Clarice, de 5 anos, e Breno, de 2. Fiquei muito emocionado depois que acabei a dublagem e vi o resultado. O filme reflete minha relação de amizade com meus netos. Eu os vejo pelo menos três vezes por semana e tento proporcionar a eles uma vida livre e criativa. Nesse sentido, sou um pouco como o Aviador. Meus netos têm um amigo lúdico que crê numa vida com menos obrigações e menos tarefas.

Temos de nos preocupar com o que as crianças são hoje, e não com o que elas terão amanhã. Com a rapidez da vida moderna e os avanços tecnológicos, não olhamos mais para o outro, não nos vemos como irmãos. Estamos sempre focados em objetivos profissionais, financeiros e mercadológicos e nos esquecemos de que a vida também é feita de imaginação e criatividade. O Pequeno Príncipe não nos deixa esquecer.

Texto de Nina Finco

5 Livros clássicos que influenciaram pessoas famosas

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Reza a lenda que, quando alguém lê o livro certo, no lugar certo, e no momento certo da sua vida, ele pode gerar um efeito profundo capaz de ressoar para o resto do mundo. Parece que esse é o caso de todas as pessoas notórias relacionadas abaixo. Além de serem considerados extremamente bem sucedidos em suas carreiras, um outro fator em comum é que todos afirmam que leram algum livro em determinado momento de suas vidas, que provocaram mudanças significativas em sua existência.

E se essas pessoas um dia foram influenciados por livros, por sua vez, consequentemente produziram um trabalho que acabou influenciando o mundo como um todo, na ciência, política, tecnologia e até mesmo na cultura pop.

James Dean (O Pequeno Príncipe)

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Durante a curta vida de James Dean, o ator participou de apenas três filmes. Todos considerados clássicos, tanto que ele foi postumamente nomeado para dois prêmios. Seu breve estrelato ainda é lembrado 60 anos após ele ter morrido em um trágico acidente de carro com apenas 24 anos, em 30 de setembro de 1955.

O livro era tão importante para Dean que seu melhor amigo e biógrafo William Bast, escreveu sobre isso em uma inscrição no seu memorial construído perto do local do acidente. A inscrição começa com o trecho favorito de Dean, dizendo: “O que é essencial é invisível aos olhos.”, e segue explicando que “Esta citação de ‘O Pequeno Príncipe’ foi provavelmente a favorita de James Dean . Ela parecia ter um significado profundo e pessoal para ele, e ele a leu diversas vezes, especialmente com aqueles quem amava “.

J. K. Rowling (Emma)

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Em plena era moderna dominada pela tecnologia, JK Rowling conseguiu executar a difícil proeza de levar milhões de crianças até as páginas de um livro. Indo além disso, suas obras transcenderam as fronteiras da literatura infantil e hoje são amados por pessoas de todas as idades.

O livro que influenciou Rowling é mais um trabalho da sua escritora favorita: Emma, de Jane Austen, publicado em 1815. Uma comédia de costumes sobre uma jovem mulher inteligente, rica e bonita. Emma é solteira e não tem qualquer pretensão em se casar, mas adora se envolver com o ‘amor da vida’ de outras pessoas. Rowling afirma que o que mais a impressionava na história era o misterioso relacionamento envolvendo dois dos personagens, Frank Churchill e Jane Fairfax. Além de amar a obra cor causa do seu desenvolvimento e identificar-se com a protagonista, ela completa dizendo que não importa o quanto escreva, nunca será capaz de produzir uma trama tão boa quanto o de Emma.

Kurt Cobain (Perfume: A História de um Assassino)

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Homem de frente da banda Nirvana, Kurt Cobain é frequentemente citado como a voz de sua geração. Para muitos fãs, ele foi capaz de articular o desencanto e a raiva que sentiam na época. O Nirvana mudou para sempre a cultura americana, e sua morte em 20 de abril de 1994 foi um dos momentos mais marcantes da década de 1990.

O livro que teve a maior influência sobre Cobain foi um romance alemão de 1985 intitulado ‘Perfume: A História de um Assassino’, de Patrick Suskind. O livro é lembrado por sua percepção sensorial transcender a natureza, tornando-se uma leitura muito envolvente ao trabalhar com odores. Perfume se passa em uma Paris suja do século 18, e é sobre um órfão chamado Jean-Baptiste Grenouille que tem uma relação única com os aromas. O garoto tem um nariz incrivelmente sensível, capaz de dissecar cheiros como um chef sendo capaz de quebrar o gosto individual de ingredientes em uma receita. Ele pode cheirar o mundo da mesma forma que o Demolidor da Marvel “vê” o seu.

Os paralelos entre Perfume e vida de Cobain são bastante óbvios, especialmente pelo final de ambos. Cobain disse que leu o romance pelo menos umas 10 vezes, e sempre mantinha um exemplar do livro com ele. A história é também a base para a música “Scentless Apprentice” do álbum In Utero do Nirvana.

Mark Zuckerberg (Eneida)

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Quando Mark Zuckerberg adicionou as suas preferencias em seu perfil no Facebook, ele relatou a obra Ender’s Game: O Jogo Do Exterminador, de Orson Scott Card, como o seu livro favorito. Mais tarde, em uma entrevista para o The New Yorker, Zuckerberg esclareceu que o clássico sci-fi é uma história que gostava muito, mas que o seu livro favorito era mesmo o Eneida, de Virgílio.

O Eneida é um poema latino épico que foi escrito em algum momento entre 29-19 AC. É sobre um grupo de sobreviventes de Tróia, liderados por Eneias, que deixam a cidade após ela ser destruída pelos gregos. Até que ele descobre que o seu destino é alcançar os pilares de Roma. Enéias e seus companheiros sobreviventes se lançam em uma viagem longa e difícil que, apesar das dificuldades, seguem em frente porque sentem que o seu destino é construir o reino mais magnífico que o mundo já viu.

Zuckerberg explica que leu o livro quando estava no colégio durante as aulas de latim. Existe claros paralelos entre a vida de Zuckerberg e do personagem. O criador do Facebook teve sua própria jornada para criar a maior rede social do mundo, e ele mesmo afirma que a história de Enéias serviu para ele seguir com o seu destino e construir uma cidade que “não conhece fronteiras de tempo ou grandeza.”

Albert Einstein (Tratado da natureza Humana)

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Albert Einstein foi uma das maiores mentes de todos os tempos. Seu nome é sinônimo de genialidade até os dias hoje. Tanto, que fica até difícil imaginar um livro que tenha sido capaz de influenciar um cérebro dessa grandeza. Mas isso ocorreu com ‘Tratado da natureza Humana’, de David Hume, publicado em 1738.

Hume foi um filósofo escocês conhecido por suas contribuições para o ceticismo filosófico. O ‘Tratado da Natureza Humana’, que na verdade é dividido em três volumes, foi a tentativa de Hume de olhar para a filosofia de uma maneira diferente. É um livro bem complicado que só pode mesmo ser explicado por alguém como Einstein. Nessa obra, Hume argumentou sobre praticamente tudo, desde a vida por ser descoberta a partir de suas experiências, até seu ceticismo sobre o espaço, tempo, conhecimento e probabilidade, incluindo a natureza da causa e efeito. No Livro II, “Das paixões”, ele fala sobre primeiras e segundas impressões, e como nossas ações são afetados pela razão e paixão. E no terceiro livro sobre “moral”, ele argumenta que a moralidade não é baseada na lógica, mas é nos sentimentos.

Einstein mencionou algumas vezes que este livro teve uma grande influência sobre sua vida. Ele o leu pouco antes de surgir com a sua famosa teoria da relatividade. Em uma carta, Einstein disse que a obra o ajudou a formular suas idéias, era como se ele já as tivesse incubadas em seu cérebro, e Hume ajudou a organizá-las.

Em domínio público desde janeiro, “O Pequeno Príncipe” dispara nas vendas

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Foto: Divulgação

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Publicado no NE10

“O Pequeno Príncipe” é um clássico setentão com fôlego de garoto. Publicado originalmente em 1943, o livro já vendeu aproximadamente 145 milhões de exemplares no mundo.

No Brasil, estima-se que 2 milhões de títulos foram vendidos desde 1952.

Neste ano os números ganharam ainda mais impulso. Em 1º de janeiro, “O Pequeno Príncipe” caiu em domínio público. Ou seja, pode ser publicado por qualquer editora sem o pagamento dos direitos autorais.

Pelas leis brasileiras, todas as obras de um autor ficam protegidas por 70 anos após sua morte, contando a partir de 1º de janeiro do ano seguinte à morte. Antoine de Saint-Exupéry, autor do livro, morreu em 31 de julho de 1944.

Uma pesquisa da empresa Nielsen BookScan indica o reflexo disso nas vendas do livro.

PEQUENO PRÍNCIPE – No primeiro semestre deste ano, 58 edições do livros, nacionais ou estrangeiras, foram comercializadas nas livrarias do Brasil. No mesmo período do ano passado, havia 37 versões disponíveis.

“O Pequeno Príncipe” vendeu neste primeiro semestre quase 159 mil exemplares (alta de 123% em relação ao primeiro semestre de 2014) e arrecadou R$ 2,6 milhões (crescimento de 69%).

Uma versão da editora Agir, com a tradução de dom Marcos Barbosa de 1952, foi a campeã de vendas neste ano – 63 mil cópias vendidas. Os dados são da empresa Nielsen BookScan.

Esta mesma edição foi a mais vendida também em 2014 – no ano passado, o grupo Ediouro, do qual a Agir faz parte, detinha os direitos exclusivos da obra.

Com a queda do livro em domínio público, novas editoras passaram a explorar a mina de ouro, oferecendo novas traduções ao público.

O segundo “Pequeno Príncipe” mais vendido entre janeiro e junho deste ano – quase 29 mil exemplares – é uma edição da Geração Editorial em capa dura, traduzida por Frei Betto. A editora lançou também mais duas outras versões da história, em formato de bolso.

A L&PM lançou nas livrarias o clássico infantil em dois formatos, o tradicional e o pocket, com tradução de Ivone C. Benedetti. O formato pocket, marca da editora, já vendeu 7.500.

A Zahar publicou uma edição traduzida por André Telles. Já a versão da Autêntica foi vertida para o português por Gabriel Perissé.
A Casa da Palavra (Grupo Leya) uniu dois filões valiosos no mercado e lançou no começo de junho “O Pequeno Príncipe Para Colorir”.

O mais recente “Pequeno Príncipe” saiu no final de agosto pela Companhia das Letras, traduzido por Mônica Cristina Corrêa. A bela edição em capa dura traz aquarelas de Saint-Exupéry e textos de análise de Corrêa, especialista na obra do escritor.

“O que realmente pesou nas nossas escolhas foi o estudo da obra de Saint-Exupéry e de sua biografia, com que estou trabalhando há praticamente dez anos”, afirma ela.

“Assim, tanto o contexto em que foi escrita quanto a análise à luz das demais obras do autor foram primordiais para algumas opções e para o ‘tom’ da tradução. Há trabalhos numa linguagem mais direta e contemporânea, mas preferimos manter, dentro do possível, um vínculo com o original.” (mais…)

O Pequeno Príncipe em 3D estreia nos nos cinemas nesta quinta

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Foto: Divulgação

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Publicado na Tribuna da Bahia

A animação O Pequeno Príncipe, inspirado pela obra-prima de Antoine de Saint-Exupéry, escrita em 1942, estreia nos cinemas nesta quinta-feira. Dirigido e produzido por Mark Osborne e roteiro escrito por Irena Brignull e Bob Persichetti, a história é centrado na amizade entre um excêntrico velho, O Aviador e uma garotinha bem crescida que se muda para a casa ao lado com sua Mãe. Através das páginas do livro do Aviador e seus desenhos, a menina descobre a história de como ele há muito tempo caiu em um deserto e encontrou o Pequeno Príncipe, um menino enigmático de um planeta distante. As experiências do Aviador e o conto das viagens do Pequeno Príncipe para outros mundos fazem a menina e o Aviador ficarem muito próximos, embarcando juntos em uma aventura memorável.

O filme produzido por Aton Soumache, Dimitri Rassam e Alexis Vonarb, sócios do No Animation Studios ganhou as vozes de Jeff Bridges/ Marcos Caruso (O Aviador), Rachel McAdams/ Priscila Amorim (a mãe), Marion Cotillard/ Aline Ghezzi (A Rosa), James Franco/ Hércules Franco (A Raposa), Albert Brooks/ Élcio Romar (O Homem de Negócios), Mackenzie Foy/ Larissa Manoela (A Menina), Benicio Del Toro/ Marco Antonio Costa (A Cobra), Ricky Gervais/ Marcio Simões (O Homem Vaidoso), BudCort/ Isaac Bardavid (O Rei) e Riley Osborne/ Mattheus Caliano (O Pequeno Príncipe).

Segundo o diretor, o mundo da menina e sua mãe são apresentados no mais avançado estilo de animação CGI, usado habilmente como moldura para a clássica história do Pequeno Príncipe, que vem à vida de uma forma com a técnica de stop-motion, representando os olhos e a imaginação da menina. A música do filme é composta por Hans Zimmer. “Em 2009, meu agente me perguntou se eu sabia do livro, porque dois produtores franceses queriam fazer um grande filme de animação baseado nele”, lembra Mark Osborne, contando que, conhecia o livro muito bem e é por isso seu primeiro instinto foi dizer não. “Eu acreditava que não havia nenhuma maneira que permitisse fazer uma adaptação. Mas eu pensei mais sobre isso e percebi que o material era bom demais para dizer não. Era a chance de uma vida para construir uma história deste ponto de partida; os temas do livro são tão ricos e emocionam tanto. Além disso, a oportunidade de unir o livro com o filme era algo que eu não podia deixar passar. Quando eu sugeri que construíssemos uma história em torno do livro, para protegê-lo, em vez de expandi-lo, eu estava exultante que seria bom para a propriedade intelectual”.

Osborne revela que o livro o afetou profundamente em nível pessoal, quando anos atrás sua esposa, ainda sua namorada, lhe deu um exemplar. Os dois eram estudantes universitários e tentavam manter vivo seu relacionamento à distância. “O Pequeno Príncipe nos manteve juntos”, ele admite, explicando que, “significa muito para mim e para todos os que leram o livro, porque ele conecta você com as relações e amizades significativas em sua vida”.

O diretor diz que ele se aproximou do filme como um enigma a ser resolvido. “A grande questão era como você pode fazer uma experiência cinematográfica paralela ou igual à experiência emocional muito profunda da leitura do livro?”, diz o diretor, contando que, a grande idéia era explorar a relação comovente entre a versão mais antiga e excêntrica do Aviador e a menina que se muda para a casa ao lado. “Eu senti que finalmente teria de ser a história da menina aprendendo a dizer adeus a uma amizade, fazendo profundamente o paralelo com o livro. Parecia o caminho certo para abordar este material muito delicado. Mas, honestamente, eu nunca esperava que tudo fosse acontecer”, afirma.

“O Pequeno príncipe” é o livro infantil mais vendido do Brasil

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Jonatan Silva, no Contracapa

Enquanto se consolida com o livro infantil mais vendido do Brasil há meio século, O Pequeno príncipe ganha cinco novas edições. A primeira, lançada pela Zahar, está programada para chegar às livrarias em agosto. A Companhia das Letras também anunciou a sua edição do livro de Antoine de Saint-Exupéry. Os gaúchos da L&PM programam uma tradução ainda para este ano. A tradutora Denise Bottmann é responsável pela edição nacional da Novo Século e a Geração também terá o seu quinhão do mercado recém aberto. Até cair em domínio público, em 2015, somente a Agir tinha os direitos de publicação.

Somente no ano passado, de acordo com a Nielsen, foram mais de 140 mil exemplares comercializados, o que deixo o livro no 8° lugar geral de vendas – e primeiro lugar entre os livros infanto-juvenis. Os dados do site Publisnews afirmam que, até meados de julho de 2015, O Pequeno príncipe vendeu82.008 livros – somente pela editora Agir.

Apesar de a concorrência ficar mais acirrada, as casas editoriais terão um impulso a mais: no dia 20 de agosto estreia nos cinemas uma animação inspirada no livro de Saint-Exupéry.

Ao redor do mundo

No total, o livro já foi traduzido para mais de 250 idiomas e vendeu mais de 150 milhões de cópias em todo o globo. Entre as edições mais interessantes já lançadas estão uma adaptação feita pela Agir com as aquarelas em pop-up.Em Portugal a edição lançada pela Porto Editora possuiu prefácio do escritor Valter Hugo Mãe.

James Dean

O ator norte-americano James Dean era um leitor fervoroso de O Pequeno príncipe e o considerava como seu livro predileto. Em homenagem ao astro do cinema, o cantor inglês Morrissey aparece lendo o livro no clipe de “Suedehead”. (O vídeo é inspirado na vida do ator).

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