Contando e Cantando (Volume 2)

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Conheça o incrível parque do Pequeno Príncipe na França

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O parque foi inaugurado em 2014 e já é um enorme sucesso na região da Alsácia

O parque foi inaugurado em 2014 e já é um enorme sucesso na região da Alsácia

Dos livros para a vida real. Confira as principais atrações do parque inspirado na clássica obra do francês Antoine de Saint-Exupéry

Publicado no PureViagem

Ao redor do mundo, há muitas atrações turísticas voltadas para os fãs do universo literário: bibliotecas famosas espetaculares, roteiros que seguem os passos de romancistas consagrados, hotéis dedicados aos amantes dos livros e até cemitérios que abrigam túmulos dos escritores mais célebres da história.

E se tivessem a ideia de combinar a paixão pela literatura com um parque temático? Para a alegria dos leitores de “O Pequeno Príncipe”, há um novíssimo complexo de lazer na França inspirado no clássico do escritor e ilustrador Antoine de Saint-Exupéry – um dos livros mais conhecidos do planeta.

Com mais de 150 milhões de exemplares vendidos, a obra já foi traduzida para mais de 270 línguas desde que foi publicado em 1943. A história atemporal ganhou uma adaptação musical para as telonas em 1974, além de ter derivado uma série de desenhos animados. Agora, o carismático personagem dos ‘cabelos cor de ouro’ tem o seu próprio parque de diversões.

O parque do Pequeno Príncipe tem diversos playgrounds temáticos para as crianças

O parque do Pequeno Príncipe tem diversos playgrounds temáticos para as crianças

Balões levam os visitantes a 150 metros de altura

Localizado em Ungersheim, na região da Alsácia, entre as cidades de Mulhouse e Colmar, o Le Parc du Petit Prince foi inaugurado em julho de 2014 no mesmo lugar onde, em 1492, caiu o primeiro meteorito conservado e estudado do mundo, o ‘Meteorito de Ensisheim’.

Na área de 24 hectares estão espalhadas mais de 30 atrações lúdicas e shows que giram em torno de três grandes temas: “voar”, “viagem de planeta em planeta” e “os animais”. O público-alvo são crianças entre dois e 12 anos de idade e, claro, adultos que têm uma proximidade sentimental com a obra de Saint-Exupéry.

Dois balões, representando o ‘Planeta do Rei’ e o ‘Planeta do Acendedor de Lampiões’, são as principais atrações do parque. Neles, é possível subir a 150 metros de altura e admirar algumas das mais belas paisagens francesas, incluindo a cadeia montanhosa de Vosges, a planície da Alsácia e os Alpes. Os visitantes podem também voar a bordo de um balão onde funciona um bar, a 35 metros do solo.

As crianças se divertem nos dois balões que sobem a 150 metros de altura

As crianças se divertem nos dois balões que sobem a 150 metros de altura

Atrações para visitantes de todas as idades
Em terra firme, as crianças podem interagir com ovelhas e filhotes de raposas, dois animais presentes na história do fenômeno literário. Há também um pequeno borboletário e jardim com mais de 250 espécies de borboletas. Para complementar a brincadeira dos pequenos, o parque conta com diversos tipos de playgrounds, incluindo uma área com refrescantes jatos d’agua saindo do piso.

Os mais crescidinhos tem à disposição brinquedos mais tecnológicos, como um (mais…)

‘O Pequeno Príncipe’ tem estreia adiantada no Brasil

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Publicado no Cinepop

‘O Pequeno Príncipe‘ (Le Petit Prince), adaptação do clássico da literatura mundial escrito por Antoine de Saint-Exupéry, teve sua estreia adiantada nos cinemas nacionais. A Paris Filmes anunciou que o filme estreia dia 8 de Agosto, dois meses antes do previsto.

O belo filme também ganhou um novo banner e trailer.

Confira:

Competindo na seleção oficial do Festival de Cannes, a adaptação foi criada em uma animação stop-motion lúdica que faz jus a um dos livros mais adorados da história.

O elenco de vozes na versão dublada em inglês é formado por grandes estrelas de Hollywood: James Franco, Rachel McAdams, Jeff Bridges, Marion Cotillard, Benicio Del Toro e Paul Giamatti.

No centro de tudo está A Pequena Garota, que está sendo preparada por sua mãe para o mundo muito adulto no qual vivem – e é interrompida por seu excêntrico e amável vizinho, O Aviador. O Aviador apresenta sua nova amiga a um mundo extraordinário, no qual tudo é possível. Um mundo ao qual ele mesmo foi apresentado há muito tempo pelo Pequeno Príncipe. É aí que começa a jornada mágica e emocionante da Pequena Garota pela sua própria imaginação – e pelo universo do Pequeno Príncipe. E é onde a Pequena Garota redescobre sua infância e aprende que o que importa são as relações humanas e o que é realmente essencial somente pode ser visto com o coração.

Mark Osborne (‘Kung Fu Panda’) dirige.

“O Pequeno Príncipe” ganha um novo trailer completo e ainda mais fofo

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Pedro Rocha, no Papel Pop

Ai, que coisa mais fofa! O que falar desse filme que a gente ainda nem viu mas já está morrendo de amores?

Vem por aí a animação “O Pequeno Príncipe”, baseada no clássico dos clássicos da literatura infanto-juvenil, a obra homônima de Antoine de Saint-Exupéry. O filme vai mostrar de uma forma bem diferente a história que o mundo inteiro conheceu e se apaixonou.

Como dá para ver pelo trailer, a história do Pequeno Príncipe é mostrada no filme pelo Aviador para uma garotinha que quase não tem infância. A pobre coitada vive no mundo adulto da mãe e quase não tem tempo para brincar ou se divertir. É a partir da história do Príncipe que ela vai começar a experimentar o mundo da imaginação que toda criança deveria ter.

Outra coisa superlegal desse filme é que no áudio original ele é dublado por um elenco incrível! James Franco, Rachel McAdams, Marion Cotillard, Albert Brooks, Benicio Del Toro, Jeff Bridges e Ricky Gervais emprestam suas vozes para a animação.

Misturando CGI e stop-motion, o filme do diretor Mark Osborne (“Kung Fu Panda”) é a primeira animação baseada na obra de Antoine de Saint-Exupéry. Antes, já havia sido lançado em 1974 um musical dirigido por Stanley Donen (“Cantando na Chuva”).

“O Pequeno Príncipe” chega aos cinemas em outubro.

Videntes, guerra e fantasia: o Saint-Exupéry que você não conhecia

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Olivier d’Agay, um dos herdeiros do legado de Saint-Exupéry Créditos: Getty Images

Olivier d’Agay, um dos herdeiros do legado de Saint-Exupéry Créditos: Getty Images

Publicado no Glamurama

Um dos livros mais populares do século, “O Pequeno Príncipe” é também um dos mais polêmicos. Conhecido como “livro de miss”, o clássico de Antoine de Saint-Exupéry é constantemente revisitado, seja com suas famosas passagens ou com adaptações no cinema e televisão, por exemplo. Mas por trás do fenômeno, existe um lado pouquíssimo conhecido da vida de seu autor, que envolve mistérios sobre sua morte e até a descoberta, anos depois, de um tesouro no fundo do mar que ele deixou para trás. Olivier d’Agay, seu sobrinho-neto, veio ao Brasil nesta semana para a inauguração da nova ala do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, e aproveitou para conversar com Glamurama sobre as muitas facetas do gênio. Confira.

(Por Maria Gabriela Lyra)

Glamurama – Qual sua relação com “O Pequeno Príncipe”? Foi o primeiro livro que você leu?

Olivier d’Agay – Para falar a verdade, eu fui obrigado a ler “O Pequeno Príncipe” quando tinha 10 anos, pela minha bisavó Marie de Fonscolombe, mãe de Saint-Exupéry. Na primeira vez que li não gostei do livro, achei muito complicado. Mas um tempo depois, mais velho, li de novo e consegui entender um pouco do que ele queria dizer, mas acho que esse é um livro para se ler sempre, a cada 10 anos, porque todas as vezes você percebe uma coisa diferente.

Marie de Fonscolombe, mãe de Saint-Exupéry Créditos: Divulgação

Marie de Fonscolombe, mãe de Saint-Exupéry Créditos: Divulgação

Glamurama – O que acha desse fenômeno de “O Pequeno Príncipe” ser o livro mais vendido do mundo há tantos anos e sempre ser citado como o favorito de várias celebridades?

Olivier d’Agay – As pessoas que não têm muito tempo a perder, como atores e músicos, sempre recorrem aos clássicos na hora que conseguem tirar um tempo para ler, por isso “O Pequeno Príncipe” é tão famoso. É um livro que fala para todos, e sua popularidade pode estar no fato de que, por ser uma literatura básica, seja sempre citado por essas pessoas que estão no centro dos holofotes.

Glamurama – Você acha que é um livro para crianças?

Olivier d’Agay – É impossível classificar “O Pequeno Príncipe” como um livro para crianças ou adultos. No Japão, por exemplo, é considerado um livro para adultos; na França, é literatura infantil. É uma obra muito simples, mas ao mesmo tempo muito complexa. Na época que foi publicado, a editora não sabia como classificar e foi a maior discussão quando as primeiras críticas sobre o livro foram publicadas pelo “The New York Times”. A maioria das pessoas questionava se era um livro muito simples para adultos ou muitos complexo para as crianças.

Glamurama – Essa complexidade de “O Pequeno Príncipe” reflete o tipo de homem que era Saint-Exupéry?

Olivier d’Agay – É difícil dizer que tipo de homem ele era. Saint-Exupéry era uma pessoa muita diversa. Era escritor, piloto, soldado, ilustrador, poeta, então tinha muitos interesses diferentes. Era ao mesmo tempo da paz e da guerra, eufórico e cabisbaixo… Só posso dizer que ele era uma pessoa difícil de convívio na vida privada. Não era nada fácil. Gênios nunca são.

Saint-Exupéry era piloto Créditos: Divulgação

Saint-Exupéry era piloto Créditos: Divulgação

Glamurama – Saint-Exupéry tinha alguma ideia do sucesso que seria “O Pequeno Príncipe”?

Olivier d’Agay – Ele morreu antes que isso acontecesse. Quando entregou o livro para a editora em Nova York, recebeu o primeiro exemplar da obra alguns dias antes de embarcar para a África junto com o Exército americano em 1943, para lutar pela França contra a ocupação alemã. Ele tinha 43 anos e morreu logo depois. Durante esse tempo fora, ele ligava sempre que podia para seu agente para saber como estavam indo as vendas do livro e qual estava sendo a repercussão.

Glamurama – A morte dele é cercada de mistérios. Algum deles é verdadeiro?

Olivier d’Agay – Tudo na vida de Saint-Exupéry parece muito incrível, mas todas as histórias que você escuta são verdadeiras. Uma das mais famosas aconteceu relativamente há pouco tempo, em 1998, quando um pescador que estava em Marselha, na França, achou em sua (mais…)

Autor de ‘Eu me chamo Antônio’ cria novo livro com poesias visuais

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Um dos desenhos é quase uma recriação de 'O pequeno príncipe', de Antoine de Saint-Exupéry

Um dos desenhos é quase uma recriação de ‘O pequeno príncipe’, de Antoine de Saint-Exupéry

Ainda sem título, obra de Pedro Gabriel Anhorn tem ilustrações e textos mais longos

Fellipe Torres, no Divirta-se

O primeiro romance de Pedro Gabriel Anhorn ainda não foi concluído, mas tem um protagonista conhecidíssimo. É a voz narrativa de ‘Segundo: Eu me chamo Antônio’ (Intrínseca, 192 páginas, R$ 29,90), livro originado do projeto homônimo, popular nas redes sociais. Publicitário nascido no Chade e radicado no Brasil desde os 12 anos, o autor deixou um pouco de lado os famosos guardanapos utilizados como plataforma poética. Em nova obra impressa, ele aposta em ilustrações e textos mais longos.

Um dos desenhos é quase recriação daquele feito por Antoine de Saint-Exupéry para ‘O pequeno príncipe’ (1943): de cima de um planeta, Antônio observa as estrelas. A princípio, Pedro não notou a semelhança. Para ele, a aproximação entre os traços veio do inconsciente, uma vez que o clássico marcou a infância. Mas a atmosfera onírica é proposital, distante da linguagem “de boteco” do primeiro livro, lançado em 2013. “Realmente comecei fazendo as poesias nos guardanapos de um bar. É como se o protagonista deixasse esse ambiente para entrar no mundo dos sonhos”, analisa.

O novo volume surge como intermediário entre os versos enxutos da estreia e o texto de maior fôlego, ainda em fase de construção e sem previsão de lançamento. Com público formado majoritariamente por adolescentes entre 13 e 15 anos, Pedro Gabriel acredita na conquista de uma nova geração desacostumada a ler poesia.

Cada folha de guardanapo utilizada por ele equivale a uma página da caderneta da escritora e publicitária pernambucana Clarice Freire, criadora do Pó de Lua, projeto semelhante a Eu me chamo Antônio. A poesia visual inspirada no concretismo é um chamariz para o internauta. Somente no Facebook, eles mobilizam, juntos, mais de dois milhões de usuários.

A aposta de grande editora nos publicitários de 30 (Pedro) e 26 anos (Clarice) só foi possível graças a um fenômeno literário ainda em curso. Lançada no começo do ano passado, a reunião da obra poética de Paulo Leminski, ‘Toda poesia’, vendeu mais de 100 mil exemplares. A trajetória bem-sucedida do curitibano inspirou a publicação de antologias como as de Waly Salomão, Ana Cristina Cesar, Adélia Prado, Murilo Mendes, Jorge de Lima e ainda abriu caminho para poetas de primeira viagem. Ou de segunda, no caso de Pedro Gabriel.

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