Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged Obra De Arte

A história da ex-professora que hoje ganha a vida fazendo arte por apostar nos seus sonhos

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Publicado por Hypeness

A professora de música Layla Fanucci sempre admirou um poster de Monet e refletia sobre sua vontade de ter na parede algo que tirasse o fôlego das pessoas ao observar. Após uma visita pouco produtiva pelas galerias de Napa Valley, ela resolveu arregaçar as mangas e fazer sua própria obra de arte, mesmo sem nunca ter feito algo do tipo.

O resultado foi impressionante tanto para ela quanto para seus amigos. A primeira pintura foi feita numa tela 6m x 5m de altura e, quando ela a colocou no chão, começou uma explosão de tinta, nas cores azul, vermelho, amarelo, verde e branco. Depois do desenho abstrato, ainda acrescentou algumas imagens, um clarinete, uma árvore de Natal e três figuras que representam seus filhos.

Quando viram o quadro arrojado de Layla, os amigos também quiseram uma obra de arte para chamar de sua e encomendaram telas da nova artista. Ela declarou que um casal chegou a combinar as cores de casa baseadas em sua pintura. A partir de então, Layla não parou mais e, mesmo amando música e ensiná-la, descobriu seu verdadeiro talento, escondido como um tesouro a ser lapidado.

Depois de largar o emprego e descobrir o quanto é difícil viver de arte, ela estipulou uma meta de dois anos para dar certo na profissão. Se não conseguisse sobreviver no meio artístico, voltaria a dar aula.

Trabalhando de 10 à 12 horas por dia, a ex-professora alcançou seu objetivo e produziu mais de 200 quadros. A partir de então, começou a ganhar dinheiro e a ser reconhecida por sua habilidade. Após críticas e uma constante busca por um estilo único, Layla se encontrou retratando cenários de cidades, como Nova York, Paris e Roma. “Bem, todos nós temos talentos escondidos”, declarou Layla Fanucci “Se os descobrirmos, temos que os desenvolver todos os dias e deixá-los florir. Eu penso muitas vezes no que podia ter perdido, senão tivesse desistido de um salário estável e confiável, para seguir a minha paixão”, declarou.

Nas imagens abaixo, você confere como deu certo:

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Todas as fotos © Layla Fanucci

Literatura brasileira: um problema lúdico

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Márcia Tiburi, no Blog da Cosac Naify

Há quem diga, por amor à retórica, às frases feitas ou ao senso comum, que não existe literatura brasileira em nosso dias. Por um lado, é uma ideia divertida e vale a pena brincar com ela tomando-a como provocação que faz pensar, pois o que poderá significar “literatura” ou até mesmo “literatura brasileira” não é questão de se jogar fora sem análise.

Podemos pensar a coisa toda em termos lúdicos, como se faz com um objeto quando se quer que ele sirva de brinquedo: uma pedra que vira cavalo, um sapato que vira carrinho, pedaço de papel que vira avião. A literatura pode ser este brinquedo: cada um pode inventar um significado e, dependendo de regras, podemos até brincar juntos. Escrevemos livros, publicamos e lemos uns aos outros. Até que alguém não vai mais querer brincar, vai sair jogando tudo para o alto por estar perdendo no jogo ou simplesmente por não gostar mais das regras. E, tudo bem, dirão os que continuarem a brincar para o colega que deixou a cena: pode brincar sozinho ou emburrar num canto. E, no meio do pátio literário, cada um que leia o que quiser. Assim é com os que escrevem ou leem literatura, acreditem ou não em sua existência.

Verdade que se continua a escrevê-la e até a lê-la. Por isso é que a ideia de que literatura brasileira não existe é, por outro lado, uma ideia um pouco inútil. Mas é uma coisa inútil boa: ela nos coloca diante dos livros com o mesmo problema que temos diante de um filme quando nos perguntamos “isso é cinema?”, ou, diante de uma obra de arte, “isso é arte?”. É claro que, se entendemos que literatura é jogo de linguagem, talvez o jogo não esteja sendo bem jogado. Assim, tem quem diga, talvez por amor ao espírito da catástrofe, que o futebol também morreu. Será que o que está no gramado é futebol? Verdade é que o futebol pode ter morrido, mas o povo (e o mercado) continua jogando. A literatura pode inexistir, mas os escritores (e o mercado) continuam escrevendo. E quando se joga e se escreve inventa-se uma coisa diferente da essência tida como verdadeira só porque veio antes.

O que é literatura?

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Dizem os mais atentos que a arte contemporânea tem como mérito fundamental nos fazer pensar sobre o próprio conceito de arte. Pensar na arte pode parecer uma coisa muito inútil… mais valeria fazê-la, não é assim que pensamos? Arthur C. Danto, o filósofo americano que escreveu Andy Warhol, publicado no ano passado, mostrou como o artista pop, além de artista, era um filósofo não porque escrevesse filosofia além de pintar suas Marilyns e caixas de Brillo, mas porque mostrou que filosofia e arte podem ser coisas muito mais íntimas do que imaginamos. Resumo com minhas palavras: Andy Warhol brincava – no sentido sério – e, por isso, conseguiu unir arte e filosofia por meio de uma fita de Moebius. Em outras palavras, ele mostrou que cada uma dessas coisas podia ser reinventada. Nem a arte, nem a filosofia estavam mortas, mas a partir dele elas seriam coisas muito diferentes.

Militância pela leitura

Entre quem diz que não existe mais literatura no Brasil e o leitor que não lê literatura brasileira, vamos de mau a pior. Há literatura e poucos leitores relativamente ao todo da população alfabetizada. Problema real não é a literatura que se faz, que sempre encontra – e cria – seus leitores. Problema é uma educação morta que não valoriza a cultura, a arte, o conhecimento e, no meio de tudo isso, a literatura.

Fala-se em altos índices de analfabetismo funcional, e eu mesma que ando por aí falando em filosofia e literatura me dei conta de que faço uma espécie de militância pela leitura. Parece meio elementar, mas é bom dizer, apenas para fazer pensar, que havendo mais leitores, haverá mais chance de que se queira escrever mais livros. Assim teremos mais literatura e essa conversa sobre existência ou morte da literatura talvez possa se transformar, um dia, em uma verdadeira discussão por qualidade. Por enquanto, o problema é visto no âmbito da mera “quantidade”. E, no fundo, mais evidente é que nosso problema é muito mais o de proporção. Poucos escritores, poucos leitores, e um população imensa de analfabetos.

Falar das consequências implica pensar em outras responsabilidades.

* Márcia Tiburi é escritora e filósofa.
* A imagem da estante de livros foi retirada daqui.

 

dica do Tom Fernandes

Orkutatto

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Enquanto isso, no Facebook, o novo Orkut, uma obra de arte da série “Tatuagens do ENEM”…

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Publicado por Kibe Loco

Promoção: “Deus está com você”

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Deus é louco por você, sabia disso? Você não é um acidente de percurso. Você foi planejado com muito cuidado e amor, nos mínimos detalhes. Você é uma obra de arte divina, assinada por Deus. O amor dele por você é tão grande que foi capaz de levar Jesus à cruz para morrer em seu lugar.

Muitas vezes, especialmente nos momentos mais difíceis da vida – quando surge uma doença, acontece um acidente, perde-se o emprego, a vida financeira vira um caos, alguém querido morre – é muito difícil perceber o cuidado de Deus conosco. Mas é essa esperança que Max Lucado quer reacender em seu coração com as mensagens deste livro.

Deus está com você em qualquer lugar, em todos os momentos, sob quaisquer circunstâncias. Ele jamais abandona você. Permita-se sentir o toque, o carinho de Deus por você através das doces e sábias palavras de Max Lucado.

Vamos sortear 3 exemplares de “Deus está com você”, superlançamento da Mundo Cristão. O sorteio será realizado no dia 8/4 às 17h30.

Para concorrer, basta deixar 1 comentário neste post.

O resultado será divulgado no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

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Parabéns aos ganhadores: Anderson Menger, Guilherme da S. Ferreira e Beatriz Slemer =)

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