Posts tagged obra

‘A amiga genial’: série baseada na obra de Elena Ferrante ganha data de estreia na HBO

0

A atrizes Elisa Gel Genio (à esquerda) e Ludovica Nasti, que interpretam respectivamente Elena Grego, a Lenu, e Raffaella Cerullo, a Lila, na série da HBO ‘A amiga genial’, adaptação do livro de Elena Ferrante — Foto: Eduardo Castaldo/HBO

 

Produção com oito episódios vai ao ar dia 25 de novembro e é inspirada em um dos maiores fenômenos da literatura internacional contemporânea.

Publicado no G1

A adaptação para a TV do best-seller da italiana Elena Ferrante, “A amiga genial”, já tem data de estreia: o primeiro episódio da série vai ao ar em 25 de novembro, às 22h na HBO.

A produção terá oito episodios. Nos três domingos seguintes à estreia, a HBO exibirá dois episódios consecutivos e em 16 de dezembro vai ao ar o final da trama.

Elena Ferrante é um dos maiores fenômenos da literatura internacional contemporânea e é autora da chamada “Tetralogia Napolitana”. Além de “A amiga genial”, a história das amigas-inimigas Lenu e Lila seque por três outros livros.

Os quatro romances de Elena Ferrante são:

1 -“A amiga genial”
2 -“A história do novo sobrenome”
3 -“História de quem foge e de quem fica”
4 -“História da menina perdida”
Os volumes contam a trajetória das meninas ao longo de seis décadas, em Nápoles, na Itália, a partir da década de 1950.

O primeiro livro, no qual a série se baseia, é narrado por Elena Grego, a Lenu, e aborda a infância e a adolescência da menina ao lado de sua melhor amiga Raffaella Cerullo, a Lila. Raffaella some sem deixar rastros. Elena passa então a escrever uma história inspirada na amiga – e também inimiga – e tenta descobrir o mistério.

A atrizes Gaia Girace (à esquerda) e Margherita Mazzucco, que interpretam respectivamente Raffaella Cerullo, a Lila, e Elena Grego, a Lenu, na série da HBO ‘A amiga genial’, adaptação do livro de Elena Ferrante — Foto: Eduardo Castaldo/HBO

As estreantes Elisa Gel Genio e Ludovica Nasti interpretam Lenu e Lila, respectivamente, na infância. Já na adolescência, Gaia Girace é Lila e Margherita Mazzucco, Lenu.

A série foi dirigda por Saverio Costanzo e o roteiro é coescrito por Costanzo, a própria Ferrante, Francesco Piccolo e Laura Paolucci.

Morte no Nilo: Gal Gadot é escalada para sequência de Assassinato no Expresso do Oriente

0

Mais uma vez, Kenneth Branagh comanda a nova adaptação da obra de Agatha Christie.

Katiúscia Vianna, no Adoro Cinema

Seguindo os passos de Assassinato no Expresso do Oriente, a 20th Century Fox pretende reunir um grande elenco em Morte no Nilo. Segundo informações do Deadline, Gal Gadot é o primeiro nome confirmado na nova adaptação da famosa obra de Agatha Christie.

A Mulher-Maravilha será responsável por interpretar Linnet Ridgeway Doyle, uma bela e rica herdeira, que rouba o noivo de sua melhor amiga. Só que ela é encontrada morta, durante um cruzeiro pelo rio Nilo, no Egito. Mais uma vez, o detetive Hercule Poirot precisa investigar tal crime, enquanto vários suspeitos também encontram seus respectivos finais trágicos.

Kenneth Branagh assume novamente a cadeira de direção, após o primeiro mistério ter arrecadado US$ 351 milhões nas bilheterias mundiais. É esperado que ele ainda reprise o papel do sagaz protagonista. O roteirista Michael Green também retorna para a continuação. Death on the Nile (no original) chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2019.

Publicada em 1937, Morte no Nilo já gerou um filme homônimo em 1974, com Peter Ustinov, Bette Davis, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow e David Niven no elenco. Já Lois Chiles assumiu o papel de Linnet em tal versão. Sob o comando de John Guillermin, o longa faturou o Oscar de melhor figurino.

Cinco livros para entender (ou relembrar) a ditadura

0

Rio de Janeiro, dia do golpe (31/3/64): tanque para em frente à casa do presidente deposto João Goulart. Fotos: Arquivo/Estadão Conteúdo

 

Ao final, o apanhado funciona como um argumento substancioso contra as ideias de quem, hoje, pede a intervenção militar no Brasil

Angieli Maros, na Gazeta do Povo

As memoráveis passeatas que eclodiram pelo país em junho de 2013, a reeleição de Dilma Rousseff e seu posterior impeachment para a entrada do vice, Michel Temer, não acalmaram os ânimos dos brasileiros. A violência continua assombrando a população, assim como o desemprego. Existem várias categorias profissionais descontentes. A mais estridente nos últimos tempos tem sido a dos caminhoneiros, que paralisaram o país. Uma vasta parcela dos manifestantes continua pedindo a volta da intervenção militar no país, que eles enxergam como a solução.

Todos têm sua opinião – e democracia é exatamente isso. Eis, então, algumas indicações de leitura sobre a ditadura militar. Ao final, o apanhado funciona como um argumento substancioso contra as ideias de quem, hoje, pede a intervenção militar no Brasil.

O Governo João Goulart – As Lutas Sociais no Brasil

Luiz Alberto Muniz Bandeira. Editora Unesp, 483 páginas. R$ 58.

Escrito pelo historiador, cientista político e professor Moniz Bandeira, “O Governo João Goulart – As Lutas Sociais no Brasil” aborda os fatos políticos e sociais que culminaram no golpe de Estado. Uma grande aula sobre o cenário pré-ditadura, quando o país era governado por João Goulart. Não trata dos fatos ocorridos pós- 64, mas é essencial para entender o desenrolar deste período da história do país. Nova edição lançada em 2010 traz apêndice dedicado exclusivamente às teses sobre a morte de Jango.

Trilogia Ditadura

A Ditadura Envergonhada, A Ditadura Escancarada, A Ditadura Derrotada e A Ditadura Encurralada

Elio Gaspari. Editora Intrínseca. 464, 560, 580 e 560 páginas, respectivamente. R$ 39,90 cada livro.

Publicada entre 2002 e 2004, a série foi escrita com base em pesquisas em um acervo com mais de 15 mil itens, que vão desde notas manuscritas até áudios inéditos e relatórios governamentais. Cada um dos volumes trata de momentos específicos do regime. “Ditadura Envergonhada”, por exemplo, fala dos momentos iniciais do período. Lançada em nova edição pela Intrínseca, a obra também está disponível em e-book.

Marighella

Mário Magalhães. Companhia das Letras, 784 páginas. R$ 60.

Carlos Marighella foi um dos militantes mais expressivos dos “anos de chumbo”. Fundador do maior grupo armado de oposição ao regime, a Ação Libertadora Nacional, ele participou de espionagens, operações de combate e passou pela prisão e tortura. Não há como reconstituir passos da ditadura sem citá-lo. Por isso, foi biografado pelo jornalista Mário Magalhães, que reconstituiu a vida deste mulato baiano por meio de pesquisas que demoraram nove anos. A obra ganhou o Prêmio Jabuti em 2013.

1968: O Ano Que Não Terminou

Zuenir Ventura. Editora Objetiva, 312 páginas. R$ 49,90.

Escrito pelo jornalista Zuenir Ventura, que também esteve à frente de movimentos de resistência, o livro faz um recorte da história e expõe o que foi o ano de 1968 no país. Estão na obra fatos importantes como a Passeata dos Cem Mil, a implantação do AI-5, além de aspectos e personagens culturais que marcaram a época: contracultura hippie, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Glauber Rocha, Fernando Henrique Cardoso, José Dirceu, Nelson Rodrigues, entre outros.

Os Carbonários

Alfredo Sirkis. Editora Record, 504 páginas. R$ 22

Autobiografia do jornalista e político brasileiro Alfredo Sirkis, o livro não trata do regime com todas as suas nuances históricas, mas confere à obra uma abordagem mais pessoal, sobre como era enfrentar a repressão. O testemunho é um mergulho no movimento estudantil e da guerrilha urbana. Um dos pontos altos da obra é o relato do sequestro dos embaixadores da Alemanha e da Suíça, que levou à libertação de mais de cem presos políticos. Ganhou o Prêmio Jabuti de 1981.

Auto da Compadecida ganha edição especial com desenhos exclusivos

0

Publicação será lançada este mês pela Nova Fronteira

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

A Editora Nova Fronteira lança este mês a edição definitiva do Auto da Compadecida, clássico de Ariano Suassuna. Confira a capa:

Além de trazer ilustrações inéditas feitas pelo filho do escritor, Manuel Suassuna, a edição conta com pequenos ajustes deixados pelo próprio Ariano em suas anotações, a fim de deixar a obra do jeito como ele sempre imaginou.

A obra consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição de cordel. Peça teatral em forma de auto em 3 atos, a obra foi escrita em 1955 e é um retrato do Nordeste brasileiro, mesclando elementos como a literatura de cordel, a comédia, traços de barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas.

Com humor e de maneira leve, a peça fala sobre o drama vivido pelo povo nordestino sempre com medo da fome, em luta constante contra a miséria e acuado pela seca. É nesse contexto que acontecem as aventuras de Chicó e João Grilo, os dois personagens centrais. Enquanto Chicó é covarde e mentiroso, João Grilo se aproveita da estupidez dos mais abastados e das pessoas do clero para levar a melhor.

Assim como Auto da Compadecida, todos os livros de Suassuna – exceto os que estão em coleções exclusivas que já possuem um projeto gráfico próprio – serão lançados com a mesma identidade visual, que remete ao cordel até no tom branco das páginas do miolo. Isso é parte de um projeto maior de Ariano Suassuna, que antes de morrer manifestou a vontade de evidenciar uma unidade subjacente a toda sua obra.

5 livros que todo mundo deve ler em 2018, segundo professores de Harvard

0

5 livros que todo mundo deve ler em 2018, segundo professores de Harvard – InfoMoney

Se você não sabe qual será seu próximo livro, indicações de professores de Harvard pode ser uma boa

Publicado no InfoMoney

SÃO PAULO – A leitura  é um método simples para adquirir mais conhecimento e pode fazer toda diferença na sua vida profissional e pessoal. Se você não sabe qual será seu próximo livro, indicações de professores de Harvard pode ser uma boa.

O Business Insider pediu a 5 professores de Harvard que compartilhassem um livro que eles pensam que todos os alunos deveriam ler em 2018. Entre os professores estão ganhadores do prêmio Nobel, cientistas, economistas e vencedores do Prêmio Pulitzer.

Os livros que escolheram foram tão diversos quanto os antecedentes profissionais. Confira os 5 livros livros selecionados:

“Anna Karenina”, de Liev Tolstoi

A professora de história econômica Cáudia Goldin indica o livro “Anna Karenina”, de Tosltoi. “Eu recomendo este livro esse ano porque não há uma narrativa melhor sobre como as mulheres são ignoradas, oprimidas e têm baixo respaldo jurídico. As mulheres carregam a sociedade e oferecem a salvação – mesmo que os padres levem todos os créditos”, diz. Ela firma que o romance é tão relevante hoje como foi quando lançado em 1877. “Em paralelo à narrativa principal, também oferece um aprendizado sobre mudanças técnicas na agricultura e como foi incentivar agricultores a adotar essas mudanças”, disse Claudia.

“Teoria dos Sentimentos Morais”, Adam Smith 

Outro livro indicado foi a Teoria dos Sentimentos Morais, de Adam Smith. Quem recomendou foi o professor de economia Eric Maskin, ganhador do Nobel em 2007. “Todo estudante de economia conhece o livro Riqueza das Nações, mas antes dele, lembre-se do Teoria dos Sentimentos Morais. Esta obra apresenta uma visão sobre uma natureza humana de forma muito mais rica e detalhada que seu sucessor”.

“The Internationalist”, de Oona Hathaway e Scott Shapiro

Este livro, indicado pelo professor de psicologia da universidade Steve Pinlker, faz uma análise dos fatores que envolveram a criação o Pacto de Paris, tratado internacional que “renunciava a guerra como instrumento de política nacional” assinado em 1928. The Internactionalist (O Intercionalista, em tradução livre) foi publicado em 2017. “O livro apresenta uma visão panorâmica da cena internacional e alguns aspectos da análise são úteis para desenvolvimentos atuais e recentes da história”, afirma Pinker.

“Just Mercy”, de Bryan Stevenson 

Já o professor de literatura inglesa Stephen Greenblatt, vencedor do Pulitzer (com a obra The Swerve: How the World Became Modern), recomenda esta obra, que foi lançada em 2014. A história narra a vida de um jovem advogado que luta por aquilo que acredita ser a “verdadeira justiça”.

“Robot-Proof: Higher Education in the Age of Artificial Intelligence”, de Joseph Aoun

Há sugestões em diversas áreas do conhecimento. O professor de química orgância e vencedor do Nobel em 1990 EJ Corey indica o livro lançado em 2017 Robot-Proof: Higher Education in the Age of Artificial Intelligence (“À prova de robô: educação em temos de inteligência artificial”, em tradução livre). Ele conta que a obra perpassa o impacto da inteligência artificial nos negócios e na sociedade e as trannsformações que serão necessárias na educação superior a partir disso.

Go to Top