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Como começar a ler Stephen King?

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Scott Eisen

Investigando qual é o melhor livro para conhecer a obra do Mestre do Horror – na perspectiva de alguém que ainda não leu nada dele

Arthur Eloi, no Omelete

Stephen King celebrou 72 anos de vida neste sábado, 21 de setembro. O autor tem bastante a comemorar, com sua obra passando por uma renascença recheada de novas adaptações na TV e cinema. Assim, é natural que muitos se interessem por conhecer seu trabalho literário, mas… isso não é uma tarefa tão fácil assim. Na ativa desde a década de 1970, King tem 61 obras publicadas, sem contar os mais de 200 contos espalhados por aí. Ler Stephen King exige certa pesquisa para os interessados – e eu me encaixo nisso, já que nunca li nenhuma obra do Mestre do Horror. O momento é perfeito para corrigir isso.

A escolha do livro que marcará o primeiro contato é um passo importante. Afinal, a impressão inicial tem peso na motivação para consumir o restante. Assim como tantos autores com longas carreiras, é certo que a qualidade oscila. Além disso, King é conhecido por escrever alguns bons calhamaços, como It: A Coisa de 1210 páginas, ou A Dança da Morte, de 1269 páginas. Muitos dos romances do autor também se passam em um universo compartilhado, o Multiverso, portanto cair de paraquedas em algo como A Torre Negra pode estragar a experiência de um leitor desavisado.

Acredito que o primeiro contato ideal é aquele que passa uma ideia do estilo e temática do escritor de forma concisa, para quando eu, eventualmente, for pegar uma leitura mais longa, fazer isso já tendo uma noção do que esperar. Para não encarar esse desafio sozinho, decidi buscar ajuda de quem entende do assunto.

“Eu sei que muita gente tem começado a ler as obras mais recentes do King justamente porque estamos novamente numa fase muito prolífica de adaptações, tanto pro cinema quanto pra TV”, me falou Niia Silveira, do 101 Horror Movies. “Dessa forma, muita gente acaba tendo o primeiro contato por conta disso e acaba procurando esses livros mais recentes. Claro que toda a bibliografia do cara vale a pena ser lida mas a gente precisa entender que são fases muito diferentes da vida do autor, e isso reflete na sua escrita. Eu sempre recomendo que se leiam os livros mais antigos dele, se quiser conhecer de fato quem Stephen King é. É naquela fase que o horror parecia muito mais genuíno e grandioso, ao mesmo tempo que simples. Cujo é um grande exemplo disso”, recomenda.“É um livro simplório, sem ares sobrenaturais, mas ao mesmo tempo, é tão complexo, tão claustrofóbico. E tem muito dessa coisa do King de fazer o horror se tornar crível. Ser atacado por um cão raivoso é algo que pode acontecer com qualquer um. Louca Obsessão também é um desses, é o horror vindo do ser humano. King é ótimo descrevendo monstros cósmicos ou entidades fantasmagóricas, mas também pode ser excelente quando decide calcar na vida real. Por isso os dramas dele fazem tanto sucesso quanto as novelas de terror.”

Jéssica Reinaldo, do Fright Like a Girl, concorda com a abordagem de ir pelo o que é conhecido, e recomenda começar com pequenas doses. “Acho que uma dica legal pra começar a ler King é ver se tem algum filme que você goste muito e foi inspirado em uma obra dele. Às vezes, se você já está familiarizado com a história, a narrativa pode fluir melhor. E, acho que indicaria contos, e não os romances. Meu primeiro livro de contos dele foi Bazar dos Sonhos Ruins, e cumpriu bem o trabalho de me manter ligada em tudo que ele fez.“

Já Marcelo Miranda, jornalista, crítico de cinema e apresentador do podcast Saco de Ossos (por sua vez, nomeado de acordo com um romance do King), é direto nas dicas: “De romances, ótimos começos são Carrie, O Iluminado e O Cemitério. Quem quiser ter uma ideia mais rápida dele, os livros de contos Tripulação de Esqueletos e Sombras da Noite são boas opções. E quem quiser conhecer um King menos terrorífico e mais próximo do suspense ou do drama, os contos do livro Quatro Estações e os romances À Espera de um Milagre e Jogo Perigoso vão muito bem.”

Ponto de Partida

Pesquisar a obra de Stephen King significa fazer intermináveis listas de recomendações, já que muitos de seus livros ficaram grandes na cultura pop. Portanto, mesmo já tendo algumas boas dicas, decidi olhar para as primeiras obras do autor como um ponto de partida lógico. Acontece que King já teve um excelente começo de carreira: sua primeira obra (publicada sem pseudônimos) foi nada menos do que Carrie, a Estranha, em 1974. O escritor então se consagrou novamente com A Hora do Vampiro (1975). Ambos não só são romances queridos, como também renderam boas adaptações cinematográficas. Faz sentido começar por aqui, certo?

“Eu conheço muita gente que começou por Carrie e A Hora do Vampiro”, explica Jéssica Reinaldo. “Eu mesma, meu primeiro romance do King, depois de ter lido alguns contos, foi A Hora do Vampiro, e se tornou um dos meus livros preferidos. São boas escolhas pra começar e entender um pouco da cabeça do King. A Hora do Vampiro é um livro incrível, a narrativa, o ritmo, é demais. E Carrie é uma das histórias mais conhecidas dele, o impacto da obra no gênero do terror é imenso”. Marcelo Miranda reforça: “Acho que são dois romances muito bons pra ter um contato com King, sim, porque são histórias bem diretas e de uma fase inicial dele. Carrie, seu livro de estreia, já indica praticamente todas as temáticas que ele vai trabalhar a vida toda, desde a descrição da juventude como uma fase violenta e sofrida, passando pelas opressões familiares e chegando aos elementos sobrenaturais que desestabilizam a vivência de uma pequena cidade até então pacata, ainda que cheia de segredos e perversidades, que esse elemento sobrenatural explícita.”

Miranda continua: “A Hora do Vampiro é bem parecido nesse sentido, apenas deslocando o enredo pra uma releitura do Drácula de Bram Stoker, é de fato quase um remake literário. Aqui o King insere a figura monstruosa que inferniza um determinado grupo de personagens, outro encaminhamento narrativo que vai aparecer em quase toda sua obra”. Rodolfo Stancki, jornalista e pesquisador de cinema de horror, adiciona mais alguns títulos aos dois: “Tanto Carrie quanto A Hora do Vampiro são bons livros mesmo para começar. Na verdade, incluiria ainda no pacote de recomendações títulos como Christine, A Zona Morta, A Incendiária e O Cemitério. Isso porque são narrativas mais simples e rápidas e que não dialogam com a complexidade da mitologia que o Stephen King vai criar mais tarde. A Zona Morta, por exemplo, é a porta de entrada para o universo de Castle Rock. Tem coisas em Cujo que funcionam melhor se você conhecer o que se passa nesse primeiro livro.”

Niia Silveira, por outro lado, discorda e oferece uma alternativa: “Eu particularmente acho Carrie um dos livros mais fracos do King, pra ser honesta. Ele é como um diamante bruto, tem sua beleza, mas poderia ter ainda mais se fosse melhor lapidado. Mas mesmo assim consigo ver os méritos pela obra, já que foi dali que ele se sentiu confiante o suficiente pra continuar tentando publicar seus livros. Mesma coisa com A Hora do Vampiro, que é uma declaração de amor ao Drácula. A gente vê muito de Bram Stoker ali, mas também conseguimos sentir aquela assinatura de King, que ele tava começando a moldar. São livros de um escritor iniciante que ainda estava se encontrando. Pra mim, é com O Iluminado que ele, definitivamente, se encontrou naquilo. É um dos meus livros favoritos, e acho que um dos melhores de horror já escritos.”

E qual a hora de começar a explorar o Multiverso? Segundo Rodolfo Stancki, o leitor iniciante ainda não deve pensar nisso: “Pessoalmente, acho que uma série como A Torre Negra deve ser consumida com alguma intimidade com as narrativas do King. Tem umas referências bem legais a outros livros, como A Hora do Vampiro, que funcionam melhor se você leu o livro antes”.

O Veredito

Como esperava, não há um consenso sobre qual é a melhor obra inicial, mas há alguns nomes recorrentes que ajudam a esclarecer as coisas. Tanto Carrie, quanto O Iluminado e Cujo parecem boas apostas, com a coletânea Bazar de Sonhos Ruins como uma ótima pedida para quem procura algo ainda mais conciso. O próprio King, afinal, é um grande entusiasta de contos, continuando a escrevê-los mesmo quando consagrado por seus romances.

Isso, é claro, é apenas a parte um de uma jornada. Enquanto eu corro atrás das recomendações, o importante é prestigiar Stephen King pelo seu aniversário e, claro, pelo enorme impacto na cultura pop.

Livro que Crivella mandou recolher se esgota na Bienal do Rio

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Crivella manda recolher livro dos Vingadores que traz beijo entre homens — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O romance gráfico ‘Vingadores, a cruzada das crianças’ mostra beijo entre dois personagens masculinos. Prefeitura ameaçou cassar licença da Bienal e enviou fiscais da Prefeitura ao local.

Fernanda Rouvenat e Lívia Torres, no G1

Os exemplares de “Vingadores, a cruzada das crianças” (Salvat) que estavam à venda em diferentes estandes da Bienal do Livro do Rio se esgotaram em pouco mais de meia hora na manhã desta sexta-feira (6).

A organização da feira afirmou que, às 9h39, não havia mais nenhuma unidade em qualquer um dos pontos que vendiam o romance gráfico (do inglês, graphic novel). O obra tem a imagem de um beijo de dois personagens masculinos.

Nesta quinta-feira (5), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, havia postado mensagem com vídeo em rede social na qual afirmava ter determinado a organizadores do evento que recolhessem “Vingadores, a cruzada das crianças”. Na opinião dele, o livro tem conteúdo impróprio para menores.

A história, de autoria de Allan Heinberg e Jim Cheng, aborda a equipe dos Jovens Vingadores. Dela, fazem parte os personagens Wiccano e Hulkling, que são namorados. A edição, de 2016, era oferecida em “saldões”. A editora Salvat, que a publicou, não expõe na Bienal este ano.

Em nota divulgada ainda na noite de quinta, a direção da Bienal afirmou que não iria retirar os livros dos estantes e que daria voz “a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser” (leia mais abaixo).

No início da tarde desta sexta, fiscais da Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio foram à Bienal para identificar e lacrar livros considerados “impróprios”.

Mais cedo, em nota, a Prefeitura informou que estava cumprindo o Estatuto da Infância e do Adolescente e ameaçou cassar a licença da Bienal (veja mais abaixo).

“Livros assim precisam estar em um plástico preto, lacrado, avisando o conteúdo”, disse o prefeito em vídeo nas redes sociais.

‘Evento plural’ e personagens que namoram

Na nota, os organizadores da Bienal afirmaram que o evento é “plural, onde todos são bem-vindos e estão representados”.

O comunicado continua: “Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá três painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+. A direção do festival entende que, caso um visitante adquira uma obra que não o agrade, ele tem todo o direito de solicitar a troca do produto, como prevê o Código de Defesa do Consumidor”.

A nota da prefeitura

A Prefeitura do Rio citou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para justificar “a adequação das obras expostas”.

“A legislação determina que publicações com cenas impróprias a crianças e adolescentes sejam comercializadas com lacre (embaladas em plástico ou material semelhante), com a devida advertência de classificação indicativa de seu conteúdo”, diz a nota.

“No caso em questão, a Prefeitura entendeu inadequado, de acordo com o ECA, que uma obra de super-heróis apresente e ilustre o tema do homossexualismo a adolescentes e crianças, inclusive menores de 10 anos, sem que se avise antes qual seja o seu conteúdo.”

Descrição dos personagens de ‘Vingadores, a cruzada das crianças’, publicação no centro de polêmica na Bienal do Livro no Rio — Foto: Fernanda Rouvenat/ G1

A prefeitura afirma que editora Salvat sabia da obrigação legal. “Tanto que a obra estava lacrada. Não havia, porém, uma advertência neste sentido, para que as pessoas fizessem sua livre opção de consumir obra artística de super-heróis retratados de forma diversa da esperada”, cita o comunicado.

A nota relata reclamação de frequentadores da feira, “que têm direito à livre opinião e opção quanto ao conteúdo de leitura de filhos e adolescentes, pessoas em formação”.

O texto rechaça ter havido “qualquer ato de trans ou homofobia ou qualquer tipo de censura à abordagem feita livremente pelo autor”.

“Em caso de descumprimento, o material sem o aviso será apreendido e o evento poderá ter sua licença de funcionamento cassada”, ameaçou a prefeitura.

Três livros de Agatha Christie serão lançados no Brasil essa semana

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Victor Tadeu, no Desencaixados

A consagrada Agatha Christie continua fazendo muito sucesso dentro das livrarias brasileiras, e nessa semana a Globo Livros estará lançado três incríveis obras da Rainha do Crime. O anúncio foi realizado através do site oficial da empresa, onde todos os lançamentos serão apresentados publicamente, inclusive um desses títulos é considerado o mais sinistros e engenhosos da autora.

Um Pressentimento Funesto é um dos lançamentos, ele conta a história do casal de detetives Tommy e Tuppence Beresford. A história gira em torno de Ada, a tia de Tommy, ela está internada em uma clínica geriátrica e durante as visitas a sobrinha acaba conhecendo outra paciência do instituto. Subitamente Ada morre e a recente conhecida é transferida para outro local, mas acaba deixando um enigmático quadro de presente para a senhora já falecida.

Sócios no Crime, um dos primeiros romances de Agatha, também está incluso nessa lista de lançamentos. O enredo também gira em torno do casal Tommy e Tuppence Beresford, eles estão recém-casados e recebem o convite do Chefe da Inteligência Britânica para recolocar os detetives em ação na Agência de Detetive Internacional. Através dessa oportunidade eles veem sua carreira crescendo e alcançando novos patamares, por isso, em cada capítulo o casal procura desvendar casos curiosos e sinistros ambientados no final da década de 1920.

Por último, Portal do Destino também será lançado. Novamente o casal de detetives estão presentes na narrativa e ela conta a história do casal já aposentado em uma casa no litoral, com uma biblioteca recheada de clássicos, um cão maravilhosamente fiel e um mordomo sempre a postos. Mas tudo pode mudar em questão de segundos.

É notório como o casal de detetives estão em todos os lançamentos, eles são um dos personagens ficcionais mais almejados pelos leitores de Agatha Christie, inclusive eles envelhecem em cada obra que fazem parte.

A Globo Livros é responsável por lançados diversas obras da Rainha do Crime, você pode conhecer todos já lançados clicando aqui e acessando o catálogo completo.

Todos os títulos serão lançados no dia 29 de agosto de 2019, mas você já pode adquirir seu exemplar na pré-venda através das maiores lojas virtuais do Brasil.

Good Omens: Série baseada na obra de Neil Gaiman pode ter segunda temporada

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Good Omens (Imagem: Divulgação)

Evie Diane, no SpinOff

Depois talvez de Stephen King e George R.R. Martin, o autor Neil Gaiman é um dos poucos escritores cujas obras de ficção são extremamente cinematográficas. Uma das adaptações mais recentes, Good Omens, encerrou sua primeira temporada, e os fãs, é claro, já aguardam ansiosos para saber se vem mais por aí.

Vernon Sanders, executivo da Amazon, comentou recentemente sobre a possibilidade de uma segunda temporada: “Temos muita sorte de ter um relacionamento duradouro com o Neil Gaiman. Estamos muito felizes com o que a primeira temporada trouxe para nós. A questão se podemos revisitar aquele universo já foi levantada. Isso está nas mãos do Neil agora, mas nós adoraríamos. Entendemos que pode demorar um pouco, talvez, no caso dele. Mas o que quer que ele queira fazer, estaremos investidos“. Com talentoso elenco elenco formado por Michael Sheen, David Tennant, Jon Hamm, Miranda Richardson entre outros, a série foi um dos maiores sucessos do streaming nesse ano, e as chances de que seja renovada são grandes, mesmo que alguns grupos religiosos tenham se colocado contra o tom irônico com o qual a produção aborda temas como Deus, o céu e o inferno.

Rumores

Há poucos dias, um mal entendido disseminado nas redes sociais chamou a atenção de Gaiman. Segundo vários posts no Twitter, uma adaptação live action do filme “Coraline e o Mundo Secreto” lançado em 2009 estaria sendo planejada. Ao ser questionado, o autor negou veementemente, afirmando se tratar de “uma grande bobagem”. Na ocasião, Neil também revelou se tem pretensões de escrever uma continuação: “Só se eu pensar em uma história melhor do que a original”, garantiu. Já uma outra adaptação sua mais do que confirmada é “Sandman” que será desenvolvida para a Netflix, ainda sem data de estreia.

A Hora do Vampiro: Filme será fiel ao livro de Stephen King

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Filipe Salomão, no Combo Infinito

A Hora do Vampiro é uma obra do escritor Stephen King de 1975. Certamente umas de suas obras mais amadas pelos fãs do escritor. Curiosidade, também é o livro preferido do próprio Stephen King.

Sobretudo, temos apenas boas notícias, uma vez que a obra será adaptada aos cinemas por James Wan. O diretor certamente é lembrado por Jogos Mortais, porém ele também dirigiu Invocação do Mal, Aquaman entre outros.

A outra boa notícia é que ele prometeu deixar a obra fiel ao que está no livro, afinal, isso se torna um terror para muitos fãs quando se trata de adaptações. Assim, quem confirmou a adaptação foi Gary Dauberman, o roteirista responsável pelo filme:

Gostaria de ser o mais fiel possível à história original, sem que isto complique a adaptação da obra. Estou muito entusiasmado por fazer parte deste projeto. É muito divertido brincar com vampiros e fazer algo realmente assustador com eles.”

Ambientado na cidade de Jerusalem’s Lot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.

Stephen King é um monstro

Stephen King é um monstro da literatura e cada vez mais está presente nas telinhas a nossa volta, seja filmes ou seriados. São mais de 70 livros publicados e dezenas de adaptações para o cinema e a TV.

Em seguida, veja alguns de seus livros mais famosos:

Carrie, a Estranha
Salem/A Hora do Vampiro
O Iluminado
O Cemitério
It – A Coisa
Jogo Perigoso
À Espera de um Milagre
Sob a Redoma

E o cara não para de escrever, segundo ele próprio, ele escreve todos os dias e têm uma meta de lançar dois livros por ano. Por fim, uma outra curiosidade, King disse que lê 80 livros por ano!

Fiquem com a gente para saber mais novidades sobre filmes, livros, games e tudo mais.

Fonte: IGN Portugal

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