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Nº de brasileiros estudando nos EUA cresce 78% em um ano, diz ONG

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Matrículas de brasileiros nos Estados Unidos foram de 13.286 para 23.675.
Brasil já é o 6º país que mais envia alunos para universidades americanas.

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Publicado em G1

O número de universitários brasileiros estudando nos Estados Unidos cresceu 78% entre 2013 e 2014, fazendo com que o Brasil pulasse da 10ª para a 6ª posição no ranking de países que mais enviam intercambistas para os EUA. Segundo o relatório anual Open Doors, do Instituto de Educação Internacional (IIE, na sigla em inglês), divulgado nesta segunda-feira (16), entre os 25 países no topo desta lista, nenhum cresceu a uma velocidade tão alta quanto o Brasil.

Segundo o instituto, no ano letivo de 2014-2015 os Estados Unidos registraram 23.675 brasileiros matriculados no ensino superior americano. No ano letivo anterior, o número era de 13.286. Os brasileiros atualmente representam 2,4% do total de estudantes estrangeiros nos EUA.

O IIE creditou esse aumento, mais uma vez, ao programa Ciência sem Fronteiras (CSF), criado pelo governo federal em 2011. Mas também lembrou o “interesse crescente” dos estudantes brasileiros em se matricular em instituições americandas.

O relatório faz parte de um censo anual que o IIE conduz desde 1919, e desde 1972 a pesquisa é feita em parceria com o setor de Educação e Assuntos Culturais do Departamento de Estado americano.

6ª posição no ranking
Atualmente, o Brasil ultrapassou o México, o Vietnã, o Japão e Taiwan, e está atrás apenas de cinco países em quantidade de intercambistas: China, Índia, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Canadá.

“O Brasil subiu para o número seis entre os países de origem [dos estudantes] (comparado ao número 10 no ano anterior), refletindo o terceiro ano letivo completo de estudantes de graduação vindo aos Estados Unidos com bolsa de estudos do programa de mobilidade científica do governo brasileiro, além de um interesse crescente de estudar nos EUA entre os alunos brasileiros”, afirmou a entidade, em um comunicado.

A procura por universidades e faculdades americanas como destino de graduação de brasileiros não caiu por causa da alta do dólar neste ano. Em setembro, o Consulado dos Estados Unidos em São Paulo registrou uma participação recorde de 86 instituições americanas participando da edição de São Paulo da EducationUSA, a maior feira de intercâmbio do governo americano.

À época, o cônsul-geral, Ricardo Zuniga, afirmou que “o Brasil é muito importante e está se tornando mais importante para as instituições de ensino superior americanas”.

Americanos no Brasil
O número de estudantes dos Estados Unidos matriculados em instituições brasileiras, porém, não seguiu o mesmo ritmo de crescimento. Entre os anos letivos de 2012-2013 e de 2013-2014 (o IIE sempre publica as estatísticas sobre os americanos com um ano de atraso), a quantidade de matrículas de alunos americanos no Brasil ficou estagnada (foi de 4.223 para 4.226).

O Brasil representa o 15º país na opção de destino dos intercambistas americanos (no ano passado, ele ocupava a 14ª colocação). No mesmo período, a África do Sul, a Argentina e a China registraram queda na entrada de estudantes americanos, de 6,9%, 5,5% e 4,5%, respectivamente.

Quase um milhão de estrangeiros
No período de um ano, o IIE registrou um aumento de 88 mil estudantes estrangeiros nos Estados Unidos, e o número total chegou a 974.926 intercambistas. Isso representa um avanço de 10%, e o número de estrangeiros já responde por 4,8% do total de 20,3 milhões de universitários nos EUA – essa é a porcentagem mais alta em pelo menos 11 anos, de acordo com os dados.

A Califórnia continua, de longe, o estado com mais intercambistas: eles eram 135.130 em 2014-2015, um aumento de 11,1% em relação ao ano anterior. O segundo estado é Nova York, com 106.758 estudantes de fora dos EUA. O Texas veio em terceiro lugar, com 75.888 intercambistas.

75% dos alunos imobilizados à força nos EUA têm necessidades especiais

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ONG destaca dados após vídeo mostrar criança sendo algemada na escola.
Pesquisa indica índice maior de punições entre crianças especiais negras.

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Publicado no G1

Os alunos com necessidades especiais representam 12% do total de estudantes de escolas públicas dos Estados Unidos. Mas, no conjunto de crianças que já foram imobilizadas à força no colégio, por questões disciplinares, 75% têm algum tipo de deficiência. Isso inclui casos em que elas foram impossibilitadas por alguém de mover braços, mãos, pernas ou cabeça.

Entre o grupo de alunos que foram “deixados de castigo”, isolados em alguma sala sem poder sair, 58% das vítimas possuem necessidades especiais. Os dados foram divulgados em 2014 pelo Departamento de Educação dos EUA, após levantar informações relativas a todos os 49 milhões de alunos de colégios públicos do país.

A ONG American Civil Liberties Union destacou estes números após um vídeo, divulgado na segunda-feira (3), mostrar dois alunos da Latonia Elementary School, em Kenton, nos Estados Unidos, algemados a uma cadeira. As vítimas são um menino de 8 anos, que tem déficit de atenção e hiperatividade, e uma garota de 9 anos, com o mesmo transtorno e outras necessidades especiais. Ambos foram castigados “por mau comportamento” em sala de aula.

De acordo com o jornal NBC News, o xerife interino Kevin Sumner é o acusado de ter algemado as crianças, provocando nelas dores e traumas. A função de Sumner no colégio deveria ser de prestação serviços de segurança e de prevenção da criminalidade. Ele está sendo processado pelos atos violentos praticados contra os alunos em 2014. A ação judicial foi apresentada nesta semana.

Nas imagens, registradas por um funcionário da escola, o menino chora e grita “Deus, isso machuca”. Pela duração das filmagens, ele ficou algemado por cerca de 15 minutos – após ter desobedecido à ordem de sentar-se. Como o aluno é pequeno e magro, foi preso pelo braço, acima dos cotovelos. Em outro trecho do vídeo, é possível ouvir Sumner dizendo que “se você se comportar desse jeito, vai sofrer as consequências. Se você quiser ficar sem as algemas, vai precisar se comportar”.

De acordo com a pesquisa do Departamento de Educação dos EUA, 19% dos alunos com deficiência são negros – mas representam 36% dos casos de imobilização à força de crianças especiais na escola. Isso mostra que os estudantes negros estão mais expostos a castigos físicos. No caso da Latonia Elementary School, uma das crianças é afroamericana e a outra é latina.

Universitários são 88% dos voluntários em ONG que constrói casas

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Publicado em UOL

Uma dupla de jovens universitários aborda o motorista de um carro parado no semáforo de uma movimentada avenida. Em vez de tinta pelo corpo e pedido de dinheiro para a festa do trote, uma pergunta: “Bom dia, já conhece a ONG Teto?”.

Cenas semelhantes a essa se repetirão durante esta sexta, sábado e domingo nas principais esquinas da capital e região metropolitana de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Salvador e Curitiba. Promovido pela ONG Teto (também conhecida como “Um Teto Para Meu País”), que constrói casas populares para famílias que moram em assentamentos precários, a campanha “Coleta 2015” pretende arrecadar fundos e denunciar a realidade do deficit habitacional no Brasil.

A “Coleta”, cujas inscrições acabaram nesta quinta-feira (21), acontece anualmente e é a ação mais massiva da ONG.

Segundo o diretor social nacional, Julio Lima, 28, o foco de divulgação do Teto são as universidades. Por isso, dos 25 mil voluntários que já participaram de algum programa da organização, nos quatro Estados em que atua desde 2006, 88% são estudantes de universidades públicas e privadas.

“A grande ‘massa’ é formada por jovens de 20 a 26 anos, mas também temos estudantes de ensino médio cujas escolas desenvolvem trabalhos conosco”, explica Julio, que se tornou voluntário quando cursava a graduação em informática para a gestão de negócios, em 2009.

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Heloísa Pires, 28, atua como voluntária desde 2011, quando era graduanda em sistemas de informação. Ela já participou de quase 15 construções de casas em favelas de São Paulo e é coordenadora de trabalho da “Coleta 2015”.

“Entrei achando que ia mudar a vida de alguém, mas acabei mudando a minha”, diz Heloísa, que concilia a vida profissional e dedica os finais de semana à ONG.

Raul Martins, 18, está no 3º ano de engenharia civil, tornou-se voluntário em janeiro deste ano e irá participar da primeira “Coleta”. “Não esperava que ser voluntário seria tão proveitoso para mim, mas tenho ganhado experiência com coisas que posso usar na minha profissão no futuro”, afirma. “Acho que o voluntariado complementa muito minha vida acadêmica e até mesmo minha vida social”, diz.

A Teto

A ONG Teto nasceu em 1997 no Chile, chegou ao Brasil há 9 anos, e hoje está em mais de 19 países. Além da construção de moradias de emergência, a ONG também atua com projetos com foco na educação de crianças, com implementação de brinquedotecas, instalação de hortas comunitárias, revitalização de espaços, entre outros.

Os voluntários também podem atuar em outras frentes como captação de recursos, comunicação, assessoria jurídica, mapeamento das comunidades e a formação de lideranças comunitárias.

ONG lança campanha para envolver pais na educação das crianças

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“Eles não vão garantir ensino de qualidade, mas podem colaborar criando ambiente favorável à aprendizagem”, diz idealizador do projeto
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Publicado em Veja

A ONG Todos pela Educação lançou nesta terça-feira a campanha Somos Todos Educadores, que pretende engajar a sociedade, especialmente os pais, na vida escolar de seus filhos. Baseado em cinco “atitudes” (leia mais ao lado), o movimento quer chamar a atenção para a influência da família no desempenho dos estudantes.

“Pais não vão garantir um ensino de qualidade, mas podem colaborar criando um ambiente favorável à aprendizagem. Incentivar os estudos é o melhor caminho de ajudar uma criança”, explica Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna e um dos conselheiros do projeto.

A campanha se apoia em pesquisa com pais e estudantes nas cinco regiões do país que foram analisadas por especialistas de diversas áreas. Em seguinda, foram elaborados os cinco pontos da campanha.

“Pesquisas do Ibope de 2006 apontavam a educação como a sétima prioridade dos brasileiros. Em 2013, o tema passou para o segundo lugar, mostrando que as pessoas estão cada vez mais atentas a essa discussão e cobrando mais qualidade das escolas”, afirmou o publicitário e empresário Nizan Guanaes, fundador do Grupo ABC, e responsável pela comunicação da campanha.

Entre as ações sugeridas às famílias está o inventivo à leitura, a organização de um espaço de estudos em casa, e o acompanhamento das notas pelos pais. “Ir às reuniões na escola não significa participação efetiva, muito menos fazer o dever de casa para o filho. Abrir espaço para conversas sobre a escola e cobrar mais dedicação são atitudes que surtem mais efeitos positivos”, aponta Mozart.

A campanha será desenvolvida inicialmente em escolas públicas, que vão receber material de apoio para coordenadores pedagógicos, com sugestões de atividades que podem ajudar a melhorar a participação da família e com textos feitos pelos escritores Ana Maria Machado, Ricardo Azevedo e Walcyr Carrasco, entre outros.

Dez minutos de leitura diária pode fazer a diferença na vida de seu filho

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É o que defende a ONG Save the Children

Amanda de Almeida, no B9

À primeira vista, o filme acima pode parecer longo demais – e até mesmo um pouco chato. Ainda assim, é inegável a importância do assunto que ele aborda: dez minutos de leitura diária com seu filho pode fazer uma diferença enorme na vida dele. É o que defende a ONG Save the Children.

É claro que no comercial criado pela agência Don’t Panic, de Londres, tudo parece muito mais exagerado, com um garoto pedindo ao pai que leia para ele, mas o adulto está cansado demais e resolve tirar um cochilo. Em seus sonhos, ele enxerga o futuro do filho e, o que vê, não é lá muito animador.

Crianças aprendem muito observando os adultos e, principalmente, compartilhando atividades com eles. Ler com uma criança é um ato de carinho e, no final, pode mudar uma vida.

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