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Se você tem mais de 30 anos, não é tarde para uma primeira graduação

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Mercado de trabalho tem caminhado para ser cada vez mais flexível em relação à idade, afirma coach de carreira

Publicado no Administradores

O mercado de trabalho vem se tornando cada vez mais competitivo. Para ter alguma chance de manter ou conseguir um emprego, o profissional precisa estar em constante aprimoramento e aprendizado. Porém, enganam-se quem acredita que o mercado apenas encontra força de vontade e disposição nos profissionais com 20 e poucos anos. Muito pelo contrário. As qualidades necessárias para preencher os pré-requisitos de uma vaga de emprego, muitas vezes, só são adquiridos com a maturidade da prática e experiência de vida, que os profissionais mais velhos têm de sobra.

Madalena Feliciano, coach de carreiras e diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching, diz que o mercado de trabalho tem caminhado para ser cada vez mais flexível em relação à idade. “Embora essa nova mentalidade se desenvolva lentamente, a cultura dos profissionais de Recursos Humanos está cada vez mais pautada em competências, isto é, o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que devem estar congruentes ao que as empresas pedem. Profissionais mais velhos já trazem essa experiência na prática, por isso se enquadram às buscas de candidatos”, explica.

A coach acrescenta que a formação superior nunca é tardia. “Os profissionais que já tem experiência em sua área de atuação, mas não tem formação acadêmica (graduação ou pós-graduação), são beneficiados com novos pontos de vista, novas ferramentas e metodologias que não conseguiram desenvolver na atuação prática”, comenta.

Madalena ainda ressalta que a qualidade mais procurada no mercado de trabalho, hoje em dia, é a força de vontade e aprimoramento pessoal. “Principalmente em tempos de crise econômica, o profissional que não acrescenta nada de novo, é facilmente descartado, pois o empregador vê isso como um investimento alto e arriscado. Uma graduação, não importa a idade, é, com certeza, um aprimoramento e vontade de crescer. Isso é muito bem visto no mercado”, afirma a coach.

De acordo com a especialista, esta é uma regra que se aplica a todos, tanto aos já formados, quanto aos que ainda estão buscando a primeira graduação, em qualquer idade. “Profissionais que estão sempre em busca de novos aprendizados, são sempre melhores vistos no mercado. Pois são os que estão completamente fora de suas zonas de conforto, trazendo inovação e pensamentos diferentes dos que as empresas estão acostumadas. O perfil deste profissional inquieto está entre os mais procurados no mercado de trabalho”, complementa Madalena.

Aos profissionais que já são formados, mas estão buscando a transição de carreira, Madalena diz que uma segunda graduação só tem a acrescentar. “Estes profissionais têm a oportunidade de agregar ao seu currículo um perfil mais versátil, maximizando os seus resultados em função da integração entre Experiência Corporativa e conhecimentos acadêmicos, de comprovada eficiência”, afirma.

A coach de carreiras comenta que, às vezes, o maior obstáculo desse profissional é a visão pessimista, comumente vinda de familiares e amigos, sobre a pessoa estar “muito velha” para uma reinvenção profissional. “É importante sempre lembrar, que muitas das grandes mentes do mundo são pessoas que quebraram as barreiras do preconceito e superaram a si mesmas, se reinventando com idades mais avançadas e quando ninguém mais acreditava”, diz.

E conclui: “Nunca deixe que alguém diga o que você pode ou não fazer, afinal, você é o único representante do seus sonhos e ninguém pode parar uma pessoa que está determinada em ser cada vez melhor”, finaliza Madalena.

‘Crescer na América Latina me mostrou que talento está em toda parte’, diz venezuelano à frente da universidade de tecnologia mais famosa do mundo

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Rafael Reif quer usar inovações para ampliar o acesso aos conhecimentos do MIT

Rafael Reif quer usar inovações para ampliar o acesso aos conhecimentos do MIT

 

Rafael Reif teve uma infância pobre na Venezuela, uma experiência que o marcou e o ajudou a determinar uma direção em uma carreira acadêmica de muito sucesso que o levou a dirigir uma das universidades de maior prestígio do mundo.

Luis Fajardo, na BBC Brasil

Desde 2012, o engenheiro elétrico é reitor do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), universidade localizada em Boston e renomada globalmente.

Na universidade, ele desenvolveu iniciativas como o MITx e o edX, duas plataformas de cursos online que oferecem para estudantes de todo o mundo mais oportunidades que as disponíveis na época em que Reif fazia faculdade e não podia pagar para frequentar um campus americano.

Reif confessa que ele mesmo era um estudante distraído que não aguentava mais de dez minutos em classe sem perder a concentração. Hoje, está à frente de uma instituição acadêmica dotada de um poderio titânico que deriva de sua fama.

O MIT já produziu 85 prêmios Nobel, em todas as áreas. Seus 130 mil graduados fundaram 30 mil empresas com vendas anuais de US$ 2 bilhões – se fossem um país, seria a décima maior economia do mundo.

Em uma conversa com a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Reif conta como quer usar inovações para abrir as fronteiras do MIT e, assim, colocá-lo em sintonia com o que acredita ser uma mudança no modelo global da universidade.

BBC Mundo – Você cresceu na Venezuela. Como isso influenciou a forma como dirige o MIT?

Rafael Reif – Crescer na Venezuela me mostrou que a inteligência e o talento estão em todas as partes, mas nem todos têm a sorte de ter acesso às oportunidades.

Quando era um universitário na Venezuela, lembro que ninguém tinha dinheiro para comprar os livros. Todos nós na universidade éramos pobres, como a maioria dos universitários venezuelanos e na América Latina.

Os livros eram um luxo. Íamos à biblioteca para pegar livros emprestados, e eu peguei um livro escrito por um professor do MIT. Até hoje pensar nisso me emociona.

Apenas tocar nesse livro era algo incrível. Sabia que poderia ficar com o livro emprestado por dois dias e tinha que aproveitar isso ao máximo, e entregá-lo em bom estado para que outra pessoa pudesse pegá-lo.

Fui a uma universidade pública, gratuita, mas tinha de pagar pela comida, aluguel, e, por isso, não eram muitos os que podiam se dar ao luxo de ir para a universidade.

Era nisso que pensava quando vim para cá e criei as plataformas de cursos online. Se nesta época tivesse o que está disponível agora… Uma pessoa pode estar em qualquer parte do mundo e fazer um curso online do MIT com os melhores professores. E fazer isso junto com 50 mil estudantes no mundo.

É uma experiência que empodera, algo que eu buscava criar aqui no MIT.

BBC – Diz-se que o modelo de universidade está mudando em todo o mundo. Como o MIT se adapta à transformação?

Reif – Estamos incorporando tecnologias digitais em nosso campus para fazer um melhor trabalho educando.

O modelo de universidade residencial (quando os estudantes moram na universidade onde estudam) é o melhor modelo, mas também o mais caro.

E tem limitações de capacidade. Gostaríamos de receber todos os estudantes talentosos, mas não temos espaço. Por isso criamos outras ferramentais online para aprender, para atingir às pessoas que têm o desejo e a motivação de aprender, mas que não podem estar aqui.

Oferecemos o modelo online e de educação tradicional. Queremos que eles disputem entre si e que um leve o outro mais longe rumo à excelência.

Ao longo da história, 85 prêmios Nobel já estudaram no MIT

Ao longo da história, 85 prêmios Nobel já estudaram no MIT

 

BBC – A universidade do século 21 vai ser muito diferente do que estamos acostumados?

Reif – Muitas coisas vão mudar. Outras seguirão as mesmas. Muitos alunos vão à aula, escutam a lição e estão concentrados para depois lembrar de tudo, aprendem dessa forma. Mas outros assistem a dez minutos de aula e se distraem. Eu era um deles. Não aguentava uma hora seguida em sala.

Por isso temos agora uma iniciativa para entender como as pessoas aprendem, desde o primário até a idade adulta, porque muitos estudantes não têm sucesso com o modelo de ensino atual da universidade. E não é porque falte inteligência, mas porque não estamos ensinando de uma forma com a qual consigam aprender.

Muito do que fazemos hoje continuará no futuro, mas haverá outras maneiras para fazer os estudantes virem ao nosso campus aprender. E aí são importantes todas as ferramentais digitais.

O que pode mudar também é o modelo de admissões. Por exemplo, hoje temos quase 20 mil estudantes que se candidatam todos os anos para 1,1 mil vagas. Com isso, a concorrência é brutal.

O escritório de admissões diz que a metade dos estudantes que se candidatam poderiam entrar no MIT, mas não temos espaço para eles. Admitimos com base em cartas de recomendação e alguns exames.

Mas, agora, temos um novo modelo, com o qual estamos fazendo um projeto piloto para um mestrado de dois semestres. O primeiro semestre é online, e é possível participar à distância com um baixo custo. E, se você tiver bons resultados e passar numa prova final, terá o direito de vir ao MIT pessoalmente no segundo semestre para obter o título de mestre.

Isso inverte o processo de admissão. Não aceitamos o estudante porque ele tem boas cartas de recomendação ou qualificações na escola. O admitimos porque demonstrou no curso online que tinha talento para isso.

Detentos cursam ensino superior no MS

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Preso que se formou pagou faculdade com trabalho realizado na biblioteca do presídio

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Publicado no R7

Durante dois anos e meio, detentos de uma penitenciária no Mato Grosso do Sul tiveram a oportunidade de estudar na cadeia. Com o sistema de ensino à distância, José Carlos de Santana, um dos presos que conseguiu cursar faculdade, se formou em Processos Gerenciais.

A colação de grau ocorreu nesta semana e Santana comemora a conquista.

— Vai construindo o seu conhecimento. Você vai vendo que é capaz de ir mais além.

A faculdade foi paga com o dinheiro que ganha no trabalho realizado na biblioteca do presídio. Ele é responsável por monitorar a saída dos livros levados para as celas.

Harvard: trabalhos tomam 50 horas por semana, conta aluno brasileiro

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Gabriel Guimarães, 20, estuda em Harvard: 15 horas de aula por semana, com 50 horas de "lição de casa"

Gabriel Guimarães, 20, estuda em Harvard: 15 horas de aula por semana, com 50 horas de “lição de casa”

Bruna Souza Cruz, no UOL

Há pouco mais nove meses o jovem Gabriel Guimarães, 20, vivencia uma experiência única, segundo ele. Em agosto de 2013, deixou o Brasil em direção aos Estados Unidos para estudar ciências da computação em Harvard, uma das universidades mais conceituadas do mundo.

“Eu estou adorando esse lugar. Estou muito feliz desde que eu cheguei aqui. Quando vim aqui [EUA]e visitei Harvard pela primeira vez soube que era pra cá que eu queria vir. Harvard é demais e a quantidade de oportunidades que eles oferecem é fora do comum. Mas ao mesmo tempo é muito difícil”, diz Gabriel.

O jovem decidiu já no primeiro ano do ensino médio, cursado na escola técnica Ifes (Instituto Federal do Espírito Santo), em Vitória, que queria fazer faculdade nos Estados Unidos. Foi então que começou sua preparação para aumentar as chances de ser aceito.

O objetivo na época era “criar as próprias oportunidades”, segundo relatou em palestra realizada no instituto federal, em junho do ano passado.

Como pontos fundamentais para o candidato ter chances de ser aceito, Gabriel destaca que é preciso trabalhar em cima de algo que ele goste muito. “Descubra alguma área que desperte sua paixão e se esforce muito para fazer algo relevante nela. Não é necessário ficar esperando uma ideia mágica brotar na sua cabeça. Ideias simples, mas bem implementadas, aliadas ao trabalho duro, dão muito mais resultado do que ideias mirabolantes. Mas ao mesmo tempo, não se foque só em uma coisa. Abra a cabeça para tudo”, aconselha.

“Com certeza o aluno deve ser muito bom na escola, mas isso não é suficiente. Precisa se interessar por outras atividades como empreendedorismo, projetos extracurriculares, esportes, música, etc.”, explica.

Oportunidades criadas

Aos 14 anos, cursando o primeiro ano, Gabriel começou a participar como ouvinte das aulas de física e cálculo de turmas de engenharia. Diante do bom desempenho, foi convidado pelo Ifes a dar monitoria para os demais alunos.

Gabriel torcendo pelo time de futebol americano de Harvard

Gabriel torcendo pelo time de futebol americano de Harvard

Durante sua trajetória até Harvard, outro grande diferencial de Gabriel foi iniciativa de traduzir para o português o curso gratuito de introdução a ciência da computação de Harvard, chamado CS50.net.

“Entrei em contato com o professor e ele achou interessante a ideia. Fiz esse curso e achei super legal e resolvi fazer [traduzir]”, explicou o estudante que fez o curso CS50 da universidade enquanto fazia um intercâmbio escolar na Alemanha, na época com 16 anos. Depois da tradução e de retornar ao Brasil, Gabriel chegou a lecionar três vezes o curso.

A participação no movimento escoteiro por sete anos e as medalhas recebidas em olimpíadas de matemática e competições de robótica também podem ter contribuído para o aceite do jovem em Harvard. O gosto pela música também não deixou de ser descrito em sua aplicação para as universidades nos Estados Unidos.

Rotina

O estudante tem apenas 3h de aula por dia, mas afirma que só de trabalhos e deveres de casa gasta em média 50 horas de tarefas toda semana.  “Aqui é bem flexível, mas tenho que me impor. Essa experiência de aulas está me ajudando muito a administrar meu próprio tempo”, explica.

“Aqui tem muita coisa pra fazer. Se não aprender a administrar meu tempo não dá certo. Quando cheguei aqui nem tinha calendário. Antes conseguia guardar tudo na cabeça, mas logo nas primeiras duas semanas eu perdi três encontros que tinha marcado. Foi aí que precisava urgente de um”, lembra.

Além dos estudos, o jovem já iniciou um trabalho na própria instituição, no qual ajuda a coordenar o curso gratuito CS50.net. “Meu trabalho é organizar toda a logística para fazer o curso acontecer. Trabalho direto com o professor responsável e o objetivo dele é expandir o conhecimento da ciência da computação no mundo”, explica.

Nos EUA, aulas durante as férias oferecem mais do que reforço

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Cursos oferecidos durante o verão são reformulados e misturam conteúdos acadêmicos e culturais

Publicado por Último Segundo

Há poucos anos, escolas de todos os Estados Unidos estavam cortando as aulas de férias de verão por falta de orçamento. Agora, apesar dos desafios orçamentários permanecerem, muitos distritos estão reformulando os cursos de férias, tornando-os algo além de um exercício obrigatório de recuperação.

De acordo com a ONG National Summer Learning Association, 25 dos maiores distritos escolares do país desenvolveram programas para o curso de verão que vão além do tradicional reforço. Escolas públicas da cidade de Nova York oferecem no verão opções que misturam conteúdos acadêmicos com enriquecimento cultural, como aulas intensivas de artes e um programa que combina aulas com estágio remunerado.

NYT Aulas de ciências no verão na Escola de ensino fundamental Sallye B. Mathis, em Jacksonville

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Aulas de ciências no verão na Escola de ensino fundamental Sallye B. Mathis, em Jacksonville

Em Jacksonville, o ano letivo terminou há três semanas, mas Roshelle Campbell continua levando seu filho Gregory para um dia de aulas cheio. Gregory, de 6 anos, é um dos mais de 300 alunos que vão passar seis semanas de suas férias de verão na escola Mathis, mas não porque foi mal nas provas. “Ele sempre foi muito esperto. Acho que a educação é muito importante e não quero que ele perca oportunidades durante as férias de verão”, diz a mãe.

Mesmo em distritos com graves problemas fiscais, como Baltimore, Chicago, Filadélfia, Pittsburgh e San Francisco, autoridades da educação conseguiram ajuda da organizações filantrópicas, particularmente daquelas que acreditam que as aulas nas férias podem ajudar os estudantes com condições sociais desfavorecidas. “Conheço vários alunos de escolas públicas que estão na Europa ou em acampamentos. Isso é ótimo, mas temos de pensar se todas as crianças têm acesso e oportunidades, se não passam o dia em casa vendo desenhos e comendo porcarias”, diz Nikolai Vitti, superintendente das escolas públicas do distrito de Duval.

Cada vez mais os educadores veem o verão como uma época para reforçar o conteúdo que as crianças – incluindo tanto as de alto desempenho quanto as que apresentam dificuldades – aprendem durante o ano letivo. Junto com leitura, matemática e ciências, as escolas têm oferecido atividades de artes e músicas, vela, esgrima e karatê, além de passeios a museus e teatros.

Pesquisas mostraram que os estudantes regridem durante as férias, perdendo em média um mês de instrução por ano, com a chamada queda de verão afetando desproporcionalmente os alunos de renda mais baixa. A falta de programas de qualidade durante o verão também afeta famílias em que ambos os pais trabalham, deixando as crianças com poucas opções durante os longos meses de folga.

Enriquecer os cursos de verão “deveria ser parte da educação pública até que conseguíssemos reorganizar o calendário escolar tradicional, que não se encaixa mais na vida dos americanos”, diz Harris M. Cooper, professor de educação na Universidade Duke. “Acrescentar 20 dias de aula por ano e ter vários intervalos curtos em vez de um único longo período de férias se encaixa melhor com a forma que as famílias vivem e no jeito que as crianças aprendem.”

Em um esforço para avaliar que tipo de programa produz melhores resultados acadêmicos, a Wallace Foundation iniciou um estudo em vários distritos, com 5.700 alunos que vão entrar no quarto ano. O estudo vai comparar os resultados em testes padronizados ao longo de dois anos, assim como fatores comportamentais, como a habilidade dos alunos de trabalhar em grupo e persistir nas tarefas.

NYT Estudante da quarta série se diverte com games de matemática e ciências nas férias

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Estudante da quarta série se diverte com games de matemática e ciências nas férias

Em uma manhã recente, na escola fundamental de Mathis, sete estudantes do quarto ano estavam juntos em um computador da biblioteca para escrever o script de um curta metragem que eles produziriam mais tarde. O professor de inglês andava entre grupos de estudantes, fazendo gentilmente sugestões de edição e ajudando na pontuação. “Isso é muito mais divertido do que a escola”, disse Asi’yon Brinson, 9 anos.

Ao escrever o script o aluno usa as habilidades acadêmicas, mas de um jeito mais divertido do que em um exercício regular das aulas de inglês. “Eles nem percebem que estão aprendendo a escrever”, diz a diretora da escola, Angela Maxey. Segundo ela, o programa também está servindo como uma espécie de laboratório para novas ideais pedagógicas. “Era assim que a escola deveria ser durante o ano inteiro”, afirmou.

Mas Angela foi contundente sobre o fato de que ter o financiamento de uma ONG permitiu iniciativas improváveis normalmente, como dar festas de sorvete para os alunos. “Você pode dizer que poderíamos usar o dinheiro de outra forma. Mas as crianças estão sorrindo, elas não tem faltado e estão aprendendo. Parte do esforço é motivar as crianças a aprender durante o verão.”

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