Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Os Quatro

15 livros que ajudam a inspirar a criatividade no trabalho

0

De obras clássicas até textos voltadoss para o público infantil: confira uma seleção de livros essenciais para quem quer ser mais inovador

Getty Images

Getty Images

Talita Abrantes, na Revista Exame

Para educar o olhar para a criatividade

São Paulo – Regra básica para estimular a criatividade no cotidiano? Busque inspiração nas mais diversas fontes. Quanto mais improvável, melhor.

Foi com base nesta equação que pedimos para três especialistas em criatividade selecionarem algumas das obras essenciais para educar os olhos para perceber o mundo de uma maneira nova.

O resultado trouxe livros clássicos sobre inovação. Mas não só. Na lista, há de livros infantis até obras consideradas malditas no passado. Divirta-se.

They All Laughed
Nesta obra, o jornalista Ira Flatow conta, de uma maneira divertida, a história por trás das grandes invenções que hoje fazem parte da nossa rotina: lâmpada, telefone, laser, submarino e até videogame, entre muitas outras.

They All Laughed
Ira Flatow

Divulgação

Divulgação

Thinkertoys
Se você quer fazer da criatividade uma prática diária na sua rotina, este é o livro indicado. Um clássico na área, “a obra traz exercícios que estimulam a criatividade. Por exemplo, como expressar ideias por meio de símbolos abstratos em vez de palavras”, afirma Gisela Kassoy, especialista no assunto.

Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Technique

Divulgação

Divulgação

Um Chute na Rotina
“O livro fala sobre o processo criativo, sobre como acontece a geração de ideias, como aplicá-las e o sucesso que isso traz”, diz Paulo Campo, do Lab SSJ. Para isso, a obra traz uma série de estratégias práticas para fazer a criatividade tomar corpo na sua rotina.

Um Chute na Rotina – Os Quatro Papéis Essenciais no Processo Criativo
Roger Von Oech

Divulgação

Divulgação

Um “toc” na cuca
Muitas vezes, o caminho para a inovação está em, simplemente, encarar a trilha de uma maneira diferente. Nesta obra, segundo Campo, o objetivo do autor é ajudar os leitores a “descondicionar a forma de pensar”, diz. Para isso, ele investiga alguns dos principais bloqueios mentais e padrões que limam o pensamento criativo.

Um toc na cuca
Roger Von Oech

1

Ulysses
Para Isabella Prata, diretora da Escola São Paulo, o clássico de James Joyce pode ser uma excelente ferramenta para treinar o olhar para a criatividade. Motivo? “A história toda gira em torno de possibilidades e memórias”, diz. Lembrando que uma das principais dicas para ser mais criativo é arquitetar alternativas absurdas mentalmente.

Ulysses
James Joyce

Divulgação

Divulgação

Boquitas Pintadas
O segundo livro do argentino Manuel Puig conta a história de um jovem tuberculoso e sua relação com a sociedade argentina da época. Segundo Gisela, a inovação da obra está na maneira como o texto foi escrito. “Em um capítulo, é uma pessoa escrevendo uma carta, em outro, uma resmungando oiu pensando. Não tem narrador, não tem descrição. Tem situações que acontecem e as pessoas vão se encontrando”, descreve.

Boquitas Pintadas
Manuel Puig (mais…)

Exemplares da Magna Carta serão reunidos pela primeira vez após oito séculos

0

Publicado no jornal Hardmusica

Os quatro exemplares remanescentes da Magna Carta, documento britânico que definiu em lei pela primeira vez os limites dos poderes governamentais, serão reunidos em 2015, num fato inédito que marcará os 800 anos da Constituição inglesa.

A Biblioteca Britânica referiu no dia 15 de Julho que os quatro documentos, atualmente em poder da Catedral de Lincoln, Catedral de Salisbury e Biblioteca Britânica (duas cópias), serão reunidos na biblioteca londrina para uma exposição de quatro dias, conforme refere a Reuters.

Originalmente publicada em 1215, a Magna Carta foi uma tentativa do rei João para aplacar os poderosos barões ingleses que estavam insatisfeitos com os impostos e com a política externa do reino.

Escrita em latim sobre pergaminho de couro de ovelha, a carta limitava os poderes do rei, até então arbitrários, ao declarar pela primeira vez que a realeza inglesa estava submetida à lei.

Dos 63 artigos da carta, só três permanecem em vigor – um para proteger as liberdades da Igreja inglesa, outro que confirma privilégios da cidade de Londres, e o mais famoso, que fala das liberdades civis e das garantias de julgamento conforme a lei.

O texto tornou-se a base da lei comum no sistema inglês, e continua sendo um pilar importante da Constituição não-escrita da Grã-Bretanha no que diz respeito aos direitos civis.

Os seus princípios também ecoam na Constituição dos Estados Unidos e na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

“(A Magna Carta) é venerada em todo o mundo como ponto de partida para o governo sob a lei”, disse em nota Claire Breay, curadora-chefe de manuscritos medievais e anteriores na Biblioteca Britânica.

Do outro lado do mundo, brasileira é autorizada a educar os filhos em casa

0

Thais Saito, de 31 anos, tem quatro filhos e aderiu ao ‘unschooling’.
Governo da Nova Zelândia autorizou mãe a tirar os mais velhos da escola.

Thais Saito mora na Nova Zelândia com os quatro filhos; Coral no colo, João (cabelo comprido), Melissa (de vermelho) e José (cabelo raspado) (Foto: Arquivo pessoal)

Thais Saito mora na Nova Zelândia com os quatro filhos; Coral no colo, João (cabelo comprido), Melissa (de vermelho) e José (cabelo raspado) (Foto: Arquivo pessoal)

Vanessa Fajardo, no G1

Trinta e um anos, quatro filhos e a missão de garantir que as crianças aprendam sem ir à escola. Thais Saito é brasileira e mora em Auckland, na Nova Zelândia, há dois anos e meio. Há pouco mais de uma semana, ela e o marido Angelo Damião, de 31 anos, também brasileiro, receberam ‘sim’ do governo neozelandês ao pedido de tirar os filhos Melissa e João, de 9 e 8 anos, da escola.

Para ter a ‘licença’, o casal teve de apresentar um projeto bem detalhado de como fariam para ensinar as crianças em casa. Eles listaram quais atividades seriam trabalhadas para desenvolver competências em literatura, ciência e tecnologia, saúde e bem-estar, artes e música, história e geografia, e alfabetização em matemática. Cada área foi discriminada com uma série de ações, como desenhar mapas em geografia, por exemplo, cozinhar e observar a alteração das matérias em ciências, e fazer origami e montar quebra-cabeça para ajudar na alfabetização em matemática.

Os brasileiros vão seguir a mesma burocracia em julho, quando José completar 6 anos e atingir a idade obrigatória, segundo a legislação da Nova Zelândia, para frequentar a escola. De quebra, a caçula Coral, de 1 ano, vai acompanhar os irmãos e aprender as lições da família.

Para educar as crianças, Thais vai se basear no conceito unschooling (desescolarização), cujo objetivo é ensinar por meio da vivência e não através de aulas tradicionais. As habilidades e conhecimentos serão desenvolvidos por meio de visitas a museus, parques, praias, observação da natureza, cozinhando, lendo, fazendo arte, entre outras atividades.

Melissa e João frequentavam uma escola da rede particular da Nova Zelândia até o mês passado. Os irmãos gostavam das aulas, mas Thais e o marido cogitaram a hipótese de mudar as regras da família por ideologia e também em função de José, que está prestes a atingir a idade obrigatória para ir às aulas. Segundo a mãe, o terceiro filho não está pronto para encarar esta etapa da vida, e o casal pretende entrar com o pedido de unschooling assim que ele completar 6 anos. Se for concedido, o garoto nem deve ser matriculado.
“José gosta muito de ficar em casa, de ficar perto da gente. Chegamos para as crianças e falamos: ‘Vamos pedir para o concil (governo de Auckland) para o Zé fazer o unschool. Vocês gostariam de tentar também?’ Foi uma festa!”

Thais Saito é brasileira e tem quatro filhos: Coral (no colo), Melissa (bermuda vermelha), João (camiseta verde) e José (roupa branca, de costas) (Foto: Arquivo pessoal)

Thais Saito é brasileira e tem quatro filhos: Coral (no colo), Melissa (bermuda vermelha), João (camiseta verde) e José (roupa branca, de costas) (Foto: Arquivo pessoal)

Thais diz que matriculou os dois filhos na escola depois dos 5 anos mais por necessidade do que por vontade. “Eu sempre gostei das férias, onde eles estavam comigo. Eu descobri uma frase do John Holt [educador americano defensor do unschooling] que é alguma coisa do tipo ‘não importa quão boa as escolas são, o lar é sempre o melhor lugar para aprender’. Tomamos esta decisão por acreditar que a gente pode fazer melhor. Tem muita gente que diz que o filho pediu para ir para a escola, isso nunca aconteceu aqui em casa”, afirma.

Na primeira vez que eu ouvi alguém falar de unschool, eu assustei. Fiz mil perguntas, nunca imaginei que faria. Hoje, depois de pesquisar bastante e conversar com muita gente, descobri que não é difícil. Só precisa dedicação. E isso, bom, quase toda mãe tem. Qualquer mãe que quisesse conseguiria”
Thais Saito, 31 anos, quatro filhos

O unschooling ainda é novidade na vida de Thais. que tem aproveitado cada momento com as crianças para ensinar e, principalmente, aprender. Para exemplificar, a brasileira conta que há pouco tempo estava na praia com os quatro filhos quando eles viram um bichinho azul na areia. “Minhas crianças acharam que era uma bexiguinha que estava se mexendo por causa do vento. Só que vimos muitas e de vários tamanhos. Perguntamos para uma moça. Ela, também mãe de crianças unschooled, foi para o carro e voltou correndo com uma enciclopédia. Descobrimos que era uma água viva.”

“Eles viram que elas vêm com as ondas, a água vai embora e elas não conseguem ir junto. Descobriram que elas se acumulam mais em alguns lugares, que elas ficam presas em algas, onde queimam e onde não queimam. Depois pesquisamos juntos na internet sobre elas. Nas quatro horas que ficamos na praia, eles aprenderam muito e ninguém precisou falar nada. A gente aprendeu juntos. Eu também não sabia sobre a água viva.”

Thais e Damião pensaram por três meses na possibilidade de aderir ao unschool, levaram mais um mês para finalizar o pedido ao governo e três semanas até receber a resposta. “Ir para a escola não fazia sentido em muitas coisas, por exemplo, na socialização. Meus filhos têm muitos amigos na sala, mas não se relacionam com ninguém que não seja do círculo. Eu não acredito que isso seja socialização.”

Entre as vantagens que ela vê na técnica é o fato de que os filhos vão aprender em português –hoje eles entendem o idioma, mas só falam em inglês–, além de poderem seguir o próprio ritmo e não ter de acompanhar uma sala de aula. “Também vamos poder viajar e fazer as coisas juntos. A regra é que as crianças recebam educação tão boa quanto e na mesma frequência que as escolas do governo. A gente vai fazer muito mais do que isso.”

Thais com as crianças em Northland, na Nova Zelândia: todo passeio é um aprendizado (Foto: Arquivo pessoal)

Thais com as crianças em Northland, na Nova Zelândia: todo passeio é um aprendizado
(Foto: Arquivo pessoal)

Apesar de sentir a aprovação dos filhos, Thais encara a novidade como projeto-piloto. Se no próximo ano as crianças pedirem para voltar à escola, os pais pretendem atender a vontade deles. “Na primeira vez que eu ouvi alguém falar de unschool, eu assustei. Fiz mil perguntas, nunca imaginei que faria. Hoje, depois de pesquisar bastante e conversar com muita gente, descobri que não é difícil. Só precisa dedicação. E isso, bom, quase toda mãe tem. Qualquer mãe que quisesse conseguiria. Eu não pretendo ensinar nada, só quero estimular a vontade deles de aprender”, afirma.

A brasileira diz que estava preparada para ser bombardeada de críticas quando tomou a decisão de tirar os filhos da escola, mas recebeu mais manifestações de apoio do que de desaprovação. “Incrível como tem tanta gente insatisfeita com as escolas no mundo inteiro!” Thais, no entanto, está acostumada a contrariar o sistema e tomar decisões não-tradicionais: depois de encarar uma cesariana para dar à luz a filha primogênita, teve os três filhos seguintes de parto natural, em casa.

Gutto Thomaz, de 19 anos, é mágico (Foto: Arquivo pessoal)

Gutto Thomaz, de 19 anos, é mágico
(Foto: Arquivo pessoal)

‘Unschooling’ no Brasil

No Brasil, o unschooling não é legalizado nem proibido. Sabe-se que algumas famílias o praticam, mas, como não há regra, elas podem ser denunciadas à Justiça e terão de provar ao juiz que não há abandono intelectual. Caberá ao juiz decidir que tais crianças podem ou não ser mantidas fora da escola.

Em São Paulo, a educadora Ana Thomaz atendeu, há 5 anos, ao pedido do filho Gutto para deixar de ir à escola. Na época, ele tinha 14 anos, não gostava das aulas, dos grupos que se formavam, e se sentia desestimulado. A mãe, a princípio, negou a vontade do filho, mas depois topou o desafio de ajudá-lo a descobrir suas paixões em casa.

“Meu filho queria aprender algo de verdade. Fiz um projeto como educadora, tinha uma estratégia de vida, não separava o ensino da vida. Via o que ele estava precisando: amor por aprender. Ele era alfabetizado, mas nunca tinha lido um livro, achava que era uma coisa chata”, diz Ana.

O garoto passou a ter aulas de artes plásticas, música, filosofia, futebol. Tudo em casa. Mas existia uma regra: ele não podia ficar se distraindo, por isso foram cortados televisão, videogame e computador. “Ele topou e foi maravilhoso. Cinco meses depois, ele descobriu a mágica, começou a estudar, hoje virou mágico profissional, faz shows, ganha dinheiro e viaja pelo mundo.”

Meu filho queria aprender algo de verdade. Fiz um projeto como educadora, tinha uma estratégia de vida, não separava o ensino da vida. Via o que ele estava precisando: amor por aprender. Ele era alfabetizado, mas nunca tinha lido um livro, achava que era uma coisa chata”
Ana Thomaz, educadora e adepta do unschooling

Para Ana, dificilmente o filho se tornaria mágico se continuasse na escola. “Não entraria no ócio criativo, não estava desperto nele a vontade de fazer algo. Ele criou a realidade de que a vida era chata, pois tinha de ir para a escola aprender algo que não interessava. A mágica começou a virar seu veículo para pensar, de uma maneira mais ampla, a neurociência da mágica. O fato de, por exemplo, a pessoa não ver algo na frente dela que é óbvio.”

A educadora diz que, quando tomou a decisão de ensinar Gutto em casa, teve como maior crítica a dela mesma. “Pensava: será que não estou arriscando demais? As pessoas falavam: que coragem!” A “briga” de Ana não é com a escola, e sim com uma cultura. “Uma cultura de que é mais importante consumir do que produzir, mais importante ter uma profissão do que ter uma vocação. A escola é ferramenta dessa cultura e quero mudar esse paradigma.”

Ana define o unschooling como a prática de aprender 24 horas por dia, não escolarizar o aprendizado, despertar a curiosidade da criança para que ela entre em contato com algo que lhe interessa de verdade. Deu certo com Gutto.

Fã de leitura e multicampeão, zagueiro Wallace vive boa fase no Flamengo

0

Publicado por Yahoo

Em entrevista à TV FLA, o novo titular da zaga rubro-negra revelou objetivo a alcançar no Brasileirão e falou sobre seu lado “cult”

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Quatro Estaduais, uma Copa do Nordeste, um Brasileirão, uma Libertadores e um Mundial Interclubes. Esses são os títulos conquistados por Wallace em sua breve, porém muito vitoriosa, carreira. Ele tem apenas 25 anos e o Flamengo é o terceiro clube que defende em sua vida. Antes, passou por Vitória e Corinthians. Jogou as últimas três partidas como titular do time de Dorival Junior e foi fundamental para que Felipe não sofresse gol em nenhuma delas. A cabeça do zagueiro está voltada para o Olaria, adversário do próximo sábado, mas ele não esconde que já pensa em desafios maiores vestindo a camisa rubro-negra.

“Minha pretensão é levar o Flamengo ‘pras cabeças’. Temos que entrar para ser campeões. Acho que o time está em uma crescente, mas temos muito o que melhorar porque a equipe ainda está em construção. Não tenho dúvidas que no Brasileirão vamos brigar para estar entre os quatro ou cinco primeiros”, disse o zagueirão do time da Gávea.

Quando o assunto da entrevista passou a ser o lado de fora do campo, Wallace revelou um hobby pouco comum entre jogadores de futebol: a leitura. Ele passou a ter o hábito de ler quando ainda jogava nas categorias de base do Vitória por influência de um psicólogo do time baiano. O primeiro livro que leu é inesquecível para o zagueiro.

“Foi O Homem que Matou Getúlio Vargas, do Jô Soares. Eu me apaixonei pela história. Acabei indo atrás de outro livro do Jô. Chamava-se O Xangô de Baker Street. Li e gostei. Assim foi crescendo o hábito. Já li muita biografia e houve um período em que lia muito livro de auto-ajuda, mas hoje acho isso uma ‘balela’. De filosofia, já li Schopenhauer e algumas coisas sobre Nietzsche. Mas, meu escritor preferido é George Orwell. Busco todos os livros dele”, revelou Wallace.

dica do Chicco Sal

Livros de Elio Gaspari sobre a ditadura militar serão relançados por nova editora

0

Publicado por Portal Imprensa

Os quatro livros sobre a ditadura militar produzidos pelo jornalista Elio Gaspari vão mudar de editora, informou a Folha de S.Paulo, nesta quinta-feira (10/1). Publicados pela Companhia das Letras entre 2002 e 2004, as obras “A Ditadura Envergonhada”, “A Ditadura Escancarada”, “A Ditadura Derrotada” e “A Ditadura Encurralada” foram comprados pela Intrínseca.

Jornalista ainda escreve o último livro da série sobre a ditadura (Crédito:Divulgação)

Jornalista ainda escreve o último livro da série sobre a ditadura (Crédito:Divulgação)

A negociação foi anunciada pelo jornal O Globo, na última quarta (9/1), e envolve também o quinto volume da série, uma das mais prestigiadas sobre a história recente do Brasil. A obra, que deve se chamar “A Ditadura Acabada”, mas ainda está sendo escrita e não tem previsão de lançamento.

Ele começará com a queda do então ministro do Exército Sylvio Frota, em outubro de 1977, e abordará essencialmente o último ano do governo de Ernesto Geisel. O governo de João Figueiredo, que encerra o regime militar, será descrito com menos detalhes do que os anteriores.

Mudança
Segundo a Folha, Gaspari tomou a iniciativa por conta de desentendimentos recentes com a direção de sua atual editora. O editor da Companhia das Letras, Luiz Schwarcz, afirmou que foi uma decisão do autor. “Não houve nenhum problema digno de nota. Lamentamos a sua saída”, disse.

Com a mudança, o jornalista também deixará a coleção “Perfis Brasileiros”, que ele coordenava com a antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, mulher de Luiz e sócia da editora.

Além da Intrínseca, a editora Objetiva também concorria pela série, negociada pela agente literária Lucia Riff. Os valores envolvidos na negociação não foram divulgados.

Os quatro volumes iniciais da série, que atingiram os 350 mil exemplares vendidos, serão reeditados em 2014. Poucos trechos deverão ser alterados de maneira significativa. O autor incluirá, por exemplo, descobertas dos últimos anos sobre a Guerrilha do Araguaia, no sul do Pará.

Todos os títulos da série ganharão sua primeira versão eletrônica, com reprodução de documentos não incluídos na edição impressa. “Gaspari tem grande preocupação com o digital. O nosso projeto de e-books foi determinante para a negociação”, disse Jorge Oakim, publisher da Intrínseca.

Go to Top