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Leitura Alimenta: projeto adiciona livro à cesta básica

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Publicado por Exame

Intenção do projeto é de criar o hábito da leitura em pessoas que tem acesso restrito a livros

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São Paulo – Com a intenção de criar o hábito da leitura em pessoas que tem acesso restrito a livros, a Livraria da Vila e a Cesta Nobre, com apoio da agência Leo Burnett Tailor Made, lançam o projeto Leitura Alimenta.

A iniciativa convida a população a doar livros novos ou usados, que já foram lidos e hoje estão perdidos em gavetas e prateleiras, para serem incluídos em cestas básicas distribuídas a famílias por todo o país.

Para participar, basta levar seus livros a uma das unidades da Livraria da Vila em São Paulo.

Para quem não quiser se desfazer de sua coleção, também pode colaborar comprando um livro virtual, cuja renda será revertida inteiramente para a compra de livros reais.

Outras informações no site do projeto.

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dica do Jarbas Aragão

Projeto ‘Biblioteca Volante’ promete levar informação às ruas de Manaus

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Publicado por G1

Mais de 93 mil livros serão distribuídos para as bibliotecas do interior.
Veículos serão adaptados com prateleiras para livros e outras mídias.

Em 2013, mais de 93 mil livros serão distribuídos para as bibliotecas do interior do Estado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Em 2013, mais de 93 mil livros serão distribuídos para as bibliotecas do interior do Estado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Até o final do ano, as primeiras bibliotecas móveis do Amazonas devem circular pelas ruas e bairros de Manaus, levando livros, informação, diversão e conhecimento. De acordo com a Secretaria de Estadual de Cultura (Sec), o projeto “Biblioteca Volante” prevê a aquisição de veículos estilo “van”, adaptados com prateleiras e estrutura para livros, CDs, DVDs e outras mídias de informação.

As unidades ficarão circulando e à disposição dos moradores dos bairros para consulta e empréstimo de material gratuitamente mediante apresentação da carteira de identidade. O projeto vai começar por Manaus e se expandir para o interior do Amazonas. Segundo a secretaria, em 2013, mais de 93 mil livros serão distribuídos para as bibliotecas do interior do Estado.

Falta de projetos

Segundo o secretário Robério Braga, houve queda no número de novos projetos literários recebidos pela Sec para serem beneficiados por editais públicos, como o Programa de Apoio às Artes (ProArte).
Segundo o secretário, enquanto que em 2007 foram recebidas 17 propostas que concorreram a 11 vagas disponíveis em um total de R$ 30 mil disponibilizados em recursos, em 2012, apenas um único projeto foi apresentado. “Isso significa que a questão não é a falta de recursos, mas falta de projetos e propostas”, disse.

Ex-viciado em crack supera vício, passa em concurso e tenta vestibular

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Gabriela Lima, no G1

Sem dinheiro e sem casa, ele foi parar na Casa de Acolhida, em Goiânia.
Eduardo se casou e sonha em ser psicólogo: ‘Quero ajudar outras pessoas’.

Eduardo Matos, ex-morador da Casa de Acolhida  (Foto: Adriano Zago/G1)

Eduardo Matos, ex-morador da Casa de Acolhida
(Foto: Adriano Zago/G1)

Após viver 10 anos no mundo das drogas e ir parar nas ruas de Goiânia, o auxiliar de serviços gerais Eduardo Matos, 30 anos, é exemplo de superação. Além de se livrar dos vícios, ele passou em um concurso público, se casou e agora quer entrar na universidade: “Sonho em ser psicólogo”.

A mudança de vida de Eduardo começou no lugar onde passam, diariamente, dezenas de sem-teto e moradores de rua: a Casa de Acolhida, um albergue mantido pela prefeitura de Goiânia. Em cinco meses como albergado, trocou a rotina de usuário de drogas por grupos de recuperação para dependentes químicos. Hoje trabalha no local que o acolheu como auxiliar de serviços gerais. “Quero me desenvolver mais, até mesmo para ajudar outras pessoas”, explica.

Usuário de drogas há muitos anos, Eduardo conta que deixou a casa da mãe, em meados de 2011, em Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia, e saiu vagando por cidades do interior de Goiás até chegar à capital. Ele deu entrada na Casa de Acolhida em novembro do mesmo ano, sem dinheiro, sem casa, vários quilos mais magro e dependente químico. “Eu usava tudo. Comecei com maconha, depois fui para a cocaína e o crack. Estava mesmo no fundo do poço”, recorda.

Eduardo diz que não chegou a ser morador de rua. Sem dinheiro para continuar pagando o hotel onde estava, no Setor Campinas, ele deixou o local e procurou uma igreja, em busca de ajuda. No mesmo dia, conseguiu, com ajuda da paróquia, abrigo no albergue municipal.

“Eu estava muito debilitado. Ou mudava de vida ou ia para a rua”, conta. Decidido a ter uma vida diferente, Eduardo começou a frequentar um grupo de ajuda a dependentes químicos e pensou em se internar. Mas em vez de passar nove meses em uma fazenda de recuperação de drogados, preferiu se matricular no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Em um ano, conseguiu terminar o 2º grau.

Paralelamente às aulas no EJA, o auxiliar de serviços gerais começou, por conta a própria, a estudar para o concurso de educador social da prefeitura de Goiânia. Ele foi aprovado e aguarda ser chamado. Enquanto isso, trabalha meio período, faz curso de técnico em eletrotécnica no Senai e divide o restante do tempo entre os estudos e a atenção à esposa.

Após anos longe da escola, Eduardo voltou a estudar e passou em concurso público (Foto: Adriano Zago/G1)

Após anos longe da escola, Eduardo voltou a estudar e passou em concurso público (Foto: Adriano Zago/G1)

A aprovação no concurso fez Eduardo enxergar novos horizontes. Mesmo sem uma preparação intensiva, ele prestou vestibular para comunicação social-audiovisual, na Universidade Estadual de Goiás. Aprovado na primeira fase, ele não conseguiu passar pela na segunda etapa, mas garante que não vai desistir do desejo de fazer um curso superior: “Agora eu vou estudar para valer, eu vou com tudo, quero passar na Federal [Universidade Federal de Goiás]”.

Quero me desenvolver mais para ajudar outras pessoas”
Eduardo Matos

Restrições
Longe das drogas há pouco mais de um ano, Eduardo admite que leva a vida com algumas restrições. “Eu não me permito mais a algumas coisas. Vou sair para a balada, lugar que tem bebidas? É lógico que se eu fizer isso, vou cair. Também não vou ficar andando com amigos que usam crack”, explica.

Para quem quer superar o vício das drogas, Eduardo dá algumas dicas. “É preciso procurar ajuda e aceitar que a dependência química é um doença crônica, progressiva, incurável”, enumera. Segundo ele, o ponto principal é ter força de vontade.

Eduardo trabalha meio período e se dedica aos estudos no resto do dia (Foto: Adriano Zago/G1)

Eduardo trabalha meio período e se dedica aos estudos no resto do dia (Foto: Adriano Zago/G1)

Livros eletrônicos exigem menos esforço mental que livro de papel

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Publicado por Diário da Saúde

Apesar de a leitura ser uma atividade tipicamente mental, a maioria das pessoas dá razões "sensuais" para preferir o livro de papel, sobretudo a textura e o cheiro do livro.[Imagem: Wikimedia]

Apesar de a leitura ser uma atividade tipicamente mental, a maioria das pessoas dá razões “sensuais” para preferir o livro de papel, sobretudo a textura e o cheiro do livro.[Imagem: Wikimedia]

Como ler

O que você prefere: ler um livro de papel, ou o mesmo livro em formato digital, usando um leitor eletrônico (e-reader)?

A larga maioria de um grande grupo – reunindo jovens e idosos – respondeu prontamente que preferia o tradicional livro de papel.

Mas, quando foram divididos em grupos, aqueles que leram o livro no leitor eletrônico despenderam menos esforço mental para a leitura no aparelho eletrônico do que no livro em papel.

Foi o que descobriram Matthias Schlesewsky e seus colegas da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha.

Esforço mental na leitura

Quase todas as pesquisas de opinião mostram que as pessoas em geral afirmam preferir ler um livro de papel do que lê-lo em um leitor específico (e-reader) ou em um tablet.

Por isso, os pesquisadores queriam avaliar as origens dessa preferência em termos de esforço neural exigido para processar a informação lida nos três meios – papel, leitor eletrônico ou tablet.

Apesar da entrevista inicial concordar com os resultados das outras pesquisas – a maioria diz preferir o livro de papel – os resultados neurais não deram suporte a essa preferência.

Os pesquisadores avaliaram os movimentos dos olhos e a atividade cerebral, e documentaram um esforço significativamente menor para a leitura do livro eletrônico, sobretudo entre os leitores mais idosos.

Os participantes mais jovens, entre 21 e 34 anos de idade, mostraram esforços similares para a leitura em todas as três mídias.

Prazer dos sentidos

Nenhum dos participantes no estudo teve dificuldade para compreender o que tinha lido em qualquer um dos dispositivos.

Mas, com base nos exames fisiológicos avaliados, os pesquisadores sugerem que os leitores mais idosos podem se beneficiar do maior contraste apresentado pelos aparelhos de leitura eletrônica, em comparação com os livros de papel.

O estudo não avaliou os esforços físicos envolvidos, como o maior peso do livro de papel ou o eventual incômodo da constante mudança de posição para leitura do anverso e do verso das folhas.

Apesar de a leitura ser uma atividade tipicamente mental, a maioria das pessoas dá razões “sensuais” para preferir o livro de papel, sobretudo a textura e o cheiro do livro.

dica do Chicco Sal

Biblioteca nos Estados Unidos além de livros, empresta sementes

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Publicado no IBahia

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As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor
Fotos: Divulgação

Sair de biblioteca apenas com livros e CDs é coisa do passado na Biblioteca Pública de Basalto no Colorado, Estados Unidos. O local adicionou um banco de sementes na sua coleção de meios de comunicação. Os visitantes além de usufruírem de uma boa leitura, também podem virar produtores de frutas ou legumes e de novas sementes que devem voltar ao local de origem.

Para participar é simples. O leitor adquire o pacote de sementes e planta. Quando o vegetal cresce é só colher as sementes e devolvê-las à biblioteca para que outras pessoas possam usá-las.

As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor, no intuito de dar crédito às pessoas que se esforçaram no cultivo.

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Segundo a American Library Association, existe pelo menos uma dúzia de programas semelhantes em todo o país. E para a diretora da biblioteca, Barbara Milnor, o local pode parecer estranho para o projeto, mas é uma ótima solução para ampliar o acesso de sementes e plantas à população, afirmou no portal NPR.

Já para a frequentadora Stephanie Syson, a biblioteca tem sido um lugar onde a filha aprende. As sementes adicionaram apenas mais uma nova lição.

 

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