Contando e Cantando (Volume 2)

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Game of Thrones | Novo conto do universo será publicado no Brasil em outubro

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Conto de George R. R. Martin em “The Book of Swords” será sobre filhos de Aegon Targaryen

Caio Soares, no Omelete

A antologia The Book of Swords, editada por Gardner Dozois e que terá um novo conto de George R.R. Martin ambientado em Westeros, será lançada no Brasil em outubro pela Editora LeYa. As informações são do jornalista do Globo, Lauro Jardim.

A história intitulada The Sons of the Dragon (“Os Filhos do Dragão”) retratará as vidas de Maegor Targaryen e Aenys I Targaryen, os filhos de Aegon I (“O Dragão” ou “O Conquistador”). George disse também que a obra compartilha a mesma fonte de A Princesa e a Rainha e O Príncipe de Westeros, os outros dois contos de história falsa sobre os Targaryen que foram publicados em antologias.

A Princesa e a Rainha está na coletânea Mulheres Perigosas, que será lançada em fevereiro pelo selo LeYa/Omelete e que já está em pré-venda. Também chamado de “Os Negros e os Verdes”, o conto narra a disputa entre a princesa Rhaenyra Targaryen e sua madrasta, a rainha Alicent Hightower que, com seus respectivos aliados (o “Negros” e os “Verdes”, nessa ordem), deram início ao conflito sangrento conhecido nas Crônicas de Gelo e Fogo como “A Dança dos Dragões”.

Questão de Terapia: por que os livros “problemas” são a nova onda do momento?

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Clariana Touza, no Literatortura

Hoje vemos um crescimento gritante da temática terapia na televisão e no cinema. Seria este o começo de uma nova febre no nível vampiros fofos e 50 tons? Sessão de terapia, Go on, O lado bom da vida e Um método perigoso entre tantos outros não me deixam negar o fato. Ah, mas a temática sempre fez parte do imaginário comum. Fato. Porém, não como centro de toda a narrativa; a temática sempre foi presente, completando a dramaturgia, mas não como a base desencadeadora de todo o resto. Livros, filmes e séries sobre o tema estão caindo no gosto popular de forma nunca vista antes e isso nos faz pensar em dois pontos: por quê agora, e como estas dramaturgias vêm sendo trabalhadas de forma a agradar tanto o público?

Sessão de terapia, série exibida pelo GNT, confirma sua segunda temporada para 7 de outubro. Dirigida por Selton Mello é baseada em outra série: a israelense BeTipul, criada pelo psicanalista Hagai Levi e já teve mais de trinta adaptações feitas, entre elas para os EUA (In Treatment, também exibida aqui no Brasil pela HBO), Canadá, Argentina e Holanda.

Go on, estrelada pelo ex-Friend Matthew Perry, na qual um famoso locutor e comentarista esportivo é obrigado, pelo chefe, a participar de sessões de terapia em grupo, para superar a morte da esposa, já tem sua segunda temporada encomendada pela NBC.

O livro O lado bom da vida, trazido ao cinema pelas mãos do diretor David O. Russell no início desse ano, relata a vida do ex-interno de um sanatório que tenta retomar o lado bom da sua existência e até reconquistar a ex-esposa. Tanto o livro quanto o filme agradaram público e crítica.

Já Um método perigoso, de 2012, rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor ator coadjuvante a Viggo Mortensen, que interpreta o pai da psicanálise, Sigmund Freud. A narrativa fílmica traz como a relação entre Carl Jung e Sigmund Freud possibilitou o surgimento da psicanálise e o relacionamento de ambos com a intensa paciente Sabina Spielren.

Bom, pensemos: o que todos eles têm em comum? Além da própria questão terapêutica, todos eles trazem personagens complexos e bem-construídos, as narrativas são elaboradas e inteligentes, além do fato de todos eles trazerem excelentes representações do cotidiano, o que possibilita uma aproximação com o público. As pessoas não assistem a esse tipo de série e filme porque querem ver as estrelas, ainda que isso desperte um interesse (confesse que sempre queremos ver o resultado de Selton Mello como diretor). As pessoas veem suas questões sendo tratadas ali de forma coesa e comum, não são mais problemas distantes de pessoas fictícias. O diálogo com o público, diferente do que acontece com as ondas “50 tons” e vampiros, dita não mais o interesse pelo irreal e impossível, mas os dilemas comuns do nosso dia-a-dia. Todas as dramaturgias aqui citadas nos mostram de forma complexa, ainda que numa linguagem simples, as incertezas, medos e questões de qualquer ser humano e isso sempre foi uma questão que afligiu o homem. Como lidarmos com nossos problemas? É normal se sentir assim? Preciso de análise ou é exagero meu? Ainda que não tragam uma resposta, essas dramaturgias nos permitem tirar certas conclusões e tocam num assunto tão íntimo de forma séria. Aqui, cada problema e aflição importa e o espectador se vê pertencente a um meio-comum, não é mais um peixe fora d’água. O gosto parte por uma identificação pessoal e cada episódio, cena e página do livro funciona como um abraço e com um “eu entendo”, como uma grande sessão de terapia, e cabe a nós, espectadores, saber dialogar com o que a dramaturgia nos traz. Interessante, né? Vai ver chegou a hora de querermos falar sobre nós mesmos ainda que de forma distante, de queremos ver nosso reflexo na telinha ou na telona.

Ryan King (Mattew Perry) e seu grupo de terapia

Ryan King (Mattew Perry) e seu grupo de terapia

O porquê dessa temática justo hoje é um drama um pouco mais profundo (brincadeirinha à parte!). A palavra hoje é entendida devido a um processo que vem se desencadeando e amadurecendo há três anos. Atualmente, passamos por um paradoxo cultural. O padrão de vida está lá em cima e as pessoas parecem mais tristes e deprimidas do que nunca. Por quê? Eis a questão: estamos nos afastando muito das pessoas por causa das tecnologias, levamos uma vida online mais intensa do que a real e aí, ficamos sozinhos e tristes. Além disso, somos tão cobrados a fornecer resultados nesse brainstorm global que quando não o fazemos, ficamos frustrados. Mas sejamos sinceros: às vezes não parece que falta tempo para algo? Por outro lado quando paramos, ficamos perdidos e como dizem “cabeça vazia é instrumento do Diabo”. Cabeça cheia também. O que fazermos com tanta informação se temos que dar resultados rápidos e de forma coesa? Bom, esse grande paradoxo social deixa as pessoas deprimidas e o número de pessoas com algum transtorno psicológico cresceu muito nos últimos anos e você certamente conhece alguém que toma remédio indicado pelo psiquiatra. Esse grupo de pessoas aflitas encontrou algum vestígio de luz nessas dramaturgias e as grandes empresas televisivas e fílmicas, que sabem muito bem vender, viram ali sua mina de ouro. A aflição da sociedade geral dá margem para as grandes empresas venderem seus produtos e ainda agrada ao público. Essa reciprocidade tem dado certo, os dois lados estão ganhando de alguma forma: nós espectadores encontramos um conforto quando enxergamos nossos problemas postos ali e eles enchem seus cofrinhos, todos felizes.

Só espero que as próximas séries, filmes e livros que tragam a questão terapia mantenham o nível criativo e bem-feito. Não queremos mais uma febre que caia no ridículo e no comercialmente gritante e artificial. Uma temática tão boa não merece sofrer um processo de depressão (irresistíveis esses trocadilhos) no nível Crepúsculo.

Brasil tem 127 presidiários cursando ensino superior

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Detenta no Ceará usa tornozeleira eletrônica para fazer faculdade de História em universidade federal fora do presídio
Professor de Fernandinho Beira-Mar, que estuda Teologia a distância, diz: “O que adiantaria ele fazer Medicina, se vai sair idoso da prisão?”
Parcela de detentos universitários representa apenas 0,02% do total de 533.027 mil internos da população carcerária do país

Leonardo Vieira e Mariana Lazari, em O Globo

Universitária. Cynthia Corvello, de 42 anos, usa tornozeleira eletrônica para ir à faculdade fora do presídio Jarbas Oliveira / Agência O Globo

Universitária. Cynthia Corvello, de 42 anos, usa tornozeleira eletrônica para ir à faculdade fora do presídio Jarbas Oliveira / Agência O Globo

FORTALEZA E RIO – Cynthia Corvello, de 42 anos, está no 3º período do curso de História na Universidade Federal do Ceará (UFC). Dentro de sala, a única característica que a difere dos colegas é a tornozeleira eletrônica usada para o governo monitorar seus passos. Cynthia é a primeira interna do Instituto Penal Feminino (IPF) Desembargadora Auri Moura Costa, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, a fazer faculdade fora do presídio. Presa em 2010, ela foi condenada a 25 anos por coautoria em um duplo homicídio. Em 2011, a detenta prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ingressou na UFC. Graças a uma autorização judicial, ela passou a deixar o instituto todas as manhãs para estudar e só retornar à noite.

Cursar uma graduação é privilégio de 127 internos do sistema carcerário, ou seja, 0,02% do total de 533.027 presos no país. Os dados são do Sistema de Informações Penitenciárias (Infopen), do Ministério da Justiça, relativos a outubro de 2012. Muitos deles estudam a distância, quando há essa opção, mas a maior parte consegue autorização judicial para fazer o curso presencial.

Faculdade em presídio

Cynthia sai de Aquiraz de ônibus, às 5h30min, rumo ao bairro de Benfica, em Fortaleza, onde funciona o curso de História da UFC, e volta no fim da tarde. Quando não está na faculdade, estuda na cela ou na biblioteca da unidade. Suas médias variam de 9 a 10.

— Quero ser professora. Gostaria muito de dar aula no sistema penitenciário, aqui ou no presídio masculino. Se teve uma Cynthia aqui, pode ter uns “Cynthios” espalhados por aí também — brinca a detenta, observando que, na cadeia, o preso tem altos e baixos e que o educador precisa estar preparado para lidar com isso.

No presídio em Aquiraz, 13 colegas de Cynthia fazem graduação de Filosofia dentro da instituição, graças a uma parceria entre a Faculdade Católica do Ceará e o governo estadual. Inaugurado há dois meses, o curso é o segundo ministrado no sistema prisional cearense. De 2006 a 2010, presos do Instituto Penal Professor Olavo Oliveira (IPPOO) II, em Itaitinga, estudaram Teologia. Mês que vem, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) abre um ciclo básico para graduações de Ciências Humanas, como Direito e Ciências Sociais, na penitenciária Raymundo Asfora, em Campina Grande

— Hoje, a gente senta para conversar não apenas sobre coisas lá de fora, como festas, mas sobre Sócrates e Platão. Tudo pra mim, atualmente, é ligado à Filosofia — comenta Heloísa da Guia Xavier, de 38 anos, interna do Auri Moura Costa, que foi condenada a 47 anos de detenção e já cumpriu cinco anos da sua pena.
Campi em penitenciárias são raros num país onde 88% dos detentos não terminaram a escola e cujos governos falham em instalar educação básica em todo seu sistema prisional. Este mês, estão completando dois anos desde a promulgação da Lei 12.433, que dá direito à redução de pena para internos que estudam ou trabalham. Conforme O GLOBO noticiou ontem, porém, das 1410 instituições penais no Brasil, 40% (565) não têm sequer sala de aula, segundo dados do Ministério da Justiça. Hoje, só um em cada dez detentos no país estudam.

Muitos presos que prestam vestibular têm desempenho ruim. Ano passado, 23.575 internos participaram do Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL), mas só 369 atingiram os 450 pontos exigidos para a certificação de conclusão do ensino médio, segundo informações obtidas via Lei de Acesso à Informação.
Bruno Augusto Sperli, Anderson Pereira e Ricardo Galdino são detentos, em regime fechado, de diferentes instituições do Rio e prestaram vestibular em 2012. Sperli passou para Pedagogia na UFF, Galdino foi aprovado em Física na Uerj e Nascimento conseguiu vaga em Pedagogia, também na Uerj. Mas eles perderam as vagas porque não tiveram autorização judicial para estudar fora das unidades acompanhados de escolta. E, no Rio, de acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), os presídios não oferecem possibilidade de ensino superior a distância.

Beira-mar estuda teologia

Um levantamento feito pelo GLOBO, que acionou órgãos das 27 unidades da federação, constatou que apenas sete estados dão a presos a opção de ensino a distância: Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rondônia.

Em Catanduvas, no Paraná, um criminoso conhecido do Rio se vale de uma forma antiga de ensino a distância para obter um diploma de ensino superior. Desde o início deste ano, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, cursa Teologia por correspondência na Faculdade Teológica Batista do Paraná, após tirar 7,4 na redação do vestibular, cujo tema era extremismo religioso no Brasil.

Todo mês, o calouro Beira-Mar recebe na cela material impresso com textos teóricos e exercícios. Ao fim de cada tópico, o detento faz um teste na penitenciária, aplicado por um professor da faculdade. Para obter o diploma, ele deve completar 174 créditos, equivalentes a 3.186 horas. Pela lei de remição penal, se Beira-Mar vestir a beca, terá 192 dias reduzidos da pena. Quem paga os estudos é a Igreja do Bacaxiri do Paraná. Foi o capelão da instituição que recrutou o aluno, em visita à penitenciária.

— É um curso de Humanas. O que vai lhe adiantar um curso de Medicina se ele já vai sair da prisão idoso? Não temos bola de cristal para saber se vamos mudar a personalidade dele, mas essa é a intenção — afirma o diretor da faculdade, Jaziel Guerreiro Martins.

Brasil ultrapassou marca de 25 mil ebooks em português

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Publicado por Revolução eBook

1Nunca se publicaram tantos livros digitais no Brasil, como nos últimos 8 meses. É o que mostra o terceiro e mais recente levantamento realizado pela Simplíssimo, que verificou a quantidade de ebooks em português à venda nas lojas e livrarias brasileiras, assim como a quantidade total de ebooks únicos disponíveis (ebooks à venda, mais ebooks grátis). Os dados foram obtidos ente os dias 20 e 24 de abril.

Apple e Amazon, os papa-léguas

Os resultados mostram uma ligeira liderança da Apple, com quase 18 mil ebooks à venda, seguida pela Amazon, com aproximadamente 15.800 ebooks à venda. O cenário é completamente diferente daquele mostrado na última edição da pesquisa, em agosto de 2012, quando Saraiva e Gato Sabido tinham os maiores catálogos de ebooks à venda, dois meses antes da estreia da versão brasileira da loja de ebooks da Apple (outubro de 2012) e três meses e meio antes da estreia do trio Amazon, Google e Kobo (dezembro de 2012).

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De lá para cá, apenas a Livraria Saraiva expandiu seu catálogo, mas não em ritmo suficiente para fazer frente à Apple e Amazon. Em oito meses, as gigantes americanas deixaram a concorrência local comendo poeira.

A Amazon, no último levantamento, mostrava meros 6 mil ebooks em português. Em menos de um ano, quase triplicou seu catálogo de ebooks à venda. Livraria Cultura e Apple não constavam do último levantamento, de modo que não é possível comparar a evolução do seu catálogo, mas a liderança da Apple era mais que previsível. Além de ser a principal vendedora de conteúdo digital no Brasil, a Apple investe forte na captação de conteúdo brasileiro para seus aparelhos, inclusive com consultores trabalhando dentro das editoras, auxiliando na colocação e posicionamento dos ebooks na iBookstore.

O Google aparece em cinza no gráfico, pois a Simplíssimo não conseguiu obter informações sobre os ebooks à venda na loja. Os dados da pesquisa são obtidos através de consultas sistematizadas aos sites e catálogos das lojas, abordagem que não funcionou para a loja Google Play. Leia mais aqui.

Veja quais são as feiras de livros mais conhecidas no mundo

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Em outubro, o Brasil será homenageado na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante do mundo. Em 2014, quem presta homenagem ao País é a Feira do Livro Infantil de Bolonha. Veja a lista das feiras de livros mais conhecidas no mundo

Publicado no Universia Brasil

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Crédito: Shutterstock.com / Este ano, o Brasil será homenageado na Feira do Livro de Frankfurt

A cada ano, diversas feiras de livros acontecem em várias cidades do mundo para apresentar escritores e novidades literárias, planejar os próximos lançamentos e até mesmo marcar tendências. Confira a seguir as feiras de livros mais conhecidas no mundo:

 

Feira do Livro de Frankfurt (Frankfurter Buchmesse)

A história de Frankfurt, na Alemanha, como referência editorial data do século 15 com Johannes Guttenberg e o nascimento da imprensa. A Feira do Livro de Frankfurt é a maior de todas as feiras de livro no mundo. Sua primeira edição foi em 1949.

 

O evento acontece sempre em outubro com mais de 7 mil expositores provenientes de 100 países e mais de 280 mil visitantes. Nomes de peso são convocados todos os anos, desde editoras, renomados escritores, agentes literários e até mesmo produtores de cinema de olho em possíveis adaptações. Todos vão a Frankfurt com as melhores ofertas.

 

Desde 1988, um país é convidado para apresentar a literatura nacional. Este ano, o Brasil será homenageado na Feira do Livro de Frankfurt. A edição de 2013 acontece entre os dias 9 e 13 de outubro.

 


Feira Internacional do Livro de Guadalaja (FIL)

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara (FIL), no México, é sem a dúvida a mais importante do calendário editorial da língua espanhola. É também um grande festival cultural com música, cinema e teatro.

 

Fundada há 25 anos pela Universidad de Guadalajara, a FIL é o ponto de encontro de escritores de diferentes línguas de todos os continentes. A edição de 2013 acontecerá entre os dias 30 de novembro e 8 de dezembro.

 

Feira Internacional do Livro de Madri (Liber)

A Feira Internacional do Livro de Madri (Liber), na Espanha, é uma importante plataforma da indústria editorial em espanhol. É também o ponto de encontro para profissionais estabelecerem contatos e descobrir todas as possibilidades que os mercados emergentes internacionais oferecem a indústria do livro. Todos os anos se esperam mais de 12 mil visitantes e 500 expositores. Este ano, a Liber acontecerá entre os dias 2 e 4 outubro.

(mais…)

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