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Conhecida como ‘Netflix dos livros’, Oyster decide encerrar suas atividades

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Um dos motivos seria a contratação de boa parte dos funcionários da Oyster para trabalhar na Google Play Books

Publicado no Administradores

Você se lembra da Oyster? A empresa foi lançada em 2012 e ficou conhecida como ‘Netflix dos livros’ ao oferecer um serviço de aluguel de títulos escritos via streaming através de uma taxa mensal.

Porém, na última segunda-feira (20) os empresários Eric Stromberg, Andrew Brown e Willem Van Lancker, responsáveis pelo serviço, anunciaram através do blog da Oyster que a plataforma vai ser fechada.

Apesar de não explicarem o porquê da desativação do serviço, os executivos deixam claro que todos os usuários serão avisados individualmente da decisão por e-mail. Segundo o Re/code, porém, um dos motivos para o fechamento do serviço seria a contratação de boa parte dos funcionários da Oyster para trabalhar na Google Play Books, a plataforma de livros do Google.

Netflix dos e-books muda estratégia e passa a competir com Amazon

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Um dos maiores nomes do setor, Oyster deixa de ser exclusivamente canal por assinatura e passa a oferecer obras unitárias

Diego Marcel, na IstoÉ Dinheiro

O serviço de assinaturas de livros digitais Oyster vai expandir seus negócios e entrar em confronto direto com a Amazon. A plataforma vai começar a fazer venda unitária de obras. Até hoje, a Oyster apostava em um formato “leia tudo o que conseguir” por US$ 14,99 mensais.

A questão, no entanto, é que, ao contrário do Netflix, no qual o usuário consegue assistir a uma temporada inteira de série em um final de semana, no Oyster o assinante acabava consumindo poucos livros – já que a leitura de uma obra demanda mais tempo.

Tarefa fácil não será. A Amazon detém mais de 50% do mercado de venda de livros digitais nos Estados Unidos e uma parcela ainda maior globalmente.

O modelo de assinatura para livros parece não estar decolando. Até mesmo a Amazon não faz comentários sobre a saúde do Kindle Unlimited, que aposta neste modelo de negócio.

“Uma pessoa acredita que pode assistir a mil filmes ou ouvir mil músicas”, diz Tom Weldo, CEO da editora Penguin Random House. “Mas é difícil encontrar alguém que vê vantagem em ter acesso a 10 mil livros.”

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