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6 séries inspiradas em clássicos da literatura que você precisa conhecer

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Em 'Sherlock', Benedict Cumberbatch dá vida ao famoso detetive Sherlock Holmes (Foto: Divulgação )

Em ‘Sherlock’, Benedict Cumberbatch dá vida ao famoso detetive Sherlock Holmes (Foto: Divulgação )

 

Publicado na Galileu

Ao longo dos últimos anos, a literatura clássica foi uma grande fonte de inspiração para a televisão. Séries e minisséries beberam na fonte de autores como Conan Doyle e Alexandre Dumas para trazer personagens queridos por leitores de diversas gerações à tona.

Separamos algumas dessas adaptações que estão disponíveis na Netflix. Confira:

1 – Sherlock (2010)
Estrelada por Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho) e Martin Freeman (O Hobbit), a série adapta as histórias de Sir Arthur Conan Doyle sobre o detetive Sherlock Holmes para o século 21. A produção tem quatro temporadas, cada uma com entre três e quatro episódios de uma hora e meia de duração.

Martin Freeman e Benedict Cumbertbatch como Watson e Sherlock na série de TV (Foto: Divulgação )

Martin Freeman e Benedict Cumbertbatch como Watson e Sherlock na série de TV (Foto: Divulgação )

2 – Sleepy Hollow (2013)
A adaptação mistura conceitos dos contos Sleepy Hollow (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça) e Rip Van Winkle, do americano Washington Irving. Na série de TV, o agente Ichabod Crane mata o Cavaleiro ao mesmo tempo que este o mata. Crane, no entanto, acorda em 2013, dando início à lenda na cidade de Sleppy Hollow, em Nova York. O seriado tem quatro temporadas com entre 13 e 18 episódios de duração.

Sleepy Hollow': nova versão de 'A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça' (Foto: Divulgação )

Sleepy Hollow’: nova versão de ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’ (Foto: Divulgação )

3 – The Musketeers (2014)
Inspirada no clássico Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, a produção acompanha as aventuras de d’Artagnan, Porthos, Athos e Aramis enquanto estes defendem o rei e a França. Até o momento, a série possui três temporadas de dez episódios.

Elenco de 'The Musketeers' (Foto: Divulgação)

Elenco de ‘The Musketeers’ (Foto: Divulgação)

4 – Neverland (2011)
A minissérie se passa em 1906 e mostra um grupo de garotos que se tornam jovens meliantes ao trabalhar para Hook, que pede a ajuda para encontrar um tesouro que os levará para um lugar mágico: a Terra do Nunca. Baseado em Peter Pan, de J.M. Barrie, a série tem dois episódios de uma hora e vinte minutos e conta com a participação de Rhys Ifans (Um Lugar Chamado Notting Hill) e Keira Knightley (Orgulho e Preconceito).

Peter e Sininho em 'Neverland' (Foto: Divulgação )

Peter e Sininho em ‘Neverland’ (Foto: Divulgação )

5 – Tin Man (2007)
Nesta versão de O Mágico de Oz, de L. Frank Baum, Zooey Deschanel (500 Dias com Ela) vive DG, uma descendente de Dorothy Gale que vai parar no reino de OZ, onde tudo é mais sombrio e cheio de elementos de fantasia e ficção científica. Com três episódios de duração, a minissérie conta com Alan Cumming (The Good Wife) e Richard Dreyfuss (American Graffiti) no elenco.

'Tin Man': em nova versão, Zooey Deschanel vive Dorothy (Foto: Divulgação )

‘Tin Man’: em nova versão, Zooey Deschanel vive Dorothy (Foto: Divulgação )

6 – Moby Dick (2011)
Na adaptação do clássico de Herman Melville, William Hurt vive o capitão Ahab, que busca vingança da baleia Moby Dick. A minissérie de dois episódios conta ainda com a participação de Ethan Hawk (Boyhood) e Donald Sutherland (Jogos Vorazes).

William Hurt como o capitão Ahab em 'Moby Dick' (Foto: Divulgação )

William Hurt como o capitão Ahab em ‘Moby Dick’ (Foto: Divulgação )

Lista dos 20 escritores mais cotados para ganhar o Nobel de Literatura de 2015

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Euler de França Belém, no Jornal Opção

O “Estadão” listou “20 escritores sempre cotados para o Nobel, mas esquecidos pela Academia Sueca”

1 – A. B. Yehoshua – Israelense. Autor de “Fogo Amigo”.

2 – Adonis – Poeta sírio. Cotado há vários anos. A guerra na Síria pode ajudá-lo.

3 – Amos Oz – Israelense. Escreveu “De Amor e Trevas”.

Amos Oz

Amos Oz

4 – António Lobo Antunes – Maior prosador português vivo. Autor de “Arquipélago da Insônia”.

5 – Bob Dylan – Americano. Seria um Nobel de Literatura mais pop.

6 – Cees Nooteboom – Holandês. Autor de “A Seguinte História”.

7 – Cormac McCarthy – Americano. Autor de um brilhante romance shakespeariano, “Meridiano Sangrento”. Autor do primeiro time às vezes visto como do segundo.

8 – Don DeLillo – Americano. Tão notável como Roth e John Updike, mas não tão canônico. Autor de “Homem em Queda” (sua resposta literária ao 11 de Setembro).

9 – Haruki Murakami – Japonês. Tudo indica que há um lobby pró-autor do sofrível mas cult “1q84”.

10 – Ian McEwan – Inglês. O romance “Reparação” tem poucos páreos nos últimos 30 anos. É um romance brilhantíssimo.

11 – Ismail Kadaré – Albanês. Autor de “O Jantar Errado”.

12 – Joyce Carol Oates – Americana. A mais brilhante escritora americana viva, altamente produtiva. Autora de “A Filha do Coveiro”.

13 – Margaret Atwood – Canadense. Autora de “O Conto da Aia”. Tão boa escritora quanto Alice Munro e ótima crítica literária.

14 – Mia Couto – Moçambicano. Autor de “O Último Voo do Flamingo”.

Mia Couto

Mia Couto

15 – Milan Kundera – Tcheco. Escreve em francês. Um gênio literário subestimado pelo fato de ter se tornado popular com “A Insustentável Leveza do Ser”. Também grande crítico literário; na realidade, ensaísta.

16 – Ngugi wa Thiong’o – Queniano. Autor do celebrado romance “Sonhos em Tempos de Guerra — Memórias de Infância”.

17 – Philip Roth – Americano. Autor de dois livros importantes: “O Complexo de Portnoy” (filho americano de, quem sabe, Jonathan Swift) e “O Teatro de Sabbath”.

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Philip Roth

18 – Salman Rushdie – Indiano. Autor de “Versos Satânicos”. Corre-se o risco de a Academia Sueca premiá-lo por motivos políticos (perseguição dos iranianos) e não razões literárias (é, de fato, um grande escritor).

19 – Thomas Pynchon – Americano. Autor de “O Arco-Íris da Gravidade” e “Vício Inerente”. Se vencer, iria receber? É um problema para a Academia Sueca.

20 – Umberto Eco – Italiano. Subestimado como escritor, como Kundera, por ter se tornado popular com “O Nome da Rosa”. Precisa ser lido com mais abertura mental.

Umberto Eco

Umberto Eco

(A lista é do “Estadão”; os comentários, do Jornal Opção. Faltam outros escritores, claro; por exemplo, Martin Amis. Pode pintar surpresas, como em outros anos.)

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