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Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio vão retomar parceria em ‘Killers of the Flower Moon’

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O ator Leonardo DiCaprio e o diretor Martin Scorsese comparecem à estreia de ‘Ilha do medo’, em 2010 — Foto: Peter Kramer/AP Photo

 

Sexto filme da dupla vai se basear no célebre livro de não ficção do jornalista e escritor David Grann. Trama retrata massacre indígena dos anos 1920 e início das atividades do FBI.

Publicado no G1

O cineasta Martin Scorsese e o ator Leonardo DiCaprio vão voltar a trabalhar juntos no thriller “Killers of the Flower Moon”, anunciou nesta quarta-feira (24) o estúdio Imperative Entertainment em comunicado.

O projeto, baseado no livro homônimo de não ficção lançado em 2017 pelo jornalista e escritor David Grann, será o sexto filme em comum para ambos após “Gangues de Nova York”, “O Aviador”, “Os Infiltrados”, “Ilha do Medo” e “O Lobo de Wall Street”.

“Quando li o livro de David comecei a visualizá-lo imediatamente: as pessoas, os cenários, a ação… Sabia que tinha que transformá-lo em um filme”, disse Scorsese na nota.

“Estou entusiasmado por levar esta perturbadora história americana para a grande tela”, acrescentou.

A trama se desenvolve em Oklahoma durante a década de 1920 e gira em torno dos membros da tribo indígena nação Osage, logo após o descobrimento de poços petrolíferos em suas terras.

Seus integrantes foram assassinados um por um, e o recém criado FBI (polícia federal americana) assumiu a investigação do caso sem imaginar a conspiração que teria que enfrentar.

Scorsese será também produtor do longa junto com Dan Friedkin, Bradley Thomas, Emma Tillinger Koskoff e a Appian Way Productions.

Já o roteiro do filme ficou a cargo de Eric Roth, enquanto a previsão é que as filmagens comecem no verão do próximo ano nos Estados Unidos.

DiCaprio está atualmente rodando “Once Upon a Time in Hollywood”, de Quentin Tarantino, e Scorsese finaliza a pós-produção do drama criminal “The Irishman” para a Netflix.

Stranger Things: Netflix e Dark Horse fecham parceria para HQs da série

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Publicado no Aficionados

É, nos próximos anos Stranger Things deve se concretizar como uma grande franquia. Apenas alguns dias após anunciar que o programa vai ganhar uma série de livros pela Penguin Random House e videogames pela Telltale Games, a Netflix fechou uma nova parceria: com a Dark Horse.

Isso mesmo, Stranger Things vai ganhar histórias em quadrinhos. E, pelo visto, a parceria foi fechada para “vários anos”.

As aventuras de Will no Mundo Invertido

O anúncio da nova parceria foi feito pela EW nessa segunda-feira, e segundo o veículo, ela consiste em uma “linha de publicações de vários anos”!

Os primeiros quadrinhos – a serem lançados já a partir de setembro – vão explorar as aventuras de Will Byers (Noah Schnapp) depois que ele foi transportado para o extra-dimensional Mundo Invertido. Ao todo, quatro HQs vão contar um pouco do que Will vivenciou na experiência aterradora.

A narrativa não foi apresentada na série, que apenas mostrou o que aconteceu no mundo “normal” enquanto Will estava desaparecido, mas não abordou o que de fato aconteceu com ele entre o momento em que foi sequestrado pelo Demogorgon e o momento em que sua mãe o resgata.

Em declaração oficial, a Dark Horse afirmou que os quadrinhos serão:

“Uma oportunidade de explorar o misterioso mundo de Hawkins, Indiana.”

O presidente da Dark Horse, Mike Richardson, também se pronunciou na declaração:

“A Dark Horse é conhecida por histórias e contadores de histórias campeões. Nós estamos tão empolgados em trabalhar com a Netflix para trazer o mundo de Stranger Things para os quadrinhos.”

As primeiras quatro HQs terão texto de Jody Houser, ilustração de Stefano Martino, pintura de Keith Champagne, cores por Lauren Affe e letreiros por Nate Piekos.

A EW ainda divulgou prévias das primeiras edições, com capas assinadas por Kyle Lambert, Rafael Albuquerque e Aleksi Briclot.

A primeira HQ de Stranger Things tem lançamento marcado para o dia 26 de setembro.

Livraria Cultura e Saraiva passam a vender dentro do Mercado Livre

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Livraria Cultura (foto), que foi pioneira no e-commerce, tem focado suas atenções em diversificar seus canais de venda.  Hugo Harada/Gazeta do Pov

Livraria Cultura (foto), que foi pioneira no e-commerce, tem focado suas atenções em diversificar seus canais de venda. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Parcerias fortalecem atuação do Mercado Livre no segmento literário e aproximam a empresa dos grandes negócios

Publicado na Gazeta do Povo

Apesar de ter crescido como uma plataforma para que pessoas físicas e pequenas empresas pudessem anunciar seus produtos, o Mercado Livre tem se aproximado cada vez mais dos grandes negócios. A empresa fechou parcerias com a Livraria Cultura e a Saraiva para que ambas vendam livros dentro do site do Mercado Livre. São parcerias que fortalecem o e-commerce do Mercado Livre no segmento literário e também dão continuidade ao projeto da empresa de ser o maior site de comércio eletrônico do país.

A Livraria Cultura fechou a parceira com o Mercado Livre neste mês. A empresa colocou à venda mais de 30 mil livros no site do Mercado Livre, com a possibilidade de expandir para até 250 mil títulos. Já em agosto, foi a vez da Saraiva anunciar a parceria com a gigante do comércio eletrônico. A livraria colocou, no primeiro mês, mais de mais de 20 mil livros de literatura nacional e em língua estrangeira à venda na plataforma do Mercado Livre. Hoje, as obras já passam de 70 mil.

Além da Cultura e da Saraiva, o Mercado Livre já conta com a parceira da Livrarias Curitiba e da Livraria Martins Fontes. A empresa paranaense começou a vender no Mercado Livre em junho e já oferece mais de 20 mil livros. A Martins Fontes entrou no e-commerce de origem argentina em setembro e oferece, atualmente, mais de 50 mil obras.

O Mercado Livre conta com mais de 4 milhões de livros anunciados em sua plataforma, o que inclui os títulos disponibilizados por pessoas físicas e pequenos e médios negócios. No ano passado, esse número era de 2,3 milhões.

Livros da Fuvest estão disponíveis para download gratuito

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As obras foram disponibilizadas em parceria com um site de estudos

Publicado no R7

 Agora é só questão de ler esses clássicos Sérgio Neves/15.10.2009/Estadão Conteúdo

Agora é só questão de ler esses clássicos Sérgio Neves/15.10.2009/Estadão Conteúdo

Estão disponíveis para download gratuito quatro dos nove livros obrigatórios para o vestibular da Fuvest 2017, exame de ingresso para a Universidade de São Paulo (USP). A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual da Educação, que disponibiliza os títulos em uma parceria com o site universia (www.universia.com.br).

A lista obrigatória da Fuvest inclui “Iracema” (José de Alencar) “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (Machado de Assis), “A cidade e as Serras” (Eça de Queirós), “O Cortiço” (Aloizio de Azevedo), “Capitães da Areia” (Jorge Amado), “Vidas Secas” (Graciliano Ramos), “Claro Enigma” (Carlos Drummond de Andrade), “Sagarana” (Guimarães Rosa) e Mayombe (Pepetela).

Veja o resumo dos livros disponíveis para download:

Iracema: romance indianista, narra a relação proibida entre Iracema, índia da tribo tabajara e Martin, um dos primeiros colonizadores da região.

A Cidade e as Serras: a viagem de Jacinto Torres, morador de Paris e adepto do progresso e da civilização às Serras portuguesas de seus antepassados é o mote do livro.

O Cortiço: expoente do movimento naturalista brasileiro, a obra conta os esforços de João Romão rumo ao enriquecimento, dono de um cortiço no Rio de Janeiro.

Memórias Póstumas de Brás Cubas: o defunto-autor Brás Cubas relembra de forma irônica amores, arrependimentos e a ideia que poderia mudar a própria vida.

Depois de anunciar saída do país, Fnac agora diz que procura parceiros

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Presidente da Fnac Alexandre Bompard - Eric Piermont / AFP

Presidente da Fnac Alexandre Bompard – Eric Piermont / AFP

 

Filial brasileira da varejista mudou versão da matriz francesa

João Sorima Neto e Roberta Scrivano, em O Globo

SÃO PAULO – Diferentemente do comunicado feito ontem pela matriz francesa, a filial brasileira da Fnac informou nesta quarta-feira, em comunicado, que não está saindo do Brasil. No texto, a varejista diz que iniciou um processo de busca por eventuais parceiros locais para reforçar sua operação no país. Desde o fim do ano passado, a Fnac passou a abrir lojas através da formação de joint ventures com parceiros locais para se expandir. Isso já aconteceu em países como Qatar e Marrocos.

“A operação brasileira precisa ter um tamanho crítico no sentido de ser relevante e reforçar sua posição de mercado. Devido a isso, a Fnac iniciou um processo ativo de busca de parceiro local para continuar e reforçar sua operação no país”, diz o comunicado da filial brasileira.

Atualmente, a operação brasileira da Fnac conta com 12 lojas, além das vendas online, e representa cerca de 2% da operação mundial da varejista. Há anos, a operação brasileira é deficitária e a busca por parceiros visa restaurar a rentabilidade da rede. A recessão que atingiu o país e fez encolher a renda dos brasileiros derrubou as vendas da varejista, que comercializa produtos culturais, como livros, DVDs, CDs além eletroeletrônicos.

Claudio Felisoni, presidente do Instituto Brasileiro do Varejo (Ibevar), explica que a crise econômica nacional tem derrubado sistematicamente as vendas no varejo geral desde o último trimestre de 2014. Como o negócio da Fnac é a venda de bens duráveis (eletrônicos) e itens ligados à cultura, a rede sofreu ainda mais com a crise, avalia.

— Para comprar bens duráveis é preciso que haja emprego ou confiança na manutenção do emprego, além de juro baixo e crédito. Não temos esse cenário no Brasil há alguns anos. Já os itens ligados à cultura são os primeiros cortados do orçamento quando a renda está menor. Essa situação levou a Fnac ao reposicionamento estratégico que será uma eventual saída do mercado brasileiro ou dividir o risco com um parceiro local — analisou Felisoni.

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), embora o anúncio de reposicionamento no Brasil não fosse esperado, a manobra da matriz, de querer fechar uma operação que contribui pouco para o resultado total, é uma estratégia comum às multinacionais.

— Parece ser uma decisão corporativa. Como o mercado brasileiro é pouco representativo para a operação global da Fnac e acaba dando muito trabalho, assumem a postura de multinacional de encerrar a operação ou buscar um parceiro para concentrar forças onde está a principal parte do negócio — disse Terra.

De acordo com um porta-voz da empresa, por enquanto, não existe nenhuma conversa em andamento no Brasil. Se nos próximos dois ou três anos não for possível formar estas parcerias, aí sim a varejista poderá encerrar suas operações no país.

Um das possibilidades de parceria seria fechar acordos com shoppings centers que desejam ter uma unidade da Fnac em suas dependências. A Fnac já recebeu este tipo de proposta, mas antes não havia interesse. Agora, a rede vai passar a olhar com mais atenção esse tipo de associação, em que o próprio shopping banca a instalação da loja.

Desde o ano passado, a Fnac já vinha mudando no Brasil. Para tocar a operação no país, a empresa indicou Cláudia Elisa Soares, que trabalhou na AmBev, por 17 anos, Grupo Pão de Açúcar e Votorantim Cimentos. Ela foi contratada para reestruturar a operação, incluindo o varejo e as vendas online.

Sem conseguir reverter uma queda de 7,5% nas vendas no ano passado – praticamente o dobro de 2015 – a matriz contratou Arthur Negri, ex-presidente da Blockbuster, para substituir Cláudia.

A Fnac está no Brasil desde 1998, quando comprou o Ática Shopping Cultural, em Pinheiros, São Paulo, e no ano seguinte abriu sua primeira loja no mesmo endereço.

Numa conferência de imprensa realizada para apresentação dos resultados anuais do grupo, na terça-feira, a empresa relatou um resultado equilibrado (zero) em 2016, impactado pela aquisição da Darty, em julho passado, rede de lojas de eletrodomésticos, computadores, tevês e equipamentos de áudio. As vendas conjuntas aumentaram 1,9% para 7,41 bilhões.

A aquisição da Darty deve resultar em sinergias de € 130 milhões por ano, ao final de 2018. Mas existe preocupação por parte dos sindicatos franceses de que centenas de vagas sejam fechadas, já que a Fnac tem 8.816 funcionários na França e a Darty possui 10.337 empregados.

“Os resultados de 2016 da Darty Fnac são muito fortes e em crescimento. Todos os indicadores estão verdes”, escreveu o CEO da Fnac Alexandre, Bompard Darty, em comunicado.

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