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Posts tagged pedofilia

Nova biografia de Lewis Carroll nega suposta pedofilia do escritor

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Ainda em vida, autor de ‘Alice no país das maravilhas’ era alvo de acusações sobre abuso de menores

Lewis Carroll carregou fama de um homem interessado por garotas pequenas, apesar de supostas provas serem confusas - Acervo / Lewis Carroll Society

Lewis Carroll carregou fama de um homem interessado por garotas pequenas, apesar de supostas provas serem confusas – Acervo / Lewis Carroll Society

Publicado em O Globo

RIO – Uma nova biografia sobre Lewis Carroll promete mudar a opinião de muita gente sobre a imagem do autor como um suposto pedófilo. Com pesquisa de 40 anos, cartas e relatos inéditos que supostamente colocariam abaixo a tese de que o autor de “Alice no país das maravilhas” tinha “interesse doentio por meninas”, “Lewis Carroll: the man and the circle”, de Edward Wakeling, sai no fim do ano.

Longe de ser a primeira obra que se debruça sobre a vida do escritor, a nova biografia se debruça em uma base de mais de 6 mil correspondências e relatos e nega que Carroll fotografasse meninas nuas, entre outras acusações. Entre os arquivos, estão material escrito por Alice Liddell, a menina que inspirou a personagem Alice.

No livro, Wakeling (especialista na história do autor e ex-diretor da Lewis Carroll Society) se volta para o círculo social de Carroll para preencher lacunas deixadas pelas biografias anteriores. Além dos textos, o autor expõe milhares de documentos que colecionou ao longo de quatro décadas para escrever o livro.

“Carroll se dava bem instantaneamente com crianças. Ele queria educá-las. Especialmente as meninas, a quem considerava um desperdício de talento por não irem à escola”, disse ele ao ‘Guardian‘. “A mortalidade na época era alta. Pais queriam ter registros dos filhos, por conta disso. Querendo retratá-los como anjos, eles geralmente apareciam nus. Ele tirou cerca de 30 destas, mas sugerir que foram centenas, por interesse próprio, é errado.”

Wakeling também criticou biografias anteriores, que se guiaram por “boatos”, segundo ele.

Michael Jackson morreu virgem, diz nova biografia do cantor

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Publicado no UOL

Michael Jackson morreu virgem, segundo uma nova biografia do cantor escrita pelo ex-editor da “Rolling Stone” Randall Sullivan. De acordo com o jornal “New York Times”, no livro “Intocável: A Estranha Vida e a Trágica Morte de Michael Jackson”, o escritor relata que o artista nunca teve relações sexuais.

“Ele morreu como um virgem de 50 anos e nunca teve relação sexual com qualquer homem, mulher ou criança, o que o colocou num estado de solidão que era uma grande parte do que o fez tão único como artista e tão infeliz como ser humano”, escreveu Sullivan ao comentar as acusações de pedofilia que pairam sobre Jackson.

O escritor ainda comentou a respeito da turnê “This Is It’, que estava sendo elaborada pelo cantor pouco antes de sua morte, em 2009. Segundo fontes envolvidas na produção, os shows iriam ajudá-lo a se estabilizar financeiramente. E para Kenny Ortega, diretor do espetáculo, com a turnê Jackson poderia recuperar “sua dignidade como artista”.

Ex-vedete brasileira lança livro na Noruega

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Jussara Calmon – ex-vedete lança livro na Noruega /Foto: Arquivo pessoal


Bruno Astuto, na Revista Época

Musa do extinto jornal O Pasquim, precursora dos seios de fora no Carnaval carioca e estrela do primeiro filme erótico nacional, Coisas Eróticas, que está completando 30 anos, Jussara Calmon está na Noruega para lançar a biografia Jussara Calmon – Muito Prazer, escrita por Fábio Fabrício Fabretti, em que narra os episódios de sua trepidante vida.

“Lancei para a comunidade latina em Aalesund (onde mora com o marido) e, no fim de novembro, vou levar o livro para uma cidade que se chama Mold. Em 2013, vamos fazer o lançamento em Oslo e Bergen com a ajuda da embaixada do Brasil daqui. O livro está tendo muita procura pelos brasileiros que moram aqui e os noruegueses estão bem curiosos”, diz Jussara à coluna.

“Já estou estudando propostas de editoras daqui que estão interessadas em traduzi-lo”, adianta a autora, que na publicação relata a violência do pai alcoólatra, os abusos do tio pedófilo, o trabalho como empregada doméstica e a vida nas ruas do Espírito Santo. Entre as passagens mais picantes, está o encontro com o ator americano Robert de Niro. “Ele ficou cinco dias atrás de mim até conseguir um encontro. Quando cheguei ao quarto, fui recebida por um rapaz brasileiro. De repente, Robert saiu de dentro do armário com uma toalha amarrada na cintura. Ele era um parque de diversões na cama”, conta.

Igreja russa pede debate sobre pedofilia em livros clássicos

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Publicado originalmente no Terra

Vsevolod Chaplin, importante autoridade da igreja ortodoxa russa, pediu um debate sobre o suposto teor pedófilo em dois clássicos da literatura: Lolita, de Vladimir Nabokov, e Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.

“Temos que debater para determinar em que medida estas obras justificam a pedofilia. É um fato que no Ocidente houve um opinião muito negativa sobre elas, e depois mudou”, afirmou em entrevista à rádio Echo de Moscou. “Chegou o momento de uma revolução moral, ou uma contrarrevolução se você preferir”, disse.

O romance de Nabokov, que conta a obsessão de um homem com uma adolescente de 12 anos, provocou escândalo ao ser lançado em 1955. A obra do colombiano García Márquez aborda o tema do incesto.

Mas as declarações de Chaplin revoltaram os escritores russos. “Em seguida vamos verificar se na literatura, desde Homero até os grandes clássicos russos, há sinais de violência, pedofilia e outras coisas inaceitáveis”, comentou com ironia o historiador Nikolai Svanidze.

Boris Akunin afirmou que a igreja ortodoxa não deve interferir nos “temas seculares e literários”. Mikhail Chvydkoi, ex-ministro da Cultura, afirmou que uma resposta à proposta de Chaplin seria “prejudicial para a Rússia”.

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