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Bienal do Livro de São Paulo: 17 dicas de sobrevivência para aproveitar a feira

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Publicado no Metro Jornal

A 25ª Bienal do Livro de São Paulo começa nesta sexta-feira (3) e finalmente você vai poder mergulhar em todo esse mar de livros. Mas como sobreviver às longas caminhadas e extensas filas durante um dia inteiro no Pavilhão do Anhembi? Calma meu caro padawan, você não está sozinho nessa: o Metro Jornal te dá as dicas para você se previnir antes de sair correndo Bienal a dentro. Dá só uma olhada:

1. Vá com uma roupa confortável

Sim, isso é tão importante que é o item que abre nossa lista: a roupa precisa ser confortável. Se você escolher aquela calça muito justa, por exemplo, as chances de ficar cansado rápido são grandes. Por isso, dê preferência a peças de algodão, pois elas permitem que o corpo respire. Se estiver frio, escolha uma blusa que não seja muito pesada, porque o pavilhão fica lotado – e quente.
2. Mais importante ainda: vá com um CALÇADO confortável

Mais importante que uma roupa confortável, o calçado deveria ser tratado como o protagonista do dia. Isso porque se você não escolher bem o seu tênis, não vai aguentar as longas caminhadas e vai querer voltar pra casa antes do meio-dia. É, não invente de escolher outra coisa para botar no pé.

3. Cosplayers: atenção à bagagem

Ok, ok, você não vai querer seguir as dicas acima porque vai fazer cosplay. Nesse caso, a dica é a do “somente o necessário”, literalmente. Leve somente a maquiagem e as peças que for realmente utilizar, para não precisar ficar arrastando peso à toa.

4. Vá com uma mochila de costas

Se você pretende comprar vários livros, a melhor coisa a se fazer é ir com uma mochila de costas. Bolsas e sacolas cansam mais rápido; já a mochila distribui melhor o peso.

5. Compre seu ingresso antecipadamente

Os ingressos para a 25ª Bienal do Livro de São Paulo podem ser adquiridos diretamente no site oficial do evento. Essa é uma dica valiosa, porque se você deixar para comprar na hora, as chances de pegar uma fila beeem demorada são grandes. Acredite, dependendo do horário ela pode chegar até 3h de espera.

6. Não esqueça os documentos

Roupas confortáveis, mochila nas costas, ingresso na mão: está faltando alguma coisa? Sim, os documentos. Se você é estudante, não esqueça de sua carteirinha, para comprovar na hora da entrada. Funcionários do Sesc, professores, idosos, crianças menores de 12 anos e autores previamente cadastrados têm entrada gratuita.

7. Leve comida

A comida na Bienal tem fama de ser cara, então se você não quer gastar com outras coisa que não os livros, leve algo para comer. Dê preferência a frutas – principalmente aquelas que você não precisa descascar – e algum sanduíche feito em casa.

8. Beba água

Se você é veterano de Bienal, já deve ter passado por isso: vai chegando o final da tarde e a cabeça começa a doer. Não, não é só por causa da multidão ou do cansaço. Muitas vezes é o corpo clamando por água. Então não subestime a importância de se hidratar. Aliás, justamente por conta da quantidade de água que você for beber, vai aí uma parte B dessa dica: não espere ficar muito apertado para ir ao banheiro. Como você vai seguir a regra de ouro de beber água sempre, não vai querer ficar 20 minutos esperando para se aliviar.

9. Leve o carregador do celular

A Bienal é um evento que ocorre a cada dois anos, então é comum querer registrar todos os momentos. Se a bateria do celular acabar, não se desespere, porque lá na Bienal tem um lounge com espaço para descansar e pontos para recarregar o telefone.

10. Verifique o trajeto que você vai fazer

Antes de sair de casa, é bom dar uma checada no trajeto que você vai fazer até o Pavilhão do Anhembi. Um ônibus gratuito levará o público da estação Portuguesa-Tietê, da linha 1-Azul do Metrô, até a Bienal. Aos finais de semana, a estação Palmeiras-Barra Funda, da linha 3-Vermelha do Metrô, também contará com os ônibus até a feira. Caso você vá de carro, o estacionamento por lá custa R$ 40. Para motos, é R$ 30.

11. Vai com amigos? Combine um ponto de encontro

Isso vale tanto para antes de entrar, quando lá dentro: a Bienal é enorme e é muito fácil se perder. Então aproveite o momento em que vocês estão juntos logo no início do dia para combinar um ponto de fácil acesso e identificação para encontrar a galera caso alguém se perca.

12. Pegue um mapa

Sim, é tão grande que, para economizar tempo, é bom pegar um mapa da Bienal lá na entrada – ou baixar na internet mesmo – e checar onde fica a editora daquele livro que você tanto quer. Caso tenha esquecido de pegar antes e não está conseguindo fazer o download, não se desespere, porque dentro do pavilhão existem alguns cartazes enormes com o mapa completo da feira.

13. Não compre no primeiro estande

Essa é importante para quem quer voltar com uma montanha de livros para casa. Dê uma pesquisada antes, porque às vezes você pode encontrar o mesmo título por um preço mais em conta em outra distribuidora. Parte B desta dica: se você é daqueles que abriram a Bienal, vá primeiro nos estandes das editoras mais ‘badaladas’, porque elas costumam ficar abarrotadas de gente no meio da tarde, especialmente aos finais de semana.

14. Leve dinheiro em espécie

E se você não quer perder tempo na fila do pagamento, levar o dinheiro trocado pode ser uma mão na roda. Geralmente, quem não vai pagar com cartão passa na frente.

15. Faça uma lista com quais livros são prioridade

Cuidado para não ir à falência antes do fim do mês. Se você quer mesmo comprar muitos livros, faça uma lista antes de sair de casa com quais são prioritários – assim, caso você atinja sua meta de gastos antes do tempo previsto, vai poder descartar de forma mais fácil.

16. Cheque a programação

Ao verificar a programação, você vai notar que a Bienal vai além de uma grande feira de livros. Ela é um espaço onde rolam muitos eventos culturais – alguns, inclusive acontecem ao mesmo tempo. Então vale dar aquela conferida, para você não perder a passagem do seu autor favorito.

17. Em casos de autógrafos, tenha paciência

Chegou na fila de autógrafos? Tenha paciência, afinal, tudo na Bienal é cheio mesmo. Este ano, para conseguir uma assinatura do seu autor favorito, os leitores precisavam pegar uma senha online, que foi distribuída no mês passado. A maioria delas estão esgotadas, mas atenção: geralmente, essas senhas são para a Arena Cultural. Algumas editoras promovem um encontro para um número menor de participantes no próprio estande, então é bom passar nelas para perguntar.

Seis vezes Nicholas Sparks

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Arqueiro e Novo Conceito choram (de alegria) com as vendas de Sparks

Cassia Carrenho, no PublishNews

Os livros de Nicholas Sparks costumam arrancar lágrimas dos olhos de seus leitores aficionados. Já para as duas editoras de Sparks no Brasil, Arqueiro e Novo Conceito, os romances trazem só alegria.
Afinal, entre a Arqueiro, que venceu o leilão em 2011 e adquiriu os direitos dos livros no Brasil, e a Novo Conceito, que detém os direitos de alguns livros anteriores, essa semana foram seis livros do autor nas listas de mais vendidos: pela Arqueiro, Uma longa jornada (estreando no 5º lugar da lista geral), O guardião e Uma curva na estrada venderam juntos 3.736; pela Novo Conceito, Um porto seguro, A escolha e A última música, 2.799. É para chorar. De alegria.

Outro destaque da semana foi o livro Getúlio 1930-1945, segundo volume escrito por Lira Neto, lançado pela Companhia das Letras, que ficou em 2º lugar da lista de não ficção.

A BestBolso, selo da Record, também se destacou com três novos livros na lista de autoajuda: O poder do subconsciente, Dalai Lama todos os dias e Meditações para a noite. Todos são da coleção Pegue & Leve Saraiva.

No ranking das editoras, a Sextante manteve a primeira posição com 14 livros, mas a 2ª colocada foi a Record, com 10, deixando a Intrínseca em 3º lugar, com 9. Vergara & Riba vem em 4º lugar, graças aos diários do banana, e, empatados em 5º lugar, Globo e Novo Conceito, com 6 livros cada.

Como transformar um livro em um belo esconderijo

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Publicado originalmente no HypeScience

Ladrões dificilmente roubam livros quando invadem casas. A princípio, ladrão algum vai se interessar por seus romances e trilogias ou por suas enciclopédias. Suas prateleiras podem ser os últimos lugares em que ele vai mexer. Por isso mesmo é que os livros são esconderijos perfeitos.

Se quiser guardar pertences valiosos em casa e, ao mesmo tempo, parecer inteligente, faça isso. Mas vai doer: você precisará cortar uma área vertical do capítulo 2 ao capítulo 15. Só resta decidir qual será o livro-vítima.

Materiais e ferramentas necessárias

  • um livro de capa dura
  • uma cola branca
  • uma pequena vasilha ou pote
  • um rolo de filme plástico para embalar alimentos
  • uma lâmina afiada (de preferência uma faca)
  • um pincel
  • um lápis e uma régua
  • uma furadeira
  • um objeto pesado e mais largo que a capa do livro

Dificuldade e custos
Em uma escala de 1 a 10, essa tarefa tem um nível 4 de dificuldade. E os custos giram em torno de R$ 10 a 30. Para reduzir os gastos, não use primeiras-edições, livros raros ou autografados. Fica a dica. Avisar nunca é demais!

Construindo seu esconderijo
Pegue o livro: quanto maior, melhor. Dê preferência para livros que tenham pelo menos 300 páginas e que tenham capa dura. Isso facilitará o trabalho.

Misture a cola: faça uma solução de cola branca com um pouco de água – uma parte de cola para duas partes de água – em uma vasilha. A aparência final deve ficar semelhante à viscosidade de tinta acrílica.

Isole as páginas: agrupe as primeiras 20 páginas do livro com o plástico e se certifique de que estejam bem emboladas de todos os lados. Repita o processo para as últimas 20 páginas.

Passe cola: cubra os três lados das páginas restantes com a mistura de cola. Feche o livro, coloque o objeto pesado em cima e espere secar.

Corte: depois de seco, abra o livro e as páginas revestidas pelo plástico. Utilizando a régua e o lapis, marque a primeira página – daquelas que você passou cola nas laterais – com as margens que você desejar. Coloque o livro sobre uma superfície firme, segure e utilize a furadeira para furar as intersecções do seu desenho das margens. Pare antes de atingir as páginas plastificadas.

Cave: a ideia aqui é utilizar os buracos para que sirvam de pontos de entrada para a lâmina, que tirará o volume do livro. Cave e tenha cuidado para não estragar as partes das páginas que não devem ser retiradas. Se quiser, pode utilizar uma serrinha.
Limpe e cole: termine de limpar as páginas da cavidade e pinte-as com a mistura de cola. Feche o livro, coloque o peso em cima e espere secar.

Adicione uma última camada: uma vez que esteja seco, pinte mais uma vez as páginas e as laterais com a mistura de cola. Feche o livro e espere secar.

Esconda: quando tudo estiver seco, remova os plásticos e coloque o que desejar no espaço interno, como joias, dinheiro e o que mais for possível. Agora é só pôr na prateleira.

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