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Alunos da UFPI assistem aula em almoxarifado por falta de salas

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Campus de Parnaíba é o segundo maior da Universidade Federal do Piauí.
As 740 turmas do próximo período contam com 33 salas de aula.

Patrícia Andrade, no G1

Alunos e professores do Campus Universitário de Parnaíba, no Litoral do Piauí, denunciam a falta de estrutura para as atividades de ensino, pesquisa e extensão. No segundo maior campus da Universidade Federal do Piauí, os mais de 4.300 alunos estão com número reduzido de salas de aulas, acervo bibliográfico e material pedagógico insuficiente. Alunos do curso de Psicologia estão assistindo aula no almoxarifado. Outras turmas chegaram a ser improvisadas no auditório e em salas do Departamento de Recursos Humanos.

Alunos do curso de Psicologia assistem aula em almoxarifado, local improvisado (Foto: Patrícia Andrade/G1)

Alunos do curso de Psicologia assistem aula em almoxarifado, local improvisado (Foto: Patrícia Andrade/G1)

Os professores e alunos disputam três datas show disponibilizados pela universidade. Não há ônibus suficiente para atender as atividades de campo. “Precisamos de um ônibus semana passada para uma atividade de campo e não conseguimos. A atividade será feita porque o prefeito disponibilizou um veículo”, disse a estudante Janaína Leocadio, do 6º bloco do curso de Turismo.

Nos 11 cursos de graduação ofertados no campus de Parnaíba há pelo menos 740 turmas formadas para o início do próximo período letivo em outubro. A direção tem feito uma verdadeira manobra para distribuir as turmas em apenas 33 salas de aulas.
O Diretório Central dos Estudantes chegou a elaborar uma carta aberta à toda comunidade relatando todos os problemas na universidade.

De acordo com o diretor do campus, Prof. Alexandre Marinho, o processo com todas as necessidades do campus foram enviadas ainda em fevereiro para a administração superior, inclusive, com a demanda real das salas, mas até agora o projeto não foi executado. Segundo ele, às segundas-feiras há 65 turmas das 20h às 22h para serem distribuídas em 33 salas e nos demais dias da semana a situação não chega a ser diferente.

Diretor do campus diz que todas as necessidades do campus foram enviadas à administração superior (Foto: Patrícia Andrade/G1)

Diretor do campus diz que todas as necessidades
do campus foram enviadas à administração
superior (Foto: Patrícia Andrade/G1)

“Nós mandamos todo o planejamento previsto para o campus e suas necessidades. No processo que foi enviado para a reitoria pedimos 73 terceirizados e no edital da licitação foram colocados apenas 59. A área do campus, que é de 45.340 m², foi colocada no edital como apenas 13 mil m². Está claro que há um boicote ao campus de Parnaíba com editais nesse formato para minar a gestão”, desabafou o diretor.

O analista de sistema Daniel Rocha, presidente do Sindicato dos Servidores Técnicos da UFPI em Parnaíba, questiona o formato dos contratos com as empresas terceirizadas e a falta de concurso público para atender o déficit de servidores efetivos.

“Estamos assistindo o sucateamento do campus. Foram feitos dois aditivos no contrato com a empresa anterior a essa que está atualmente. Então há todo um formato estranho que não dá para entender. É como se houvesse uma proteção a essas empresas”, disse Daniel.

José Arimatéia Dantas Lopes, reitor da UFPI, diz que projeto para novas salas está em andamento (Foto: Patrícia Andrade/G1)

José Arimatéia Dantas Lopes, reitor da UFPI, diz que
projeto para novas salas está em andamento
(Foto: Patrícia Andrade/G1)

Procurada pela G1, a administração superior da universidade disse que não há diferenciação entre os campi e que pelo menos 50% dos processos enviados pelo Campus Universitário de Parnaíba já foram atendidos. O reitor da UFPI, José Arimatéria Dantas, disse que todos os processos cumprem os procedimentos previstos na legislação.

Sobre a construção de novas salas de aula, o reitor disse que o projeto está em fase de finalização para que seja licitado, mas não deu prazos para a execução das obras. Já sobre a terceirização de alguns serviços, o reitor disse que as empresas são contratadas para atender a demanda de cargos que já foram extintos como servente de limpeza, cozinheiro e motorista.

A administração superior da UFPI disse ainda que entregará, no próximo mês, quatro ônibus para os Campi de Parnaíba, Picos, Floriano e Bom Jesus.

Unidade de pisicultura permanece fechada e alunos fazem estágio no CE (Foto: Janaina Leocadio)

Unidade de pisicultura permanece fechada e alunos
fazem estágio no CE (Foto: Janaina Leocadio)

A Unidade de Piscicultura está desativada e segundo o diretor Alexandro Marinho está faltando equipamento para os laboratórios e ainda a ativação dos tanques. O espaço seria uma extensão para o curso Engenharia de Pesca, que só é ofertado no Campus de Parnaíba. “Os estudantes estão fazendo as atividades de estágio em Pentecoste, no Ceará, a mais de 400 quilômetros e custeando as despesas da viagem porque a unidade não tem condições ainda”, disse.

O reitor José Arimatéia Dantas disse que o local está pronto e equipado para receber as atividades.

Paralisação de serviços
Uma recente paralisação dos servidores terceirizados deixou a instituição sem manutenção e limpeza. Os trabalhadores contratados por meio da empresa Mafra Manutenção Serviços de Conservação e Limpeza Ltda estão com as atividades paralisadas há mais de uma semana. Eles alegam que há dois meses não recebem os salários, equipamentos de proteção individual e que a empresa não tem depositado o FGTS e pago outros benefícios como salário família, ticket alimentação e vale transporte.

Estudantes fizeram a limpeza de alguns espaços do campus (Foto: Reprodução/Facebook)

Estudantes fizeram a limpeza de alguns espaços do campus (Foto: Reprodução/Facebook)

Com a suspensão dos serviços, o Restaurante Universitário permanece fechado. Banheiros e salas estão sem limpeza há vários dias. Por uma semana, o Campus também ficou sem água porque a bomba do reservatório queimou.

O G1 esteve no campus e constatou a sujeira espalhada pela instituição e banheiros sujos. Alguns laboratórios para o ensino de Microbiologia e Fisiologia Humana estavam sem manutenção e com diversos materiais de alto risco de contaminação expostos. A limpeza foi suspensa com a paralisação dos servidores terceirizados.

Lixo dos laboratórios ficaram expostos durante a paralisação dos servidores (Foto: Patrícia Andrade/G1)

Lixo dos laboratórios ficaram expostos durante a paralisação dos servidores (Foto: Patrícia Andrade/G1)

O atendimento na Clínica de Fisioterapia também ficou comprometido. Pelo menos 200 pessoas são atendidas no espaço que é uma extensão para as atividades do curso de Fisioterapia que é ofertado apenas no Campus de Parnaíba.

“Algumas estagiárias da clinica estão apenas recolhendo o lixo e mantendo os setores organizados. Como não tem ninguém na recepção, os estagiários ficam se revezando nos horários livres e ficam lá porque sempre aparece alguém querendo informação ou colocar o nome na lista de espera”, relatou a estudante Luiza Couto, aluna do 9º período do curso de Fisioterapia.

Sobre a paralisação, a administração superior da UFPI disse que a empresa Mafra Manutenção Serviços de Conservação e Limpeza Ltda pagou um dos meses em atraso e foi multada por descumprir alguns pontos do contrato. A UFPI também disse que já está em andamento um novo processo licitatório para a substituição da empresa.

O G1 tentou contato por telefone e e-mail com a empresa Mafra Manutenção Serviços de Conservação e Limpeza Ltda, mas não obtivemos retorno.

Segundo o reitor José Arimatéria Dantas, todos os funcionários dos Restaurantes Universitários serão contratados por uma nova empresa, a Servfaz-Serviços e Mão de Obra Ltda. No entanto, o Ministério Público Federal já abriu procedimento administrativo para averiguar a ocorrência de irregularidades na condução do pregão eletrônico nº 115/2013, feito para contratar os serviços terceirizados.

As 20 editoras mais populares no Twitter (25)

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Reportagens sobre a Bienal do Livro do RJ foram unânimes ao apontar o crescimento expressivo das vendas de obras dirigidas a jovens e adolescentes.

Emo-cionante andar nos pavilhões do Riocentro e ver a galera em filas gigantes para pegar autógrafo de seus escritores favoritos e, claro, tirar uma fotenha para colocar no Instagram.

Cada vez + antenadas, editoras investem tempo e recursos para se aproximar do público via redes sociais. Hora de conferir o que aconteceu durante o mês de agosto.

Apenas duas trocas de posições no mês. A CPAD ultrapassou a Galera Record e está na sexta posição. A Novo Conceito perdeu uma posição e o oitavo lugar agora é ocupado pela Gutenberg.

Vamos aguardar o que vai rolar no mês de setembro. Sucesso a todos! 🙂

Ranking Agosto

#1: 61.300 Intrínseca @intrinseca

#2: 55.300 Companhia das Letras @cialetras

#3: 52.400 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.090 Editora Sextante @sextante

#5: 42.040 Editora Rocco @editorarocco

#6: 37.650 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 37.610 Galera Record @galerarecord

#8: 34.500 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#9: 33.500 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#10: 32.800 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 30.300 Cosac Naify @cosacnaify

#12: 28.800 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#13: 28.400 Editorial Record @editorarecord

#14: 25.700 L&PM Editores @LePM_Editores

#15: 24.800 Editora RT @revtribunais

#16: 23.400 Editora Leya @EditoraLeya

#17: 23.000 Casa Publicadora @casapublicadora

#18: 20.300 Suma de Letras @Suma_BR

#19: 19.300 Ultimato @ultimato

#20: 18.200 Editora Nemo @editoranemo

Ranking atualizado em 2/9

Professor copia livro do Kindle usando Lego

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Austríaco usou braços de Lego e webcam para copiar um e-book do aparelho, o que é proibido pela Amazon

Kindle

Divulgação

Título original: Professor burla regras do Kindle usando Lego

Renato Santiago, na revista Exame

São Paulo — Usando um kit Lego e um computador, um professor universitário da Áustria criou um jeito curioso de burlar as regras da Amazon e do Kindle, informa o site de tecnologia All Things D. Assista como funciona a engenhoca abaixo.

O processo é simples. Peter Purgathofer colocou um Kindle de frente para um notebook aberto e, com um kit Lego Mindstorm (um conjunto de peças que permite a criação de robôs básicos), montou uma máquina com dois braços. Um deles aperta sucessivamente o botão que vira a página do e-book no Kindle e ou outro pressiona a barra de espaço. A cada página virada, uma foto é tirada.

Depois que o livro foi copiado, as fotos poderiam ser enviadas para qualquer serviço de reconhecimento de texto por imagens e pronto, o livro está copiado. “Em 2002, o CEO da Amazon, Jeff Bezos disse que ‘quando alguém compra um livro, compra também o direito de revendê-lo, emprestá-lo ou dá-lo’. Depois sua empresa criou um aparelho que viola esses direitos”, diz.

Purgathofer conversou com o All Things D e disse que não se trata de combater os livros eletrônicos, mas de recuperar direitos que donos de livros tinham antes. “O dono de um livro nem é mais dono hoje. Apenas tem um licença”, afirma.

O austríaco descreve a disciplina que ensina no Instituto Tecnológico da Áustria como um curso sobre a interação entre sociedade e tecnologia. Segundo Purgathofer, ele escaneou apenas um livro “para provar o conceito” e diz que não o compartilhou com ninguém, já que poderia ter “grandes problemas”. A Amazon não se pronunciou.

DIY kindle scanner from peter purgathofer on Vimeo.

Concurso Cultural Literário (14)

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as montanhas tambem falam 2013-04-05.indd

Dez anos depois do aclamado O caçador de pipas (que ganha agora edição comemorativa pela Globo Livros), o escritor afegão Khaled Hosseini volta à cena literária com O silêncio das montanhas. O romance, que chega às livrarias em 21 de maio, traz como protagonistas os irmãos Pari e Abdullah, que moram em uma aldeia distante de Cabul, são órfãos de mãe e têm uma forte ligação desde pequenos. Assim como a fábula que abre o livro, as crianças são separadas, marcando o destino de vários personagens.

Paralelamente à trama principal, Hosseini narra a história de diversas pessoas que, de alguma forma, se relacionam com os irmãos e sua família, sobre como cuidam uns dos outros e a forma como as escolhas que fazem ressoam através de gerações. Assim como em O caçador de pipas, o autor explora as maneiras como os membros sacrificam-se uns pelos outros, e muitas vezes são surpreendidos pelas ações de pessoas próximas nos momentos mais importantes.

Segundo o próprio Hosseini, o novo título “fala não somente sobre a minha própria experiência como alguém que viveu no exílio, mas também sobre a experiência de pessoas que eu conheci, especialmente os refugiados que voltaram ao Afeganistão e sobre cujas vidas tentei falar tanto como escritor quanto como representante da Organização das Nações Unidas. Espero que os leitores consigam amar os personagens de O silêncio das montanhas tanto quanto eu os amo”.

Seguindo os personagens, mediante suas escolhas e amores pelo mundo – de Cabul a Paris, de São Francisco à Grécia –, a história se expande, tornando-se emocionante, complexa e poderosa. É um livro sobre vidas partidas, inocências perdidas e sobre o amor em uma família que tenta se reencontrar.

“Dizem que a gente deve encontrar um propósito na vida e viver este propósito. Mas, às vezes, só depois de termos vivido reconhecemos que a vida teve um propósito, e talvez um que nunca se teve em mente” (trecho do livro)

Para participar desta nova edição do concurso cultural basta responder na área de comentários qual você considera ser o maior propósito de sua vida.

Três internautas vão enriquecer a biblioteca com um exemplar de O silêncio das montanhas, novo sucesso de Khaled Hosseini, autor do best-seller “O caçador de pipas”.

O resultado será divulgado dia 3/10 às 17h30 neste post e no perfil @livrosepessoas.

Lembrete: Se você for participar pelo Facebook, por gentileza deixe um e-mail de contato.

Boa sorte! 🙂

***
Parabéns aos ganhadores: João Paulo Brito, Paulo Gilmar Borges Guimarães e Ranniery A. Marques
Enviar seus dados completos para [email protected] em até 48hs.

Livro de pseudônimo de JK Rowling sai dia 1º de novembro

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A escritora britânica JK Rowling, autora de Harry Potter (Jeff J Mitchell/Getty Images)

A escritora britânica JK Rowling, autora de Harry Potter (Jeff J Mitchell/Getty Images)

Publicado por Veja

O Chamado do Cuco, como foi batizado em português o livro The Cuckoo’s Calling, chegará às livrarias do Brasil em 1º de novembro pela editora Rocco, com a modesta tiragem inicial de 100.000 exemplares, que deve se esgotar rapidamente, se a obra acompanhar por aqui o ritmo do sucesso alcançado em outros países.

O romance policial de Robert Galbraith, pseudônimo da escritora britânica J.K. Rowling, autora da série infanto-juvenil Harry Potter, está há seis semanas na lista de best-sellers do The New York Times, sendo duas consecutivas em primeiro lugar.

Os fãs mais afoitos terão a chance de ler o primeiro capítulo do livro traduzido na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, onde ele está sendo distribuído gratuitamente até o dia 8 de setembro.

Antes de ser descoberta como a real autora da história, a Rocco, que já havia comprado os direitos da obra no Brasil, pensava em uma tiragem de 15 000. Quando J.K. Rowling assumiu ser Robert Galbraith, as vendas pelo mundo chegaram a subir 1.400%, o que também aumentou a tiragem brasileira.

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