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Brasileira aluna de Harvard vai para Índia pesquisar o sistema de ensino

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Tábata Amaral foi conhecer ações que poderiam ser aplicadas no Brasil.
Jovem de SP pretende se formar em astrofísica na universidade dos EUA.

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral (à esquerda) com as crianças das vila de Gomla, na Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Vanessa Fajardo, no G1

Depois de concluir o primeiro ano letivo na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, uma das mais conceituadas do mundo, a brasileira Tábata Amaral de Pontes, de 19 anos, aproveitou as férias de verão para realizar mais um de seus sonhos: conhecer a Índia. Mais do que passear pelos pontos turísticos ou viver a cultura indiana, Tábata aproveita a temporada de dois meses em Maharashtra, estado da região ocidental, para estudar o sistema de ensino do país e aprender sobre soluções aplicadas por eles que funcionariam no Brasil. Tábata retorna para o Brasil nesta segunda-feira (5) e ainda passa por São Paulo, antes do reinício das aulas nos Estados Unidos.

Na Índia a brasileira trabalha com uma companhia privada chamada Mission Apollo, cujo um dos objetivos é desenvolver o gosto pela ciências entre os estudantes. Tábata passou por dez escolas de Maharashtra falar sobre o Brasil, a importância dos estudos e sua história de vida – ela é de uma família de baixa renda, estudou na rede pública até conseguir uma bolsa de estudo e migrar para particular, superou dificuldades, ganhou dezenas de medalhas de olimpíadas estudantis e foi aceita em Harvard. Também conheceu os principais jornais do país, ONGs e instituições particulares que têm trabalhos ligados à educação.

A Mission Apollo promove acampamentos e oficinas para ensinar ciências em escolas públicas e privadas de maneira divertida. Não foi à toa que Tábata quis trabalhar para esta ONG. Ela é fã de ciências, pretende se formar em astrofísica, e no Brasil participou de várias olimpíadas estudantis e ajudou a criar um projeto voluntário que treina alunos da rede pública a participar dessas competições, o Vontade Olímpica de Aprender (VOA).

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati, onde recebeu um troféu como homenagem (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata com os alunos em uma escola de Baramati,
onde recebeu um troféu como homenagem
(Foto: Arquivo pessoal)

“Ainda que os desafios do Brasil e Índia sejam os mesmos, temos culturas muito diferentes, o que nos leva a apresentar soluções diferentes. Isso é incrível porque significa que os dois países podem trabalhar juntos para encontrar respostas”, afirma.

Para Tábata, os dois países têm problemas comum como déficit de professores e problema de infraestrutura nas escolas, porém a Índia ainda tem de superar desafios. “O número de meninas que frequentam a escola é muito pequeno comparado ao de meninos, muitas são impedidas de nascer, e as que nascem não são incentivadas a estudar e as escolas basicamente têm que caçar os alunos para preencherem as suas vagas.”

Quero levar para o Brasil algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem”
Tábata Amaral, aluna de Harvard

Inspiração
Algumas experiências chamaram a atenção de Tábata na Índia. Segundo ela, lá as escolas particulares têm de reservar 25% de suas vagas para alunos de situação financeira precária, que depois são reembolsadas pelo governo. “Outra coisa que gostei daqui é o fato de as escolas estarem incorporando cada vez mais atividades extracurriculares, como esportes e as mais diversas artes em seus currículos. Além disso, as provas escritas passaram a ser apenas uma parte da avaliação do aluno, e quesitos como fala, colaboração, ética, apresentação de projetos fazem parte da mesma.”

A jovem também teve a oportunidade de conhecer a MKCL (Maharashtra Knowledge Corporation Ltda), uma companhia que combina os setores público e privado na “alfabetização digital”. “A empresa é voltada para as pessoas com menores condições, nas áreas mais remotas, e está revolucionando a Índia. Gostaria muito que tivéssemos algo como a MKCL no Brasil e tenho muita vontade de criar uma empresa que melhore a educação nas escolas públicas do nosso país, combinando a agilidade e eficiência do setor privado, o lado social de uma ONG, e a abrangência do setor público.”

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata em seu primeiro passeio de elefoa, o nome
dela é Rani (rainha) (Foto: Arquivo pessoal)

Comida, novela e cores
Tábata mora na casa de uma família com três jovens da sua idade, ela diz que a experiência está sendo muito rica e que vai sentir saudades. “Aprendi a cozinhar com eles, os ensinei a fazer comidas brasileiras, comemos no chão juntos, assistimos TV juntos, eu não entendo nada, mas novela é sempre novela… Com eles aprendi muito sobre o hinduísmo e a sua filosofia, sobre os casamentos indianos, a história do país, e até aprendi algumas palavras em hindi e outras em marathi. Amo a cultura indiana, amo as cores e alegria do país.”

A estudante afirma que nestes dois meses se habituou a ver porcos, cabras, vacas, elefantes e outros animais dividindo espaço com os carros, e presenciou cenas de pobreza e preconceito contra as mulheres. “É muito comum ver crianças carregando outras crianças no colo para pedir esmola ou ainda fazendo suas necessidades, dormindo e comendo no mesmo lugar. Também ainda é comum ver a mulher em uma posição inferior, tendo que cobrir a cabeça, estar em um ambiente separado dos homens ou nem sair de casa.”

“Assim como o Brasil, a Índia é um país de contrastes e eu estou aprendendo muito com a minha experiência. Não apenas quero levar para o Brasil o que aprendi sobre a educação e sobre como superar seus desafios, mas também algo que aprendi em uma vila rural chamada Gomla: quando as pessoas se unem para solucionarem os problemas do lugar onde vivem, coisas maravilhosas e inimagináveis surgem.”

Voluntariado
O intercâmbio foi possível graças a um programa oferecido por Harvard que cobriu as despesas, porém o trabalho de pesquisa, em si, não é remunerado. É a própria universidade que seleciona os interessados por meio de um processo seletivo que inclui currículo, carta de recomendação e redações. Como as férias de verão nos Estados Unidos são longas, duram mais de três meses, é comum os alunos aproveitarem o tempo para fazer estágios e trabalhos voluntários em outros países. Antes de viajar, ainda em Harvard, Tábata participou de um treinamento sobre a cultura e modo de vida dos indianos, dicas de como agir se for colocada em situação de risco e recebeu vacinas.

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Tábata Amaral no Taj Mahal, um dos principais pontos turísticos da Índia (Foto: Arquivo pessoal)

Professores já podem escolher livros didáticos para 2014

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De 2 a 12 de agosto eles terão de escolher os títulos

Publicado no Infonet

(Foto: Arquivo Portal Infonet)

Os professores dos anos finais do Ensino Fundamental podem consultar pela internet o Guia de Livros Didáticos para 2014. De 2 a 12 de agosto eles terão de escolher os títulos de português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira que serão adotados na rede pública a partir do próximo ano.

Para ajudar na escolha, o guia do Ministério da Educação (MEC) traz resumos e informações sobre as obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). A escolha deverá ser feita também online pelos professores do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Após a seleção, a aquisição das obras será negociada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com as editoras. Pela escala da compra, o FNDE obtém preços inferiores aos do mercado.

A previsão da autarquia é a aquisição 90 milhões de exemplares para 13 milhões de estudantes. Os livros serão usados nos próximos três anos. Além da versão digital do guia, na internet, o FNDE enviará versões impressas às unidades de ensino participantes do PNLD que atendam às turmas dos anos finais do Ensino Fundamental. Mais Informações acesse. 

Fonte: Agência Brasil

Pessoas que leem são mais legais

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Foto: flickr.com/ciro

Foto: flickr.com/ciro

Publicado por Superinteressante [via Fan Page Skoob]

Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee (EUA) constataram esse efeito com um teste bem simples: colocaram voluntários para ler uma história bem curtinha, fizeram algumas perguntas para identificar o quanto cada um tinha curtido o que leu e aí derrubaram, sem querer querendo, um monte de canetas no chão. O estudo conta que, quanto mais “transportadas” para dentro da história as pessoas tinham sido, maiores eram as chances de levantarem o bumbum da cadeira para ajudar a recolher as canetas.

A explicação é que quando lemos algo que realmente mexe com a gente, criamos empatia pelos personagens da história — e quanto maior essa empatia, mais propenso a gente fica a ser bacana com os outros na vida real.

E você aí, anda lendo muito?

Aluno com paralisia cerebral é finalista na Olimpíada de Matemática

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Arthur Dantas, de 11 anos, é aluno de escola inclusiva em Itanhaém, SP.
Garoto fez pedido inusitado para a disputa: um prato de panquecas.

Arthur foi aprovado para etapa final da Olimpíada de Matemática (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Itanhaém)

Arthur foi aprovado para etapa final da Olimpíada de Matemática (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Itanhaém)

Anna Gabriela Ribeiro, no G1

Um estudante da cidade de Itanhaém, no litoral de São Paulo, virou exemplo de superação perante os colegas de classe. Aluno do 6º ano de uma escola municipal, Arthur Gabriel dos Santos Dantas, de 11 anos, tem paralisia cerebral e vai representar a escola na última etapa da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), que será realizada em setembro.

O garoto não se comunica pela fala e tem dificuldade de locomoção, porém, a capacidade intelectual é muito desenvolvida. Na escola inclusiva, ele conta com o auxílio de uma estagiária e se comunica digitando mensagens pelo computador. Ele é o primeiro estudante de Itanhaém com paralisia cerebral a disputar a final da Olimpíada.

Para a mãe do garoto, Valéria dos Santos Silva, a novidade foi recebida com muito orgulho pelos familiares. “Fiquei muito feliz. Poucos passaram e ele é o único deficiente da cidade. Estou muito orgulhosa. A família toda está apoiando e tem uma torcida boa. Ele também está muito feliz, fica do meu lado dando risada”, comemora a mãe do garoto.

Ela conta que ele sempre foi bom aluno, gosta de estudar e sua disciplina favorita é a matemática. E que até já decidiu o que quer ser quando crescer. “Na primeira série dele começamos a perceber que ele iria longe. Ele é apaixonado por astronomia, adora estudar planetas e estrelas. O sonho dele é ser astrônomo. No que depender de mim, ele vai realizar este sonho”, conta.

Arthur é um aluno muito disciplinado. A mãe conta que ele estuda, faz natação e é fanático pelo Corinthians e que não perde um jogo. Mas, quando precisa faltar na aula para ir ao médico, o garoto fica chateado. “A paralisia cerebral foi adquirida depois do nascimento e, por isso, a capacidade intelectual dele é muito boa. Ele não gosta de faltar, é muito disciplinado e querido por todos na escola”, afirma Valéria.

A prova da Olimpíada de Matemática será realizada no dia 14 de setembro e Arthur já conta com a torcida da família, dos professores e dos colegas de classe. “Estamos todos ansiosos e na torcida. Ele conta com o apoio de toda a família e da escola também. No dia da prova, a estagiária vai acompanhá-lo, mas ele me pediu algo inusitado para levar na hora da prova, que é o seu prato predileto: panquecas”, brinca a mãe de Arthur.

Garoto conta com a torcida de colegas de classe para a prova  (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Itanhaém)

Garoto conta com a torcida de colegas de classe para a prova (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Itanhaém)

Cervejaria lança edição especial de Game of Thrones

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Em parceria com a HBO, cervejaria belga produz linha de bebidas inspiradas no aclamado seriado

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Dois modelos foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Take the Black Stout” (à esq.) e a “Iron Throne” (à dir.) (Divulgação)

Publicado por Veja

A cervejaria belga Ommegang firmou uma parceria com a rede HBO para produzir uma série de bebidas inspiradas na série ‘Game of Thrones’, seriado americano aclamado pela crítica e pelo público.

Dois tipos de cerveja foram lançados até agora nos Estados Unidos: a “Iron Throne”, cuja embalagem é ilustrada com o famoso Trono de Ferro, e a “Take the Black Stout”, uma cerveja preta que traz no rótulo a escuridão da árvore considerada, na história, sagrada pelos povos do Norte. O design é da própria Brewery Ommegang, de Copperstown, Nova York.

Os fãs da série devem ficar curiosos não apenas para ver os próximos episódios da trama, mas também para saber quais serão os possíveis nomes das novas bebidas a serem lançadas. Para os brasileiros, o mistério é sobre quando a linha de cerveja será lançada no país.

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