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Adolescente cria imagens surrealistas com efeitos de edição

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Zev Hoover, de 14 anos, criou série de fotos que lembram contos infantis
Imagens mostram contraste entre tamanho da pessoa e de outros elementos

Zev Hoover, de 14 anos, cria imagens surreais em seu projeto de fotografia “Little folk” Reprodução de internet / Fiddle Oak

Zev Hoover, de 14 anos, cria imagens surreais em seu projeto de fotografia “Little folk” Reprodução de internet / Fiddle Oak

Publicado em O Globo

RIO – Esta imagem parece ter sido extraída de um livro de contos infantis, mas é, na verdade, uma montagem com fotografias. O criador dessa e de outras fantásticas montagens é o americano Zev Hoover, de 14 anos. O adolescente da cidade de Natick, em Massachusetts, criou a série “Little folk” (ou Gente pequena, em tradução livre para português), na qual trabalha desde agosto de 2011 com a colaboração de sua irmã, Nellie, de 18 anos.

Para criar suas fotos surrealistas, ele brinca em programas de edição com a proporção de tamanho. É possível perceber pela grandeza dos elementos das imagens em comparação com as – pequenas – pessoas. Basta ver como o próprio Zev aparece nas imagens: montar uma torre de baralhos sendo da altura das cartas, voar segurando duas penas enormes em cada braço, ou estar na companhia de outra pessoa em um barco, feito com palitos de sorvete e uma folha, iluminado apenas por uma vela.

Em seu blog pessoal, o adolescente mostra o making off das imagens. Por exemplo, a imagem na qual voa em um avião de papel foi feita em algumas etapas. Os aviõezinhos foram presos em fios, e estes colados em uma placa de isopor (que, segundo ele, é um difusor que cria uma luz agradável nos objetos). As fotos foram tiradas com uma lente “tilt and shift” – na qual cenários reais parecem miniaturas ou maquetes. Com a ajuda do irmão, Zev fotografou as pernas e depois a parte de cima do corpo.

 

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O resultado do trabalho pode ser visto em sua conta no Flickr.

Nos EUA, ‘aluna-modelo’ cria bomba em aula de ciências e pode ser presa

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Aos 16 anos e sem suspensões na escola, Kiera Wilmot acabou expulsa.
Ela diz que misturou produtos em uma garrafa em um experimento.

Publicado por G1

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola (Foto: Reprodução/Change.org)

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola
(Foto: Reprodução/Change.org)

Por causa de um experimento científico, uma estudante de 16 anos considerada modelo de bom exemplo e sem nenhum registro negativo em seu histórico escolar acabou expulsa do colégio em que estudava, no estado americano da Flórida. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, a estudante pode responder na Justiça por crimes federais com penas de até 20 anos de prisão. O episódio levantou um debate no país sobre o rigor da aplicação de leis contra violência dentro de escolas dos Estados Unidos.

De acordo com informações do canal de televisão WTSP 10 News, na manhã de segunda-feira (29), Kiera Wilmot usou uma pequena garrafa d’água para misturar materiais de limpeza caseiros dentro da Bartow High School. A combinação provocou uma pequena explosão que fez com que a tampa da garrafa pulasse e criou fumaça.

Testemunhas contaram que ninguém se feriu. O “The Guardian” afirmou que, segundo as informações do boletim de ocorrência, o diretor do colégio, Dan Durham, estava andando pelo gramado quando ouviu a explosão. Ao abordar a estudante, ela teria dito que realizava um experimento para uma feira de ciências. Mas, depois que o professor de ciências da garota afirmou que o experimento não fazia parte de nenhuma tarefa da aula, Durham decidiu chamar a polícia.

Ainda de acordo com o jornal, os produtos usados pela estudante são papel alumínio e líquidos químicos usados para limpar sanitários.

Expulsão e ficha corrida

Mesmo sem feridos ou manchas em seu currículo escolar, a aluna foi expulsa e acusada de posse de armas e de disparar um instrumento destrutivo. Apesar de ter 16 anos, Kiera vai responder às acusações como se fosse adulta.

A família não deu declarações à imprensa. Mas, segundo reportagem da quarta-feira (1º) do WTSP 10 News, repórteres que se aproximaram à casa de Kiera ouviram gritos de uma garota reclamando que a reação ao episódio foi desproporcional.

Por causa do ocorrido na segunda-feira, Kiera não poderá se matricular em outra escola e seguir uma vida normal de estudante do ensino médio. Ela deverá concluir o ciclo básico de ensino em um “programa para alunos expulsos”, diz a imprensa norte-americana.

Na quarta-feira, o Departamento de Educação do Condado de Polk, ao qual a escola faz parte, divulgou um comunicado afirmando que o episódio foi uma “quebra de conduta séria” por parte da estudante. “Para garantir um ambiente de aprendizado seguro e ordenado, simplesmente precisamos seguir as regras do nosso código de conduta”, diz a nota.

O órgão pediu que os pais participassem da tarefa de “passar a mensagem de que há consequências para as ações”.

Petição

Mesmo assim, o debate sobre a intolerância com que Kiera foi tratada se espalhou pela internet, e há até uma petição para que as acusações sejam retiradas, com mais de 4.600 assinaturas.

O próprio diretor da escola afirmou ao WTSP 10 News que, além de ter um histórico imaculado na Bartow High School, Kiera ainda colaborou para explicar o ocorrido. “Ela nos contou tudo e foi muito honesta. Ela não fugiu ou tentou esconder a verdade. Tivemos uma longa conversa com ela”, disse Durham.

Colegas da estudante e internautas afirmam que o bom comportamento da jovem deve ser levado em conta na hora de decidir se o que ela fez foi apenas por curiosidade científica ou se ela realmente tramava um ataque contra a escola. Ativistas ainda reclamam da desigualdade entre as punições a estudantes negros em relação aos brancos.

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