Contando e Cantando (Volume 2)

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Stephen King e Marvel juntos em lançamento da Darkside Books

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Marco Aurelio, no Torre de Vigilância

Depois de uma publicação em suas redes sociais que deixaram os fãs em um frenesi de curiosidades e perguntas, a Darkside Books finalmente anunciou seu próximo lançamento em conjunto com a Marvel Comics. “N” de Stephen King é a nova aposta da editora. Confira a sinopse da HQ:

““N.” narra a história de um homem diagnosticado com T.O.C. (transtorno obsessivo-compulsivo) e que fica obcecado com uma formação com círculos de pedras no estilo Stonehendge, só que situadas no Maine. Ele acredita que as pedras podem ser um portal secreto para uma dimensão cheia de monstros, e logo suas ideias começam a afetar aqueles que conhecem seu “segredo”, incluindo o próprio psiquiatra que o trata.”

Além do ícone da literatura do horror, o produtor Marc Guggenhein (das séries da DC pela CW) e Alex Mallev estão por dentro dessa obra. Vale ressaltar que esse conto já foi publicado aqui no Brasil pela Editora Suma, em uma coletânea que reúne algumas histórias, inclusive “N”. E para deixar os leitores( ou Darksiders) mais animados, além de trazer um pôster junto com a edição, você pode conferir um cronômetro em seu site do dia do lançamento dessa magnífica obra.

Bienal do Livro | Jenny Han esbanja simpatia durante o Encontro com autores

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Bárbara Alen, no Cabana do Leitor

Um dos espaços mais disputados na Bienal do Livro é o auditório em que acontecem as atividades de Encontro com Autores; no último sábado (02/09), quem marcou presença no horário da manhã foi a fofíssima Jenny Han, autora da séria “Para todos os garotos que já amei”.

A autora já chegou muito animada e sorridente, respondeu todas as perguntas da maneira mais sincera. Na primeira parte, a mediadora fez algumas perguntas e logo passou a bola para os fãs que estavam desesperados para ter o seu momento com a autora e tirar aquela casquinha e dizer o quanto ela é fofa.

Uma das perguntas abordadas foi o fato de como ela vem encarando o governo Trump e a questão dos imigrantes, e ela foi muito bem na resposta ao dizer que para ela esse livro representa qualquer garota que entrar em uma livraria, ela com certeza vai ver a si mesma, principalmente se ela tiver outras descendências. Para ela, histórias assim são bem raras nos Estados Unidos. Outra coisa que ela destaca é o fato de tentar levar para a história experiências que todo mundo passa na vida.

Sobre o filme, ela diz: “As gravações já terminaram! E eu estive no set recentemente e foi uma experiência maravilhosa ver meus personagens nas telas e ganhando vida”. Mas nem tudo é maravilha. Ela falou sobre a dificuldade é achar atrizes asiáticas, e no caso dela precisava de 3! Mas deu tudo bem e no final as atrizes se deram muito bem e Janel Parrish, que fará a Margot, acabou se tornando uma verdadeira irmã mais velha.

Também foi perguntado como ela se sentia ao saber que os personagens não são reais, muito divertida ela disse: “Eu não fico triste, eu tenho muito da Lara Jean, mas também tenho muito da Margot e Kitty. Todos os meus personagens têm um pouco de mim neles. Então, para mim, eles são reais, porque eu sou real! (risos)”. Maravilhosa, não é? Um dos momentos mais tristes do encontro foi quando a Frini, mediadora, perguntou se realmente não existia chance de termos mais uma história das irmãs Song, e a resposta foi um claro “Não!”, mas ela explicou: “Na verdade eu ia fazer apenas 2 livros, o terceiro foi surpresa pra mim. Estou desenvolvendo um novo, mas é muito cedo,porém espero que gostem”. Ok, foi ruim e bom ao mesmo tempo, pois já sabemos que temos coisas novas vindo!

Se ela deu dicas para quem quer começar a escrever? Claro que deu, a fofíssima disse que todos os dias ela tem inspirações só de observar as coisas do cotidiano, porém o mais importante é encontrar a sua própria voz, não existe nenhuma história a ser completamente única, o que será original é o seu ponto de vista. E o que ela faz quando bate aquele desespero de acabar a inspiração? Ela também responde: “Quando estou perdendo a inspiração eu escuto música, assisto filme, ligo para um amigo e isso me faz voltar. ”

Para quem ainda não leu a trilogia Para todos os garotos que já amei, temos aqui no site a resenha de todos eles! E para você que ainda não foi a Bienal, corra, ela vai até o dia 10/09.

Não perca!

9 livros que inspiraram o inovador Elon Musk, da Tesla

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Publicado na Exame

São Paulo – Quando questionado sobre como aprendeu a construir foguetes, Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla, costuma dar uma reposta simples: “eu li nos livros”.

Para descobrir como a leitura influenciou o inovador empresário, o site Business Insider analisou uma série de entrevistas que ele deu ao longo dos anos.

O resultado é uma lista de nove títulos, dentre os quais apenas um pode ser considerado da área de negócios.

Há obras sobre engenharia, biografias de grandes cientistas e até livros de ficção científica. Confira nas fotos.

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O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien

A trilogia fantasiosa gira em torno da história de um anel poderoso e ao mesmo tempo devastador, que precisa ser destruído. A obra é toda construída com elementos imaginários, desde criaturas até o mundo e o tempo.

“Os heróis dos livros que eu li sempre se sentiam no dever de salvar o mundo”, teria dito Musk sobre a saga.

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O guia do mochileiro das galáxias, de Douglas Adams

A série é considerada um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica.

Ela conta a história de dois amigos que conseguem escapar da destruição da Terra graças à ajuda de um ET que havia desenvolvido um guia de viagens entre planetas.

Na trama, um supercomputador descobre que a resposta para uma vida é com sentido o número 42, mas a pergunta nunca é revelada. Com esse dilema, Musk teria aprendido que “se você consegue fazer a pergunta correta, a resposta é a parte fácil”.

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Benjamin Franklin – an American life, de Walter Isaacson

(Benjamin Franklin – uma vida americana, em tradução livre)

Do mesmo autor das biografias de Steve Jobs, o livro conta a vida de Benjamin Franklin, cientista norte-americano que estudava a energia elétrica.

“Ele era um empreendedor. Ele começou do nada. Ele era só uma criança fujona”, disse Musk sobre o inventor, segundo o Business Insider.

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Eisntein – sua vida, seu universo, de Walter Isaacson

Também de Walter Isaacson, o livro é baseado em cartas do gênio Albert Einstein, divulgadas 20 anos após da morte de sua enteada, em 2006.

A biografia descreve não só o lado profissional físico, mas também seus conflitos de relacionamento e sua militância pacifista. (mais…)

25 maneiras de como perguntar aos seus filhos ‘Como foi a escola hoje?’ sem perguntar ‘como foi a escola hoje’

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Blend Images - JGI/Jamie Grill via Getty Images

Blend Images – JGI/Jamie Grill via Getty Images

Liz Evans, no Brasil Post

Esse ano, Simon está na quarta série e Grace na primeira, e me pego fazendo a mesma pergunta todo dia quando chegam da escola: “Então, como foi a escola hoje?”

E todo dia eu recebo uma resposta tipo “legal” ou “tudo bem”, que não me diz muita coisa.

E EU QUERO SABER BASTANTE COISA!!!

Ou pelo menos ouvir uma frase completa. Então a outra noite, eu sentei e fiz uma lista de perguntas mais estimulantes para fazer aos meus filhos sobre a escola. As perguntas não são perfeitas, mas pelo menos meus filhos respondem com frases completas e algumas até renderam boas conversas… e respostas hilárias… e me fizeram entender melhor como os meus filhos pensam e sentem sobre a escola.

1. Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola hoje? (Qual foi a pior coisa que aconteceu na escola hoje?)

2. Me conte sobre alguma coisa que te fez rir hoje.

3. Se pudesse escolher, do lado de quem gostaria de sentar na classe? (Ao lado de quem NÃO gostaria de sentar? Por quê?

4. Qual é o lugar mais legal na escola?

5. Me diga uma palavra esquisita que você ouviu hoje. (Ou uma coisa estranha que alguém disse hoje.)

6. Se eu ligasse para a sua professora hoje a noite, o que ela me diria sobre você?

7. Como você ajudou alguém hoje?

8. Como alguém lhe ajudou hoje?

9. Me diga uma coisa que você aprendeu hoje.

10. Em que momento você se sentiu mais feliz hoje?

11. Quando ficou com tédio hoje?

12. Se uma espaçonave alienígena chegasse para abduzir alguém da sua sala, quem você gostaria que eles levassem?

13. Com quem você gostaria de brincar no recreio e nunca brincou antes?

14. Conte uma coisa boa que aconteceu hoje.

15. Que palavra a professora mais falou hoje?

16. O que você acha que deveria fazer/aprender mais na escola?

17. O que você acha que deveria fazer/aprender menos na escola?

18. Com quem você poderia ser mais legal na sua classe?

19. Onde você mais gosta de brincar no recreio?

20. Quem é a pessoa mais engraçada na sua classe? E porque ele/ela é tão engraçado(a)?

21. Do que você mais gostou na hora do almoço (ou lanche)?

22. Se você fosse o professor/professora amanhã, o que você faria?

23. Tem alguém na sua classe que precisa ficar de castigo?

24. Se você pudesse trocar de lugar com alguém na classe, com quem trocaria? Por quê?

25. Me conte sobre três vezes diferentes em que você usou o seu lápis hoje na escola.

Até agora, as minhas respostas favoritas foram as das perguntas 12, 15 e 21. Perguntas como a do “alienígena” deixa a criança expressar de forma não-ameaçadora quem eles preferiam não ter na classe e abre o caminho para um diálogo sobre o por quê desse sentimento, possivelmente revelando questões das quais você não fazia ideia antes.

E as respostas que ouvimos são realmente surpreendentes, as vezes. Quando eu fiz a pergunta 3, eu descobri que um dos meus filhos não queria mais sentar do lado de um melhor amigo na classe – não por um desejo de ser maldoso ou chato, mas pela vontade de ter a chance de interagir com outras pessoas.

À medida que os meus filhos ficarem mais velhos, eu sei que vou ter que me esforçar cada vez mais para manter a conexão com eles – mas sei que o meu empenho vai valer a pena.

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