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Estudar mais tempo resulta em melhores salários, diz pesquisa

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Fonte: Shutterstock

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Pesquisa da FGV aponta que estudar mais tempo é sinônimo de melhor remuneração, entenda

Publicado no Universia Brasil

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) comprovou que educação é, como já se esperava, sinônimo de melhores salários. Ao relacionar os anos de estudo com a remuneração de um profissional, os pesquisadores concluíram que quanto mais tempo a pessoa se dedica ao aprendizado, melhor é o seu salário.

Segundo os dados apresentados pela FGV, cada ano de estudo concluído corresponde a um aumento médio de quase 15% na remuneração. Além disso, um estudante que conquista o diploma do ensino médio pode ter um retorno salarial até três vezes maior do que alguém que não tenha esse mesmo nível escolar.

Em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, o pesquisador e diretor do FGV Social, Marcelo Neri, disse que o mercado continua bastante receptivo a quem tem um diploma do ensino médio profissionalizante, mas que para os estudantes que chegam ao ensino superior, a situação pode ser ainda mais interessante.

Segundo Neri, mesmo em períodos de desaceleração da economia, profissionais com graduação, mestrado e doutorado continuam sendo bem remunerados e acabam sofrendo menos os efeitos de uma baixa no mercado.

Leitura melhora as habilidades cerebrais, apontam pesquisas

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Fonte: Shutterstock

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Habilidades cerebrais, como compreender e sintetizar textos, são aprimoradas com a ajuda da leitura

Publicado no Universia Brasil

Nesta semana, foi comemorado o Dia Nacional da Leitura, instituído pela Lei nº 11.899 e que tem como objetivo estimular esse hábito no País. Além de aumentar o conhecimento e transportar os leitores para outras épocas e mundos, ler um bom livro, um artigo de revista ou até uma matéria interessante na internet pode te deixar mais inteligente.

Estudos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e do Instituto Nacional Francês de Pesquisa Médica, na França, comprovaram que a leitura faz muito bem para o cérebro. As duas pesquisas utilizaram máquinas de ressonância magnética para analisar a atividade cerebral das pessoas enquanto liam um livro.

Em Stanford, um grupo de voluntários foi observado enquanto lia um romance de Jane Austen, importante escritora britânica, considerada a primeira romancista da língua inglesa. Os pesquisadores pediram aos leitores que primeiro realizassem uma leitura mais prazerosa da obra e depois uma mais analítica. O resultado apontou que ler é, de fato, uma academia para o cérebro, pois estimula a circulação na região, melhora na concentração e também de compreensão de texto.

Quem pratica mais a leitura, com o passar do tempo, consegue perceber melhorias na capacidade de decifrar, entender, generalizar e sintetizar conteúdos, habilidades que são bastante necessárias para realizar algumas tarefas básicas do dia a dia.

Em entrevista ao portal do Ministério da Educação (MEC), a escritora e doutora em linguística aplicada Lucília do Carmo Garcez disse que a leitura é fundamental para o desenvolvimento do ser humano, pois promove uma “expansão” do cérebro.

Há mais de duas décadas, Lucília escreve livros infantis e, para a especialista, é extremamente importante estimular o hábito da leitura desde cedo, levando os pequenos a bibliotecas e também eventos, como feiras do livro. “É preciso que as crianças vejam os leitores lendo e que sejam motivadas a procurar leituras com respostas às indagações interiores que elas têm”, disse a escritora ao portal de notícias do MEC.

Muitas pessoas ouvem vozes quando estão lendo, mostra pesquisa

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(Foto: Flickr/Rob Tolomei)

 

Isabela Moreira, na Galileu

Se você nunca passou por isso, provavelmente achará essa experiência bem estranha. Mas acontece que muitas pessoas por aí (nós da redação incluídos!) que ouvem vozes quando estão lendo. Por vezes só a voz do narrador, por vezes as vozes dos personagens, como se eles próprios estivessem lendo seus diálogos.

A cientista Ruvanee Vilhauer, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, ficou curiosa sobre esse comportamento e decidiu pesquisá-lo mais a fundo. O resultado foi publicado recentemente no periódico Psychosis.

Ruvanee partiu de 160 postagens – 136 respostas e 24 perguntas – no Yahoo! Answers relacionadas à experiência de ouvir vozes durante a leitura. Ela então contratou uma equipe de programadores para categorizar os conteúdos, de forma que eles pudessem ser quantificados e analisados.

Ao analisar os dados, a cientista descobriu que 82,5% das pessoas que participaram das interações no Yahoo! Answers já tinham ouvido uma ou mais vozes durante suas leituras – entre elas, estavam leitores que também ouviam os sotaques dos personagens. O mais curioso é que a maioria delas presumia que todos tivessem esse tipo de experiência.

Um total de 10,6% nunca ouviu vozes durante a leitura e mostraram espanto sobre a possibilidade de alguém passar por experiências desse tipo. A pesquisadora notou ainda que dez dos internautas só perceberam que ouviam vozes ao ver alguém comentando sobre o assunto.

Esse é um dos primeiros estudos sobre o assunto. Ruvanee acredita que isso se deva ao fato de os cientistas, como muitos dos internautas avaliados, presumirem que todos tenham experiências como as deles.

(Via Science Alert)

Veja como escrever uma tese bem elaborada com essas 6 excelentes dicas práticas

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Publicado no Amo Direito

Quer escrever textos capazes de atrair a atenção dos professores? Conheça 6 dicas que podem te ajudar. Dentro do universo acadêmico, os estudantes precisam encontrar maneiras criativas de escrever, para atrair a atenção do professor que corrigirá o texto. O autor do trabalho deve sair do senso comum e explorar argumentos e questões de forma aprofundada.

Para aumentar o interesse do leitor, é essencial desenvolver uma tese bem elaborada, específica e complexa. Este início será a base para toda a narrativa e garantirá o sucesso ou fracasso do projeto. Confira dicas para escrever uma boa tese:

1 – Anime-se com seu tema
Quanto mais engajado você estiver, melhor será seu texto. Embora você não goste do assunto, tente encontrar uma solução para torná-lo criativo e interessante. Assim, sua atuação será mais prazerosa e a leitura do projeto final também.

2 – Desenvolva uma forte opinião
A opinião consolidada é importante para o sucesso da tese. Caso você encontre dificuldades com essa parte do processo, leia artigos de jornal específicos sobre o assunto. Além disso, procure teses prontas que tenham algum tipo de relação com a sua, para aumentar sua base argumentativa.

3 – Use bons adjetivos
Evite expressões vagas como “bom” e “ruim”. Explore adjetivos mais elaborados, a fim de enfatizar sua opinião e fortalecer os argumentos apresentados. “Opressivo” e “tirânico”, por exemplo, destacam o forte ponto de vista do escritor.

4 – Foque a tese em uma ideia principal
Como a tese é o que dá sentido a todos os conceitos do texto, você deve garantir que ela não aborde muitos conteúdos diferentes. Assim, você mantém o documento organizado e com uma linha de raciocínio relevante.

5 – Seja extremamente específico na tese
Um início genérico enfraquece o texto, porque o leitor não é capaz de detectar qual o assunto que será tratado com maior ênfase. Porém, se a tese apresentar detalhes característicos sobre os argumentos, o professor fica preparado para o resto do conteúdo. Durante o período de produção da redação, você consegue se manter focado no assunto principal.

6 – Elabore uma lista de teses interessantes
Adicione à relação os conteúdos disponíveis em livros ou na internet que podem te ajudar a criar sua própria tese. Quanto maior a quantidade de informações, o texto será desenvolvido com maior facilidade.

Aqui são alguns exemplos de teses:

• Fraca:
“O Norte e o Sul lutaram na Guerra Civil por várias razões, sendo algumas iguais e outras deferentes”.

• Média:
“Enquanto dois lados lutaram na Guerra Civil envolvendo a escravidão, o Norte encarou a disputa por questões morais e o Sul para manter as suas instituições”.

• Forte:
“Enquanto nortistas e sulistas acreditavam que lutavam contra a opressão e a tirania, os primeiros focaram no fim da escravidão e os outros defenderam o direito de governo autônomo”.

Fonte: noticias universia

Leitores ainda preferem livros físicos a e-books, revela pesquisa

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Publicado no Canal Tech

Um novo estudo conduzido pelo Pew Research Center – que fornece informações sobre atitudes e tendências que moldam os Estados Unidos e, consequentemente, o mundo – revelou que, apesar do crescimento dos e-books graças à popularização de leitores de livros digitais como o Kobo ou o Kindle, a população ainda prefere consumir obras literárias em livros físicos. Quando novas tecnologias surgem, é comum que a primeira reação seja pensar que a tecnologia ou hábito mais antigo seja aposentado. A internet já foi acusada de “matar” jornais e revistas impressas, canais de televisão e rádios musicais, por exemplo, mas a verdade é que essas mídias continuam por aí, firmes e fortes, bastando se ajustar aos tempos modernos para continuar na ativa.

De acordo com o estudo, 65% dos adultos dos EUA disseram ter lido pelo menos um livro físico em 2015, e essa porcentagem é exatamente a mesma obtida em 2012. Ao perguntar o mesmo para quem gosta de e-books ou audiobooks, os entrevistados que alegaram terem lido ao menos um livro físico no ano passado subiu para 73%, apenas 1% a menos do que a mesma pesquisa feita há quatro anos. Isso mostrou não somente que o público norte-americano continua lendo livros impressos, como quem ainda aderiu à tendência dos livros digitais não abandonou a leitura física.

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Lee Rainie, diretor de internet, ciência e tecnologia do instituto, disse que a pesquisa demonstrou que os livros físicos não estão indo a lugar algum – pelo contrário, eles estão aqui para ficar e não perderão terreno com as obras digitais. “Eu acho que se olhar uma década atrás, certamente há cinco ou seis anos quando os e-books estavam deslanchando, havia pessoas que acreditavam que os dias dos livros impressos estavam contados, e isso não está nos nossos dados”, disse Rainie.

O estudo ouviu 1.520 pessoas adultas que vivem nos Estados Unidos em entrevistas feitas entre 07 de março e 04 de abril. Apesar da revelação de que os livros físicos ainda têm um lugar no coração das pessoas, a pesquisa mostrou também que a população está sim aderindo à leitura em smartphones e tablets. 33% dos entrevistados disseram ler em seus smartphones, sendo que a pesquisa de 2011 mostrou que esse índice era de somente 5%. Apenas 6% dos leitores contaram que já trocaram definitivamente os livros impressos pelos digitais, enquanto 38% ainda leem apenas livros físicos, contra 28% que gostam tanto de ler que combinam tanto a leitura tradicional quanto a digital em momentos diferentes do dia a dia.

Fontes: Pew Research Center, NY Times

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