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Os livros preferidos de dez artistas da música

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Publicado na Rolling Stone

Neil Young Em sua autobiografia lançada em 2012, Neil Young revela alguns de seus favoritos na música e no cinema. O cantor também fala de literatura e aponta seu livro preferido: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. “Há muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente”, conta.

Neil Young
Em sua autobiografia lançada em 2012, Neil Young revela alguns de seus favoritos na música e no cinema. O cantor também fala de literatura e aponta seu livro preferido: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. “Há muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente”, conta.

Jay-Z O rapper aponta The Seat of the Soul, do norte-americano Gary Zukav, como seu livro predileto. Na obra, o autor argumenta que a alma desenvolve de acordo com o desenvolvimento dos poderes latentes de uma pessoa. Jay-Z diz ter se inspirado muito com o livro. O livro ainda não ganhou edição brasileira.

Jay-Z
O rapper aponta The Seat of the Soul, do norte-americano Gary Zukav, como seu livro predileto. Na obra, o autor argumenta que a alma desenvolve de acordo com o desenvolvimento dos poderes latentes de uma pessoa. Jay-Z diz ter se inspirado muito com o livro. O livro ainda não ganhou edição brasileira.

Nick Cave A influência da religião é notável na carreira de Nick Cave, e não surpreende que um de seus textos preferidos seja O Evangelho Segundo Marcos,  segundo livro do Novo Testamento. Cave tem uma interpretação bastante interessante sobre o livro, dizendo que este é o único evangelho em que Cristo é mostrado comprometido com sua luta épica, em vez de só observar calado o que acontecia. Existem vários livros que analisam detalhadamente este evangelho, como este escrito por Steiner.

Nick Cave
A influência da religião é notável na carreira de Nick Cave, e não surpreende que um de seus textos preferidos seja O Evangelho Segundo Marcos, segundo livro do Novo Testamento. Cave tem uma interpretação bastante interessante sobre o livro, dizendo que este é o único evangelho em que Cristo é mostrado comprometido com sua luta épica, em vez de só observar calado o que acontecia. Existem vários livros que analisam detalhadamente este evangelho, como este escrito por Steiner.

Mandy Moore A cantora leu Um Amor Para Recordar, escrito pelo romancista Nicholas Sparks, ao ser escolhida para interpretar a protagonista Jamie no cinema (no filme Um Amor Para Recordar). A obra tornou-se o livro de cabeceira da cantora.

Mandy Moore
A cantora leu Um Amor Para Recordar, escrito pelo romancista Nicholas Sparks, ao ser escolhida para interpretar a protagonista Jamie no cinema (no filme Um Amor Para Recordar). A obra tornou-se o livro de cabeceira da cantora.

Veja os demais aqui.

49,3% das pessoas acima de 25 anos não concluíram o ensino fundamental

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Publicado por G1

Segundo estudo do IBGE, maior percentual está no Norte e Nordeste.
Houve queda nos índices na comparação entre 2000 e 2010.

O engraxate Sérgio Batista de Almeida, de 41 anos, estudou até a terceira série do ensino fundamental (Foto: Paulo Guilherme/G1)

O engraxate Sérgio Batista de Almeida, de 41 anos,
estudou até a terceira série do ensino fundamental
(Foto: Paulo Guilherme/G1)

Quase metade (49,3%) da população de 25 anos ou mais não concluiu o ensino fundamental, enquanto 11,3% tinham curso superior de graduação completo. O dado integra a pesquisa “Educação e deslocamento” desenvolvida com base no censo demográfico de 2010, divulgada nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o caso do engraxate Sérgio Batista de Almeida, de 41 anos. Ele estudou até a terceira série do ensino fundamental. “Faltou oportunidade na minha vida”, afirma Almeida, um ex-morador de rua que agora conserta sapatos e tênis na região central de São Paulo. Ele largou a escola aos 9 anos de idade e chegou a trabalhar como bancário levado por um programa de apoio a moradores de rua. “A educação é muito importante para o desenvolmento psicológico da pessoa”, afirma.

O percentual referente à parcela da população sem instrução ou com o fundamental incompleto foi maior nas regiões Nordeste (59%) e Norte (53,6%). Nas demais regiões os índices foram: Sul (48%), Centro-Oeste (46,8%) e Sudeste (43,7%).

Os maiores índices de pessoas com ensino superior completo aparecem na Região Sudeste (13,7%), seguida por Centro-Oeste (13,2%), Sul (12,1%), Norte (7,6%) e Nordeste (7,1%).

Apesar dos índices de pessoas de 25 anos ou mais sem instrução ou com o fundamental incompleto ainda serem muito expressivos, houve queda se comparado os dados de 2000 e 2010. O percentual caiu de 64,0% para 49,3% no total; de 58,8% para 44,2%, na área urbana; e de 90,3% para 79,6%, na área rural. Na população masculina, a queda foi de 64,8% para 50,8%, e na feminina, de 63,4% para 47,8%.

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Mulheres mais instruídas
Nesta faixa etária, as mulheres apresentam maior nível de escolaridade. O percentual de homens com 25 anos ou mais, sem instrução ou com o fundamental incompleto foi de 50,8% e o daqueles com pelo menos o superior de graduação completo, 9,9%; enquanto que, na população feminina, esses indicadores foram 47,8% e 12,5%, respectivamente.

O estudo mostrou ainda que o nível de instrução eleva a renda. No universo de pessoas de 25 anos ou mais de idade sem instrução ou com o fundamental incompleto, a parcela com rendimento domiciliar per capita de mais de 5 salários mínimos foi de 1,1%. Com o aumento do nível de instrução, esse indicador foi crescendo e alcançou 33,9% para as pessoas com pelo menos nível superior de graduação completo.

Pela pesquisa constatou-se ainda que 71,6% das pessoas de 25 anos ou mais de idade sem instrução ou com o fundamental incompleto estavam na classe sem rendimento até 1 salário mínimo de rendimento nominal mensal domiciliar per capita, enquanto 10,7% das tinham pelo menos o superior de graduação completo estavam nessa classe.

Projeto ‘Mania de Ler’ distribui 6.930 livros em 2012 no Amazonas, diz SEC

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'Estações de Leitura' já estão disponíveis em diversos locais da capital e do interior e integram o programa 'Mania de Ler' (Foto: Carla Lima/Press Comunicação)
‘Estações de Leitura’ já estão disponíveis em diversos locais da capital e do interior e integram o programa ‘Mania de Ler’ (Foto: Carla Lima/Press Comunicação)

Projeto proporciona ler e conhecer clássicos da literatura nacional e mundial.

Publicado no G1

O Aeroporto Eduardo Gomes, a Feira do Produtor do Santo Antônio, o CAIC Moura Tapajós, a Penitenciária Feminina de Manaus e shoppings da cidade são os novos endereços onde será possível encontrar, ler e conhecer clássicos da literatura nacional e mundial nas ‘Estações de Leitura’, unidades móveis de estantes com livros já disponíveis em diversos locais da capital e do interior do Amazonas que integram o programa de incentivo à leitura ‘Mania de Ler’ da Secretaria de Estado da Cultura do Amazonas (SEC-AM).

Com as 27 novas unidades entregues nesta quarta-feira (12) pela secretaria, em um total de 2.970 livros, o projeto encerra o ano com 63 caixas e 6.930 livros em todo o Estado. “Este é um exemplo da política estadual de democratização da cultura, do conhecimento e do saber para o maior número de pessoas em quaisquer lugares que estejam”, afirmou o titular da pasta, Robério Braga.

Com seis unidades atendidas pelo projeto, todas destinadas ao atendimento de adolescentes que cumprem medidas socioeducativas ou de mulheres que tiveram os direitos violados, a titular da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Seas), Regina Fernandes, celebrou a iniciativa por incluir, entre os beneficiados, parcelas da sociedade esquecidas por projetos de inclusão e difusão de cultura e educacional. “Tenho certeza de que os efeitos positivos serão imediatos e indispensáveis na ressocialização destas pessoas”, explicou.

Além das ‘Estações de Leitura’, agora disponível na Cadeia Feminina de Manaus (com 110 livros), nove unidades da Sejus como as cadeias Raimundo Vidal Pessoa e as unidades prisionais Antônio Trindade, Anísio Jobim e Puraquequara receberam ampliação e atualização de seus acervos com 300 livros cada uma.

Todas as cartas de amor de Fernando Pessoa e Ofélia

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Publicado originalmente na Revista Cult

Pela primeira vez, um único volume reune a correspondência completa entre Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz, tida como único amor do poeta. Ambos se conheceram no final de 1919, em um escritório onde Ofélia, então com 19 anos, trabalhava como secretária, e Pessoa, com 31, como tradutor.

Uma das curiosidades da compilação é a presença de cartas do heterônimo Álvaro de Campos, sobre o qual Ofélia diz, em carta de junho de 1920: “não gosto dele, é mau”. Em novembro do mesmo ano, o casal rompe, para se unir novamente dali a 9 anos, em 1929, e romper definitivamente em 1931.

Em depoimento ao jornal espanhol El Pais, a organizadora da obra Manuela Parreira da Silva, da Universidade Nova Lisboa, diz que a linguagem de algumas das cartas dá a entender que os dois não tiveram uma relação de amor platônico como se pensava. Além disso, ressalta a reticência de Pessoa em conhecer a família de Ofélia e um constante desejo por parte dela para que ele se comprometesse mais.

A obra ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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