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Promoção: “Ahmnat – A mãe de todos os pecados”

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A origem de todos os pecados

Um dia, ela já foi a poderosa Ahmnat. Hoje, quatro mil anos após seu nascimento, ela é Alice Femi, que vive a tão almejada vida simples. Seu tempo é dividido entre seu trabalho, que adora, um namorado divertido e uma amiga sincera que conhece seus segredos.

Bem longe dali, Christian, um solitário rapaz nova-iorquino, vive enclausurado em uma existência monótona e sem objetivo. Ele odeia seu emprego, não faz nada de diferente e não tem amigos com quem sair.

Ao mesmo tempo, em outro ponto do mundo, um assassino profissional prepara-se para cumprir seu último contrato, que vai garantir um futuro muito confortável para ele e para sua confidente secretária.

Porém tudo muda quando eventos imprevisíveis entrelaçam os destinos dessas três histórias e imponentes figuras do além-vida conspiram para realizar um plano que poderá abalar os pilares da própria criação.

Vamos sortear 3 exemplares de “Ahmnat – A mãe de todos os pecados”, um superlançamento da Ed. Gutenberg.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 5/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

a Rafflecopter giveaway

***

Atenção!

Os requisitos são:

Tweet about the giveaway: é só clicar no botão “twitter” que será dado RT automaticamente no seu perfil. Se você clicar diariamente nesse botão, mais pontos você faz e melhor a chance de ganhar o livro.
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Promoção: “Meu amigo rico”

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Por meio de uma linguagem singela, direta e emocionante, Luciano Maia relata o improvável encontro fraternal entre dois mundos distantes e antagônicos, o de um garoto pobre e o de um garoto rico.

A partir das crises existenciais do garoto pobre que, em parte, são consequência deste choque sócio-cultural, o autor extrai e apresenta ao leitor as muitas alegrias, dores e descobertas feitas pelo protagonista.

Saudade, inveja, felicidade, aceitação, decepções, ansiedade, perdão, injúrias, traumas, persistência, sonhos e sexo, são alguns dos temas distribuídos no dramático enredo, permitindo ao leitor explorar, com um toque de bom humor, coisas doces e doloridas sobre o contato entre seres humanos.

Vamos sortear 3 exemplares de “Meu amigo rico”. Visite o hotsite para saber mais sobre o livro.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 01/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

a Rafflecopter giveaway

***

Atenção!

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Gillian Flynn, a mulher que desbancou “Cinquenta tons de cinza”

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Com um livro sombrio e uma protagonista má, a escritora americana chegou ao topo das listas de mais vendidos

SOMBRIA A autora americana Gillian Flynn, de 44 anos. Ela diz que suas personagens são detestáveis (Foto: Divulgação)

SOMBRIA
A autora americana Gillian Flynn, de 44 anos. Ela diz que
suas personagens são detestáveis (Foto: Divulgação)

Mariana Tessitore, na Revista Época

Cansada de ver as prateleiras das livrarias lotadas de livros com protagonistas boazinhas e submissas, a americana Gillian Flynn decidiu escrever sobre mulheres más. Seus dois primeiros livros, com personagens femininas fortes, haviam feito algum sucesso, mas não o suficiente para que ela abandonasse a carreira de jornalista e se dedicasse somente à literatura. Após ser demitida de seu trabalho, ela apostou tudo no romance Garota exemplar – e, finalmente, as garotas más venceram as boazinhas. Lançado em 2012 nos Estados Unidos, o livro vendeu três milhões de exemplares e foi o primeiro a superar a Cinquenta tons de cinza na lista de mais vendidos do New York Times. É candidato a repetir o feito no Brasil, onde a trilogia de E. L. James continua dominando as primeiras posições.

Como se o sucesso popular não bastasse, a obra também conquistou a crítica. Janet Maslin do New York Times, disse que a obra é “povoada por personagens tão bem imaginados que é difícil se separar deles”. O autor de terror Stephen King declarou ser seu fã. Gillian atribui o sucesso às suas personagens assustadoras. “Gosto de escrever sobre garotas que são detestáveis”, disse ela, em entrevista a ÉPOCA. “Estamos acostumados em pensar nas mulheres como naturalmente boas, como pessoas que só fazem o certo. Tento desmistificar essa visão um tanto simplista”. A surpreendente recepção do livro pelos fãs, segundo ela, mostra que os leitores estão preparados para essas novas mulheres na literatura. “Atualmente há espaço para todos os tipos de mulheres, e não apenas para os modelos tradicionais”, afirma. “Os autores não precisam mais se preocupar em escrever um livro que o protagonista seja alguém amável. O importante é criar um personagem que seja interessante”.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Todos os livros da escritora giram em torno de assassinatos. “Eu sempre me interessei pelo lado sombrio da natureza humana e no que leva as pessoas a fazerem coisas más. Normalmente os crimes têm motivos, até mesmo banais”, diz Gillian. Garota Exemplar conta a história do casal Nick e Amy. Os dois se conhecem numa festa e se casam depois de oito meses. O relacionamento vai bem até que eles se mudam para North Carthage, a cidade natal de Nick. Amy odeia viver no local e as brigas entre eles ficam cada vez mais constantes. No dia de aniversário de cinco anos de casamento, ela desaparece misteriosamente. As investigações apontam para um suposto homicídio e Nick é visto como o provável culpado. A obra tem uma estrutura não linear e alterna os pontos de vista, ora abordando a perspectiva de Amy, ora revelando a visão de Nick. Ao longo do livro, as versões dos dois começam a conflitar e o leitor já não sabe mais em quem confiar. Amy é uma personagem sombria. Todo ano ela realiza uma caça ao tesouro para comemorar o aniversário de casamento dos dois. O gesto pode parecer uma demonstração de amor, mas não deixa de ser um teste cruel para avaliar Nick. Assim são as protagonistas de Gillian: adoráveis e maldosas.

Assim como suas personagens, a autora está longe do estereótipo de garota amável e delicada. Passou uma grande parte da sua infância entre livros e filmes de suspense. Aos sete anos, seu filme favorito era Psicose, do cineasta britânico Alfred Hitchcock. Uma de suas brincadeiras favoritas era a de dar formigas para aranhas se alimentarem. Ela também costumava assistir filmes pornográficos na televisão a cabo. Sua vida hoje é mais tranquila, aos 44 anos, ela vive em Chicago com o marido e o filho de dois anos, e se dedica somente à literatura. Já tem um contrato para escrever dois novos livros, sem data de lançamento definida. Suas obras também devem chegar ao cinema. A FOX comprou os direitos de Garota exemplar. A atriz Reese Witherspoon será a produtora e protagonista do filme, e o cineasta americano David Fincher (Clube da luta) já foi sondado para a direção. Embalado pelo sucesso de Garota exemplar, seu livro anterior, Dark places (sem tradução para o português) também chegará às telas, estrelado por Charlize Theron e dirigido pelo francês Gilles Paquet-Brenner (A chave de Sarah). Assim como os leitores americanos, Hollywood também descobriu o charme das mulheres más.

Professora poderá ganhar mais se adiar aposentadoria em São Paulo

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Fábio Takahashi e Eduardo Geraque, na Folha de S.Paulo

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), propôs mudança na política salarial da rede de ensino que pode estimular professoras a adiar as aposentadorias, em troca de aumentos salariais.

Em projeto encaminhado à Câmara Municipal, Haddad prevê aumento de 13% nos vencimentos dos professores em final de carreira. O benefício, porém, seria concedido apenas a quem tiver ao menos 28 anos de carreira.

O período é superior ao tempo mínimo exigido para a aposentadoria das professoras (25 anos de trabalho).

O projeto precisa ser aprovada pelos vereadores.

Sindicatos da categoria afirmam que a proposta é prejudicial às mulheres, porque, para ter o aumento, elas terão de trabalhar três anos a mais do que o mínimo exigido para se aposentarem.

Em relação aos homens, eles não terão de estender o tempo de carreira, porque a lei já exige que eles fiquem ao menos 30 anos em atividade.

Danilo Bandeira/Editoria de arte/Folhapress

Danilo Bandeira/Editoria de arte/Folhapress

O secretário da Educação, Cesar Callegari, nega que o intuito da medida seja estender a carreira das mulheres, ainda que a medida possa, indiretamente, levar a isso.

Segundo Callegari, a ideia é beneficiar professoras que já chegaram aos 25 anos de trabalho, mas não completaram 50 anos de idade -que é a outra condicionante para o pedido de aposentadoria.

Ou seja: segundo o secretário, a ideia é conceder aumento a profissionais que já atuariam mais de 25 anos.

“Esses profissionais podem ficar anos aguardando a aposentadoria, sem nenhum estímulo”, disse ele. “São pessoas que, mesmo próximas da aposentadoria, são jovens, devem ser estimuladas.”

Ainda de acordo com o secretário, as professoras que chegarem aos 25 anos de carreira e 50 anos de idade não serão obrigadas a estender o trabalho -neste caso, porém, não receberão os aumentos, (dados por meio de evolução de dois níveis na carreira).

CRÍTICAS

Os sindicatos da categoria, têm avaliação diferente.

“Agora, para ter o mesmo benefício que os homens, as professoras terão de ficar tempo a mais do que o previsto. É discriminação”, afirmou o presidente do Sinesp (sindicato dos diretores da rede municipal), João de Souza.

“O governo Haddad começou com dois pés esquerdos.”

Presidente do Sinpeem (maior sindicato docente da rede), Claudio Fonseca disse que o prazo fixado para as mulheres “é punição”. Na contabilidade dele, 96% das professoras são mulheres.

“Acho a medida um retrocesso”, afirmou o pesquisador da Faculdade de Educação da USP, Nelio Bizzo. “Como a grande maioria dos profissionais do magistério municipal é do sexo feminino, vejo nisso possivelmente simples medida de economia, mas apresentada por discurso falsamente igualitarista.”

Jovem campeã de xadrez vende livros no vão do Masp para completar renda

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A campeã de xadrez Thauane de Medeiros, em frente ao Masp, onde vende seus livros foto: Eduardo Knapp/Folhapress

A campeã de xadrez Thauane de Medeiros, em frente ao Masp, onde vende seus livros foto: Eduardo Knapp/Folhapress

Rodolfo Lucena, na Folha de S.Paulo

A gaúcha Thauane de Medeiros aprendeu a jogar xadrez com oito anos e aos dez foi vice-campeã brasileira de sua categoria.

Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo e hoje vive do xadrez com o apoio de Mogi das Cruzes. Vende os livros que escreve sobre o jogo na Paulista para complementar sua renda e sonha em ter uma escola de xadrez para crianças. Em setembro de 2011, ela enfrentou o campeão mundial Garry Kasparov.

Jamais imaginei que um dia iria conhecer Kasparov. Ainda mais jogar contra ele, apertar a mão dele. É um dos melhores jogadores de todos os tempos, super frio, tático, estratégico. Ele tem um pouco de tudo. Foi super legal estar frente a frente com um ícone do xadrez.

Cheguei a pensar que poderia empatar com ele, porém cometi um erro, e ele conseguiu centralizar o rei e capturar meus peões. Foram 48 lances, 1 hora e 40 minutos.

Era uma simultânea contra 20 pessoas, eu fui a penúltima a sair. Poderia ter ficado muito mais, ter sido a última, mas, como eu era a única que jogava profissionalmente, eu não fui até o xeque-mate. O jogador profissional sabe quando está perdido e, por respeito ao adversário, abandona.

Vivo do xadrez desde os 16 anos, quando vim para São Paulo. Uns amigos me disseram que algumas cidades aqui pagavam para você representar a cidade em torneios. Antes eu já representava Florianópolis, onde morava com minha família, mas por amor, não ganhava nada.

Em São Paulo, consegui apoio de Mogi das Cruzes. É uma bolsa, não dá para tudo, então comecei a vender meus livros na avenida Paulista para conseguir dinheiro para participar de torneios.

Quem me deu a ideia foi um amigo, que vendia livros de poesia. Primeiro, fiz um CD sobre xadrez, contando a história do jogo, os movimentos das peças, algumas partidas importantes. E contava um pouco também sobre mim.

Aprendi a jogar aos oito anos. Meu cunhado me ensinou, mas em pouco tempo eu estava ganhando dele. Então fui para uma escola que tinha xadrez, para me desenvolver.

No primeiro campeonato, fiquei em quarto lugar; no segundo, fiquei em terceiro e, na terceira etapa, fui campeã.

Aos dez anos, fui vice-campeã brasileira e disputei pela primeira vez um torneio fora do país, o Pan-Americano, em Bogotá, na Colômbia.

Minha mãe me acompanhou, lembro a felicidade dela ao subir no avião. Ela jamais imaginava andar de avião e muito menos sair do país!

Hoje sou a campeã brasileira sub18 e sub20, no feminino. Representei o Brasil no Mundial sub20 na Grécia, em 2012, mas não me saí muito bem. Preciso estudar mais, mas ter um professor é muito caro.

Vendo os livros no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), às quartas e de sexta a domingo, das 9h ao meio-dia. É um trabalho difícil, você ganha muitos “nãos”, às vezes, é perigoso. Tem bêbados, drogados, já roubaram meu celular, uma mochila com 40 livros…

Foi por causa do meu livro que enfrentei o Kasparov.

Estava vendendo na fila do museu e um senhor se interessou pela minha história, disse que tinha um projeto em que poderia me encaixar.

Era o Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Fui ajudar os alunos do Sesi com xadrez, fazendo simultâneas e dando palestras. Acabei jogando contra o Kasparov em setembro de 2011.

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