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30 dias para o Enem: candidatos fazem piadas e lamentam no Twitter

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Provas serão aplicadas daqui 30 dias em todo o Brasil.
Neste ano são mais de 7 milhões de inscritos.

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Publicado no G1

Faltam 30 dias para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os candidatos aproveitaram a data nesta quinta-feira (24) para lamentar nas redes sociais. Alguns internautas fizeram piada com a proximidade do exame, que neste ano tem 7.746.057 inscritos.

Nesta quinta, o G1 também publica uma lista com sete itens essencias na lista dos candidatos e o primeiro vídeo da série de dicas rápidas para a prova. Desta vez, os professores respondem: Por que cai tanta regra de três no Enem?

Data da prova

O Enem será realizado em 24 e 25 de outubro. No primeiro dia de prova, um sábado, serão realizados os testes de ciências humanas e de ciências da natureza, com duração de 4 horas e 30 minutos.

No domingo, 25, os estudantes terão 5 horas e 30 minutos para resolver questões de linguagens, códigos, matemática e fazer a redação.

 

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Veja os principais memes e piadas sobre as provas do Enem 2014

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No sábado Miley Cyrus acabou em montagem com questão de física.
No domingo, tema da redação foi adivinhado horas antes no Twitter.

Publicado no G1

A edição de 2014 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegou aos temas mais comentados nas redes sociais tanto no sábado (8) quanto neste domingo (9). Internautas que fizeram ou não as provas bolaram memes e piadas no Twitter e no Facebook. Além dos temas que caíram nas questões, teve até montagem com a cantora Miley Cyrus e um misterioro tuíte publicado na manhã deste domingo (9), onde uma usuária adivinhou o tema da redação que seria divulgado horas depois.

A hashtag #AprendiNoEnem, que em outros anos também foi usada pelos candidatos após as provas, passou o fim de semana entre as mais usadas no Twitter.

Publicidade infantil?
Eita, Giovana! Teve gente que “descer, subir, empinar e rebolar” para conseguir escrever uma boa redação sobre o tema ‘Publicidade Infantil’. Teve gente que foi esperta e não deixou o forninho cair.

Eita, Giovana, o forninho caiu... (Foto: Reprodução/Instagram)

Eita, Giovana, o forninho caiu… (Foto: Reprodução/Instagram)

Falou sobre propagandas famosas.

♫ Gostoso pra chuchu, chuá, chuá, uh, uh ♫ (Foto: Reprodução/Twitter/FrasesdoRedex)

♫ Gostoso pra chuchu, chuá, chuá, uh, uh ♫ (Foto: Reprodução/Twitter/FrasesdoRedex)

Reclamou de programas de prêmios.

Playstation, playstation, playstation... (Foto: Reprodução/Twitter/junowerlang13)

Playstation, playstation, playstation… (Foto: Reprodução/Twitter/junowerlang13)

Mas a verdade é que o tema pegou muita gente de surpresa, e teve um pessoal que comemorou em não estar fazendo o Enem este ano.

É, o tema foi bem fora que do que a maioria pensava (Foto: Reprodução/Twitter/lucasaguiar)

É, o tema foi bem fora que do que a maioria pensava (Foto: Reprodução/Twitter/lucasaguiar)

Vamos tentar…
A prova de matemática sempre é um desafio para os candidatos do Enem. Tinha gente não querendo se perder.

Calma, Zileide, está tudo sob controle (Foto: Reprodução/Twitter/lalagot)

Calma, Zileide, está tudo sob controle (Foto: Reprodução/Twitter/lalagot)

Alguns pediram uma ajudinha do além.

Chico, ajuda aí (Foto: Reprodução/Twitter/QueroNaao)

Chico, ajuda aí (Foto: Reprodução/Twitter/QueroNaao)

E a rapper Nicki Minaj até tentou ajudar…

Um, dois, três, quatro... (Foto: Reprodução/Twitter)

Um, dois, três, quatro… (Foto: Reprodução/Twitter)

O ator Jim Carey também.

Segura a caneta! (Foto: Reprodução/Twitter)

Segura a caneta! (Foto: Reprodução/Twitter)

desespero foi grande, tanto que hoje virou o…

‘Dia Nacional do Chute’
Desde a manhã, candidatos do Enem se refugiaram nas redes sociais para desabafar sobre os dois grandes medos da prova deste domingo: as provas de matemática e de redação.

Candidato sugere que o segundo dia de prova do Enem caia sempre no feriado do Dia Nacional do Chute (Foto: Reprodução/Twitter/ramonedidi)

Candidato sugere que o segundo dia de prova do Enem caia sempre no feriado do Dia Nacional do Chute (Foto: Reprodução/Twitter/ramonedidi)

A candidata preocupada com a redação teve uma abordagem mais religiosa (Foto: Reprodução/Twitter/pequenaraylla_)

A candidata preocupada com a redação teve uma abordagem mais religiosa (Foto: Reprodução/Twitter/pequenaraylla_)

‘Mãe Dinah do Enem’
Horas antes da prova, um tuíte foi publicado por uma usuária que disse que faria o Enem. Ele viralizou durante a tarde porque, nela, a garota adivinhou o tema da prova da redação:

Mensagem publicada no Twitter na manhã deste domingo adivinhou tema da redação do Enem, que seria divulgado horas depois (Foto: Reprodução/Twitter)

Mensagem publicada no Twitter na manhã deste domingo adivinhou tema da redação do Enem, que seria divulgado horas depois (Foto: Reprodução/Twitter)

Este candidato fez outro tipo de previsão (mas esperamos que ela não tenha se cumprido!):

Candidato prevê lágrimas na prova do segundo dia do Enem (Foto: Reprodução/Twitter/DanielGessinger)

Candidato prevê lágrimas na prova do segundo dia do Enem (Foto: Reprodução/Twitter/DanielGessinger)

Veja mais aqui.

Cartunista islandês lança no Brasil livro com piadas sobre temas polêmicos, de zoofilia ao nazismo

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Em ‘Como você pode rir de uma coisa dessas?’, cartunista islandês faz humor com temas macabros

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de "Como você pode rir de uma coisa dessas?" - Reprodução /

Cartum de Dagsson, desenhista islandês, autor de “Como você pode rir de uma coisa dessas?” – Reprodução /

Bolívar Torres em O Globo

RIO – Pode-se rir de tudo — mas não com todo mundo. A clássica frase do francês Pierre Desproges se aplica com perfeição ao trabalho do cartunista Dagsson. Nem todos vão rir dos seus desenhos, por mais que ele tente fazer graça com tudo. Publicados pela primeira vez no Brasil no recém-lançado “Como você pode rir de uma coisa dessas?” (Editora Veneta), que reúne em um só volume três livros do autor islandês, os despudorados cartuns trazem piadas sobre zoofilia, nazismo, vômito, esquartejamento, bullying, miséria, solidão… Um pacote insólito que faz jus ao seu título brasileiro.

— Se todo mundo gostasse do meu trabalho, eu estaria fazendo algo errado — diz o desenhista, em entrevista por e-mail. — As pessoas devem discordar sobre arte. Se alguns se sentem ofendidos por meus cartuns, isso é bom. Não há nada errado em ser ofendido. Eu, por exemplo estou sempre ofendendo a mim mesmo, buscando meus próprios limites.

Para o bem ou para o mal, é impossível ficar indiferente ao livro de Dagsson. Os próprios editores reuniram, na contracapa, algumas das reações iradas na imprensa internacional. Entre os xingamentos dos críticos, “lixo” é talvez o mais suave. “Proíbam esse livro”, suplica um jornalista do “Irish sun”. Já o resenhista do “Gateway Sun” afirma que o autor tem menos talento que o seu cachorro: “Não quero tal livro na minha casa, vou colocá-lo no lixo reciclável na esperança de que seu papel possa ser aproveitado em um título mais merecedor”, resume.

O traço singelo e tosco do cartunista islandês dá um toque infantil aos desenhos (que, de fato, poderiam ter sido feitos por qualquer criança) e que contrasta com a violência dos temas. Buscando constantemente quebrar todos os tabus, Dagsson nos leva a refletir sobre a linha tênue que separa provocação e mau gosto.

— É difícil dizer o que é provocação e o que é mau gosto — avalia o autor. — Acho que esses cartuns são como uma terapia para mim. Tenho consciência da feiura do ser humano e uso o humor para lidar com isso.

Traço infantil e provocação - / Reprodução

Traço infantil e provocação – / Reprodução

A origem dessa visão macabra é um mistério. Dagsson afirma que teve uma infância banal — nenhum trauma, nenhum episódio envolvendo facas ou picadinho de crianças (sim, há um cartum sobre isso). Quando criança, ele gostava de ler quadrinhos como “Calvin & Haroldo”. Só mais tarde, descobrindo Monthy Python na adolescência, percebeu que “assassinatos e vômitos podiam ser divertidos”. Além dos conflitos entre provocação e mau gosto, o cartunista aprecia outra linha tênue: aquela que separa o horror e o humor.

— Minha infância foi normal e entediante — conta. — Quando criança, sempre gostei da fantasia. Tinha uma vívida imaginação. Sou extramente tímido, porém. E ainda o sou. Tinha medo de tudo e usei minha imaginação para escapar da realidade. Agora uso a imaginação para ridicularizar a realidade.

Ao folhear as páginas de “Como você pode rir de uma coisa dessas?”, o leitor poderá achar que atingiu o cume da miséria humana. Dagsson, porém, jura que pode ir mais longe. Por incrível que pareça, ele revela que pratica a autocensura. Chega até a largar a caneta sempre que uma ideia “particularmente horrível” está para ganhar vida. Perguntado sobre qual de seus desenhos considera mais chocante, o cartunista dá a entender que o pior ainda está para vir.

— Acho que esse desenho ainda não foi feito — garante.

Cartunista jura que já praticou autocensura - / Reprodução

Cartunista jura que já praticou autocensura – / Reprodução

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