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Os livros que mudaram a vida de Paula Pimenta

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Marina Bessa, na Capricho

Oi, gente leitora!

Tudo bem?

Sabem especial de fim de ano? Tipo o show do Roberto Carlos na Globo? Então, aqui no blog também tem. Calma, eu não vou cantar! Continuo falando deles, os maravilhosos, os melhores amigos de quem espera um ônibus, uma consulta no dentista, um grande amor com a cara de Logan Lerman… OS LIVROS!

E eu não poderia ter uma convidada mais especial para comemorar o Natal do nosso Clube do que ela, a mineira Paula Pimenta. A autora dispensa apresentações, certo? Todo mundo aqui já leu, ouviu falar, pediu emprestado e não devolveu (que feio! Mas com livro pode!) algum exemplar da série Fazendo Meu Filme. Pois bem, que rufem os tambores, a Paulinha está aqui com a gente!

Neste momento, estamos nós dois, vestidos de gala e comendo o pernil da minha avó, esperando o amigo secreto. Mentira. Só estava imaginando, fazendo meu filme. Hahaha

(ok, a piada foi ruim, mas não resisti. A Paula acabou de me deixar sozinho na nossa ceia de Natal e, pior, eu tirei ela no amigo secreto)

———- Atenção: neste ponto, acaba o papo-furado e o post realmente começa ————————————————-

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A Paulinha, uma das escritoras mais bem-sucedidas (e fofas) do momento, topou contar para a gente os cinco livros que mudaram a vida dela. Sabe aqueles especiais mesmo? Então. Agora você vai ter acesso à lista da Paula. Muito VIP. Muito chique. É bom você ler, viu? Não quero membros do Clube me fazendo passar vergonha em frente à Paula no ano que vem. VAI TER CHAMADA ORAL/TWITTAL/INSTAGRAMAL

Eis a lista:

A Ponte para o Sempre, de Richard Bach (Editora Record)
“É a história do próprio Richard Bach à procura de sua alma gêmea. No livro ele narra a época em que começou a viver como escritor. Esse é daqueles livros que começam meio lentos. Eu quase abandonei, mas ainda bem que insisti, pois ele se tornou um dos meus preferidos. Ele tem passagens lindas e mostra que a ‘alma gêmea’ não aparece magicamente, mas pode se alguém que a gente não percebe. Ele passa tantas lições que eu até gosto de relê-lo de vez em quando, para manter os ensinamentos sempre em mente”.

O Diário da Princesa, de Meg Cabot (Editora Record)
“É uma série de 10 volumes. Conta a história de Mia, uma garota normal que de repente vê sua vida mudar completamente quando descobre que é a única filha de um príncipe europeu. Esse é o primeiro livro da Meg Cabot que foi publicado no Brasil e eu li logo na época do lançamento. Foi paixão à primeira leitura! A Meg se tornou a minha autora preferida e também uma das grandes responsáveis por eu me querer tornar escritora também. O Diário da Princesa me marcou por vários motivos. Em primeiro lugar, por ter sido o primeiro livro da Meg que eu li. Em segundo porque a Mia (a protagonista) é muito parecida comigo. Em terceiro porque o Michael, o mocinho, é o mais fofo da história dos livros! E em quarto a história em si, que é linda. Acompanhamos o crescimento da Mia, a transformação de uma garota normal para uma verdadeira princesa”.

Um Leão Chamado Christian, de Anthony Bourke & John Rendall (Editora Nova Fronteira)
“Eu já tinha visto no YouTube o famoso vídeo do reencontro afetuoso dos ex-donos com o leão (que havia nascido na Inglaterra e após ficar muito grande para morar em um apartamento, foi reintroduzido na selva africana). Eu assisti a esse vídeo várias vezes e me emocionei em todas elas, porém, ao rever o vídeo depois de conhecer a história de Christian desde o comecinho até o final, chorei ainda mais. O livro narra não só a história de um leãozinho que deu a sorte de ter sido comprado por pessoas sensíveis, para livrá-lo do destino de um circo. Ele conta também a história dessas pessoas, que resolveram fazer a diferença em um mundo onde o animal é maltratado e visto pelo humano como um ser inferior. Esse livro nos deixa com a esperança de que ainda existem pessoas boas, sensíveis, que tentam fazer do nosso planeta um lugar melhor para todas as espécies. Só não sei o que fazer agora com essa vontade de ter um leão que tomou conta de mim!”

Antes que eu vá, de Lauren Oliver (Editora Intrínseca)
“Conta a história de Sam, uma garota que é superpopular, tem uma vida ótima, mas que morre em um acidente. Porém, ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia tantas vezes, ela acaba descobrindo mais sobre si mesma, sobre suas amigas, sobre sua vida. Esse foi o último livro que eu li e talvez por isso ainda esteja tão marcante. Ele me fez refletir, mexeu com as minhas emoções, me deixou triste e inclusive me fez reavaliar algumas atitudes”.

Griffin e Sabine, de Nick Bantock (Não lançado no Brasil)
“Na verdade é uma trilogia, composta por três títulos: Griffin e Sabine, A Agenda de Sabine e O Caminho do Meio. Ela conta a história de Griffin, um ilustrador que um dia recebe um postal falando sobre um desenho que ele fez, mas que não havia mostrado pra ninguém. E assim ele entra em contato com Sabine, que aparentemente enxerga tudo que ele desenha, no momento da criação. Os dois desenvolvem uma correspondência extraordinária, mas quando finalmente marcam um encontro, descobrem que vivem em dimensões paralelas. No decorrer dos livros eles tentam descobrir uma forma de se encontrar. Acho que essa trilogia é a preferida da minha vida. Além de a história ser linda e instigante, o autor também é ilustrador, então os livros são ilustrados e em forma de correspondência mesmo. Em cada página encontramos as cartas e postais dos personagens, e podemos abri-las e lê-las. É perfeito.”

Obrigado, Paula.

Gente, agradeçam à Paula. (Não ouvi, falem mais alto)

Feliz Natal!

Um beijo,

Thi

Balanço da Bienal do Livro 2013: a vez dos infantojuvenis

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A escritora Paula Pimenta (foto: Leo Drumond/Nitro)

A escritora Paula Pimenta (foto: Leo Drumond/Nitro)

Publicado por Veja

Se a Bienal do Livro de São Paulo de 2012 foi praticamente dominada pelas capas pretas do romance Cinquenta Tons de Cinza, que vendeu 2.200 exemplares e impulsionou o crescimento de 140% da Intrínseca no evento, o perfil dos campeões de venda da Bienal do Livro do Rio foi bem diferente. A ficção erótica de E.L. James sequer apareceu na lista dos cinco títulos mais procurados da Intrínseca, preenchida por dois romances para o público jovem de John Green, A Culpa É das Estrelas e Cidades de Papel, além dos também juvenis Extraordinário, de R.J. Palacio, O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick, e O Ladrão de Raios, o primeiro livro da saga de Percy Jackson, escrita por Rick Riordan.

Os livros infantojuvenis foram de fato dominantes nesta Bienal. Fenômeno do ramo, Paula Pimenta, colunista do site de VEJA, puxou o crescimento de sua editora, a Gutenberg, do grupo Autêntica, que quadruplicou seu faturamento. A editora não revela números de receita ou de exemplares comercializados, mas afirma que os livros de Paula, como a série Fazendo Meu Filme, foram responsáveis por 40% das vendas do estande.

Dos trinta títulos mais comercializados pelo grupo Record, que possui um selo voltado só para o público jovem, o Galera Record, 25 eram juvenis, entre eles os das séries Instrumentos Mortais e Assassin’s Creed. Dos brasileiros, os títulos mais vendidos foram A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr, e Perdida e Procura-se um Marido, ambos de Carina Rissi. Puxado pela procura do leitor jovem, o faturamento da Record nesta Bienal foi 40% maior do que em 2011.

A Rocco não ficou atrás nesse filão, já que quatro dos cinco títulos mais procurados durante a Bienal são juvenis: Ela Disse, Ele Disse – O Namoro, de Thalita Rebouças com colaboração de Mauricio de Sousa, As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, Carnaval, de Luiza Trigo, e Divergente, de Veronica Roth. A editora cresceu 20% nesta edição do evento. A Companhia das Letras, com crescimento de 30% em número de exemplares vendidos, também teve como destaques dois livros juvenis: A Seleção e A Elite, ambos de Kiera Cass. Em seguida, vieram Toda Poesia, de Paulo Leminski, e Cada Homem É uma Raça, de Mia Couto.

Outros gêneros – O estande da editora Novo Conceito, premiado pela coordenação da Bienal como o mais bonito e organizado, teve crescimento astronômico, não só em metros quadrados – passou de 50 em 2011 para 200 nesta edição–, como em faturamento: 590%. Entre os títulos mais procurados pelo público estão os romances açucarados Uma Prova de Amor, de Emily Giffin, Um Porto Seguro, de Nicholas Sparks, e P.S. Eu te Amo, de Cecelia Ahern.

A Globo Livros faturou 41% a mais na Bienal de 2013 em comparação à anterior no Rio de Janeiro. Os títulos mais comercializados foram 1889, o último da trilogia sobre as datas que marcaram o Brasil no século XIX, escrita por Laurentino Gomes, O Silêncio das Montanhas, de Khaled Hosseini, e Kairós, do Padre Marcelo Rossi.

O grupo Objetiva, com crescimento de 30% em faturamento em relação a 2011, teve como os mais comercializados o erótico Peça-me o que Quiser, de Megan Maxwell, Entre o Agora e o Nunca, de J.A. Redmerski, e Detone!, de Ian. K. Smith.

Bienal do Livro RJ: Por onde andam os meninos do Cabine?

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Gabriel saltita feliz e livremente pela Bienal do Rio, enquanto Danilo trabalha incansavelmente no evento da Paula Pimenta, lá no estande da Autêntica. Aguarde mais atualizações! \o/

Padre deixa o inferno para trás

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Kairós sobe, Inferno desce e a internet vira livro

Cassia Carrenho, no PublishNews

kairos capa4acapa 3.inddO livro Kairós (Principium) voltou a subir no altar, mandando Inferno (Arqueiro) para o 3º lugar da lista geral. Em 2º lugar assumiu A culpa é das estrelas (Intrínseca), que já havia discretamente fincado seu pé nas primeiras posições. O interessante é que a diferença das vendas entre os três primeiros foi bem pequena. Do 1º para o 2º lugar, a diferença foi de apenas 75 exemplares; do 2º para o 3º lugar, 236.

Mas um novo fenômeno vem sacudindo as listas do PublishNews: sucessos do YouTube. Começou com o lançamento do livro Porta dos fundos (Sextante), na semana passada, que nessa ganhou a companhia do Não faz sentido (Casa da Palavra/LeYa), do vlogueiro, ator e engraçadinho Felipe Neto.

A lista infantojuvenil é a que menos mudou nos últimos meses. O eterno livro de miss, O pequeno príncipe (Agir), não apenas não some nunca da lista, como chegou essa semana ao 1º lugar. Outra curiosidade é a concentração de autores na lista infanto-juvenil: dos 20 livros, 6 são do autor Jeff Kinney, com a série Diário de uma banana (Vergara&Riba), outros 6 de Rick Riordan, com a série do herói Percy Jackson (Intrínseca) e 3 livros são da autora Paula Pimenta, dois da série Minha vida fora de série (Gutenberg), e O livro das princesas (Galera Record) em que é co-autora.

Outras novidades na semana foram: em ficção Amante finalmente (Universo dos livros); autoajuda, Bolsa blindada (Thomas Nelson Brasil) e A arte da sabedoria (BestBolso).

No ranking das editoras, as três primeiras posições mantiveram-se iguais: Sextante, Record e Intrínseca, respectivamente.

E se Star Wars fosse escrito por Shakespeare?

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Vinicius Pimenta Silva, no Literatortura

Justamente quando a franquia Star Wars está para lançar o sétimo filme, surge uma grande surpresa para os fãs: o livro chamado “William Shakespeare’s Star Wars: Verily, A New Hope” de Ian Doescher que promete ser algo diferente. Não só para aqueles que apreciam obras pertencentes aos estúdios Lucasarts mas também para os apreciadores dos livros do grande escritor inglês.

Não se trata de um livro de Star Wars como nós conhecemos, a obra de Doescher estará reinterpretando o clássico da ficção científica espacial, pondo algumas situações do filme em um contexto de idade média. O livro tem os personagens mais conhecidos do cinema, mas apresenta os diálogos modificados a moda do grande escritor inglês. Segundo a prévia do autor até mesmo os rugidos do Chewie e os bips do R2 estão no livro.

“William Shakespeare’s Star Wars: Verily, a New Hope”, em uma tradução livre significa algo como “Star Wars de William Shakespeare: Realmente uma nova esperança”. Procurado pela equipe do Literatortura para conversar a respeito de seu livro, o autor não respondeu a tempo da publicação dessa pequena reportagem, mas segue abaixo um booktrailer do livro:

Em publicações pelo Twitter podemos ver muitas pessoas aclamando o livro. Confesso que estou curioso sobre a obra, e você, acha que o livro será uma leitura agradável?

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