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Acessório permite ler livros em tablets enquanto se corre em esteiras

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‘Run-n-Read’ faz tela de tablet se ajustar à visão durante corrida. Projeto tenta colocar aparelho à venda por US$ 55 nos EUA.

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'Run-n-read' permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

‘Run-n-read’ permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

Um acessório promete ajudar quem gosta de correr em esteiras e ler livros no formato digital no iPad, adaptando a tela aos olhos do usuário e facilitando a leitura. Chamado de “Run-n-Read” (corra e leia, em tradução), ele possui um sistema que consegue fazer o texto na tela “pular” em sincronia com os olhos durante a corrida.

O acessório pode ser colocado na cabeça, usando uma faixa, ou na gola da camiseta. Usando um aplicativo, a tela do tablet – que é colocado no painel da esteira –  e o sensor entram em sincronia, fazendo com que, aos olhos do corredor, a tela fique estática na mesma posição, mas, na realidade, ela está acompanhando o movimento dos olhos durante a corrida.

Para avançar uma página, basta tocar uma vez no aparelho e, para retroceder, são dois toques.

O acessório funciona com tablets com sistema iOS e Android e será vendido nos Estados Unidos por US$ 55. A Weartons, que criou o clipe, tenta arrecadar fundos para conseguir lançar o aparelho comercialmente (clique aqui para acessar o site).

 

Professor cego mostra em livro como ensinar física para quem não enxerga

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Eder Camargo pesquisa formas não visuais de ajudar no ensino da matéria.
Ele perdeu visão aos 9 anos e hoje tem pós-doutorado pela Unesp.

Com pedaços de plástico e diferentes tipos de barbante é possível criar modelos táteis para ensinar conceitos de óptica, explica o professor Eder Camargo, da Unesp (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Com pedaços de plástico e diferentes tipos de barbante é possível criar modelos táteis para ensinar conceitos de óptica, explica o professor Eder Camargo, da Unesp (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Ana Carolina Moreno, no G1

O professor de educação para a ciência Eder Pires de Camargo, que dá aulas na Universidade Estadual Paulista (Unesp), reuniu em um e-book ferramentas úteis para professores ensinarem física a alunos que não enxergam. Lançado neste ano pela Editora Unesp, o livro avalia os obstáculos para incluir os estudantes cegos no aprendizado de conhecimentos como óptica, eletromagnetismo, mecânica, termodinâmica e física moderna, e sugere formas de viabilizar a participação e o entendimento desses alunos. O livro pode ser acessado gratuitamente pela internet.

Em entrevista ao G1, Camargo explicou que este é o terceiro livro produzido por ele a respeito da educação inclusiva de conteúdos de física. Seu quarto livro, no qual ele pretende propor modelos teóricos para melhorar a formação dos professores nesta área, já está nos planos.

Desde 2007, ele dá aulas na Unesp para futuros professores de física e afirma que já tem obtido resultados interessantes. O professor explica que decidiu pesquisar o tema, entre outros motivos, porque perdeu a visão a partir dos 9 anos de idade. Além disso, “em ordem primeira de importância, este é tema de grande necessidade social”, disse o professor.

O professor da Unesp Eder Pires de Camargo (Foto: Arquivo pessoal)

O professor da Unesp Eder Pires de Camargo
(Foto: Arquivo pessoal)

“Pensei em estudar formas de ensinar física para um aluno com a mesma deficiência que a minha, para facilitar o acesso desse aluno a um tipo de conteúdo amplamente relacionado à visão, não que em sua natureza seja, mas por uma cultura de videntes esta área do conhecimento acabou sendo tornada dependente da visão”, afirmou Camargo. Hoje, aos 40 anos, ele tem pós-doutorado e dá aulas na graduação e pós-graduação da Unesp em Bauru e em Ilha Solteira.

O livro é resultado da pesquisa de pós-doutorado do professor, realizada a partir de 2005 sob a supervisão do professor Roberto Nardi, da Unesp de Bauru. Ele tenta driblar costumes que estão enraizados na dinâmica de uma sala de aula, onde o professor usa ao mesmo tempo sua fala e a informação visual para se comunicar com os alunos. “Se utiliza muito um tipo de linguagem que envolve o áudio e a visualização simultânea da informação. Por exemplo: ‘note as características desse gráfico’ (professor indica o gráfico na lousa), ‘isto mais isto dá isto’ (indica a equação)”, explicou ele.

Dessa forma, segundo Camargo, o estudante cego não consegue participar da aula e sequer tem condições para formular perguntas a respeito do que está sendo ensinado, porque só tem acesso parcial ao conteúdo. “Mais de 90% dos momentos de comunicação em sala de aula de física utilizam o perfil que descrevi. Nisto reside uma parte das dificuldades enfrentadas pelo aluno cego.”

Segundo ele, não há soluções definitivas para ensinar todos os conteúdos de física para quem não vê, mas é preciso dar mais atenção a outros canais de comunicação. “De um lado, não podemos comunicar coisas estritamente visuais a um cego total de nascimento. Contudo, de outro, nos faz pensar que as outras experiências (táteis, auditivas etc) são fundamentais para a construção de realidade, pois, pelo contrário, como estaria o cego no mundo? Ele é um individuo que está ai, pensa, vive e muito bem sem a visão.”

Camargo decidiu estudar a educação inclusive em física porque, além de ele não enxergar desde os 9 anos, ele afirma que, "em ordem primeira de importância, este é tema de grande necessidade social" (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Camargo decidiu estudar a educação inclusive em
física porque, além de ele não enxergar desde os
9 anos, ele afirma que, “em ordem primeira de
importância, este é tema de grande necessidade
social” (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Metodologia

Para entender como superar esse obstáculo, ele passou um ano coletando dados com a ajuda de estudantes de licenciatura em física e 35 alunos videntes e dois cegos. “Na primeira parte, desafiamos futuros professores de física da Unesp de Bauru a planejarem materiais e atividades de ensino de física adequadas para a participação de alunos com e sem deficiência visual. Na segunda parte da pesquisa, esses futuros professores aplicaram módulos de ensino de física sobre cinco temas. O curso todo levou 80 horas.”

As aulas foram gravadas em vídeo e, depois do curso, todos os participantes da pesquisa foram entrevistados. “A análise desses materiais foi realizada durante os outros anos da pesquisa, 2006 a 2009”, explicou Camargo.

Não sei por que, depois de um tempo, na escola tudo se torna enlatado em livros e lousa e giz, de tal forma que toda aquela criatividade do ensino infantil é esquecida”
Eder Pires de Camargo
professor da Unesp

Segundo ele, uma das formas pelas quais é possível driblar os hábitos de comunicação excludente na sala de aula é ensinando por meio de maquetes táteis. Ao transferir o conteúdo dos gráficos e esquemas da lousa para um modelo 3D, não só é possível incluir os alunos cegos, mas a ferramenta também pode facilitar o processo de aprendizado dos colegas videntes, além de incentivar a interação entres os alunos.

Outros materiais que podem ser usados são barbante, arame, massa de modelar, isopor e pregos, entre outros. “Não sei por que, depois de um tempo, na escola tudo se torna enlatado em livros e lousa e giz, de tal forma que toda aquela criatividade do ensino infantil é esquecida. Não estou dizendo contra livros e lousa, e sim criticando seus usos exclusivos”, afirmou Camargo.

Além disso, outra diferença nos hábitos do professor, na hora de pensar em como dar uma aula acessível para quem não consegue enxergar, é a necessidade de planejamento com maior antecedência. Isso permite a construção dos modelos adequados para o ensino do conteúdo específico da aula. Por isso, ele defende que, além do incentivo à formação qualificada do professor, é preciso que o governo dê, no caso das escolas públicas, a infraestrutura necessária para que o trabalho seja feito.

Na opinião do professor, essas condições ainda não são satisfatórias. Mas Camargo defende que de nada adianta constatar o estado das coisas hoje, principalmente considerando o sistema atual de ensino. “Eu diria que torna-se muito complexo e contraditório falar em inclusão no atual modelo de escola e sociedade, cujo ensinamento central é a competitividade e o acúmulo, valores divergentes aos apregoados pela inclusão.

Por isto, é preciso falar em inclusão em seu sentido prospectivo, porque a inclusão não está pronta, constituindo uma meta a ser atingida, uma meta de uma nova sociedade e de um novo modelo social.”

A coleta de dados da pesquisa do professor da Unesp foi feita durante um ano e contou com a participação de estudantes de licenciatura e alunos videntes e cegos (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

A coleta de dados da pesquisa do professor da Unesp foi feita durante um ano e contou com a participação de estudantes de licenciatura e alunos videntes e cegos (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Maciel)

Concurso Cultural Literário (12)

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O que você faria se pudesse voltar no tempo?
Será que, ao fazer escolhas diferentes, você conseguiria mudar sua vida para melhor?

Anita tem 30 anos, e sua vida é muito diferente do que ela sonhou para si. Um dia, ao reencontrar seu primeiro blog, escrito quando tinha 15 anos, algo inusitado acontece, e tudo ao seu redor se transforma de repente. Com cabeça de adulto e corpo de adolescente, ela se vê novamente vivendo as aventuras de uma das épocas mais intensas da vida de qualquer pessoa: o ensino médio. Ao procurar modificar acontecimentos, ela começa a perceber que as consequências de suas atitudes nem sempre são como ela imagina, o que pode ser bem complicado. Em meio a amores impossíveis, amizades desfeitas e atritos familiares, Anita tentará escrever seu próprio final feliz em uma página misteriosa na internet.

Quer concorrer a 3 exemplares do primeiro romance da blogueira Bruna Vieira?

Na mesma vibe do livro, é só responder na área de comentários: O que você faria se pudesse voltar a ter 15 anos?

O resultado será divulgado no dia 12/9 às 17h30 aqui no post e no perfil do Twitter @livrosepessoas.

Lembrete: se você participar através do Facebook, por gentileza deixe o seu e-mail de contato.

Boa sorte! 🙂

 

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Parabéns: Kaia Clarice Salinet, Isabela Lapa e Talita Rodrigues! =)

Por gentileza enviar seus dados completos para: [email protected] em até 48 horas.

Em Guantánamo: Soldado dá ’50 Tons de Cinza’ a preso islamita para provocar, diz advogado

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Soldado dá ’50 Tons de Cinza’ a preso islamita para provocar, diz advogado

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Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo

Advogados de presos da base militar americana de Guantánamo estão acusando guardas de usar o best-seller erótico “Cinquenta Tons de Cinza” para difamar os detentos.

James Connell, advogado de Ammar al-Baluchi, acusado de participação nos atentados de 11 de Setembro, afirmou ontem que um guarda da prisão deu um exemplar do livro ao seu cliente.

“É uma campanha de desinformação ou uma piada de mau gosto, acho que queriam deixar na cela dele para dizer que meu cliente estava lendo o livro”, disse Connell. “Mas Baluchi é um homem religioso e nem abriu o livro.”

Na semana passada, um deputado americano esteve em Guantánamo e voltou dizendo que “Cinquenta Tons de Cinza” era o livro mais popular no Camp 7, que abriga os detentos de “alta periculosidade” como Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser o arquiteto dos atentados de 2001.

“Em vez do Corão [livro sagrado muçulmano], o livro mais requisitado por esses detentos de alta periculosidade é ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Eles já leram toda a série em inglês”, disse o deputado democrata Jim Moran. “Esses presos do Camp 7 não são fanáticos religiosos, são o oposto, são uns fingidos.”

Capa do livro '50 Shades of Grey' ('Cinquenta Tons de Cinza', em português), de conteúdo erótico (Will Oliver/AFP)

Capa do livro ’50 Shades of Grey’ (‘Cinquenta Tons de Cinza’, em português), de conteúdo erótico (Will Oliver/AFP)

Mas porta-vozes da prisão afirmam que livros “lascivos” são proibidos em Guantánamo e que “Cinquenta Tons” não faz parte da biblioteca nem pode ser enviado como correspondência legal.

Baluchi, segundo seu advogado, levou o livro erótico ontem para o tribunal onde está sendo julgado ao lado de KSM pela morte de 2.996 pessoas nos atentados de 11 de Setembro. “Ele veio da cela com o livro para me dar”, disse.

Segundo Connel, Baluchi só lê as revistas “Economist” (especializada em economia internacional) e “Wired” (especializada em tecnologia).

O advogado diz ter guardado o livro em um cofre para fazer uma denúncia ao comandante encarregado da prisão.

À Folha, o porta-voz do Pentágono em Guantánamo, Todd Breasseale, afirmou que não entende que os advogados de defesa se emprenhem por seus clientes, mas não vai comentar declarações de “fontes secundárias”

O “Alquimista”, de Paulo Coelho, e a série “Harry Potter” são alguns dos best-sellers na prisão americana.

Livro dá 5 dicas de como usar o dinheiro para comprar a felicidade

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Quem usa o dinheiro para fazer viagens ou presentear pessoas queridas pode ser mais feliz. É o que diz o livro "Happy money: the science of smarter spending" (algo como "Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor"). Veja, a seguir, as dicas dos autores, a canadense Elizabeth Dunn e o americano Michael Norton / Thinkstock

Quem usa o dinheiro para fazer viagens ou presentear pessoas queridas pode ser mais feliz. É o que diz o livro “Happy money: the science of smarter spending” (algo como “Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor”). Veja, a seguir, as dicas dos autores, a canadense Elizabeth Dunn e o americano Michael Norton / Thinkstock

Publicado por UOL

A relação entre dinheiro e felicidade tem sido contestada ao redor do mundo. Uma pesquisa britânica concluiu que amigos trazem mais felicidade do que dinheiro. Especialistas em economia comportamental dizem que o que deixa uma pessoa feliz não é ela ganhar bem, e sim ela ganhar melhor do que os vizinhos.

O livro “Happy money: the science of smarter spending” (em tradução livre, “Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor”), que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e ainda não tem versão em português, traz uma teoria diferente sobre o assunto. Segundo os autores, o dinheiro, em qualquer quantidade, pode “comprar” felicidade. Para isso, basta que ele seja bem usado.

O livro foi escrito por Elizabeth Dunn, professora de psicologia na University of British Columbia, no Canadá, e Michael Norton, palestrante da área de marketing na Harvard Business School, nos Estados Unidos.

Os autores dizem que as escolhas que as pessoas fazem sobre seus gastos desencadeiam uma série de efeitos biológicos e emocionais. Fazer viagens, pagar integralmente um produto antes de usá-lo e ajudar os outros são, segundo eles, formas de usar o dinheiro para ser mais feliz.

Gastar menos com a compra de bens, como casas e carros, e mais com a compra de experiências, como viagens, concertos e jantares especiais, é uma das dicas do livro.

Outra orientação é limitar o acesso a coisas das quais gostamos. Isso porque tendemos a dar menos valor para produtos que estão disponíveis sempre.

O dinheiro também pode deixar as pessoas mais felizes se elas o usarem para terceirizar atividades chatas, como a limpeza de casa, por exemplo.

Usar cartão de crédito para fazer compras, adiando a data do pagamento, é uma atitude que pode tirar nossa felicidade. Segundo os autores, o melhor é sempre pagar e depois consumir. “Adiar o consumo faz com que as pessoas tenham o prazer da espera, assim como férias dão mais prazer antes de ocorrerem”, diz o livro. Quem paga antes também tende a exagerar menos nos gastos.

O livro sugere, ainda, que as pessoas gastem menos dinheiro consigo mesmas e mais com os outros. Os benefícios da doação, segundo eles, são percebidos em crianças antes mesmo de elas completarem dois anos.

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COMPRE EXPERIÊNCIAS – Muita gente sonha em ter a casa própria. Mas pesquisas recentes sugerem que coisas materiais trazem menos felicidade do que experiências, como viagens, concertos e jantares / Shutterstock

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LIMITE SEU ACESSO A COISAS DE QUE GOSTA – Muitos moradores de Londres nunca visitaram o Big Ben. A explicação é simples: quando algo está disponível sempre, as pessoas tendem a dar menos valor. Limitar nosso acesso a coisas das quais gostamos nos faz mais felizes / ThinkStock

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COMPRE TEMPO – Terceirizar tarefas que consideramos chatas, como a faxina da casa, é um gasto que pode fazer as pessoas mais felizes. Quando as pessoas focam o tempo e não o dinheiro, elas conseguem fazem escolhas que trazem maior bem-estar / Shutterstock

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PAGUE AGORA, CONSUMA DEPOIS – Financiamentos e cartões de crédito encorajam muita gente a consumir coisas hoje e pagar a conta depois. A sugestão dos autores do livro é que essa lógica seja invertida. Adiar o consumo faz com que as pessoas tenham o prazer da espera. Além disso, tendemos a exagerar menos nos gastos quando pagamos antes / ThinkStock

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INVISTA NOS OUTROS – No Canadá, uma filha presenteia a mãe com um lenço de seda. Em Uganda, uma jovem compra um remédio para tratar a malária de uma amiga. Os dois casos têm algo em comum: a felicidade da pessoa que faz a doação. Segundo os autores do livro, pesquisas mostram que gastar dinheiro com outras pessoas traz mais felicidade do que gastar conosco / Thinkstock/Hemera

dica do Chicco Sal

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