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Conheça e leia os 10 melhores poemas dos últimos 200 anos

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Se você gosta de poesia, não perca o ranking com dos 10 melhores poemas dos últimos 200 anos

Foto: Shutterstock

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Publicado por Universia

Escolher os poemas favoritos é uma tarefa árdua para quem gosta de poesia. São tantos autores, movimentos literários e estilos de escrita que criar um ranking por conta própria pode ser bastante difícil.

A Revista Bula elegeu os 10 melhores poemas dos últimos 200 anos. O resultado é o que você vê a seguir, em ordem de classificação de acordo com os nomes mais citados. Para ler o poema, basta clicar abaixo sobre o nome dele. Vale dizer que em alguns casos foram disponibilizados apenas trechos dos poemas devido aos direitos autorais de cada um:

deste especial:

Melhores poemas: A Terra Desolada, de T. S. Eliot

Melhores poemas: Tabacaria, de Fernando Pessoa

Melhores poemas: A Máquina do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade

Melhores poemas: Os Homens Ocos, de T. S. Eliot

Melhores poemas: Velejando para Bizâncio, de William Buttler Yeats

Melhores poemas: À Espera dos Bárbaros, de Konstantinos Kaváfis

Melhores poemas: O Cemitério Marinho, de Paul Valéry

Melhores poemas: Hugh Selwyn Mauberly, de Ezra Pound

Melhores poemas: Poema em Linha Reta, de Fernando Pessoa

Melhores poemas: Poema Sujo, de Ferreira Gullar

Garoto de 10 anos lança livro de poemas na Flip; leia entrevista

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Publicado por Folha de S.Paulo

A literatura entrou cedo na vida de Antonio Perucello Ventura, 10. Aos seis anos, leu a “Divina Comédia”. Aos sete, “Dom Quixote”. Aos nove,”20 Mil Léguas Submarinas”. Sua lista inclui também “Frankenstein”, “Ilíada”, “Odisseia” e “O Pequeno Príncipe”. E agora o garoto lança seu próprio livro de poemas.

Toninho, que mora em Mococa e começou a escrever seus primeiros versos quando tinha cinco anos, lança no próximo sábado (2) no Off-Flip, em Paraty (RJ), seu primeiro livro de poemas: “Toninho, O Poeta A-Ventura”. O evento acontece durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que vai de 30 de julho a 3 de agosto.

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Divulgação / O autor do livro “Toninho, o Poeta A-ventura”, Antonio Perucello Ventura, 10.

“Sempre que lia um livro, eu me sentia parte do texto. Acho muito bom que as pessoas possam sentir o mesmo com algo escrito por mim. Estou muito feliz, ainda mais por lançar meu livro ao mesmo tempo que o novo do meu pai”, conta.

Seu pai, Antonio Ventura, que também é poeta, lança também na Flip “O Guardador de Abismos”, pela sua editora, Toopbooks. Já o livro de Toninho leva é uma edição independente, quanto o autor é responsável pela edição do livro, e será vendido por R$ 15.

O garoto calcula que tenha escrito 27 ou 28 poemas até agora. Desses, 12 estão no livro e falam sobre a lua, a chuva, as estações do ano e outros temas cotidianos.

“As poesias precisam de imagem, emoção e significado. Essas três coisas estão sempre presentes em nosso dia a dia”, justifica.

Outros temas, como mitologia, também servem de inspiração. “Escrevi um poema sobre o renascer das cinzas, por exemplo, que é o que acontece com a fênix.”

Além de escrever, Antonio toca flauta transversal e faz aulas de natação, tênis e futebol. “Também sou apaixonado por ciências, gosto de estudar os átomos, os elétrons e a origem da vida”, conta. Entre as profissões que cogita para o futuro está a de cientista, de escritor e juiz.

Poema do livro que será lançado no dia 2 de agosto em Paraty

Poema do livro que será lançado no dia 2 de agosto em Paraty

Antonio Perucello Ventura, 10, escreveu seu primeiro poema "O Autor" aos 5 anos de idade

Antonio Perucello Ventura, 10, escreveu seu primeiro poema “O Autor” aos 5 anos de idade

Antonio já leu clássicos como "Frankenstein", "Ilíada" e "Odisseia"

Antonio já leu clássicos como “Frankenstein”, “Ilíada” e “Odisseia”

Poema do livro que será lançado no dia 2 de agosto em Paraty

Poema do livro que será lançado no dia 2 de agosto em Paraty

Antonio já leu clássicos como "Frankenstein", "Ilíada" e "Odisseia"

Antonio já leu clássicos como “Frankenstein”, “Ilíada” e “Odisseia”

Antonio Perucello Ventura, 10, escreveu seu primeiro poema "O Autor" aos 5 anos de idade

Antonio Perucello Ventura, 10, escreveu seu primeiro poema “O Autor” aos 5 anos de idade

PARA CONFERIR

Lançamento do livro ‘Toninho, O Poeta A-ventura’
QUANDO 2/8, das 18h às 21h
ONDE Câmara Municipal de Paraty – r. Dr. Samuel Costa, 29, Centro Histórico, Paraty – RJ

Editora imprime trechos de histórias em bolsos de calças

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Ação realizada pela LP&M, especializada em pocket books, em parceria com a marca de moda jovem Free Surf mostra que boas narrativas podem caber nesse compartimento da roupa

Renata Leite, no Mundo do Marketing

A editora de pocket books LP&M fechou parceria com a Free Surf, empresa de moda jovem com mais de 1.000 lojas no país, e imprimiu trechos de contos, poemas e poesias no forro de calças jeans da marca. No fim dos textos, uma frase explica o conceito da ação: “Carregue uma boa história com você”. A ação “The Original Pocket Books” foi idealizada pela agência DM9Rio, para mostrar que narrativas podem caber no bolso, assim como ocorre com os livros em formato de pocket.

Veja o vídeo que apresenta a ação:

Livro infantil causa revolta por apresentar o Diabo como “um bom parceiro”

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“A Máquina de Brincar”, da editora Bertrand, escrito pelo gaúcho Paulo Bentancur traz poemas que colocam o Diabo como uma figura simpática

Publicado no Administradores

Todos conhecem os benefícios da leitura para crianças: promove o saber, a imaginação e liberta de preconceitos. Porém, um livro infantil tem gerado a revolta de alguns pais brasileiros. “A Máquina de Brincar”, da editora Bertrand, escrito pelo gaúcho Paulo Bentancur, apresenta o Diabo como uma figura simpática e um bom parceiro. Em um país de imensa maioria cristã, o tema causou polêmica.

A obra divide-se em duas partes e também fala sobre Deus. ‘Para Ler no Claro’, com páginas brancas, traz poemas mais leves, enquanto ‘Para Ler no Escuro’, em páginas pretas, traz textos intitulados como “O Diabo que me carregue” e questionamentos acerca da existência de Deus. “Sossega! Vão falar mal aqueles que não estão contigo. Que não foram convidados pelo diabo, meu grande amigo”, diz um dos trechos do livro.

“Quis fazer um livro diferente. As crianças de hoje são inteligentes, gostam de suspense, de figuras lendárias. E qual o problema de brincar com Deus e o diabo? Não faço apologia ao demônio, apenas brinco com o lado bom e o lado mau das coisas”, afirmou o autor ao Jornal de Brasília. Paulo Betancur ainda explicou que sua intenção era a de brincar com os mitos em torno de Deus e do Diabo de forma descontraída.

Por outro lado, a mãe Janilda Prata, que postou imagens do livro no Facebook questionando a obra, se preocupou ao saber o conteúdo que as filhas estavam lendo. Em uma publicação no Facebook, ela classificou os poemas como uma heresia. “Me desculpe o autor, mas se alguém torna uma obra pública, eu tenho o direito de criticar e emitir minha opinião. Um livro para criança que invoca o diabo para ser amigo da mesma, diz que Deus não aparece porque é covarde e pequenino e termina dizendo que o capeta venceu para mim é uma literatura totalmente imprópria”, declarou Prates.

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Baudelaire diz, em carta, que Victor Hugo [autor de Os Miseráveis] é um idiota

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Charles Baudelaire

Diego Santos, no Literatortura

Uma carta do poeta Charles Baudelaire a um correspondente desconhecido foi a leilão recentemente. O mais interessante é o conteúdo da carta, na qual o remetente falava sobre o seu contemporâneo, o escritor Victor Hugo, autor de “Os Miseráveis” e “O Corcunda de Notre Dame”.

Na carta de janeiro de 1860, o poeta lamenta que Hugo continua o enviando “cantas estúpidas” e ainda diz que Victor Hugo o tem inspirado a escrever que um gênio também pode ser um idiota.

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A carta foi leiloada em Nova York, ao lado de uma primeira edição da coleção de poesias de Baudelaire, Les Fleurs du Mal, contendo os seis poemas que foram excluídos da segunda edição.

A publicação da primeira edição de Les Fleurs du Mal, em 1857, rendeu acusações a Baudelaire por “ofender a moral pública”. Dessa forma, a editora teve de remover seis poemas da coleção. Victor Hugo apoiou Baudelaire após a acusação em agosto de 1857, dizendo que “o seu brilho em Fleurs du Mal foi deslumbrante como o brilho das estrelas”. Em 1859, Hugo disse que “Baudelaire causa um tipo estranho de estremecimento”.

Baudelaire havia dedicado três poemas em Les Fleurs du Mal à Victor Hugo, entretanto o premiado poeta CK Williams afirma que, apesar disso, “Baudelaire desprezava Hugo em segredo”.

Rosemary Lloyd já havia escrito também sobre a “inveja corrosiva” de Victor Hugo revelado por Baudelaire em suas cartas a um companheiro de Cambridge. Além disso, após elogiar Les Misérables em público, em uma revisão em 1862, Charles descreveu a obra como “immonde et inepte “- vil e inepta – em uma carta para sua mãe, acrescentando que “Com este assunto, eu tenho provado que possuo a arte de mentir “.

A carta 1860 é em grande parte sobre Edgar Allan Poe, cujo trabalho foi traduzido por Baudelaire. A menção: “Hugo continue a m’envoyer des lettres stupides” – está em pós-escrito.

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