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Com mais lojas no Brasil, e-books custam de 60% a 85% do preço de livros de papel

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Alexandre Aragão, Marianna Aragão e Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Com a entrada da Amazon e do Google Play no Brasil, na semana passada, o mercado de e-books no país está agitado. Apesar disso, o preço dos arquivos ainda é alto e não apresenta descontos tão robustos em relação aos livros de papel e tinta.

Levantamento feito pela Folha com 12 títulos de oito editoras, em destaque na página inicial de quatro lojas –Amazon, Google Play, Livraria Cultura e Saraiva–, mostra que os preços dos e-books variam entre 60% e 85% dos preços dos livros físicos.

Para quem lê em inglês, ainda é mais barato comprar livros publicados no idioma de Shakespeare na Amazon americana. Os valores são menores mesmo levando em conta o câmbio e a adição de 6% sobre o valor final da compra, por causa do IOF (imposto sobre operações financeiras) cobrado pela operadora de cartão de crédito.

O e-book mais vendido no Brasil na semana passada é um exemplo de título que, em inglês, sai por um preço menor. “Cinquenta Tons de Liberdade” custa, na Amazon brasileira, R$ 22,41. No site americano, o livro na versão eletrônica sai por US$ 8,55. Com adição de impostos e câmbio, o custo é de R$ 18,85.

O usuário que já possui conta na Amazon dos EUA deverá escolher entre o site americano e o brasileiro –mas poderá migrar de volta.

No entanto, segundo a empresa, é melhor usar a loja brasileira já que “a experiência será aprimorada, pois o usuário poderá navegar em português e comprar com cartão de crédito nacional, e as sugestões de oferta serão de livros em português”.

CONCORRÊNCIA

No primeiro dia de operação tanto do Google Play como da Amazon, um sobe e desce no preço de “Cinquenta Tons de Cinza” no decorrer da tarde mostra como a concorrência entre as lojas tende a ser acirrada.

Com preço sugerido de R$ 24,90, pela editora Intrínseca, o e-book chegou a custar R$ 21,90 na Saraiva, no Google Play e na Amazon –e terminou o dia a R$ 22,41 em todas as lojas. Procuradas, nenhuma das empresas quis comentar o assunto.

A Folha apurou que, por contrato, a Amazon obriga que as editoras ofereçam a ela o menor preço de capa nos e-books. Assim, a concorrência não teria como fazer preços finais menores que os da empresa.

Foi Clarice que disse?

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Publicado no site da Bravo!

Clarice Lispector (1920-1977) tornou-se, há alguns anos, um fenômeno da internet: suas frases, junto às do escritor Caio Fernando Abreu, estão entre as mais citadas nas redes sociais. Muitas das pensatas creditadas à romancista, no entanto não são de sua autoria.

Participe do quiz e descubra se consegue distinguir as afirmações verdadeiras das falsas.

1) “Oh, Deus, como estou sendo feliz. O que estraga a felicidade é o medo.”

Falsa
Verdadeira

2) “Encostei-me a ti, sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti. Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil, fiquei sem poder chorar, quando caí.”

Falsa
Verdadeira

3) “Afinal nessa busca de prazer está resumida a vida animal. A vida humana é mais complexa: resume-se na busca do prazer, no seu temor, e sobretudo na insatisfação dos intervalos.”

Falsa
Verdadeira

4) “Assim como ninguém lhe ensinaria um dia a morrer: na certa morreria um dia como se antes tivesse estudado de cor a representação do papel de estrela. Pois na hora da morte a pessoa se torna brilhante estrela de cinema, é o instante de glória de cada um.”

Falsa
Verdadeira

5) “Porque brotou da confusão apaixonada que despertasse em mim, que te julguei esclarecendo a vida, peça final de um quebra-cabeça, peça inicial de outro.”

Falsa
Verdadeira

6) “Há um excesso de cores e de formas pelo mundo. E tudo vibra pulsátil, fremindo.”

Falsa
Verdadeira

7) “Voltei a ter o que nunca tive: apenas duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira perna me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem precisar me procurar.”

Falsa
Verdadeira

8) “Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.”

Falsa
Verdadeira

9) “Não sei se brinco, não sei se estudo, se saio correndo ou se fico tranquilo.”

Falsa
Verdadeira

10) ” Até cortar os defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”

Falsa
Verdadeira

Parada do Livro

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Helena Aranha e Helena Nabuco, no Catarse

O Parada do Livro é uma iniciativa de incentivo à leitura, que consistirá na instalação de 10 estantes de livros em pontos de ônibus, na cidade de São Paulo.

No Brasil, como um todo, a leitura é uma atividade pouco desenvolvida, principalmente quando comparada aos seus vizinhos sul-americanos, ou outros países estrangeiros. De fato, apenas 50% dos brasileiros podem ser considerados leitores (ou seja, leram pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses, segundo a definição do Instituto Pró-Livro), enquanto que, no Chile, este percentual é de 80%, por exemplo. Além disso, o principal motivo apontado para afastar o brasileiro da leitura, é a falta de tempo e o desinteresse em ler. No país, esta atividade está fortemente associada aos estudos, o que faz com que as pessoas abandonem a leitura, juntamente dos livros da escola/faculdade.

Para ajudar a reverter este quadro, o Parada do Livro foi criado, procurando abordar esta problemática de maneira diferenciada e inovadora, entregando os livros diretamente nas mãos dos paulistanos, em um local que passam todos os dias: os pontos de ônibus. Como o paulistano médio gasta cerca de 2h30 por dia no trânsito, o acesso gratuito aos livros nos pontos de ônibus será uma maneira de despertar o interesse e a paixão que todos nós podemos ter pela leitura. Com isso, pretendemos não só melhorar o acesso à informação e ao conhecimento, quanto também cultivar valores de compartilhamento em espaços públicos, pois as estantes pertencerão à comunidade. De quebra, ainda queremos diminuir o tédio e o estresse do trânsito, com o entretenimento que a leitura pode fornecer.

A dinâmica das estantes de livros será: o indivíduo pode pegar o livro que estiver interessado gratuitamente, levar para casa e devolvê-lo quando terminar de ler. Será incentivada, também, a doação de livros, para que a estante tenha a rotatividade necessária de volumes a serem emprestados.

Pela sua natureza colaborativa, optamos pelo Catarse para arrecadarmos os fundos necessários para a realização do Parada do Livro: esta idéia surgiu quando descobrimos um concurso na nossa faculdade, chamado CATARSE NA ESPM. Este iria selecionar um projeto de um aluno, para ganhar uma assessoria completa para uma campanha de crowdfunding. Achamos que o concurso tinha tudo a ver com a nossa idéia, nos inscrevemos e ganhamos! E agora estamos aqui, para continuar essa história com vocês.

Com sua ajuda, poderemos tornar esta iniciativa uma realidade, até julho de 2013. A quantia necessária para fazer o Parada do Livro acontecer é de 5600 reais, que pretendemos arrecadar em 1 mês. Este valor é solicitado para cobrir gastos referentes apenas ao projeto: a construção das 10 estantes, seu transporte e manutenção, além dos gastos relacionados à divulgação do projeto – como cartazes, encartes e folhetos, que serão feitos pelas próprias curadoras da proposta. Porém, como em todos os projetos do Catarse, se o valor necessário não for atingido, o dinheiro doado será devolvido aos colaboradores e o Parada do Livro não acontecerá.

Sendo assim, convido você a colaborar com esta iniciativa!

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