Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Pokemon Go

Na onda do Pokémon Go, livros apostam na realidade aumentada

0
Tecnologia didática. Apresentado na última Bienal do Livro, “Diário dos sonhos” ensina educação financeira às crianças com desafios de realidade aumentada - Agência O GLOBO / Edílson Dantas

Tecnologia didática. Apresentado na última Bienal do Livro, “Diário dos sonhos” ensina educação financeira às crianças com desafios de realidade aumentada – Agência O GLOBO / Edílson Dantas

 

Editoras querem tornar leitura mais atraente por meio de interações virtuais

Publicado em O Globo

RIO — A mesma tecnologia que permite a jogadores caçarem criaturas virtuais pela cidade pode ser a solução para dinamizar um mercado editorial em crise no país. Surfando na onda do Pokémon Go, editoras investem cada vez mais na utilização da realidade aumentada em suas publicações. O recurso não é novo — vinha sendo utilizado sem muito alarde em obras físicas e digitais desde 2008 — mas ganha força à medida que é aperfeiçoado e invade progressivamente nossas vidas. Quem comprou a aposta, garante: chegou a hora e a vez da realidade aumentada na indústria do livro.

Seja na ficção, no didático ou no infantil, as possibilidades são múltiplas, desenvolvendo elementos gráficos em 3D, vídeo e interações entre o virtual e o real. O princípio é o mesmo que o do famoso jogo dos bichinhos japoneses, só que a serviço da leitura. Pela mediação de tablets e smartphones, personagens saem da página e ganham vida, cenários fixos viram mundos virtuais quase palpáveis, e a apresentação interativa de conteúdos difíceis como matemática ou ciência tornam o aprendizado mais lúdico e atrativo.

— Com a febre mundial do Pokémon Go, houve uma popularização da tecnologia, o que sinaliza o óbvio: se já está sendo assim nos games, será assim com os livros — avalia Josué Matos, da editora PenDragon, que exibiu na última Bienal de São Paulo, encerrada no sábado passado, publicações com a tecnologia em seu estande.

Seus mais recentes lançamentos (como a fantasia “Adelphos — A Revelação”, de M. Pattal) incluem interações em 3D entre público e obra. Os próximos prometem ir mais longe, oferecendo mapas virtuais em romances de fantasia e personagens animados saltando dos livros e brincando com os leitores.

— Felizmente o uso da tecnologia em um jogo mostrou o caminho para a união perfeita entre imaginação e realidade — diz o editor. — Saber fazer uso dessa tecnologia colocará definitivamente os livros de ficção, ou de qualquer outro gênero, como ferramenta lúdica, com potencial para mudar o mundo.

Por enquanto, as iniciativas atuais nesse sentido envolvem principalmente os universos didático e infantil. Também na última Bienal, a DSOP, especializada em educação financeira, exibiu o seu “Diário dos sonhos”, de Reinaldo Domingos (com ilustrações de Bruna Assis Brasil). O livro traz desafios animados, em que cenários e personagens saltam das páginas para ensinar crianças sobre o uso de dinheiro.

Presidente da DSOP, Reinaldo Domingos aponta diversas razões na demora para a ferramenta ganhar a indústria como um todo — e de continuar sendo ainda apenas uma aposta no mercado editorial.

— O custo de criação ainda é relativamente alto em relação ao processo de criação de um livro, o que torna um investimento arriscado — diz ele. — Tem também o fato de ser uma ferramenta relativamente recente. Contudo, tenho certeza que essa será uma tendência para o mercado de editoras, pela necessidade cada vez maior de integrar o livro físico com novas tecnologias, para sobreviver a uma evolução natural da comunicação.

Fundador da Ovni Studios, um estúdio independente de games, Tiago Moraes desenvolveu, no final do ano passado, o projeto “Perônio”, que junta a dinâmica dos livros animados com a interatividade digital das telas sensíveis, e foi um dos primeiros lançamentos na linha híbrida 3D, realidade virtual e aumentada. Ele acredita que, só agora, os dispositivos móveis ideais para este tipo de experiência passaram a oferecer a performance necessária para a difusão da tecnologia.

— Por muito tempo se usou a webcam dos computadores para experiências de realidade aumentada, mas é fácil entender que os computadores e notebooks não eram os dispositivos ideais para este tipo de experiência — explica Moraes. — Antes do Pokémon Go, a grande maioria das pessoas não fazia ideia do que se tratava. Agora, ao serem confrontadas com esse termo, já associam ao jogo e sabem do que se trata. Devido à popularidade do aplicativo, outros estão tentando surfar na onda da realidade aumentada, pois o mindset das pessoas muda e as oportunidades aparecem.

Segundo Moraes, novas tecnologias demoram para chegar ao consumo de massa. A partir de agora, contudo, a realidade aumentada tende a evoluir de forma rápida — e quem souber aproveitá-la melhor deve sair na frente.

— A tecnologia de hoje tenta fazer com que tudo esteja dentro de nossos celulares. Muitas das coisas que fazíamos nos computadores são feitas nos celulares, como e-mails, redes sociais, GPS, fotos e entretenimento de forma geral — diz. — Em um período curto, tudo estará nos celulares, computadores e TVs deixarão de existir.

“LIVROS INFANTIS SAEM NA FRENTE”

Com tese de doutorado sobre novas narrativas em mídias, a professora e coordenadora do curso de Jornalismo da Eco-UFRJ Cristiane Costa acredita que, de todas as novas estratégias para o livros animados, a realidade aumentada é a que tem mais possibilidade de vingar. Uma de suas principais vantagens em relação ao livro pop-up, que cria animações em dobraduras por meio de um complexo trabalho com o papel, é que ela não demanda os altos custos de impressão.

— Embora tenha uma linguagem única, a realidade aumentada é uma evolução dessa estética que já existia no impresso com os livros pop-up — explica. — Seu desenvolvimento a popularizou e aumentou o nível de interatividade.

Depois de pesquisar o assunto com Cristiane na UFRJ, a produtora editorial Aline Pina passou a editar um site sobre as novidades do uso da tecnologia nos livros. Segundo ela, os grandes grupos editoriais no Brasil continuam alheios às inovações nesse campo, que estão sendo introduzidas no mercado principalmente por editoras independentes, startups e agências de publicidade.

— Um bom projeto com realidade aumentada precisa ter um projeto gráfico pensado para o digital, que explore ao máximo as interações e as possibilidades oferecidas pelo conteúdo multimídia, e que esteja intimamente ligado com o conteúdo do impresso ou do aplicativo — opina Aline. — Atualmente, os livros infantis saem na frente porque têm maior apelo com as imagens, é mais fácil adaptar as histórias às animações. Estes livros são como brinquedo nas mãos das crianças, elas adoram. Nos didáticos, o uso da ferramenta torna o conteúdo mais fácil de vivenciar e aprender, mais empírico, construindo um novo entendimento baseado nas interações com objetos virtuais que trazem um material complementar e de fixação das aulas.

Em vez de pokémon, biblioteca portuguesa fomenta leitura com caça aos livros

0

biblioteca são lázaro´1

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

María Cester | EFE
via UOL

Caçar livros ao invés de pokémon tem sido o método utilizado pela biblioteca mais antiga de Lisboa, que organiza uma captura de 2.500 livros por toda a cidade, para reativar o interesse pela leitura.

Este pioneiro projeto, que acontece até o próximo dia 15, é organizado pela Biblioteca Municipal de São Lázaro e espalha de 50 a 60 livros por dia em parques, jardins, bancos de praça e espaços públicos de Lisboa, que ficam ali à espera de serem achados por pedestres curiosos.

Bibliotecária e coordenadora do projeto, Joaquina Pereira explicou à Agência Efe que a iniciativa foi testada antes dentro da própria biblioteca, mas só alguns associados participaram, por isso eles decidiram colocar os livros nas ruas e à disposição de todo o mundo.

Joaquina defende que o principal objetivo da ideia é “fazer um contraponto” à sociedade atual, marcada pela tecnologia e pela internet, e conseguir fazer com que as pessoas voltem a desfrutar do prazer de ler um livro.

“Queremos que todo mundo tenha acesso aos livros, que os levem pra casa, aproveitem e retomem ou iniciem o gosto pela leitura”, afirmou.

Os 2.500 livros incluídos na atividade são de gêneros variados, de romances a livros infantis, todos eles de autores reconhecidos das literaturas portuguesa e internacional e de diversas gerações.

Os volumes são organizados logo no início do expediente, divididos em sacolas com 20 exemplares de gêneros variados e, ao longo da manhã, os funcionários os distribuem pelas áreas mais movimentadas do entorno da São Lázaro.

A seleção dos livros para o projeto foi feita com base em critérios de catalogação. Segundo Joaquina, as obras que entram no projeto “são edições antigas que já não preenchem os requisitos para estar nas bibliotecas de hoje em dia”.

Assim, com a entrega gratuita, a iniciativa fomenta, por um lado, o interesse pela leitura e, por outro, permite que se reciclem livros que já não têm espaço nas bibliotecas municipais da cidade.

Todos os exemplares distribuídos vão acompanhados de um folheto na primeira página com a mensagem “Leve-me contigo” e que convida os que o recolhem a saborear o livro e a visitar a biblioteca depois para possíveis novos empréstimos.

Até o momento, a proposta teve boa aceitação no bairro e desde que começou mais da metade dos exemplares separados pela organização já foram distribuídos.

Erguida em 1883, no bairro de Arroios, a São Lázaro é considerada a biblioteca municipal mais antiga de Lisboa e possui mais de 5.200 volumes em suas prateleiras publicados entre o século XVII e o século XX em português, francês e espanhol.

A principal sala ainda mantém a mobília original, mas todo o restante do edifício foi reformado em uma obra que levou seis anos (2000 e 2006).

Esta é a primeira vez que Portugal promove um projeto que incentiva o interesse pela leitura aproximando público e obras em espaços públicos.

De acordo com dados da consultoria GfK Entertainment, em Portugal – um país com 10,5 milhões de habitantes – aproximadamente 12,5 milhões de livros foram comprados em 2015, o que representa uma despesa de 147 milhões de euros, 3% a menos do que em 2014.

França quer banir Pokémon Go das escolas

0
As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

 

Aplicativo atrai pessoas estranhas às escolas, o que, segundo ministra, traz riscos à segurança. Na Bélgica, diretor cria alternativa chamada “caçadores de livros”, atraindo dezenas de milhares de jogadores

Publicado no Correio do Brasil

A ministra francesa da Educação, Najat Vallaud-Belkacem, afirmou nesta terça-feira que vai pedir aos idealizadores do aplicativo para celulares Pokémon Go que não façam das escolas francesas locais de busca para caçadores dos personagens virtuais do desenho animado japonês.

Vallaud-Belkacem disse que deverá se reunir com representantes da empresa californiana Niantic, parceira da Nintendo e da Pokémon Company na criação do jogo, para explicar que o aplicativo leva pessoas alheias a vagar pelas escolas.

Em sua opinião, as invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança. Ela disse que os diretores já podem requerer à Niantic, através da Internet, que suas escolas sejam removidas do mapa global do jogo.

“Caçadores de livros”

Na Bélgica, um diretor de uma escola primária na cidade de Farciennes encontrou uma alternativa criativa ao Pokémon Go. Ele criou um jogo onde os “caçadores”, em vez de tentar capturar as criaturas virtuais, saem em busca de livros, numa versão que pode ser jogada através de um grupo do Facebook chamado Chasseurs de livres (Caçadores de livros).

Os jogadores adicionam ao grupo fotos dos livros com dicas de onde estariam escondidos, para que os demais possam procurá-los. Após os “caçadores” terminarem a leitura dos mesmos, eles devem novamente escondê-los para que outros possam buscá-los. Mais de 55 mil pessoas já aderiram ao grupo na rede social.

Whatsapp

A manobra do Facebook para afrouxar a política de privacidade do Whatsapp, aplicativo de mensagens mais popular do mundo, vai ser minuciosamente avaliado, disse o presidente do principal grupo europeu de reguladores de privacidade nesta segunda-feira.

O Whatsapp, que tem mais de um bilhão de usuários no planeta, disse na quinta-feira que vai começar a compartilhar o número de celular dos usuários com o Facebook, ajudando a rede social a colocar anúncios e recomendações de amizade.

A empresa disse o usuários do Whatsapp poderiam optar por não compartilhar as informações de sua conta com o Facebook.

– Cada autoridade europeia vai acompanhar as mudanças feitas na política de privacidade do Whatsapp com muita vigilância – disseram o CNIL, comissão francesa de proteção de dados, e atual presidência do G29, de reguladores de privacidade europeus, em comunicado em nome do grupo que abrange a região.

– O que está em jogo é o controle de usuários individuais sobre seus próprios dados quando eles são combinados por grandes figuras da Internet.

O Facebook pagou mais de US$ 19 bilhões para comprar o Whatsapp, um serviço livre de anúncios para enviar mensagens, fotos e vídeos com contatos. No momento do acordo em 2014, o fundador do Whatsapp Jan Koum se comprometeu em proteger os dados de seus usuários e disse que o acordo não afetaria a política de privacidade.

Smartphones na sala de aula: seis apps e plataformas para se dar bem

0

qranio

Nem só para caçar Pokémon Go vive seu smartphone. Confira 6 ferramentas que podem turbinar seu desempenho na escola ou faculdade, sem cola

Publicado no PC World

Eles caçam Pokémon, mandam mensagens, tocam músicas, produzem vídeos, fotos e, acredite, até ajudam a passar de ano, sem cola. Os smartphones são dispositivos controversos quando o assunto é escola, mas a vertente de empresas de EduTech está surgindo para provar que, de vilões, eles podem ser a melhor ferramenta para ajudar professores e alunos.

Confira seis ferramentas, incluindo uma da Google, que vão ajudar a melhorar o ano:

AppProva: Ferramenta gratuita que possibilita ao usuário testar seus conhecimentos em questões do ENEM e dos principais vestibulares do país. Permite acumular pontos, desafiar amigos e descobrir pontos fortes e fracos. A startup tem como objetivo democratizar a educação de qualidade do Brasil e a missão de oferecer mais oportunidades para estudantes dos níveis básico e superior, bem como ajudar instituições e corporações com testes, diagnósticos, planos de estudos personalizados e certificações. A plataforma está disponível para versões WEB, IOS e Android.

Qranio: O Qranio é um aplicativo que funciona como um quizz, tem mais de 1 milhão de usuários inscritos e 18 milhões de perguntas respondidas. Disponibilizando premiações onde os usuários podem trocar suas moedas virtuais (os Qi$) por prêmios reais, a empresa já entregou mais de 6 mil prêmios desde sua criação.

MonsterJoy: O aplicativo permite que os professores elaborem exercícios para que os alunos possam estudar. Dessa forma, eles conseguem saber quais realmente concluíram as tarefas. Com o app, é possível enviar imagens, gráficos, documentos em PDF e páginas do aplicativo. Um dos seus diferenciais é a integração a outras ferramentas como Gmail, Drive e Google Docs. Ele está disponível para Android e IOS.

MonsterJoy: Aplicativo que tem como objetivo oferecer as escolas opções divertidas para os alunos estudarem e realizarem os deveres de cada. Por meio de um game, os professores disponibilizam aos alunos diversas atividades que valem pontos, e a partir do momento que os mesmos acertam as questões eles têm a possibilidade de subir de nível, desbloquear acessórios e elevar o ranking de pontuação. Disponível para Android, IOS, tablets, smartphones e computadores.

Edumais: Rede social voltada para a educação em que os professores disponibilizam conteúdo pago ou gratuito como vídeoaulas, resumos, simulados ou até eventos ao vivo, com o objetivo de se aproximar de professores e alunos, A interação entre eles é feita por meio de uma timeline ou mensagem direta e mecanismos de notificação alertam o professor quando o aluno faz alguma pergunta, assim como alertam o aluno quando o professor responde à dúvida. No site é possível encontrar materiais voltados para cursos livres (que não exigem autorização do MEC) possibilitando aos estudantes se prepararem para concursos públicos, ENEM, exames de categorias profissionais e cursos de idiomas.

Você Aprende Agora: curso de inglês online baseado na Cambridge University para que você aprenda rápido e use o inglês a seu favor em sua carreira profissional, estudos, viagens e relacionamentos. Criado por Felipe Dib, o modelo de ensino foi pensado para que você aprenda da maneira mais rápida e eficiente possível e não precise ir pessoalmente a um curso.

Inspirada em ‘Pokémon Go’, professora põe alunos para ‘caçarem’ livros

1
Livros são espalhados por cidades belgas para que “caçadores” os encontrem - REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Livros são espalhados por cidades belgas para que “caçadores” os encontrem – REPRODUÇÃO/FACEBOOK

 

Brincadeira já atraiu mais de 40 mil pessoas na Bélgica

Publicado em O Globo

RIO — Aproveitando o sucesso de “Pokémon Go” entre os seus alunos, a professora Aveline Gregoire, de uma escola primária da Bélgica, desenvolveu um jogo on-line para as pessoas caçarem livros em vez de monstrinhos virtuais. A brincadeira começou com os estudantes, mas, em poucas semanas, a iniciativa já atraiu mais de 40 mil “caçadores” de todo o país.

Em entrevista à Reuters, Aveline conta que a ideia surgiu por acaso, quando arrumava sua estante de livros e percebeu que não tinha mais espaço para guardá-los.

— Como eu tinha jogado “Pokémon Go” com meus alunos, eu tive a ideia de libertar os livros na natureza — contou Aveline.

O “Chasseurs de livres” (caçadores de livros) consiste em um grupo no Facebook, onde os participantes publicam fotos e dão dicas de onde esconderam um livro, para que sigam atrás deles. Quando uma pessoa encontra um livro e termina de lê-lo, ela deve “libertá-lo” novamente.

Os livros escondidos são de vários estilos, desde infantis a obras de terror de Stephen King. Eles estão escondidos em várias cidades belgas, normalmente enrolados em plástico para proteger da chuva.

Jessica Detournaym, moradora de Baudour, no sul do país, afirmou que o jogo agora faz parte da caminhada diária de sua família. Eles já encontraram um livro e esconderam outros quatro para que outros jogadores os descubram.

— Minha filha disse que parece com a caça a ovos de Páscoa, só que com livros — disse Jessica.

Dois dos quatro livros escondidos pela família já foram encontrados, e a família recebeu notificações do Facebook alertando sobre as descobertas. Para melhorar a experiência, Aveline planeja desenvolver um aplicativo próprio para a brincadeira.

 

Go to Top