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Policiais compram material escolar para menino que achou mochila no lixo em GO

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Soldados deram "kit" a menino que procurava material escolar no lixo em Rio Verde (GO)

Soldados deram “kit” a menino que procurava material escolar no lixo em Rio Verde (GO)

 

Jéssica Nascimento no UOL

Dois soldados da Polícia Militar de Rio Verde, no interior de Goiás, estavam em serviço de radiopatrulha quando encontraram um menino removendo o lixo em busca de material escolar em frente a uma empresa que compra sucata. Denilton Souza, 28, e Paulo Henrique Aires, 27, foram surpreendidos com a alegria de Gabriel, de apenas seis anos, ao encontrar uma mochila azul rasgada. Emocionados, decidiram fazer uma surpresa ao garoto e compraram roupas, um par de tênis e diversos objetos para a escola.

No kit presenteado pelos PMs, estava um par de tênis

No kit presenteado pelos PMs, estava um par de tênis

Na última segunda-feira (16), por volta das 8h, Gabriel fazia companhia para a avó, Zilda Silva, que aguardava uma empresa que compra materiais recicláveis – já que a renda da família vem de lá. Após encontrar o garoto, a surpresa dos PMs ocorreu no mesmo dia: no começo da noite, a dupla foi até a casa da família entregar os materiais escolares.

A solidariedade dos profissionais começou com uma pergunta do soldado Denilton Souza. Curioso. Ele questionou a criança o que faria com a mochila, que já estava destruída.

O Gabriel me disse que ia estudar. Quando abri a mochila, havia um tênis velho, sem cadarço e com a numeração abaixo do pé dele.”

O policial conta que ficou emocionado com o garoto por lembrar as dificuldades que passou na infância. Desde os sete anos, Denilton vendia jujuba, picolé e até engraxava sapatos para comprar cadernos e livros para a escola. “Eu não vim de uma família rica, né? Então sempre soube que estudar era minha única opção e ser policial sempre foi meu sonho. Em frações de segundos, segurando a mochila, foi possível recordar de tudo isso”, disse ao UOL.

Em uma visita ao comércio da região, os policiais conseguiram arrecadar lápis de cores, canetinha, apontador, tesoura, régua e cola. Além disso, os soldados também doaram uma caminhonete de brinquedo com a caracterização da Polícia Militar. A surpresa só foi possível com a ajuda de comerciantes na região que doaram vários materiais.

Gabriel posa com "kit" ganho de policiais

Gabriel posa com “kit” ganho de policiais

“Ficamos muito felizes em ver os brilhos nos olhos do Gabriel ao receber todos os presentes e sem dúvida foi muito gratificante em saber que ajudamos uma pessoa tão importante. Com certeza mudamos algo para o futuro dele”, disse Paulo Henrique. Segundo a avó, as aulas de Gabriel iriam começar na próxima semana e ele só tinha um apontador de lápis que havia ganhado de uma vizinha.

“Agradeço muito aos policiais militares. Felizmente, meu neto vai conseguir estudar com dignidade. Ficamos muito emocionados, principalmente o Gabriel que é encantado com a PM”, disse a avó.

O garoto estuda no segundo ano do colégio público “Dona Gercina”, dedicado a alunos especiais. O menino é hiperativo e toma medicação controlada.

Ex-aluno invade alojamento da USP, agride estudante e faz vários disparos

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Vítima levou coronhada; moradores não foram atingidos em São Carlos, SP.
Suspeito, que denunciou ter sido vítima de abuso sexual em trote, fugiu.

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Aluno invadiu alojamento e fez disparos no campus da USP de São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Publicado por G1

Um ex-aluno da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) invadiu o alojamento do campus com uma arma, agrediu um estudante com coronhadas e fez vários disparos na noite desta quarta-feira (28). Ninguém foi atingido pelos tiros. O suspeito é o rapaz de 23 anos que denunciou ter sido vítima de abuso sexual durante um trote com veteranos, em março. Ele fugiu do local. A USP ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus
da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

De acordo com a Polícia Militar, o rapaz invadiu o alojamento armado e deu uma coronhada na cabeça de um estudante que mora no local. A vítima, que teria tentado conter o suspeito, foi socorrida e levada para a Santa Casa. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Segundo testemunhas, o ex-aluno ainda fez vários disparos que acertaram as paredes e as janelas do alojamento, mas não atingiram ninguém. Alguns alunos disseram que ele dizia que queria vingança.

Em seguida, o rapaz fugiu e está sendo procurado pela Polícia Militar. Com medo, os moradores do alojamento saíram do local para dormir na casa de amigos. A Perícia Técnica foi ao local. A USP ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

O caso
Em entrevista ao G1 no dia 25 de abril, o rapaz, que cursava o 1º ano de ciências exatas, tinha decidido que desistiria do curso por estar sofrendo ameaças e discriminação. “Vou fazer o meu desligamento. Após esse constrangimento todo, não existe mais ambiente para estudar na USP. Vou ficar marcado e desmoralizado”, afirmou na ocasião.

O suposto abuso aconteceu no início da madrugada do dia 4 de março. Depois de uma reunião sobre as normas de funcionamento do alojamento onde conseguiu uma vaga, o rapaz entrou em uma área que dá acesso aos apartamentos, onde acontecia uma festa.

Segundo o estudante, um grupo foi até ele e começou a gritar. “Eles falavam repetidamente ‘chupa bixo’ e me cercaram, fizeram uma espécie de uma roda e não tive como sair dali. Eles aparentavam estar muito embriagados e se faziam de homossexuais, gritavam ‘bixo homofóbico’. Eu falava para não encostarem, mas três deles começaram a se esfregar em mim e chegaram a abaixar as calças. Um deles também abaixou a cueca. Eles pareciam ter prazer”, disse.

Os envolvidos dizem que tudo não passou de uma brincadeira durante um trote. O caso, que chegou a ser registrado pela Polícia Civil como estupro e foi alterado para injúria, teve a primeira audiência no dia 24 de abril no Fórum Criminal da cidade, mas não houve acordo ente os estudantes envolvidos.

Uma sindicância foi aberta pela USP, mas o resultado ainda não foi divulgado. Em maio, a Justiça pediu que a Polícia Civil levantasse mais testemunhas sobre caso, que ainda continua indefinido.

Alunos da UEG são presos durante protesto na abertura do Fica, em GO

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Jovens afirmam que foram agredidos no festival, na cidade de Goiás.
Policiais alegam que reagiram após serem apedrejados por manifestantes.

Estudantes da UEG protestam na abertura do Fica, na cidade de Goiás (Foto: Zuhair Mohamad/O Popular)

Estudantes da UEG protestam na abertura do Fica, na cidade de Goiás (Foto: Zuhair Mohamad/O Popular)

Paula Resende, no G1

A abertura oficial do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) foi marcada por protesto de estudantes e professores da Universidade Estadual de Goiás (UEG) na noite de terça-feira (2), na cidade de Goiás, a 130 quilômetros de Goiânia. Eles manifestavam por melhorias na cidade e na instituição de ensino, que está há mais de dois meses em greve. A manifestação acabou em confronto com os policias. De acordo com a Polícia Militar, sete alunos foram presos. Já os estudantes afirmam ter sido agredidos, mesmo sem reagir à ação dos PMs.

O grupo saiu em protesto pelas ruas da cidade com cartazes, faixas, aparelho de som e um caixão, que representava a situação de decadência do estado. Eles caminharam até o Palácio Conde dos Arcos, antiga sede do governo estadual , onde acontecia o evento.

No entanto, a policiais isolaram a entrada do local com uma barreira humana. Eles, então, vaiaram os militares. O estudante Bruno César disse ao G1 que o grupo decidiu sentar na Praça do Coreto e esperar a saída do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

A situação ficou tensa, conforme os manifestantes, quando policiais anunciaram que eles precisavam evacuar o local porque o governador sairia do palácio. Bruno César afirmou que em deliberação a maioria decidiu permanecer na praça, mas sem qualquer violência. Nesse momento, os policias teriam começado a expulsar os manifestantes.

1Ele conta que os policiais também agrediram os manifestantes e arrancaram à força os objetos que seguravam. “Não oferecemos resistência. Mesmo assim, deram cacetadas, bateram muito, foram truculentos”, ressalta Bruno. Ele afirma que ficou com hematomas nas costas e teve o ligamento de dois dedos rompidos.

O estudante Janiel Souza, que também estava no local, afirma que os militares jogaram spray de pimenta sem o grupo ter reagido.

Com a confusão, sete manifestantes foram detidos por volta da meia-noite de terça-feira (2). Em nota, a Polícia Militar justifica que os alunos da UEG arremessaram pedras e objetos nos policiais, o que é negado pelo grupo. Os estudantes foram presos por desacato à autoridade e resistência.

O grupo prevê nova manifestação para o sábado (6). Professores e estudantes entraram em greve no dia 25 de abril de 2013. Desde então, fizeram inúmeros protestos em cidades do interior e na capital.

Fica

A 15ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) acontece o dia 7 deste mês, na cidade de Goiás. Neste ano, o evento faz homenagem à escritora Cora Coralina, natural do município. A expectativa da organização é de que 100 mil pessoas passem pela cidade durante os cinco dias de festival.

A programação traz mostras de cinema competitiva e paralela, mesas-redondas, atividades com população local, oficinas, além do Fórum Ambiental. Durante a noite, o evento conta com apresentações musicais de artistas goianos e nacionais.

PF: as 38 instituições que foram alvo de fraude no vestibular

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Lecticia Maggi, na Veja on-line

A Polícia Federal (PF) divulgou a lista contendo os nomes das 38 instituições de ensino superior cujos vestibulares foram alvos de quadrilhas especializadas em fraudar provas de acesso a cursos de medicina. Os casos foram revelados pela Operação Calouro da PF: alguns grupos agiam havia cerca de 15 anos. Em alguns episódios, os grupos teriam efetivamente manipulado o resultado dos processo seletivos, favorecendo candidatos. Segundo a PF, em 18 meses, as organizações criminosas atuaram em mais de 50 vestibulares, com destaque para ações nas provas da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e de Campinas.

A PF afirma que está enviando às instituições listas de alunos que provavelmente ingressaram no vestibular com ajuda das quadrilhas. “Durante as investigações, as instituições colaboraram muito com o trabalho da polícia. Passávamos os nomes dos indivíduos que usariam documentos falsos no vestibular e elas acionavam a Polícia Militar”, afirma Leonardo Damasceno, delegado federal responsável pela operação.

Durante as investigações, a PF chegou a sete quadrilhas, sendo que duas delas atuavam havia mais de 15 anos. Ainda não se sabem quantas provas foram manipuladas no período ou quantos candidatos se beneficaram dos crimes. Segundo o último balanço da PF, divulgado na tarde desta sexta-feira, 51 pessoas foram presas e ainda há ordens de prisão para mais 19. A busca pelos demais suspeitos prossegue.

Goiás acumula o maior número de prisões: 18. No estado, a PF identificou a sede de seis dos sete grupos que fraudavam as provas. Outro possuía sede em Minas Gerais. A atuação das quadrilhas se estendia por mais oito estados (ES, RJ, SP, TO, RS, AC, MT e PI) e Distrito Federal.

Os detidos são acusados dos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsidade documental, lavagem de dinheiro e fraude em seleções públicas, cujas penas somadas chegam a 10 anos de reclusão. Entre os suspeitos, há médicos, enfermeiros, estudantes da área de saúde e de direito e empresários. Os candidatos que contrararam os serviços, ainda que não tenham sido aprovados nos vestibulares, podem ser responsabilizados por falsidade ideológica, crime cuja pena varia de 1 a 3 anos de prisão.

Atuação – As quadrilhas agiam de duas maneiras. A mais elaborada consistia em falsificar o documento de identidade de um candidato para que, em seu lugar, um integrante da quadrilha realizasse a prova. Pelo outro modo de operação, o próprio candidato realizava a prova, recebendo informações da quadrilha por mensagens no celular, via rádio ou ponto eletrônico.

O valor cobrado por uma vaga chegava a 80.000 reais. Cada quadrilha tinha uma forma de cobrança, mas em geral o recebimento só acontecia após a aprovação.

Confira abaixo as instituições que foram vítimas das quadrilhas:

1. Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP)
2. Faculdades Integradas do Centro Educacional do Planalto Central (Faciplac)
3. Centro Universitário de Caratinga/MG (Unec)
4. Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
5. Centro Universitário São Camilo
6. Universidade Anhanguera (Uniderp)
7. Universidade Metropolitana de Santos (Unimes)
8. Centro Universitário do Pará (Cesupa)
9. Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí (Novafapi)
10. Centro Universitário do Espírito Santo (Unesc)
11. Universidade Cidade de São Paulo (Unicid)
12. Universidade Presidente Antonio Carlos (Unipac)
13. Faculdade da Saúde e Ecologia Humanas – Vespasiano/MG – Faseh
14. Universidade Católica de Pelotas (UCPel)
15. Fundação Técnico-Educacional Souza Marques
16. Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo)
17. Universidade Anhembi Morumbi
18. Unificado Cesgranrio
19. Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos Dr. Paulo Prata
20. Universidade Nove de Julho (Uninove)
21. Universidade Estácio de Sá
22. Centro Universitário de Maringá (Cesumar)
23. Universidade de Rio Verde
24. Universidade de Franca (Unifran)
25. Universidade Luterana do Brasil (Ulbra)
26. Associação Educativa Evangélica (Unievangélica)
27. Faculdade Ceres (Faceres)
28. Faculdade de Minas (Faminas)
29. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG)
30. Universidade Salvador (Unifacs)
31. União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago)
32. Universidade Santo Amaro (Unisa)
33. Universidade de Marília (Unimar)
34. Faculdade Santa Marcelina
35. Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso)
36. Faculdades Unidas do Norte de Minas (Funorte)
37. Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam)
38. Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)

Estudante de medicina é preso em SC por fazer vestibular para outra pessoa

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O jovem disse a Polícia Militar que recebeu R$ 10 mil para responder as questões

Vagner Krazt, no CGN

A partir de uma denúncia de fraude a Polícia Militar se deslocou para onde, segundo a informação, um jovem fazia vestibular para uma universidade de Santa Catarina usando nome falso.

Vinícius Bernardo, estudante de medicina, foi preso em flagrante ontem (25) em Curitiba, no campus da UniBrasil, no Bairro Tarumã.

O vestibulando confessou aos policiais que recebeu R$ 10 mil para responder as questões.

Com o estudante foram encontradas três identidades falsas. O jovem foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão onde responderá por falsidade ideológica.

Vinícius fez a prova para o candidato George Esper, que mora em Curitiba e deve receber intimação para prestar esclarecimentos.

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