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Posts tagged PóS GraduaçãO

Este estudante fez um ensaio fotográfico ‘romântico’ com sua tese

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Publicado no Catraca Livre

Você também está em um relacionamento sério com sua tese? Todo estudante de pós-graduação ou mestrado que passa por todos estes meses de convívio com a pesquisa cria um laço afetivo com ela.

Para mostrar o apego por sua tese, o estudante Morris Vanegas, de 26 anos, mestrando no curso de Engenharia Mecânica e Aeroespacial no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), decidiu protagonizar um divertido (e romântico) ensaio fotográfico com sua tese após a conclusão dos estudos.

A série de imagens ganhou o nome de Uma Carta de Amor à Minha Tese. Segundo Morris, o objetivo era de despedir de forma de romântica de seu projeto.

“Você me transformou em uma pessoa melhor, me apoiando quando eu quis desistir. Seu senso de humor é como o meu. É como se estivéssemos sempre na mesma página. Espero ver seu rosto novamente, nas referências dos futuros trabalhos sobre trajes espaciais”, declarou o estudante.

Confira abaixo este ensaio apaixonado:

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Estudo diz que mestrado é a pós-graduação com maior retorno financeiro

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Vicente Carvalho, no Inquietaria

Um estudo feito pela Produtive Carreira e Conexões com o Mercado revelou que os profissionais que investiram no mestrado foram os que tiveram maior retorno financeiro.

A pesquisa comparou a relação direta entre o nível de formação e a remuneração dos executivos recolocados pela consultoria nas regiões Sul e Sudeste entre janeiro e julho de 2014 e o mesmo período de 2015.

Os executivos brasileiros entrevistados com mestrado ou doutorado tiveram um aumento salarial no período avaliado de 21,4%, superior ao daqueles com apenas a graduação (4,6%) e com uma pós-graduação lato sensu (12,4%).

“A valorização dos profissionais que seguem se atualizando é fruto da hiperespecialização. Esta é uma tendência contemporânea. As empresas precisam de pessoas com formação sólida e foco no que fazem. Conhecimento e profundidade teórica são essenciais para isso”, afirma Rafael Souto, CEO da Produtive.

O estudo concluiu que os mestrados profissionais são os preferidos pelos empregadores, ao contrário da pós-graduação stricto sensu, que está relacionada a temas muito teóricos e agradam pouco o mundo corporativo.

“Hoje é esperado que o profissional tenha ao menos uma pós em seu currículo. O mestrado e o doutorado de fato são os que têm feito com que os profissionais se destaquem”, observa Souto.

Fonte: Uol

Pós-graduação paga é ‘fim de um dos pilares da nação’, diz entidade

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Luiz Alves / Câmara dos Deputados

Luiz Alves / Câmara dos Deputados

 

Fim da gratuidade é antirrepublicano, dizem dirigentes das federais.
Para pós-graduandos, ensino deve ser gratuito em todos os níves.

Publicado no G1

Entidades ligadas a instituições de ensino superior públicas se posicionaram contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite que as universidades públicas cobrem mensalidade para cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrados profissionais. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira (21), em meio a uma discussão entre deputados favoráveis e contra a mudança.

Fica mantida a exigência de gratuidade nos cursos de graduação, residência na área da saúde e curso de formação profissional na área de ensino.

Em um comunicado divulgado em seu site na quarta, antes da votação, a Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) afirmou que a medida significa “o fim de um dos pilares da Nação: a gratuidade da educação pública”.

Ainda segundo a Andifes, “trata-se de uma atitude antirrepublicana e antidemocrática que abrirá caminho para a generalização da cobrança de taxas e mensalidades nos estabelecimentos públicos do país, em todos os níveis e modalidades. Em outros países que destruíram a educação pública foi exatamente assim: amparados em discursos processuais votaram emendas constitucionais e retiraram direitos”.

Também na quarta-feira, antes da votação, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) divulgou uma nota afirmando ser contra a proposta. Segundo a ANPG, a educação deve ser gratuita “em todos os níveis educacionais”, e os cursos de pós-graduação lato sensu devem ser regulamentados, para garantir a qualidade.

A Câmara dos Deputados promovou, na manhã de quarta, um debate sobre o assunto, do qual participararam a Andifes, a ANPG, representantes do Ministério da Educação e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e outras entidades ligadas à area.

Texto ainda vai para o Senado
O texto principal da proposta recebeu 318 votos favoráveis, 129 contra e 4 abstenções. Os deputados analisarão na próxima semana destaques que visam modificar a PEC. Por se tratar de uma mudança na Constituição, o texto ainda precisará passar por uma votação em segundo turno antes de ir ao Senado.

A PEC altera o artigo 206 da Constituição, para dizer que o princípio da “gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais” não se aplica nos casos de pós-graduação, cursos de extensão e mestrado.

Nestes casos, caberá à direção da universidade decidir se cobrará ou não dos alunos. Atualmente, algumas universidades que cobram mensalidade são alvos de processos judiciais que questionam a legalidade do procedimento.

“É uma vergonha que o Brasil, como oitava economia mundial, não esteja entre as 100 melhores universidades do mundo. O que estamos fazendo é instituindo a autonomia universitária. São mestres e doutores que decidirão os melhores caminhos para as universidades. Isso vai significar um avanço no setor educacional”, argumentou o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que defendeu a proposta.

Para o relator da PEC, deputado Cleber Verde (PRB-MA), com a cobrança, as universidades terão mais dinheiro para investir um cursos de graduação de qualidade, bem como em tecnologia e laboratórios de pesquisa.

“São cursos profissionalizantes, feitos por demanda que vem da empresa, de órgãos públicos, para a capacitação daquele trabalhador. Não é justo que a universidade, que já tem os seus cursos diminuídos, tenha de custear também cursos profissionalizantes”, afirmou.

Já o líder do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ), alegou que a PEC representa o início da “privatização do sistema público”. “Esse projeto acaba ferindo e abrindo uma porta perigosa para o papel estratégico do sistema educacional público. Vai contra o princípio da educação pública, universal, de qualidade”, declarou.

Também contrário à PEC, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) afirmou que a proposta vai “entregar patrimônio científico aos que se alimentam do lucro”.

Harvard proíbe sexo e namoro entre alunos e professores

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Instituição afirma que ‘relações entre pessoas de status diferentes’ não reflete as ‘expectativas da faculdade’. Em 2010, Yale tomou decisão semelhante

Campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos (Foto: Darren McCollester/Newsmakers/VEJA)

Campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos (Foto: Darren McCollester/Newsmakers/VEJA)

Publicado na Veja on-line

A Universidade Harvard, um dos centros de ensino superior de maior prestígio nos Estados Unidos, proibiu nesta semana que os professores mantenham “relações sexuais ou românticas” com seus alunos, após uma revisão de sua política sobre assédio.

O Comitê da Faculdade de Artes e Ciências explicou que a revisão da política “determinou que a linguagem atual sobre as relações entre pessoas de status diferentes não refletia explicitamente as expectativas da faculdade sobre o que constitui uma relação apropriada”. Neste contexto, declarou que a partir de agora estão proibidas as relações entre os funcionários e os estudantes de graduação e pós-graduação.

A decisão de Harvard segue uma política já instituída pela Universidade Yale, que em 2010 também proibiu as relações entre estudantes e professores.

A mudança ocorre em um momento em que as principais universidades americanas se colocam na defensiva devido a denúncias de violência sexual nos campi. Em maio de 2014, o Departamento de Educação dos Estados Unidos publicou uma lista de 55 universidades que estavam sendo examinadas pelo governo por supostamente fazer uma gestão ruim das denúncias de assédio e abuso sexual. Localizada no estado de Massachusetts, Harvard está na lista.

Universidades de ponta abrem inscrições para bolsas de estudos. Saiba como concorrer

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Mapa mostra mais de trinta opções cursos de pós-graduação em cinco áreas de estudo que oferecem bolsas integrais ou parciais para brasileiros. Aulas começam no segundo semestre de 2015

Universidade de Yale, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)

Universidade de Yale, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)

Bianca Bibiano e Luana Massuella, na Veja on-line

Nessa época do ano, as principais universidades da Europa e dos Estados Unidos abrem inscrições para os processos seletivos de bolsas de estudo para cursos de pós-graduação. Os programas podem cobrir desde uma parte das despesas universitárias até os gastos pessoais do estudante durante a estadia no exterior. “As bolsas de estudos têm sido um grande atrativo para os brasileiros, que são bem recebidos nas universidades devido às suas qualificações acadêmicas, facilidade de entrosamento, perfil de liderança, iniciativa e criatividade”, diz Anna Laura Schmidt, coordenadora de projetos da Fundação Lemann, instituição que financia bolsas de estudos em universidade de ponta, como Harvard, Stanford e Yale, nos EUA.

As vantagens para a carreira do profissional que estuda no exterior vão além da formação acadêmica. “O aprimoramento do idioma, a troca de experiência com estudantes de outras nacionalidades e a vivência em outro país resultam em amadurecimento pessoal e profissional”, diz Leonardo de Souza, diretor-executivo da empresa de recrutamento de executivos Michael Page.

Além do programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudos no exterior para estudantes e profissionais das áreas de engenharia, ciências e tecnologia, a maioria das universidades na Europa e nos Estados Unidos investe em programas de internacionalização e oferece bolsas de estudos para pessoas da América Latina, África, Ásia e Oriente Médio em diversas outras carreiras. Em alguns cursos, cerca de 25% dos estudantes não são nativos.
Participar desses programas, contudo, não é tão simples. Cada universidade tem seu próprio sistema de seleção, que inclui etapas que vão desde a análise dos documentos até entrevistas pessoais ou por webconferência e que começam cerca de seis meses antes do início do curso. Para ajudar estudantes na procura por uma bolsa, o site de VEJA fez uma seleção de 30 cursos de mestrado, doutorado e MBA que oferecem bolsas integrais ou parciais.

Como se inscrever — A inscrição para os programas de bolsa é feita em duas etapas paralelas: a admissão na universidade e a obtenção da bolsa. Isso porque as bolsas são ofertadas por fundações ou grupos de apoio que financiam estudos, como a Fundação Lemann e o Instituto Ling, ambos brasileiros. Além disso, também é possível concorrer pelo processo interno nas universidades, que oferecem bolsas parciais de acordo com o currículo do candidato.

Para ser selecionado na universidade, o primeiro passo é escolher um curso de interesse. No mapa elaborado por VEJA.com, é possível escolher programas de bolsas de estudo em cinco áreas: negócios, saúde, educação, direito e ciências humanas. Depois, é preciso saber qual curso se enquadra melhor no perfil do candidato. Para isso, basta clicar no nome da universidade no mapa. No site de cada universidade, o candidato encontra informações detalhadas sobre as áreas de estudo priorizadas em cada instituição de ensino e sobre os programas de pesquisas em andamento.

Os processos seletivos são feitos apenas pela internet. Para isso, serão necessários: cópias digitalizadas de diploma universitário; histórico do curso com as notas obtidas em cada disciplina; documentos pessoais; currículo e cartas de recomendação, em inglês, de profissionais ou professores universitários; e certificado de fluência em inglês, que pode ser TOEFL ou IELTS, dependendo da universidade.

É importante atentar para o período de inscrição para envio de toda a documentação necessária. As entrevistas pessoais ou por telefone e outras solicitações serão feitas nos meses seguintes, após o fim do prazo. “Diferente da pós-graduação no Brasil, em que existe uma seleção quantitativa para seleções de bolsas de estudo, no exterior a seleção é mais qualitativa, baseada nos objetivos do profissional, no histórico acadêmico e na sua capacidade de mostrar liderança”, explica Anna Laura. As entrevistas são usadas para detalhar esses aspectos e para comprovar a fluência em inglês do candidato.

Feira divulga vagas na Europa — Entre os dias 29 e 30, os interessados em estudar na Europa podem entrar com em contato com representantes de  diversas universidades na feira Euro-Pós, que acontece no Centro de Eventos São Luiz, em São Paulo. Promovida pelas instituições de fomento ao ensino superior da França (Campus France), Alemanha (DAAD – Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) e Holanda (Nuffic – Organização Neerlandesa para a Cooperação Internacional no Ensino Superior), o evento contará com a participação de países como Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Reino Unido, Irlanda, Hungria, Suíça, Holanda, Alemanha e Itália.

“Será uma oportunidade para que os estudantes interessados em cursos superiores na Europa conheçam mais sobre a instituição onde desejam estudar. Serão 85 expositores entre universidades europeias e instituições oficiais de informação”, afirma Silvia Bauer, coordenadora de marketing do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. A feira tem entrada gratuita e fica aberta das das 14h às 19h. Para mais informações, acesse o site do evento.

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