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Cartas de soldados da I Guerra são disponibilizadas on-line

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Historiadores digitalizaram documentos extraviados para que descendentes possam ter acesso às mensagens deixadas por seus familiares

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Publicado por Veja

Milhares de cartas de soldados europeus que serviram na I Guerra Mundial foram digitalizadas e disponibilizadas na internet para que os descendentes dos combatentes, que nunca receberam os escritos, possam finalmente conhecer seus conteúdos.

Segundo o historiador Jon Cooksey, editor do jornal Stand To!, publicação da Western Front Association, associação que zela pela memória de soldados que lutaram na guerra entre 1914 e 1918, as tropas costumavam escrever cartas e testamentos e guardá-las junto a seus pertences, para que as mensagens pudessem ser entregues a seus familiares no caso de morrerem em combate.

No entanto, muitas dessas cartas foram censuradas e arquivadas, segundo reportagem do jornal inglês The Guardian. No total, cerca de 278 000 delas estão guardadas em um centro de segurança na cidade de Birmingham, na Inglaterra. Acredita-se que os textos foram barrados por relatarem detalhes da guerra, que o Exército não queria que fossem divulgados.

A partir desta quinta-feira, as cartas estarão disponíveis em um site do governo inglês, no qual os familiares podem digitar o nome do soldado, o ano de sua morte e, após encontrar a carta, pagar 6 libras para receber uma cópia dela.

Confira alguns trechos de cartas divulgadas pelo Guardian:

Trechos de cartas de soldados da Primeira Guerra Mundial

“Estou me preparando para lutar e só me arrependo de não ter visto vocês antes de partir, mas, mãe querida, não perca a esperança. Eu posso voltar para casa um dia.”

“Mãe, seja corajosa, eu vou ficar bem. Há milhares de outras mães e relacionamentos passando pela mesma situação. E se eu morrer, morrerei com um bom coração e todo seu amor em minha mente.”

“Querida Clara, sexta pela manhã vamos cercar a costa e partir para a Bélgica. Eu não deveria te contar isso.”

“Nós recebemos um pequeno acessório com nosso número, nome e esquadrão, que devemos usar no pescoço para podermos ser reconhecidos se, por acaso, morrermos.”

“Temos que lutar como tigres e pegar nossa comida o mais rápido que pudermos quando ela chega. Alguns conseguem pegar muito, outros não conseguem nada. Quando temos dinheiro é muito difícil gastá-lo. Se você for à cantina tem que esperar cerca de duas horas para ser servido.”

“Querida, está guerra será pior do que imaginei. Alguns acham que não durará mais que um mês, e outros dizem que vai durar pelo menos três anos. Nossos oficiais nos falaram esta manhã que será uma guerra longa e difícil.”

“Se eu morrer em combate haverá uma medalha para mim. Eu espero que você a pegue e guarde para nosso menino usar quando ele crescer.”

Biblioteca nos Estados Unidos além de livros, empresta sementes

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Publicado no IBahia

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As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor
Fotos: Divulgação

Sair de biblioteca apenas com livros e CDs é coisa do passado na Biblioteca Pública de Basalto no Colorado, Estados Unidos. O local adicionou um banco de sementes na sua coleção de meios de comunicação. Os visitantes além de usufruírem de uma boa leitura, também podem virar produtores de frutas ou legumes e de novas sementes que devem voltar ao local de origem.

Para participar é simples. O leitor adquire o pacote de sementes e planta. Quando o vegetal cresce é só colher as sementes e devolvê-las à biblioteca para que outras pessoas possam usá-las.

As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor, no intuito de dar crédito às pessoas que se esforçaram no cultivo.

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Segundo a American Library Association, existe pelo menos uma dúzia de programas semelhantes em todo o país. E para a diretora da biblioteca, Barbara Milnor, o local pode parecer estranho para o projeto, mas é uma ótima solução para ampliar o acesso de sementes e plantas à população, afirmou no portal NPR.

Já para a frequentadora Stephanie Syson, a biblioteca tem sido um lugar onde a filha aprende. As sementes adicionaram apenas mais uma nova lição.

 

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