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Gratidão une ex-alunos em campanha para pagar dívida de mais de R$ 100 mil de professor aposentado no RJ

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Alunos mobilizam campanha para ajudar professor aposentado que enfrenta problemas financeiros (Foto: José Ferreira Bernardo Junior | Arquivo Pessoal)

Alunos mobilizam campanha para ajudar professor aposentado que enfrenta problemas financeiros (Foto: José Ferreira Bernardo Junior | Arquivo Pessoal)

 

Hoje, formados e com carreira consolidada, ex-alunos querem que ex-mestre, de 82 anos, tenha uma vida digna e sugerem nas redes sociais que as pessoas reflitam sobre o ‘quanto vale um professor’.

Aline Rickly e Ariane Marques, no G1

O sentimento de gratidão une ex-alunos em uma campanha para pagar dívidas que somam mais de R$ 100 mil do professor aposentado Maurício Barroso, de 82 anos. O docente tinha um curso tradicional em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, de preparação para o vestibular, mas acabou falindo.

Apesar da inadimplência dos alunos na época, hoje Maurício conta que nunca se importou em dar bolsas e mais bolsas de estudo, além de destinar parte de seu tempo para aulas particulares de graça. Para ele, realizar o sonho dos alunos era o mais importante de tudo.

Eu fazia com que eles gostassem de ir para a aula e para a escola. Tinha sempre o desafio de fazer com que eles entendessem que eram capazes de irem até onde quisessem. Dessa forma, ia ajudando cada um a desenvolver a sua capacidade”, afirma o professor.

E foi assim que, em quase duas décadas do cursinho MPB Vestibular, que o professor ajudava cerca de 200 alunos, todos os anos, a entrarem para faculdades estaduais e federais. Ele também ficou conhecido por pagar lanches e até passagem.

E são esses alunos, hoje profissionais formados e com carreira, que, em vaquinha na internet, tentam melhorar as condições vida do mestre, em nome do respeito e do que se tornaram.

Diego Inagoki se formou em odontologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além de ter ganhado bolsa de estudos é grato pelas aulas particulares de geometria e trigonometria do professor Barroso.

Ele permitia que eu acompanhasse a turma do pré-vestibular. Mas o incentivo vai muito além dessa parte financeira. Ele sempre me incentivou a ampliar os horizontes e os conhecimentos“, afirma.

Eva Maricato se formou em Administração pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Ela também reconhece a importância do ex-professor para a vida dela.

“Enquanto diziam que eu não ia conseguir e que era para desistir, o professor, por outro lado, afirmava que eu era muito capaz, que ainda ia me ver formada. Ele dizia para eu não desistir dos meus sonhos e me fez acreditar que iria passar para uma Universidade Federal“.

A mulher de Maurício, Iraci Barroso, se emocionou em entrevista ao G1 ao falar do amor dele pela profissão.

“Ele tinha uma preocupação com os alunos, dava muitas bolsas, não se importava com o dinheiro, mas sim em ensinar e aprender”, conta.

Maurício Barroso é formado em engenharia em faculdade pública. Na década de 1960, ele afirma que chegou a integrar o movimento estudantil que deu origem a UFF, Universidade Federal Fluminense.

O G1 entrou em contato com a universidade abrindo espaço para falarem da importância do movimento estudantil na época, do ensino público e da valorização do mestre, mas a assessoria preferiu não se manifestar.

Nas redes sociais, os ex-alunos pedem ajuda para pagar as dívidas acumuladas por Barroso questionando “quanto vale um professor?” Na vaquinha online eles chegam perto dos R$ 20 mil em arrecadações.

Dívidas

De forma voluntária, o ex-aluno, agora formado em direito pela UFRJ, José Ferreira Bernardo Junior, de 31 anos, está ajudando o professor Maurício com os problemas relacionados as dívidas que se acumularam ao longo dos anos.

Segundo o advogado, os problemas financeiros que hoje comprometem cerca de 50% da aposentadoria do professor, são provenientes de empréstimos, dívidas trabalhistas e referentes a mobiliário que era comprado para a escola.

As dívidas começaram depois que ele vendeu os bens que tinha para investir na escola“, disse.

Além disso, o José Ferreira afirma que existe um impasse com relação a compra e venda do cursinho em 2015, uma vez que o professor Maurício afirma não ter recebido nada pela transação.

Com relação ao serviço gratuito que está prestando para ajudar ao ex-mestre, José destaca que tem uma dívida com ele.

“Se me tornei quem eu sou, foi porque me inspirei nele. O Maurício fazia a gente se enxergar como ser humano e a empreender no sentido de modificar a sociedade para melhor. Dinheiro nenhum no mundo é capaz de pagar o que ele fez por mim, minha família e meus amigos”, destaca.

O advogado diz que os outros três irmãos também foram alunos do professor e, atualmente, dois estão formados em medicina e um em biologia. Todos cursaram faculdades públicas.

O sonho

Por causa dos problemas financeiros, Maurício e a mulher Iraci se mudaram para Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, onde estão morando com a filha. Há dois anos o professor está longe das salas de aula.

“Às vezes choro de saudade de fazer o trabalho que sempre fiz. Passo a noite toda acordado, estudando, porque não consigo dormir. Tenho muita vontade de voltar a trabalhar, para ver novamente meus meninos entrando para uma faculdade”, diz.

Segundo Iracy, Maurício sente muita falta de compartilhar o conhecimento e ensinar.

O amor pela educação era a vida dele, a razão de viver”, comenta.

Curso técnico ainda é visto no país apenas como ‘pré-vestibular’

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Clara Malafaia, na biblioteca da universidade Mackenzie em São Paulo  - Raquel Cunha/Folhapress

Clara Malafaia, na biblioteca da universidade Mackenzie em São Paulo – Raquel Cunha/Folhapress

 

Iara Biderman, na Folha de S.Paulo

Concluir o ensino técnico está longe de significar o fim da carreira estudantil.

“É uma modalidade da educação formal que pode e deve ser o caminho para o curso superior”, afirma Gustavo Leal, diretor de operações do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

Entrar na faculdade tem sido o objetivo principal dos alunos destes cursos, segundo João Cardoso Palma, professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

“A maior parte dos estudantes que concluem o técnico presta o vestibular, o que é uma distorção”, diz Palma.

Para o professor da Unesp, também membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, o curso profissionalizante deveria ser suficiente em si. “É um desperdício de recursos manter em cursos técnicos alunos que não pretendem ir para o mercado de trabalho, mas sim prestar vestibular.”

Apesar de os cursos profissionalizantes receberem menos de 10% do total de matrículas no ensino médio, eles são considerados “mais puxados” do que os cursos regulares do ensino público.

“O estudante enxerga o técnico como uma oportunidade para vencer o funil do vestibular”, analisa Leal.

Nas escolas técnicas mais conceituadas, o funil vem antes: é preciso passar por uma seleção bastante concorrida para conseguir uma vaga.

ACADEMIA X MERCADO

O cenário é diferente em outros países. “Na Finlândia, que tem um dos melhores sistemas educacionais do mundo, a maior parte dos alunos que termina o curso técnico vai para o mercado, não para a universidade”, diz Palma.

A situação é semelhante na Alemanha. O modelo dual alemão, muito voltado para a inserção no mercado de trabalho, é uma referência mundial em ensino técnico.

É o modelo usado no Colégio Humboldt, em São Paulo, fundado por alemães. Mas no Brasil, ao contrário do que acontece na Alemanha e na Europa em geral, a maioria dos alunos não considera o curso técnico um fim em si.

“Aqui todos querem ir para a faculdade, independentemente de ter perfil acadêmico ou não”, diz Hans Wagner, vice-diretor do Humboldt.

A questão é econômica e cultural. “No Brasil todo mundo quer ser ‘doutor’, é um legado do sistema escravocrata, em que o trabalho manual ou técnico é desvalorizado”, afirma Palma.

Também é mais mal pago. “O salário de quem tem curso superior é três vezes maior do que o dos que só têm ensino médio”, afirma Simon Schwartzman, sociólogo e pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade.

Bárbara Vias, na empresa onde trabalha, em São Paulo - Raquel Cunha/Folhapress

Bárbara Vias, na empresa onde trabalha, em São Paulo – Raquel Cunha/Folhapress

A preocupação de Schwartzman é o fato de apenas 17% dos jovens no ensino médio de todo o país conseguirem entrar na universidade. “Os que não entram e não têm formação profissional estão despreparados para o mercado de trabalho.”

“Quem faz o curso técnico e depois vai fazer faculdade já sai em vantagem”, afirma Wagner. No Colégio Humboldt, 50% dos alunos do técnico buscam formação universitária após a profissionalizante, segundo ele.

Clara Malafaia, 21, está neste grupo. Ela resolveu cursar gestão em administração após se formar no ensino médio regular. “Não sabia que faculdade fazer. Aos 17 anos é muito cedo para decidir a profissão. Entrei no técnico, e um dos módulos era marketing. Descobri ser o que eu queria.”

Hoje, ela cursa a faculdade de publicidade no Mackenzie, em São Paulo. Durante o técnico, trabalhou em uma empresa de empilhadeiras e na Câmara Brasil-Alemanha, como parte do curso. E já foi chamada para um novo emprego.

“A escola técnica dá a parte prática, que não tem na faculdade. Os dois cursos são complementares”, avalia Bárbara Vias, 19. Como Clara, ela fez gestão em administração.

Foi sua mãe que a incentivou a cursar o técnico. “Ela trabalhou 26 anos numa grande empresa, sabe que o mercado está cada vez mais competitivo e este curso pode fazer a diferença”, diz Bárbara.

Durante a formação técnica, ela afirma ter ganho experiência no dia a dia de uma empresa, passando por todos os setores, do financeiro à logística e vendas.

Em março, foi efetivada no emprego como assistente administrativa, mas não desistiu de seguir os estudos. Bárbara entrou em direito e é hoje a caçula de sua turma de faculdade, conta.

Estratégias de quem passou bem no Enem sem cursinho

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Bianca Barros fez o Enem da primeira vez só para conhecer o processo - Arquivo pessoal

Bianca Barros fez o Enem da primeira vez só para conhecer o processo – Arquivo pessoal

 

Organização, foco, disciplina e perseverança marcam histórias de jovens que conseguiram chegar à universidade sem pagar reforço

Publicado em O Globo

Quando o ensino médio não dá conta de atender às expectativas, muita gente se matricula em cursos pré-vestibulares para reforçar o conteúdo das aulas. Porém, essa opção nem sempre é possível. Seja por falta de grana, seja por falta de tempo para encaixar essas aulas de reforço com horário muito regrado. Mas essas limitações não são empecilhos para quem tem determinação e objetivos claros.

Lidiane Ramos, de 26 anos, é uma dessas pessoas. Ela sempre quis ser advogada. No entanto, escolheu fazer o curso técnico em Administração antes, já pensando nas disciplinas que poderiam ajudar na sua futura faculdade.

Com aulas em horário integral e aos sábados, ficava difícil para jovem estudar em casa. Mas foi na sua própria escola que Lidiane encontrou o reforço que precisava:

– Eu estava sempre muito cansada. Por isso, não conseguia estudar sozinha por muito tempo. Então, percebi que precisava prestar muita atenção nas explicações dos professores durante as aulas. Depois, só revisava o conteúdo em casa. Também recorri às professoras de Literatura e Português. Elas davam um gás na preparação da turma, com mais exercícios de interpretação de texto e redação.

Toda essa dedicação compensou muito. Lidiane conseguiu a tão sonhada vaga na faculdade, financiada em 100% com os recursos do ProUni.

Jornada dupla

Para Bianca Barros, 27, o desafio estava em conciliar os estudos com a rotina de trabalho. Depois de se formar em Letras, ela percebeu que queria seguir outro caminho. A professora de inglês decidiu então largar as aulas que dava e trabalhar em um banco de investimento. As novas experiências e os contatos que fez abriram seus horizontes, Bianca decidiu assim tentar o vestibular para Direito, a mesma escolha de Lidiane.

– Tentei o Enem pela primeira vez sem estudar nada, só com os conhecimentos da minha faculdade anterior e sem a pressão de ter que passar. Me dei bem e decidi estudar mais e tentar uma vaga no ano seguinte – conta Bianca

Sem querer gastar com cursinho, Bianca encontrou na internet a ajuda para tocar seu projeto, de casa mesmo:

– Descobri um site que disponibiliza aulas. Assim, chegava do trabalho e assistia a um vídeo, principalmente das matérias de exatas, as que eu menos lembrava. Com o tempo, fui conseguindo resolver as questões de provas anteriores e ficando mais confiante.

Quando Bianca prestou o Enem novamente, foi muito bem no exame, conseguindo entrar para o curso de Direito.

Arquivo pessoal - Lidiane Ramos encontra reforço na própria escola, onde pediu exercícios aos professores

Arquivo pessoal – Lidiane Ramos encontra reforço na própria escola, onde pediu exercícios aos professores

 

Dicas da especialista

Para a professora da Universidade Veiga de Almeida (UVA) e de ensino médio Cristina Varandas, o cursinho não é mesmo indispensável para quem quer ter um bom resultado no Enem, especialmente pelo tipo de prova da avaliação.

– A questão do Enem hoje está focada muito em leitura e interpretação de conhecimento de mundo. Eu acho o cursinho desnecessário quando o aluno é um leitor de mundo, uma pessoa que acompanha diariamente o noticiário, opina Cristina.

Desta forma, o exame espera que o candidato pense o mundo, tenha uma visão articulada, baseada em conhecimento e informação, não apenas um conteúdo meramente decorado.

– Mais do que decorar, é preciso relacionar o conteúdo das matérias com o que vivemos diariamente. Ao ler uma matéria e compreender o que ela significa, relacionamos história com interpretação de texto. Para entender a publicação de uma pesquisa, precisamos aplicar conceitos matemáticos, exemplifica a educadora.

Confira mais dicas da professora para estudar em casa:

– Disciplina é fundamental para estudar conteúdos formais;

– Para as matérias de humanas, faça resumos do que aprendeu;

– Releia os resumos, faça anotações e proponha uma reflexão;

– Para exatas, vale fazer listas de exercícios;

– Crie um grupo de estudo com os amigos, compartilhando informações e propondo reflexões;

– Faça redações para exercitar, não adianta só ler;

– Conheça prova anteriores do Enem, fale com quem já fez o exame;

– Se for possível, faça a prova um ano antes, para ver como ver como tudo funciona.

Professor de português se veste de drag queen para dar aula no Paraná

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Variedade de gêneros foi debatida com alunos de um curso pré-vestibular em Cascavel com a drag Sofia Ariel, personagem do professor Jonathan Chasko (Foto: Jonathan Chasko/Arquivo Pessoal)

Variedade de gêneros foi debatida com alunos de um curso pré-vestibular em Cascavel com a drag Sofia Ariel, personagem do professor Jonathan Chasko (Foto: Jonathan Chasko/Arquivo Pessoal)

 

Para falar sobre os artigos definidos e indefinidos, professor surpreendeu.
‘É preciso repensar a educação tradicional’, sugere Jonathan Chasko.

Fabiula Wurmeister, no G1

Alunos de um curso pré-vestibular oferecido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) em Cascavel tiveram uma surpresa em uma das aulas ministradas pelo professor de português Jonathan Chasko. Para falar sobre os artigos definidos e indefinidos – o, a, um, uma – e relacioná-los à discussão sobre gênero, sexo, identidade e diversidade, quem conduziu a aula foi a drag queen Sofia Ariel, personagem interpretada profissionalmente por Jonathan desde o ano passado.

“No começo, quando me viram entrar na sala como uma drag, os alunos se mostraram mais resistentes. Mas, com o passar do tempo eles foram se interessando, fazendo perguntas, tentando se inteirar e tentar entender o que estava sendo apresentado. Foi bastante interessante e gratificante”, lembra o professor, que é homossexual e escolheu o Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia para abordar o assunto com os estudantes.

Segundo o professor, Sofia Ariel deve voltar às aulas em outras oportunidades (Foto: Jonathan Chasko/Arquivo Pessoal)

Segundo o professor, Sofia Ariel deve voltar às aulas em outras oportunidades (Foto: Jonathan Chasko/Arquivo Pessoal)

A ideia, lembra, era usar o tema da aula para falar da luta contra a homofobia e explicar que existem diferentes manifestações de sexualidade.

“Vi uma oportunidade de trazer para a sala uma manifestação artística cultural que está em outros espaços e que seria interessante os alunos conhecerem para saber como a homofobia se dá, quem é o público alvo, como os homossexuais se organizam e como a cultura drag representa esse movimento”, explicou Jonathan.

“Procuro fazer uma analogia com o navio Titanic e o iceberg que o levou a afundar. Tudo o que a gente vê e ouve falar sobre esses temas é só a superfície do iceberg. Embaixo, existe muito mais coisas, um contexto. E, curiosamente, foi a parte submersa que furou o casco do Titanic”, compara.

“Falo para os meus alunos não serem o Titanic, para não se deixarem levar só por aquilo que estão vendo e no final ‘afundar’, serem prejudicados ou vencidos por aquilo que eles não estão vendo”, completa.

Educação
Para Jonathan, é função primordial do professor preparar o aluno para pensar e formar opiniões diversas, sem preconceitos, enxergando e respeitando as minorias. A iniciativa de tratar as diferenças de gênero, pela primeira vez com a ajuda da personagem Sofia Ariel, promete se repetir. O objetivo ao discutir assuntos polêmicos e de uma forma diferente, diz, é uma alternativa de mostrar aos alunos que há muito mais maneiras de abordar e pensar em um assunto que apenas o tradicional.

E, isso pode ser atrelado ao conteúdo formal, mas com cuidado e ponderadamente, para que estas opções de ensino não sejam banalizadas. “O lúdico, no entanto, não pode ser usado como pretexto. Apesar de qualquer terma poder ser abordado assim, não significa que sempre deve ser assim, para que o aluno não se acostume a tudo ser tratado como um joguinho, uma brincadeira”, observa.

O aluno, aponta, muitas vezes não entende para que serve aquilo que está aprendendo, mas é importante que entenda que aquilo fará parte da formação intelectual do aluno. “Antes de fazermos os alunos pensarem, temos que repensar a própria educação e em modos de fazer com que o que a gente ensina seja aplicável na vida real. Todo professor sabe disso, mas nem sempre tem condições de aplicar.”

O cursinho pré-vestibular da Unioeste é administrado pelos acadêmicos de vários cursos que se propõe a ministrar as aulas preparatórias, sempre com a aprovação do Núcleo de Estudos Interdisciplinares (NEI). Procurada pelo G1, a universidade não quis se manifestar sobre o assunto.

4 atitudes que podem atrapalhar seus estudos pré-vestibular

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

 

Entenda o que você não deve fazer para ter um bom desempenho escolar e ser aprovado na graduação que deseja

Publicado no Universia Brasil

O processo de estudos para o vestibular exige muito esforço e dedicação dos estudantes para que consigam ser aprovados no curso de graduação que desejam. Durante esse período, muitos cometem erros que podem prejudicar o desempenho escolar e até mesmo fazer com que fiquem cada vez mais nervosos para as provas que realizarão. Para que você não tenha problemas durante esse período acadêmico, confira as dicas:

 

1 – Não seja rígido demais com você

Estabelecer metas pessoais e buscar por elas é um hábito muito benéfico para seus estudos. No entanto, seja compreensivo. Provavelmente você terá decepções ao longo da sua jornada pré-vestibular e precisa saber lidar com elas sem ser rígido demais consigo mesmo, utilizando os erros como uma forma de aprendizado.

2 – Não acumule atividades

Quanto mais organizado, maiores as chances de conseguir realizar todas suas tarefas dentro dos prazos estipulados. Busque sempre deixar a matéria em dia, realizando todos os trabalhos solicitados pelo professor e estudando os conteúdos apresentados em sala de aula, no dia em que são ensinados. Dessa forma, você poderá melhorar o seu desempenho na escola e, possivelmente, ser aprovado na instituição de ensino superior que deseja.

3 – Não deixe o medo atrapalhá-lo

É normal que você fique apreensivo durante os estudos, com medo de não conseguir a aprovação no ensino superior. No entanto, não deixe que ele seja um vilão e atrapalhe sua rotina de estudos! Faça com que seus objetivos se sobreponham e tentem sempre visualizar os motivos que o fazem estudar tanto.

4 – Não busque desculpas

Ao longo do processo de estudos você poderá buscar muitas desculpas para suas falhas. Entretanto, tente entender os motivos que o levaram a não ter uma boa nota em determinada prova, usando os seus erros como ferramentas para potencializar o seu aprendizado.

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