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Primeira edição de ‘Harry Potter’ é vendida por 179 mil reais

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Daniel Radcliffe na pele do personagem Harry Potter (Divulgação/Primeira edição de 'Harry Potter' é vendida por 179 mil reais)

Daniel Radcliffe na pele do personagem Harry Potter (Divulgação/Primeira edição de ‘Harry Potter’ é vendida por 179 mil reais)

 

Valor da venda de ‘Harry Potter and the Philosopher’s Stone’, o primeiro da saga, superou as expectativas da casa de leilões

Publicado na Veja

Um volume da primeira edição do livro Harry Potter and the Philosopher’s Stone (Harry Potter e a Pedra Filosofal na versão brasileira), que inaugurou a bem-sucedida saga da escritora britânica J.K. Rowling, foi vendido por 49.812 euros (179,2 milhões de reais, aproximadamente), revelou nesta quinta-feira a casa de leilões Bonhams, de Londres.

Autor de ‘Game of Thrones’ doa primeira edição histórica de ‘O Hobbit’ a biblioteca pública

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Reprodução/Variety Reports

 

Marcus Vinicius, Brasil, na Info

Uma biblioteca do Texas ganhou um presente histórico do autor americano George R.R. Martin, criador da obra em que se baseia a série Game of Thrones: a primeira edição publicada de O Hobbit, clássico de fantasia do escritor inglês J.R.R. Tolkien.

O livro, publicado originalmente em 1937, teve uma tiragem inicial de apenas 1 500 cópias. A capa é simples, ilustrada com um desenho do dragão Smaug feito pelo próprio Tolkien. Há também correções gramaticais escritas a mão, o que torna esse volume ainda mais especial.

Martin participou de uma cerimônia na biblioteca A&M’s Cushing Memorial para celebrar a doação, no dia 27 de fevereiro. Ele leu trechos do livro, e fez um discurso lembrando a importância da preservação da literatura:

“Até mesmo em nossos séculos modernos, nós estamos perdendo histórias. Tudo isso é uma incrível tragédia para mim. Por isso acredito que bibliotecas, como a grande Biblioteca de Alexandria, são as fortalezas de nossas civilizações. As histórias que contamos, as histórias com que crescemos, as histórias que ajudam a dar forma às nossas vidas, nós ainda amamos e nos lembramos delas. Este é o tipo de coisa que deveria ser preservada.”

Fonte: Variety Reports.

Editora brasileira de “The Walking Dead” começou em mesa de bar

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banner-cultura-1Rodrigo Salem, no F5

Em 2005, Carlos Costa pediu demissão de seu emprego como gerente financeiro de mercado. A intenção era se dedicar a publicação de revistas em quadrinhos, sua maior paixão.

Em uma conversa de boteco, convidou os amigos Artur Tavares e Leonardo Vicente para a empreitada. Cada um deu R$ 500 para abrir a editora HQ Maniacs. Meses depois, compraram os direitos de duas HQs americanas.

Uma era “Invencível”, sobre um herói adolescente, e, a outra, “The Walking Dead”, um gibi de zumbis que acumulava boas críticas, mas patinava nas vendas.

A escolha óbvia para o primeiro lançamento era “Invencível”. Empolgados, imprimiram 3.000 exemplares do primeiro volume. Mas o título encalhou. “A gente achava que ‘Invencível’ venderia horrores, mas não foi o que aconteceu”, lembra Costa.

Em seguida, lançaram “Os Mortos Vivos”, cujos direitos de publicação custaram US$ 1.000 (R$ 2.000). Foram 1.500 exemplares distribuídos para lojas especializadas. Por três anos, as histórias não passaram da primeira edição.

Entre 2008 e 2009, os três amigos sequer lançaram os títulos, pois não conseguiram recuperar o dinheiro do investimento.

Até que chegou 2010. “The Walking Dead” estreou na TV americana e se transformou em um fenômeno de audiência, atraindo 7 milhões de pessoas por episódio. Os direitos de publicação da HQ, nos Estados Unidos, é estimado em US$ 10 milhões (cerca de R$ 20 milhões).

No Brasil, o fenômeno se repetiu. Com os direitos renovados antes da série tomar forma, o trio manteve a publicação dos álbuns e lançou o gibi mensal, em dezembro passado, com o título de “The Walking Dead”.

“Imprimimos 30 mil exemplares do primeiro número e a Dinap [distribuidora] já pediu para aumentarmos a tiragem”, conta Costa. Por cima, cada título pode render até R$ 120 mil por mês.

“Sentimos que nossa editora finalmente está começando. No início, pedimos ajuda para várias pessoas. Agora, correm atrás da gente. Mas eles só querem ‘The Walking Dead’.”

76% das livrarias do país vendem livros religiosos

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DIAGNÓSTICO DO SETOR LIVREIRO: Concentração de lojas no Sudeste cresceu

Título original: Redes crescem e livrarias médias encolhem no país

Publicado na Folha de S.Paulo

As livrarias do país estão cada vez mais concentradas em redes e na região Sudeste, segundo o Diagnóstico do Setor Livreiro, divulgado ontem pela Associação Nacional de Livrarias (AN L).

O levantamento trianual, realizado desta vez pela empresa de pesquisa GFK, mostra que o número de lojas pertencentes a redes com mais de 20 filiais passou de 14% para 20 % do total -destaque para as que têm mais de cem lojas, que representavam 6% em 2009 e, agora, 15%.

As livrarias independentes, com uma ou duas lojas, representam 62% do total, patamar similar ao de 2009. O impacto maior foi nas livrarias com três a 20 filiais, que tinham 23% de participação e hoje correspondem a 17%.

“O lema hoje é ser gigante ou encolher e ser excelente”, disse Ednilson Xavier, presidente da ANL, se referindo à grande porcentagem de livrarias especializadas em algum segmento: 61% do total.

Entre as livrarias que se dizem especializadas, se destacam as religiosas, que correspondem a 19%, sendo 15% católicas e 4% evangélicas. Outras 18% informaram ser especializadas em literatura.

Houve aumento da concentração de lojas na região Sudeste, a mais populosa do país. Em 2006, na primeira edição do Diagnóstico do Setor Livreiro, a região abrangia 53% das livrarias. Hoje, esse número é de 60%.

Já o Norte caiu de 5% para 2% no período, e o Centro-Oeste se manteve em 4%. O Nordeste, depois de cair de de 20% em 2006 para 12% em 2009, mostra sinais de recuperação, chegando a 15%.

O levantamento foi realizado a partir de questionários respondidos por 716 lojas (há 3.481 livrarias no país) de julho a outubro deste ano.

A ANL aproveitou para ressaltar, numa época em que Kobo, Google e Amazon chegam ao Brasil, a carta enviada a editores e ao governo sugerindo medidas para evitar que o livro digital prejudique livrarias. Entre as sugestões, a de que haja um intervalo de 120 dias entre o lançamento do livro físico e do digital.

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