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Warner divulga primeiro trailer de Doutor Sono, a continuação de O Iluminado

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Ewan McGregor estrela “Doutor Sono”

Rafael Rodrigues da Silva, no Canal Tech

Depois de fazer muito sucesso e ter se tornado um marco do cinema de terror nas mãos de Stanley Kubrick, a história de O Iluminado finalmente ganhará uma continuação com o filme Doutor Sono. A sequência, que deve estrear em novembro, teve seu primeiro trailer divulgado nesta quinta-feira (13) pela Warner Bros.

Baseado no livro de mesmo nome do escritor Stephen King, Doutor Sono se passa 40 anos depois da história do primeiro livro, e mostra um Danny Torrance (interpretado por Ewan McGregor) tentando viver uma vida adulta “normal” enquanto ignora seus poderes paranormais — e, para isso, ele acaba se afundando na bebida, o “demônio” que matou seu pai e que ele havia prometido a si mesmo nunca aceitar.

Tudo muda quando Danny conhece Rose (interpretada por Rebecca Ferguson), uma garota que possui os mesmos poderes paranormais de Danny, mas em um nível muito mais forte do que ele. Danny acaba se tornando um mentor da moça, e assume a tarefa de não apenas ajudá-la a controlar seus poderes, como também protegê-la de um culto conhecido como “The True Knot”, um grupo de “vampiros espirituais” que se alimenta de crianças com poderes como os de Danny e Rose.

O filme terá direção de Mike Flanagan — conhecido por ter produzido a série de terror A Maldição da Residência Hill para a Netflix — e tem data de lançamento marcada para o dia 7 de novembro aqui no Brasil.

Fonte: Warner Bros

A importância da leitura para as crianças e jovens

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Foto: Assessoria / DINO

 

Os livros de literatura fantástica nacional são ótimos atrativos para crianças e jovens que estão sendo introduzidos à vida de leitores

Publicado no Terra

Já foi comprovado por alguns estudos recentes que a leitura auxilia no desenvolvimento dos jovens leitores. Para as crianças que estão no início da sua aprendizagem linguística, sempre são indicadas leituras mais fáceis, como histórias em quadrinhos, por exemplo, Turma da Mônica, que em julho se transformará em filme pela primeira vez com a estreia de “Laços”.

Quantos dos adultos da atualidade que você conhece que afirmam ter aprendido a ler com Turma da Mônica? Aposto que muitos.

Grande parte dos professores de português começa a introduzir o interesse pela literatura em seus alunos o mais cedo possível. Na minha época, por exemplo, uma ótima literatura introdutória era a Coleção Vagalume.
A literatura, principalmente a nacional, é de extrema importância para as crianças e adolescentes que estão sendo introduzidos na sua vida de leitores. Livros de aventura e fantasia conquistam de cara os novos leitores, porque ler um bom livro é algo prazeroso.

Uma boa dica para você, professor, introduzir seus alunos à leitura, ou você, pai, ensinar seu filho a gostar de literatura, é a trilogia de livros “Johnny Bleas”. Por ser uma trilogia nacional, isso já facilita o acesso aos livros e até mesmo ao autor. Também facilita a leitura, pois são palavras do nosso uso cotidiano.

O autor J.G. Brene escreve cordialmente, e o primeiro livro da trilogia, “Um novo mundo”, é um livro curto, atrativo para quem está começando. Além disso, em sua capa e contracapa contém imagens do novo mundo que é apresentado no livro, Asterium, o que também pode ser atraente para jovens que ainda precisem do apoio de imagens.

Na história, Johnny Bleas é um adolescente normal de 17 anos, até que um assassinato de um ente querido revoluciona sua vida, um morador de Asterium o leva para essa nova dimensão, e Johnny descobre que o mundo é muito maior do que imaginou, já que ele é o príncipe herdeiro deste reino desconhecido. Ele terá que passar por provações para se mostrar digno, além de enfrentar seu antagonista, enquanto aprende sobre as novidades que esse mundo tem, como mágica, duendes, cavaleiros, castelos e criaturas mágicas.
Por ser uma literatura de fácil acesso, e também fácil de acompanhar, já que as palavras utilizadas são palavras utilizadas cotidianamente pelos leitores, é um ótimo meio para introduzir crianças à leitura. Incentive a literatura nacional!

Paula Fornaziero da Silva | AM3 Conteúdo

Sequência de “Bird Box” vai retomar ideia deixada de lado no primeiro livro

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Lello Lopes, no UOL

Josh Malerman é um escritor prolífico. Desde que lançou “Bird Box” (que ganhou o nome de “Caixa de Pássaros” no Brasil) em 2014 ele já publicou outros sete livros. Em outubro chega mais um: “Malorie”, sequência da história que virou sucesso na Netflix em filme lançado no final do ano passado.

Josh Malerman, autor de “Bird Box” Imagem: Chris Stranad Photography

Em entrevista ao UOL, por email, Malerman contou um pouco de “Malorie” e falou sobre o sucesso de “Bird Box”, visto por mais de 80 milhões de pessoas segundo a Netflix.

O escritor, que esteve no Brasil em 2015, voltará ao país para a Bienal do Rio, entre o final de agosto e o começo da setembro, para divulgar um outro livro lançado em 2019, “Inspection”.

Veja a entrevista:

Você esperava o enorme sucesso de “Bird Box” na Netflix?

Eu acho que ninguém poderia prever que o filme faria o que fez. Não estou dizendo que eu não tinha confiança ou esperança, mas ele explodiu de uma maneira que nenhum de nós previu. Que jornada, hein? Incrível.

O que você acha sobre o Desafio Bird Box (com as pessoas fazendo atividades cotidianas de olhos vendados) que muita gente fez após ver o filme?
Bem, no começo eu amei. Até pensei em eu mesmo fazer um. Então isso ficou esquisito quando uma garota dirigiu daquele jeito e bateu o carro. Graças a Deus ela ficou bem, mas a partir daquilo nós tivemos que dizer, tipo, ‘hey, em vez disso tente fazer um sanduíche de olhos vendados. É tão emocionante!'”.

Por que escrever uma sequência de “Bird Box”? Que tipo de história você vai nos contar?

O rascunho de “Bird Box” era duas vezes maior que a versão que acabou sendo publicada e lá tinha uma trama que eu tirei, uma trama que eu realmente gostava. Eu pensava nela frequentemente e imaginei que algum dia a faria.

O sucesso do filme, e consequentemente o do livro, meio que definiu que, se eu fosse escrever “Malorie”, agora seria a hora certa. Então no final eu consegui incluir essa trama perdida nesse segundo livro e é ótimo porque essa foi uma ideia que nasceu praticamente ao mesmo tempo do livro original.

O que você sabe sobre a adaptação de “Piano Vermelho” para o cinema?

Eu sei que os produtores são pessoas incríveis. Scott Free e Atlas Industries têm grandes pensadores que estão procurando por histórias originais e empolgantes, e eu me sinto completamente em casa falando e trabalhando com eles. Também sei que o roteirista, Barnett Brettler, é um cara incrível e brilhante, e eu amo a sua visão para a história. Bom, vamos ver como isso se desenvolve, mas no momento eu me sinto ótimo sobre como está.

Capa de “Malorie” Imagem: Reprodução/Esquire… – Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/12/sequencia-de-bird-box-vai-retomar-ideia-deixada-de-lado-no-primeiro-livro.htm?cmpid=copiaecola

O seu novo livro, “Inspection”, promete uma discussão sobre gêneros. Como você vê o debate sobre o assunto nos dias de hoje?

Eu escrevi o rascunho de “Inspection” em 2007, então reescrevi completamente nos últimos anos. Meu publisher conhecia a ideia e meu editor achou que era o momento perfeito para lançar uma história como essa, com o tema de igualdade de gênero. Ela é intencionalmente fria, sem sexo e sombria. Mas, de alguma forma, apesar desses fatores, eu acho que o livro é quente ao dizer que você pode tentar empurrar a natureza dentro de uma caixa, mas ela achará um jeito de escapar, não importa o que você faça.

Você conhece alguma coisa da literatura brasileira? Tem algum autor favorito?

Eu amo o Rapahel Montes e a Janda Montenegro. Mentes brilhantes, pessoas brilhantes.

Autora Jarid Arraes é confirmada para a Flip

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Foto: Reprodução/Jarid Arraes

Publicado no Diário de Pernambuco

A escritora, cordelista e poeta cearense Jarid Arraes está confirmada para a Flip 2019, que será realizada entre 10 e 14 de julho, em Paraty.

Autora de As Lendas de Dandara, Heroínas Negras Brasileiras: Em 15 Cordéis e Um Buraco Com Meu Nome, Jarid trabalha sobre narrativas tradicionais e questões de ancestralidade para construir uma literatura de luta.

Seu primeiro livro de contos sai em junho, Redemoinho em Dia Quente.

Carolina Maria de Jesus: Doodle do Google comemora 105 anos da autora

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Autora de “Quarto de Despejo” faria 105 anos nesta quinta-feira (14); obra foi publicada em mais de 10 países

Isabela Cabral, no Tech Tudo

Carolina Maria de Jesus, escritora brasileira de origem humilde, recebeu uma homenagem na página inicial do Google nesta quinta-feira (14). Na data em que ela completaria 105 anos, o logo tradicional do buscador foi substituído pelo Doodle que traz uma ilustração com seu rosto em perfil e representações de seus característicos diários e de uma casa simples.

Contra todas as expectativas, Carolina ganhou fama mundial após a publicação de seu primeiro livro, “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, que relatava com uma escrita poderosa as dificuldades da população que vivia nas favelas de São Paulo. A autora é lembrada até hoje por poemas e frases marcantes.

Quem foi Carolina Maria de Jesus?

Nascida em Minas Gerais em 1914, a escritora era filha de mãe solteira descendente de escravos e agricultores meeiros e cresceu com uma educação limitada. Já na capital paulista, criou três filhos também sozinha, trabalhando como empregada doméstica e recolhendo papel, latas e garrafas para reciclagem. Precisou construir ela mesma sua casa, um barraco improvisado com tábuas de madeira compensada, barras de ferro e outros materiais reaproveitados. Enquanto isso, Carolina ainda arrumou tempo para preencher diários detalhados sobre sua vida.

Tudo mudou quando Carolina conheceu o jornalista Audalio Dantas, em 1958. Ele escutou, por acaso, uma ameaça dela a um grupo de homens: ela colocaria os nomes deles em seu livro se eles não se comportassem. Curioso, o repórter pediu para ver o tal livro e ficou impressionado com o talento da então trabalhadora doméstica. Trechos dos cadernos foram publicados no jornal local e viraram uma sensação.

O sucesso levou ao lançamento do livro “Quarto de Despejo”, que em apenas três dias vendeu 10 mil cópias e se tornou uma das obras mais lidas na história da literatura brasileira. Ele foi mais tarde traduzido para 13 línguas diferentes e distribuído em mais de 40 países. Foi transformador, pois a publicação deu voz a pessoas marginalizadas e abriu novos caminhos para autores negros no Brasil e no mundo. Em seus 62 anos de vida, Carolina viria a publicar mais três livros, fora os seis póstumos, com textos inéditos organizados por pesquisadores.

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