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O preço de uma educação ‘top’: Quanto custa estudar nas melhores faculdades dos EUA em 2015

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Publicado no Amo Direito

Menos importância para critérios de seleção de estudantes e mais peso para o retorno sobre o investimento na educação superior. Assim, a Forbes define a parte central da sua metodologia de classificação das melhores faculdades dos Estados Unidos.

Entram na análise da revista para o ranqueamento das instituições em 2015 o índice de satisfação dos alunos, fatores ligados a financiamento e dívida estudantil, o tempo médio até a graduação, além do percentual de alunos que conquistam bolsas de estudo concedidas por instituição prestigiadas no país.

No topo do ranking, a Pomona College, na cidade de Claremont. A universidade desbanca instituições tradicionais como Princeton, Yale e Harvard. Confira, nas fotos, a lista e veja qual o custo anual de cada de uma delas:

1. Pomona College

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Instituição Pomona College
Posição no ranking 1º
Custo anual 62.632 dólares
Localização Claremont

2. Williams College

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Instituição Williams College
Posição no ranking 2º
Custo anual 64.020 dólares
Localização Williamstown

3. Stanford University

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Instituição Stanford University
Posição no ranking 3º
Custo anual 62.801 dólares
Localização Stanford

4. Princeton University

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Instituição Princeton University
Posição no ranking 4º (mais…)

Para aprender melhor, caneta no lugar de laptop

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Tatiana Gerasimenko, no Ciência Diária
O mundo pode estar diferente, mas algumas coisas não mudam. De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles e de Princeton, nos EUA, a famosa canetinha Bic tem mais força que laptops e tablets, ao menos para nos fazer lembrar do que aprendemos. Em um artigo publicado no periódico especializado Psychological Science, […]

De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles e de Princeton, nos EUA, a famosa canetinha Bic tem mais força que laptops e tablets, ao menos para nos fazer lembrar do que aprendemos. Em um artigo publicado no periódico especializado Psychological Science, a equipe descreve como estudantes que escrevem – em vez de digitar – compreendem melhor o conteúdo apresentado em sala de aula.

Para chegar ao resultado, a equipe realizou uma série de experiências. Na primeira delas, 65 alunos assistiram a cinco palestras sobre assuntos incomuns, mas interessantes. Um grupo anotou o que viu e escutou em laptops e o outro fez anotações com a caneta. Depois, todos foram submetidos a três tipos de questão. Ambos os grupos tiveram desempenho semelhante nas perguntas do tipo ‘decoreba’. Contudo, quem se valeu do papel para guardar os dados mais importantes conseguiu se sair melhor nas questões conceituais (mesmo que o volume de anotações tenha sido menor).

A explicação, segundo os pesquisadores, é que há um empenho maior em processar a informação antes de anotar à mão, selecionando os dados. Isso torna a aprendizagem mais eficiente e o armazenamento do conteúdo mais duradouro. Depois de uma semana, o grupo que não usou computadores conseguiu novamente responder questões relacionadas às palestras com mais facilidade que os demais.

“A filosofia é hoje mais importante do que jamais foi”, afirma Peter Singer

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Em entrevista ao site de VEJA, o filósofo Peter Singer afirma que os avanços da ciência irão tornar as discussões éticas cada vez mais fundamentais, e explica suas ideias sobre vegetarianismo, pobreza extrema e eutanásia

Peter Singer já foi considerado um dos mais importantes e controversos filósofos vivos. Sua ideias chegaram a ser comparadas ao nazismo e o levaram a ser chamado de o homem mais perigoso da Terra. Em 2004, no entanto, ele foi eleito o Humanista do Ano pelo Conselho de Sociedades Humanistas Australiano (Joel Travis Sage)

Peter Singer já foi considerado um dos mais importantes e controversos filósofos vivos. Sua ideias chegaram a ser comparadas ao nazismo e o levaram a ser chamado de o homem mais perigoso da Terra. Em 2004, no entanto, ele foi eleito o Humanista do Ano pelo Conselho de Sociedades Humanistas Australiano (Joel Travis Sage)

Guilherme Rosa, na Veja

O australiano Peter Singer é uma figura rara: um filósofo que atrai a atenção de multidões. Seu livro Libertação animal (Ed. WMF Martins Fontes), de 1975, foi um dos responsáveis por dar início aos movimentos modernos de defesa dos animais, influenciando um enorme número de ativistas do vegetarianismo ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, suas ideias sobre a eutanásia também movem um grande público, mas na forma de acalorados protestos realizados em suas palestras. Os atos costumam ser organizados por grupos de defesa dos portadores de deficiência física, que encontram em seus escritos ecos da eugenia nazista.

Professor de bioética na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, Singer analisa questões éticas — como aborto, assassinato, desigualdade e direitos dos animais —, partindo do ponto de vista de que todo ser vivo capaz de sofrer e sentir dor deve ter seus interesses considerados. Isso leva o filósofo a afirmar que o consumo de carne e a maior parte das experiências científicas com animais são moralmente errados. Nos últimos anos, Singer tem se envolvido com uma série de organizações de caridade, a fim de ajudar populações pobres ao redor do planeta. Mas também é esse raciocínio que, levado ao extremo, faz Singer chegar a conclusões chocantes, como afirmar que a vida de um cachorro tem o mesmo valor moral que a de um humano recém-nascido.

Peter Singer esteve no Brasil para participar da série de palestras Fronteiras do Pensamento. Em entrevista ao site de VEJA, afirmou que os avanços científicos fazem com que as questões éticas se tornem cada vez mais importantes e comentou avanços recentes como a carne feita em laboratório, as descobertas sobre a consciência dos animais e o desenvolvimento de inteligência artificial:

1Seus argumentos costumam despertar reações apaixonadas — para o bem ou para o mal. Pessoas que não gostam do que o senhor diz já o chamaram de Dr. Morte, nazista e até de o homem mais perigoso do mundo. Ao contrário, pessoas que gostam de suas colocações já o chamaram de o homem mais ético do planeta. Por que seu trabalho costuma ter esse tipo de resposta extremada? Penso que é porque meu campo de estudo é a ética, e as pessoas têm visões muito diferentes quanto a esse tema. Particularmente, eu sigo a lógica de meus argumentos até o fim, mesmo que as conclusões entrem em confronto com o que diz o senso comum. Uma das coisas de que me chamam é de controverso — e isso é verdade. Isso acontece porque eu afirmo que a visão moral comum está, normalmente, errada. As pessoas não parecem ter realmente pensado no assunto, feito as perguntas éticas fundamentais.

Mas o senhor acha que essas reações surgem simplesmente por causa das discussões éticas gerais ou porque o senhor tem posições firmes em temas como aborto, eutanásia e direitos dos animais? É claro que eu podia discutir a ética no nível das generalidades, nunca atingindo esses temas mais difíceis. Aí, eu não seria controverso. A maioria das pessoas não teria nenhum interesse no que digo, talvez nem me entendessem — exceto outros filósofos. Quando estudamos a ética prática não podemos evitar esses tópicos. Não é possível evitar perguntas sobre vida e morte. Você inevitavelmente terá de questionar: por que matar um ser vivo é errado? É pior matar um ser do que outro? Por exemplo, eu até poderia não ter estudado a ética da nossa alimentação a base de carne, mas isso me pareceria muito estranho, porque eu estudo justamente a ética prática — e comer é algo que fazemos todos os dias.

Por que é importante discutir questões éticas? A pergunta responde a si mesma. Discutir por que alguma coisa é importante já é, em si, uma pergunta ética. Você não pode dizer se alguma coisa é importante se não tiver alguma ideia de valores morais. Se você pensar que o ato de prevenir a morte de um milhão de pessoas de fome é mais importante do que o ato de coçar o seu pé, isso já é um valor ético. A partir daí, você já pode começar a se fazer perguntas éticas: por que tenho esses valores? Será que não existem outros valores melhores? A ética é importante porque, quando pensamos no que devemos fazer e como queremos viver, já estamos fazendo ética. Isso é inevitável. A pergunta importante não é se estamos fazendo ou não ética, mas se estamos fazendo isso do modo certo ou errado.

Quais seriam as questões éticas mais importantes de nosso tempo? Sem dúvida nenhuma, a pobreza global é um dos grandes problemas sobre os quais devemos nos deter. Também penso nas mudanças climáticas — um dos grandes desafios morais que teremos de enfrentar nos próximos dez ou vinte anos. É claro, também tenho que citar o tratamento que damos aos animais, um tema que discuti durante toda minha carreira, mas que ainda é muito importante. Há outros temas que eu devo mencionar, como o risco de extinção da espécie humana — que deveria ser reduzido ao máximo — e a seleção genética, que nos dá a possibilidade de melhorar geneticamente nossa espécie. São questões que estão sendo trazidas à tona neste século, com os avanços científicos.

Então o desenvolvimento da ciência não ameaça tornar a filosofia obsoleta? A filosofia é hoje mais importante do que jamais foi. E os cientistas que pensam que a filosofia não importa certamente não têm um grande entendimento do que é a filosofia. Eles costumam pensar que é possível chegar, de modo científico, aos juízos de valores. Mas não dá para fazer isso a partir de descrições do mundo — que é o que a ciência faz. A descrição do mundo e os nossos valores são duas coisas diferentes. Quando estamos pensando em valores, estamos fazendo filosofia. (mais…)

Conheça o homem que transformou uma livraria em um conglomerado de tecnologia

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(Foto: Reprodução)

Publicado no Olhar Digital

É difícil imaginar que uma simples livaria online se transformaria em um dos maiores conglomerados de tecnologia do mundo. Foi sob o comando de Jeff Bezos, o maior bilionário do mundo na faixa etária dos 40 aos 49, que a Amazon deixou de ser apenas uma das pioneiras do comércio eletrônico para se tornar uma empresa que desenvolve hardware e provê serviços em nuvem.

Bezos tem hoje um patrimônio estimado em US$ 28,8 bilhões, figurando na 15ª posição do ranking das pessoas mais ricas do mundo. Nascido em 1964, com o nome Jeffrey Preston Jorgensen, no entanto, embora nunca tenha sido pobre, teve uma infância simples e sempre estudou em escolas públicas. Sua família por parte de mãe era dona de um rancho de 100 km² no Texas, aonde Bezos ia durante as férias para visitar seu avô e “trabalhar” como veterinário, vacinando e até mesmo castrando gado e realizando outras tarefas rurais.

Mesmo com esta fascinação pelo campo, nunca deixou de mostrar interesse por tecnologia, tanto que seu diploma, conquistado na respeitada Universidade de Princeton, teve foco em engenharia elétrica e ciência da computação. Após graduar-se, em 1986, assumiu empregos em instituições financeiras, aproveitando a demanda crescente por profissionais de TI. Antes de fundar a Amazon, era vice-presidente de uma empresa de investimentos em Wall Street, a D. E. Shaw.

Vida na Amazon
ReproduçãoFoi apenas em 1994 que Jeff Bezos, percebendo a popularização da internet, decidiu aproveitar o mercado ainda inexplorado e as previsões de crescimento do comércio eletrônico em até 2.300%, e lançou o site Amazon.com. A escolha por livros em vez de quaisquer outros produtos se devia à demanda global por literatura, e pelo baixo custo. O nome foi decidido por representar algo exótico e lembrar a quase infinitude das águas do rio Amazonas, além do fato de que a letra “A” o colocaria no topo dos sites de busca por causa dos resultados em ordem alfabética. Antes, porém, Bezos havia pensado no nome “Cadabra.com”, descartado após o fundador perceber a semelhança da palavra com “cadáver”.

A implantação de sua ideia foi impecável. Após dois meses, o site já arrecadava US$ 20 mil por semana, mas, mesmo assim, o plano de negócios era de longo prazo. Bezos não previa lucros nos primeiros anos da empresa, o que gerava desconfiança por parte de possíveis investidores. O site só avançaria no último trimestre fiscal de 2001, acumulando receita de US$ 1 bilhão, mas com lucro de apenas US$ 5 milhões.

Mesmo com a lentidão na apresentação de resultados positivos, o otimismo em torno do negócio era grande, tanto que em 1999 o criador da Amazon foi escolhido como o homem do ano pela revista Time. Após a oferta pública inicial, o valor das ações da empresa rapidamente aumentou 40 vezes, aproveitando o embalo da bolha “pontocom”, elevando a fortuna de Bezos para a casa dos US$ 12 bilhões. Após o estouro da bolha, no início dos anos 2000, e falência de inúmeras empresas de internet, houve uma desvalorização brusca e o patrimônio do CEO caiu para US$ 2 bilhões.

ReproduçãoDesde então, Bezos investiu na diversificação das atividades de sua empresa. Desde 2000 não são vendidos apenas livros. A Amazon se tornou uma plataforma para outros lojistas e vendedores individuais anunciarem seus produtos, aproveitando seus serviços de gerenciamento de dados. Em 2006, a companhia passou a apostar no oferecimento de serviços de computação em nuvem por meio da Amazon Web Services (AWS).

Em 2007, a Amazon criou o produto que hoje é o mais vendido de seu site: o leitor de e-books Kindle, inovação que marca a primeira empreitada da companhia no ramo de hardware. Já em 2011, a empresa decidiu entrar de vez na briga de dispositivos ao lançar o tablet Kindle Fire e se colocou em disputa com gigantes como a Apple.

Bezos possui atualmente 19% das ações da Amazon, que são sua principal fonte de dinheiro. Desde sua fundação, já vendeu cerca de US$ 2 bilhões em papéis da companhia.

Outras atividades
Como Sergey Brin, cofundador do Google, Jeff Bezos também é um entusiasta da exploração espacial. Tanto é que, em 2000, fundou a Blue Origin, que tenta promover o turismo espacial com um custo relativamente baixo.

O fundador da Amazon também observa o mercado para novas oportunidades de investimento. Ele foi um dos primeiros investidores do Google, quando o negócio ainda não tinha a proporção atual, e também colocou seu dinheiro na Airbnb, rede social criada em 2008 para facilitar o aluguel de apartamentos ou quartos para viajantes.

Ele ainda é um apoiador da liberação do casamento de homossexuais, mesmo não sendo gay. Junto com sua esposa, Mackenzie Bezos, doou cerca de US$ 2,5 milhões para a realização de um referendo para a legalização do casamento gay no estado de Washington, nos EUA, onde mora com seus quatro filhos.

Parceria da USP cria 1º site de cursos on-line gratuitos da América Latina

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Ferramenta será lançada nesta quarta-feira (12), em São Paulo.
Expectativa é que cursos de física e estatística tenham 5 mil inscritos.

Tela do curso de física básica que o Veduca e a USP lançam a partir desta quarta-feira (12) (Foto: Reprodução/Veduca)

Tela do curso de física básica que o Veduca e a USP lançam a partir desta quarta-feira (12)
(Foto: Reprodução/Veduca)

Publicado por G1

A Universidade de São Paulo e o portal de videoaulas Veduca lançam, nesta quarta-feira (12), a primeira plataforma de cursos on-line de nível superior gratuitos da América Latina. O modelo da ferramenta segue exemplos oferecidos por instituições dos Estados Unidos, como as universidades Princeton, Stanford e Harvard, além do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).

A partir desta quarta, o Veduca.com.br, que desde 2012 oferece mais de 5.000 aulas e palestras avulsas em vídeo, agora terá cursos completos de nível superior no modelo Mooc (sigla em inglês para cursos on-line oferecidos em larga escala), que podem render certificados a quem completar todas as atividades e fizer uma prova presencial.

De acordo com a assessoria de imprensa do Veduca, os dois primeiros cursos oferecidos são os de física básica e o de probabilidade e estatítica. Gratuitos, eles serão ministrados via web por professores da USP. A expectativa é que 5 mil estudantes se inscrevam em cada um dos cursos.

Estrutura do curso
As aulas, divididas entre cinco a dez módulos, poderão ser assistidas em séries de vídeos. Enquanto isso, o aluno pode fazer anotações em um caderno visual, sem pausar a explicação audiovisual. As observações ficam registradas junto ao momento do vídeo em que foram feitas, para que o aluno possa voltar ao trecho específico. Além disso, se tiver alguma dúvida, o estudante pode buscar palavras na fala do professor durante a explicação.

As lições também terão materiais para download de exercícios, leituras complementares e anexos. Ao final de cada aula, os alunos inscritos poderão fazer testes e exercícios sobre o conteúdo. Um fórum possibilitará a troca de informações e dúvidas entre os estudantes do curso.

Segundo o Veduca, o curso de física básica terá 25 aulas, e o de probabilidade e estatística, 19.
Quem completar todas as aulas e exercícios poderá participar da última etapa do curso: uma prova presencial, agendada com os próprios professores pela internet e realizada no campus da Cidade Universitária da USP. Isso garante, segundo a assessoria de imprensa do portal, que o estudante realmente realizou o curso e aprendeu o conteúdo.

Os estudantes que passarem na prova receberão um certificado de conclusão do curso assinado pelo professor da instituição.

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