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Dicas infalíveis para passar no Vestibular

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 É claro que a gente não aprende de um só jeito, mas conhecer as preferências do seu cérebro ajuda a escolher Foto: Mundo vestibular

É claro que a gente não aprende de um só jeito, mas conhecer as preferências do seu cérebro ajuda a escolher
Foto: Mundo vestibular

 

 

Publicado no Terra

1. Descubra o seu estilo de aprender

Se o autoconhecimento — saber quem você é, seus valores, suas aspirações e habilidades — foi fundamental para escolher o curso na hora de se inscrever no vestibular, saber um pouco mais sobre si mesmo também vai ajudar na hora de se preparar para o exame. Descobrir de que jeito você aprende melhor economiza tempo e energia!

Já percebeu como algumas pessoas fixam melhor a matéria desenhando esquemas? Que aqueles que precisam ler tudo em voz alta? E que outros vão direto resolver os exercícios, para só depois consultar a matéria?

É claro que a gente não aprende de um só jeito, mas conhecer as preferências do seu cérebro ajuda a escolher, por exemplo, entre começar a estudar literatura fazendo uma ficha de resumo ou atacando um simulado.

2. Faça um reconhecimento do terreno

Uma boa maneira de se preparar para o vestibular da faculdade dos seus sonhos é saber onde você está pisando. E a melhor maneira de fazer isso é analisar as questões dos anos anteriores de todas as matérias.

Procure os cadernos de prova e gabaritos dos três últimos anos — normalmente eles são publicados no site da própria universidade, na seção “vestibular”.

Com os cadernos de prova em mãos, reproduza a mesma situação de cada um dos dias da prova (não faça mais de uma prova por dia!!): reserve o tempo exigido para a resolução das questões, tranque-se no quarto com água e algum lanche, use apenas o material permitido na hora da prova e faça seu próprio simulado.

Depois de resolver tudo, confira o gabarito, anote o que tem dificuldade, reforce essa matéria e não descanse enquanto não compreender aquilo que não acertou. Faça o mesmo com as demais provas dos anos anteriores.

Após conferir as questões e sua pontuação, com a cabeça fresca, analise o tipo de questão, se tem “pegadinha” e qual a proporção de questões fáceis, médias e difíceis, por exemplo. Isso não garante que você adivinhe como vai ser a próxima prova, mas deixa você mais tranquilo e preparado para o que está por vir.

3. Fique um pouco offline

Na hora da prova, você não vai poder usar o celular, o computador, a calculadora ou qualquer tipo de ajuda. Na sua rotina de estudos, inclua uns momentos completamente desligado de aparelhos eletrônicos, internet, redes sociais, música, celular, calculadora.

Além de ajudar na concentração e fazer com que os viciados não passem mal na hora da prova por não poderem usar celular, resolver as questões sozinho treina o raciocínio e a agilidade, qualidades importantes para quem quer passar no vestibular. Ou você quer perder minutos preciosos da prova de matemática porque não está acostumado a fazer contas de dividir e multiplicar sem a calculadora do lado?

4. Saco vazio não para em pé… nem estuda direito.

Cuide do corpo e da mente para aguentar a maratona de estudos. Não é o momento de encarar dietas malucas, virar noite na base do café + refrigerante + energético + guaraná em pó, ou se entupir de doces e chocolates “pra dar energia”. É uma época de privações, sim, mas não de se detonar. Dê ao corpo as três coisas que ele mais vai precisar: dormir, comer, mexer.

-Dormir: estabeleça uma rotina de quantidade de horas de sono, com hora para dormir e para acordar, respeitando os seus limites. Algumas pessoas precisam de 10 horas de sono para funcionar no dia seguinte, outras sentem-se bem com 5 horas. Descubra a quantidade ideal de sono para você e siga essa rotina.

-Procure manter essa rotina também nos fins de semana. É que uma noite maldormida, seja por motivo de estudo ou de festa, tem muito mais consequências do que dificuldades de raciocínio, concentração e memória no dia seguinte. Pesquisas indicam que o organismo pode levar até 10 dias de sono normal para se recuperar de uma noite em claro!

-Comer: assim como o sono, sua alimentação precisa ser regrada, sem excessos ou privações. Prefira os alimentos naturais aos industrializados e procure comer frutas, verduras e legumes. Eles fornecem as vitaminas que seu cérebro vai consumir para resolver aqueles exercícios todos!

-Evite o excesso de cafeína, principalmente à noite, e tome muito cuidado com os doces e chocolates em excesso. Eles dão a sensação de aumento de pique num primeiro momento, mas em seguida acontece o efeito rebote: a glicose cai a níveis mais baixos do que antes, fazendo com que você entre num ciclo de consumo de mais doces ou, dependendo do organismo, sinta-se fraco e até mesmo tenha desmaios. Vai ficar fora de casa muitas horas com aulas no cursinho? Carregue sempre um lanche leve e saudável na mochila.

-Mexer: pode ser que você não consiga encaixar a academia ou o futebol com os amigos por uns tempos enquanto estuda para o vestibular. Mas se puder, ótimo! Uma caminhada, natação ou passeio de bicicleta também ajudam a desestressar a mente e oxigenar o corpo.

-Faça também pequenos intervalos nas horas de estudo para se mexer. Levante da cadeira, alongue a coluna, os braços e pulsos, relaxe os ombros e respire! Faça isso a cada 45 minutos, aproximadamente. Se estiver no cursinho, aproveite os intervalos para caminhar pela sala, esticar as pernas, dar uma volta pelo corredor. A tensão nos ombros e pescoço pode prejudicar o fluxo de sangue e, consequentemente, a oxigenação do cérebro, tudo o que você não quer quando está estudando!

5. Troque a procrastinação pelo foco

Deixar para a última hora é um verdadeiro tiro no pé para o vestibulando. Se você tem a tendência de empurrar as tarefas chatas com a barriga e arrumar desculpas para não seguir seu plano de estudo, combata a procrastinação com técnicas que ajudam a manter o foco — e algumas fazem a gente produzir mais sem nem perceber o tempo passar.

6. Leia mais para escrever melhor

Os livros obrigatórios, revistas semanais, artigos em jornais, algum livro mais leve sobre um assunto de que você gosta…
A leitura ajuda muito a organizar as ideias para fazer a redação do vestibular, dá repertório e cultura, elementos para argumentar bem, vocabulário mais rico e reforça a gramática e ortografia.

E além de melhorar a redação, ler bastante ainda tem dois ótimos efeitos colaterais: ajuda a se expressar melhor nas questões dissertativas e, no caso de jornais e revistas, garante que você não vai ficar boiando nas questões sobre atualidades.

7. Não faz mal pular os obstáculos de vez em quando

Sabe quando a gente empaca em uma questão difícil? Em vez de ficar remoendo e se desgastando para chegar à solução, às vezes o melhor mesmo é deixar o problema de lado, dar um tempo, fazer outras coisas ou estudar outras matérias e voltar um, dois dias depois, com a cabeça fresca. O mesmo vale para o dia da prova do vestibular. Encontrou uma questão muito difícil? Pule para a seguinte e volte depois para resolver.

8. Crie seu próprio código de estudo

Alguns usam canetas coloridas, outros preferem resumir tudo em fichas e há aqueles que criam ícones e símbolos para representar conceitos. Não existe uma fórmula única de sucesso para as anotações do vestibulando. O ideal mesmo é descobrir o que funciona para ajudar você a memorizar, compreender, analisar e absorver o conteúdo.

9. Pergunte… e responda!

Se estiver frequentando aulas, aproveite para perguntar, tirar todas as dúvidas. Não tenha vergonha, mesmo que a pergunta pareça boba para você. Leve para a sala de aula aqueles exercícios e questões de prova que você não conseguiu resolver.

Ensinar também ajuda a aprender, sabia? Encontre colegas com quem você tem afinidade e recorra a eles para trocar conhecimento. De repente ele precisa de ajuda em uma matéria que para você é tranquila e pode te ajudar naquelas que você tem mais dificuldade… algumas pessoas até estudam melhor em grupo.

10. Ligue os pontos

Procure enxergar a conexão entre temas, disciplinas e atualidades. Muitas universidades incluem questões multidisciplinares em suas provas do vestibular, seja no formato objetivo ou dissertativo.

Ter uma visão mais ampla e conectada das coisas também ajuda a fixar conceitos e a combater o “branco” na hora da prova. É só ir puxando o fio do raciocínio que você consegue lembrar do que precisa.

Veja 5 motivos para que entenda por que você não consegue se concentrar nos estudos

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Concentrar nos estudos

Publicado no Amo Direito

Você tem a sensação de que, por mais que tente, não consegue se concentrar naquilo que está estudando? Esse é um problema que afeta muitos estudantes e que pode ter diversas causas, sejam elas médicas ou não. Confira, a seguir, as principais delas e saiba como melhorá-las:

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1 – Noites mal dormidas
O sono é uma das principais causas da falta de concentração. Pessoas que costumam dormir mal ou poucas horas por noite tendem a ter não só problemas pessoais, mas também físicos e emocionais – o que pode afetar a qualidade dos seus estudos. Tente dormir ao menos 8 horas por noite e veja se você percebe alguma diferença.

2 – Ansiedade
Você costuma se sentir pressionado e tenso? Se sim, é aí que pode estar a causa da sua falta de concentração. Pessoas ansiosas costumam ter bastante dificuldade em manter o foco justamente pela tensão a qual se sentem submetidas. Neste caso, a melhor solução é desabafar com alguém ou procurar um psicólogo.

3 – Empolgação
Querer fazer várias coisas ao mesmo tempo também é prejudicial: quem desempenha várias tarefas simultaneamente costuma perceber a queda da qualidade em alguma delas. No caso dos estudos, isso é ainda pior, já que durante o aprendizado é importante manter-se concentrado apenas no conteúdo que está sendo lido. Portanto, contenha-se na hora de estudar e concentre sua empolgação naquilo que você está estudando.

4 – Má alimentação
Acredite: sua alimentação pode prejudicar – e muito – a sua concentração. É importante que você mantenha uma alimentação balanceada e consuma alimentos de diversos grupos, como carboidratos e proteínas, e que evite a ingestão frequente de alimentos gordurosos. Caso você esteja de dieta, tome cuidado: estudos apontam que estudantes que consomem apenas alimentos de baixas calorias têm uma tendência maior à depressão.

5 – Falta de motivação
Não se encaixa a nenhum dos exemplos acima? Talvez o seu problema seja a falta de motivação. Para melhorar esse problema, tente estabelecer objetivos e mantenha em mente o que você deseja atingir no futuro e por que essa etapa de estudos é importante. Pensar no futuro pode ser uma boa forma de melhorar o presente.

Fonte: noticias universia

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