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Nova versão de O Jardim Secreto será lançado pela mesma produtora de Harry Potter

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Publicado no Hypeness

Certos temas não envelhecem jamais, especialmente dentro do universo infantil e fantástico. Locais proibidos e encantados, com passagens secretas e personagens mágicos são exemplos perfeitos desses assuntos eternamente infalíveis e instigantes. É por isso que o livro O Jardim Secreto, publicado pela autora inglesa Frances Hodgson Burnett pela primeira vez em 1911, ganhará nova adaptação para o cinema.

Tendo sido adaptado algumas vezes para o cinema, a versão de 1993 de O Jardim Secreto tornou-se a mais famosa, e um singelo clássico infantil – no Brasil, foi um daqueles deliciosos e onipresentes filmes de Sessão da Tarde.

O livro conta a história de três crianças vivendo sob os áridos cuidados de uma severa governanta. A órfã e rebelde Mary se junta a seu primo Colin, um garoto mimado e cheio de manias, e ao gentil e doce Dickon e juntos eles descobrem o jardim abandonado, secreto e encantado que dá nome à história.

Pela força dos sonhos e desejos das três crianças, e pelo encantamento dessa amizade o jardim volta à vida, tornando-se novamente um lugar mágico e tomado por flores, sonhos e alegria.

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O anuncio de uma nova versão cinematográfica, portanto, não só alegra o coração de crianças já crescidas, como traz as credenciais perfeitas para agradar também às crianças de agora. A produtora responsável pelo novo Jardim Secreto é a Heyday Films, responsável por todos os filmes da franquia Harry Potter, e o roteirista contratado pelo filme é Jack Thorne, o mesmo que roteirizou, ao lado de J.K. Rowling, a peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”.

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© fotos: reprodução

Nicholas Sparks fecha produtora própria devido a falta de bilheteria

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Série sobre o livro e filme “Diário de Uma Paixão” ainda deve acontecer.

Carol Simão, no Cinema com Rapadura

Todos sabem que os filmes adaptados das obras literárias de Nicholas Sparks são um sucesso desde “Uma Carta de Amor” de 1999. E graças ao sucesso dos livros e dos longas, Sparks abriu, em 2012, sua própria produtora, a Nicholas Sparks Productions.

Acontece que a aposta não deu muito certo. A bilheteria pouco animadora das últimas adaptações produzidas pela nova companhia, incluindo “Um Porto Seguro” (2013), “O Melhor de Mim” (2014), “Uma Longa Jornada” (2015) e “A Escolha” (2016), levou a produtora a fechar suas portas essa semana.

A maior preocupação dos fãs é quanto à produção da anunciada série de TV de “Diário de uma Paixão”, anunciada pela emissora CW. Sparks garantiu que a adaptação está de pé, e que ele continua como produtor executivo da série.

Escritores acusam projeto patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura do RJ de censura

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Responsável pelo ‘Rio: Passagens’ afirma que contos de Fernando Molica e Marcelo Moutinho passaram por ‘processo de edição’

Site do projeto 'Rio: Passagens' - Reprodução

Site do projeto ‘Rio: Passagens’ – Reprodução

Publicado por O Globo

O lançamento nesta segunda do site “Rio: Passagens”, projeto que reúne contos, poemas e vídeos sobre a cidade em homenagem ao seu aniversário de 450 anos, em 2015, foi cercado de polêmica. Dois dos autores convidados, o jornalista e escritor Fernando Molica e o escritor Marcelo Moutinho acusaram os responsáveis pelo projeto de censura. De acordo com os dois, a produtora Arrastão de Ideias, que captou R$ 149 mil junto à Secretaria Municipal de Cultura, cortou trechos dos contos enviados a pedido dos organizadores. Além dos dois, participaram nomes como José Eduardo Agualusa, Nei Lopes, Paulo Scott, Silviano Santiago, Alice Sant’Anna e Armando Freitas Filho.

Molica e Moutinho acabaram saindo do projeto. “Eu e o Marcelo Moutinho descobrimos que, sem nossa autorização, nossos contos haviam sofrido cortes e mudanças (…). Entreguei a versão definitiva de ‘Tamborim’ há quatro meses, no dia 13 de agosto. Desde então, não fui procurado para tratar de eventuais modificações ou adaptações. Ontem, contei 36 alterações: foram cortadas diversas palavras ou expressões; sete frases inteiras e trechos importantes de outras oito”, disse Molica, em um longo desabafo publicado em seu perfil Facebook.

No texto, Molica alega não ter sido avisado que o projeto era voltado para formação de leitores, mas que aceitaria a supressão de palavrões em seu conto. “Isso, apesar de rejeitar e repudiar qualquer censura. Como escritor, não discrimino palavras. Além disso, a densidade dos contos praticamente inviabiliza sua leitura por crianças (…) A frase seguinte está entre as cortadas: ‘Pelo peso, menos de quilo, não deveria ser outro daqueles livros parrudos, cheios de fotos, produzidos por empreiteiras que se valem de leis de incentivos fiscais’. Não há qualquer palavrão aqui, mas suspeito que os organizadores não gostaram da referência a leis de incentivo. Empreiteiras e incentivos fiscais devem ter sido considerados danosos à formação de nossos jovens. Houve cortes em brincadeiras com o sotaque paulistano, houve muitos cortes. Todos afetam e desrespeitam o trabalho do autor”.

Moutinho, em sua reclamação, citou questões parecidas. “(…) Percebi que uma frase havia sido suprimida do meu texto original. O que ocorreu, viria a atestar, foi simplesmente a mutilação do texto, sem que eu tivesse conhecimento. Ante minha pronta reclamação sobre a sentença cortada, os organizadores ponderaram que havia, nela, um palavrão, e o site precisava ter censura livre. Respondi que entendia a justificativa, mas sem deixar de sublinhar o absurdo de se mexer no conto de um autor e lançar uma versão final sem que este seja consultado. Inclusive porque o texto fora entregue no dia 22 de agosto – portanto, há quase 4 meses -, e houve tempo suficiente para tal”, escreveu.

PRODUTOR JUSTIFICA EDIÇÕES

De acordo com o escritor e crítico literário Vinícius Jatobá, produtor do “Rio: Passagens”, os autores foram comunicados previamente sobre as restrições do projeto, que consiste em um site com material multimídia sobre o Rio de Janeiro produzido em português, com traduções para inglês, espanhol e francês, voltado para formação de leitores e uso em escolas.

— O convite foi bem específico, a encomenda foi específica e os autores teriam que seguir. Esse projeto tem um recorte, as edições foram feitas para adequar os textos. Eu tenho a obrigação de entregar o que prometi à prefeitura, que era um projeto de formação de leitores — explica Jatobá.

Dizendo-se “arrasado” com a repercussão entre os autores, o produtor justificou as edições:

— O conto do Molica se passa em Moema, em São Paulo. Ele passou por um processo editorial para se tornar mais carioca. Quanto ao Moutinho… ele me entregou um conto perfeito, mas tinha uma parte que falava de prostituição na Lapa. Eu disse a ele que eu não gostaria de ter esse trecho no conto. Ele aceitou o corte na época, mas às vésperas do lançamento ele leu o corte e pediu para sair do projeto — conta Jatobá.

Jatobá garante ter conversado sobre as alterações com os autores por telefone em agosto, quando os textos foram fechados para a tradução, e que eles não se lembrariam.

— Eles falam em censura, eu falo em edição. Editor edita. Sou grande admirador do trabalho dos dois, mas não posso descaracterizar o projeto por isso. Sinto que falhei com os dois, me comuniquei mal e fui um péssimo editor para esses dois autores, mas eu fiz o melhor para o projeto. Não poderia incluir um texto que se passa em São Paulo, não poderia voltar com o texto do Moutinho com piadas sobre prostituição.

Ainda de acordo com Jatobá, diferentemente do que falou Molica, todos os participantes do projeto serão pagos, mesmo os que não tiveram seus contos publicados, caso dele e de Moutinho. O produtor diz ainda que a opção dada por Molica e Moutinho, de utilizar os textos originais ou com menos alterações, não seria possível por questões técnicas (“os textos teriam que ser retraduzidos e regravados, não teríamos tempo e verba para isso”).

O secretário municipal de Cultura, Sérgio Sá Leitão, se manifestou sobre o imbróglio: “Vou pedir uma explicação aos responsáveis. Mas desde já me posiciono contra qualquer tipo de censura ou de mutilação e intervenção sobre obras de arte. Não há orientação ou intervenção da Prefeitura em relação ao conteúdo dos projetos que patrocinamos”.

VI Bienal do Livro de Alagoas supera expectativas, diz organizadores

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Produtora expõe que número de visitantes foi maior que outras edições.
Evento reuniu grandes nomes da literatura durante 10 dias.

Bienal do Livro de Alagoas reuniu milhares de pessoas. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

Bienal do Livro de Alagoas reuniu milhares de pessoas. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

Carolina Sanches, no G1

O Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, localizado no bairro de Jaraguá, em Maceió, foi o ponto de encontro de estudantes, acadêmicos, professores e comunidade em geral durante 10 dias. A VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que começou no dia 25 e encerrou neste domingo (3), ofereceu mais de 22 mil de livros e reuniu grandes nomes da literatura nacional e estrangeira. Segundo a organização, o evento superou as expectativas em público e vendas.

A sexta edição ofereceu uma vasta programação cultural com espaços temáticos, lançamentos de livros, oficinas, sessões de debates, bate-papos e exposições. O tema deste ano “Descobrir nas palavras a magia dos sentidos” norteou as ações do evento, que teve ações do projeto Leitura para Todos.

O evento contou com grandes nomes da na literatura nacional como Frei Beto, Jessier Quirino, Emir Sader, entre outros. E nomes conhecidos na mídia nacional como Tico Santa Cruz, Humberto Gessinger, Maitê Proença e Laura Müller. Autores estrangeiros também participaram da Bienal, como Boaventura Santos, Luís Serguilha, Catherine Dumas, Rumen Stoyanov e Alberto Filipe Araújo.

A produtora cultural do evento, Caroline Almeida, disse que, apesar dos números oficiais ainda não terem sido divulgados, a organização já adianta que a quantidade de visitantes e o volume de vendas superou as expectativas. “Comparado a anos anteriores a Bienal deste ano teve um movimento bem maior. Também tivemos muitas novidades e atrações no período da noite, o que deixou o espaço mais visitado”, falou.

Feira literária atraiu muitas pessoas ao Centro de Convenções de Maceió. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Feira literária atraiu muitas pessoas ao Centro de Convenções de Maceió. (Foto: Carolina Sanches/G1)

A diretora da Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), Stela Lameiras, também confirmou que o evento superou as expectativas. Ela disse que, somente em relação ao público infanto-juvenil, a expectativa era de que mais de 70 mil estudantes de escolas públicas e privadas circulassem pelo evento. Segundo a diretora, até sexta-feira (1), mais de 76 mil já haviam visitado o local.

Stela falou ainda das oficinas que foram ministradas na Bienal. Ela disse que 800 pessoas foram capacitadas em diversas áreas nos 10 dias do evento. “Os eventos que aconteceram durante a Bienal, como os fóruns e seminários, também fortaleceram as atividades. E ainda contamos com a parceria do Instituto Lumiere que trouxe novidades para a feira”, disse.

Espaços temáticos atraíram público para a Bienal. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Espaços temáticos atraíram público para a Bienal. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Personagem Artemis Fowl saltará dos livros para as telas

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Os oito volumes com o personagem Artemis Fowl, de autoria do irlandês Eoin Colfer, foram publicados entre 2001 e 2012 e venderam mais de 21 milhões de exemplares no mundo todo

Publicado no Administradores

artemisfowlArtemis Fowl, um gênio do crime milionário de apenas 12 anos que faz sucesso em uma série literária juvenil, vai virar personagem de cinema, disseram as produtoras Walt Disney Studios e Weinstein Company.

O filme abrangerá os dois primeiros livros da série e será adaptado por Michael Goldenberg, roteirista de “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. A filmagem ainda não começou, e a data de lançamento não foi anunciada.

Os oito volumes com o personagem Artemis Fowl, de autoria do irlandês Eoin Colfer, foram publicados entre 2001 e 2012 e venderam mais de 21 milhões de exemplares no mundo todo.

A produção marca uma retomada na parceria entre a Disney e os fundadores da Weinstein Company, os irmãos Harvey e Bob Weinstein. Eles também foram os criadores da produtora Miramax, que pertenceu à Disney até 2010.

Os irmãos deixaram a Miramax em 2005, por causa de desentendimentos com a Disney, e então fundaram a Weinstein Company, conhecida por suas produções baratas e aclamadas pela crítica, como “O Discurso do Rei”.

“Se vocês me dissessem há cinco anos que eu estaria produzindo um projeto com a Disney, eu diria que vocês são loucos”, disse Harvey Weinstein em nota.

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