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Posts tagged professor

Professor é acusado de roubar figurinhas da Copa de alunos

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Publicado por SRZD

A febre de colecionar as figurinhas da Copa passou dos limites na Colômbia. Um professor foi acusado de roubar figurinhas dos alunos para completar a sua coleção. O caso aconteceu na cidade de Bucaramanga, no norte do país.

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O professor foi denunciado por um aluno de 13 anos. Segundo o jornal da Colômbia, “El Espectador”, o jovem afirmou que o professor tomava as figurinhas deles, alegando que isso distraía durante a aula, e prometia devolver no final do dia. Porém, nesse período, ele olhava quais que não tinha, e confiscava esses cromos. Em seguida, ele era observado colando no seu álbum.

“Não há caminho parar dar um exemplo para os jovens tirando suas figurinhas para o seu próprio benefício”, afirmou uma mãe de um dos alunos desse professor.

O caso está sendo investigado na polícia de Bucaramanga, na Colômbia. Os agentes prometeram apurar a responsabilidade do professor no roubo das figurinhas dos alunos. Já a Secretaria de Educação de Bucaramanga afirmou que irá fazer uma investigação na escola.

Genealogia da série: ‘Game of Thrones’ é usada em questão de biologia

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Genealogia da família Stark, de Game of Thrones, virou questão de biologia - Reprodução/Facebook GOT da Depressão

Genealogia da família Stark, de Game of Thrones, virou questão de biologia – Reprodução/Facebook GOT da Depressão

Publicado por UOL

O sucesso da série de televisão “Game Of Thrones” chegou aos bancos da escola. A complexa genealogia do seriado norte-americano serviu de contexto em um exercício de biologia que está sendo compartilhado nas redes sociais.

Na questão de genética, o professor quer saber qual seria o tipo sanguíneo dos filhos de Ned Stark, um dos principais personagens do universo literário criado por George R.R. Martin.

A ideia não é original. O fã da série e professor espanhol Carlos Lobato Fernández mantém um blog de educação e ciência com dicas sobre como usar o épico em aulas de biologia.

Reprodução/naukas.com/autor/biogeocarlos/

Reprodução/naukas.com/autor/biogeocarlos/

Problema de genética sobre ascendência de Joffrey
O primeiro problema de genética proposto por Fernández é descobrir se Joffrey Baratheon é filho biológico do rei Robert Baratheon ou filho da relação incestuosa entre sua mãe, Cersei Lannister, e seu tio, Jaime Lannister.

Química
Para o professor que dá aulas em Sevilha, o universo de Game of Thrones é vasto a ponto de poder ajudar seus alunos a decorar a tabela periódica. Fernández encontrou um personagem da série para cada um dos 118 elementos químicos.

Assim, H, de hélio, é também a letra que representa Hodor, personagem que ajuda Bran Stark. O símbolo químico de titânio, Ti, representa o anão Tyrion Lannister.

Reprodução/biogeocarlos

Tabela periódica com personagens de Game of Thrones – Reprodução/biogeocarlos

Professor é impedido de assumir cargo público por ser considerado obeso

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Reprodução/Facebook

Reprodução/Facebook

Eduardo Schiavoni, no UOL

Um professor de química de Aguaí (SP) foi impedido de assumir cargo público no concurso da Secretaria de Educação de São Paulo. Mesmo classificado em 5º lugar, ele foi rejeitado no exame pericial por conta de sua obesidade.

Contatado pelo UOL, o Departamento de Perícias Médicas do Estado informou, em nota, que o candidato apresenta doença grave (obesidade mórbida), o que o considera inapto para ingresso no Estado.

“A obesidade, por si só, não é considerada fator impeditivo para o ingresso na carreira pública. Já no caso da obesidade mórbida, se faz necessária uma avaliação mais detalhada, dadas as doenças oportunistas”, diz a nota.

José Luís de Sá da Silva, 21, é recém-formado, tem 1,74m de altura e pesava 132 quilos quando passou pela perícia médica para assumir uma das seis vagas de professor na Diretoria de Ensino de São João da Boa Vista (SP).

De acordo com a perícia, realizada no dia 5 de março, o IMC (Índice de Massa Corporal) de José Luís era de 43,5. Valores acima de 40 são classificados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como obesidade mórbida.

O professor, que se diz humilhado, recorreu e pediu nova perícia que será realizada nesta terça-feira (15). Ele está fazendo dieta para ser aprovado e acredita que a norma é “absurda”.

“Estou gordo, mas não sou incapaz. Tenho direito a ter um emprego como qualquer pessoa. Eles dizem que não é discriminação, mas no fim das contas é sim”, disse.

Ele afirma que dá aulas como temporário na rede estadual há mais de dois anos e que nunca deixou de ir ao trabalho ou teve qualquer falta motivada pelo sobrepeso. Ao ser contratado, segundo ele, apresentou um exame médico que atesta sua capacidade laboral.

“Dou 30 aulas semanais como temporário. É incrível que, para ser professor temporário, não há problema no meu peso. Mas, para assumir um cargo como efetivo, com dez aulas, eles criam problemas. Não há lógica nisso”.

O professor disse que irá recorrer à justiça para garantir sua vaga, caso não seja aprovado na segundo perícia.

Professor é assaltado dentro de sala de aula por dupla armada, em João Pessoa

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Segundo informações da Polícia Militar, o professor estava dando aula quando dois homens pularam o muro da escola foram em direção a sala.

Escola onde ocorreu o assalto

Escola onde ocorreu o assalto

Hyldo Pereira, no Portal Notícias

Um professor foi assaltado dentro de uma sala de aula na noite desta segunda-feira (7), na Escola Estadual Alice Carneiro, situada no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Os suspeitos do crime não foram presos.

Segundo informações da Polícia Militar, o professor estava dando aula quando dois homens pularam o muro da escola e foram em direção à sala.

Os policiais que atenderam a ocorrência disseram que os assaltantes levaram alguns pertences do professor como, por exemplo, um cordão de ouro. Após o assalto, a dupla pulou novamente o muro e fugiu.

O caso foi registrado no Distrito Integrado de Segurança Pública da Paraíba (Disp), situado no mesmo bairro onde ocorreu o crime.

Após repercussão, professor de Direito da USP se isola, e ouve música lírica

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971602_10152317313223258_100848871_nLucas Ferraz e Rodrigo Russo, na Folha de S.Paulo

Autor da controversa aula apologética à “Revolução de 1964”, o professor de direito da USP (Universidade de São Paulo) Eduardo Gualazzi tem um único desejo se retornar à terra numa vida futura: dedicar-se exclusivamente à música erudita e ao canto lírico, “do nascimento à morte, do berço ao túmulo”.

Avesso às modernidades e fiel a um tradicionalismo expresso no amor à música lírica, às gravatas borboletas e ao aristocratismo, que ele elenca como a primeira das características a definir sua personalidade, o professor Gualazzi viu sua “excentricidade” repercutir nacionalmente no vídeo que mostra estudantes invadindo em protesto sua aula sobre os 50 anos do golpe, na última segunda-feira, 31 de março.

Nos últimos dias, assustado com a repercussão, o professor ficou em casa, segundo amigos, ouvindo música e evitando o telefone, que soou insistentemente. Professor de direito administrativo da USP desde 1986, o paulistano Eduardo Lobo Botelho Gualazzi, 67, é o mais antigo professor associado da Faculdade de Direito. Descrito como um homem fechado, extremamente conservador e temperamental, é conhecido na universidade pela liberalidade nas provas.

O tema é livre, e segundo o relato de alunos e ex-alunos, é mais fácil obter nota máxima no exame abordando Batman e Wolverine, como fez um deles, do que discorrendo sobre o direito. É praticamente impossível ser reprovado em sua disciplina.

“A aula dele é tranquila, quase parada. Ele fica sentado, falando, e poucas pessoas interagem. Acho que todos já se acostumaram com o jeito dele”, diz Gabriela Nunes, 22, presente na invasão de segunda-feira.

A fama de excêntrico que o acompanha é famosa na USP. Como se viu no texto da aula “Continência a 1964”, ele redige seus artigos na máquina de escrever e sempre os registra em cartório. Não usa e-mail nem celular.

“Ele é respeitado na área do direito administrativo, tem alguns livros e escreve bem, eu sempre o recomendava”, lembra o professor aposentado da USP Edmir Netto de Araújo, que ressalta ter tido com ele apenas relações profissionais.

O mentor de Gualazzi na USP é outro professor aposentado, o nonagenário José Cretella Júnior, que por anos lecionou direito administrativo. Cretella fez parte da banca que aprovou Gualazzi e queria fazê-lo seu sucessor.

Num texto de introdução do livro “Direito Internacional Administrativo”, publicado em 2005, Gualazzi incluiu um prelúdio que reproduz “a parcela mais terna, suave e meiga” de uma mensagem que colocou na Arca do Centenário, enterrada em 2003, no Largo São Francisco, nas comemorações dos cem anos do Centro Acadêmico Onze de Agosto. A caixa será aberta em 2103, para os “estudantes do futuro”. Nela, conforme escreveu Gualazzi, “repousa a verdade integral de minha vida”.

Lá, descobre-se fatos da vida do professor, como a curta carreira diplomática, o trabalho como advogado na Procuradoria do Estado de São Paulo e os favores que pedia nos anos 1980 a políticos como o atual vice-presidente Michel Temer e ao ex-presidente Jânio Quadros, de quem era muito próximo. Em coautoria com um neto de Jânio, Gualazzi escreveu uma biografia sobre o político, para ele um “estadista”.

Como registra na sua carta à eternidade, Gualazzi já se envolveu em outras polêmicas na USP por causa da “Revolução”, que ele “apoiou intimamente”, “embora lamente o desvirtuamento que sucedeu entre 1968 e 85”.

Em 1986, ele quase saiu no braço com estudantes em plena aula. O professor registrou assim o episódio: “Um grupelho de três homens e uma mulher deflagrou uma série de provocações. Percebi o objetivo de agitar e destruir minha aula, bem como desmoralizar-me. Urrei ao grupelho: ‘Ou me matam ou baixam a crista e calam a boca’. Os quatro retiraram-se furiosos, minha aula continuou. Meu urro permanece no ar, em eco perpétuo”.

Nada, contudo, o satisfaz mais do que a música. Pianista que já se apresentou para calouros na USP, Eduardo Gualazzi já gravou discos e estudou música no Vaticano. A paixão o proporcionou momentos inesquecíveis, que os estudantes do futuro haverão de descobrir.

É o caso de um recital num táxi, em 1999, que ele deixou registrado na carta colocada na Arca do Centenário: “Comecei a cantarolar Sotto Voce, uma ária de ópera. O motorista pediu-me para cantar a seu chefe, no microfone. Cantei por meia hora tudo o que tinha na memória e até improvisei. Quando meu recital no táxi terminou, o chefe agradeceu e revelou-me haver conectado o aparelho com todos os rádio-táxis de São Paulo e com um canal secundário da PM. Todos agradeceram, aplaudiram e pediram bis, mas a corrida chegou ao destino. Não houve bis”.

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