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Nigeriano Okwui Enwezor será o curador da próxima edição da Bienal de Veneza, em 2015

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Crítico, professor e escritor, ele já dirigiu a Documenta de Kassel

Publicado em O Globo

O nigeriano Okwui Enwezor vai ser curador da Bienal de Veneza / Divulgação

O nigeriano Okwui Enwezor vai ser curador da Bienal de Veneza / Divulgação

RIO – O nigeriano Okwui Enwezor será o curador da 56ª edição da Bienal de Veneza, em 2015. O anúncio foi feito nesta quarta-feira pelo conselho de diretores da instituição. Segundo o presidente do conselho, Paolo Baratta, ele tem a particularidade de investigar o complexo fenômeno da globalização a partir das raízes.

Com vasta experiência no universo artístico, Enwezor foi diretor da Documenta de Kassel entre 1998 e 2002, da Bienal de Arte Contemporânea de Sevilha, de 2005 a 2007, da Bienal Gwangju, na Coreia do Sul, em 2008, e da Trienal de Arte Contemporânea de Arte contemporânea de Paris, em 2012. Desde 2011, ele dirige o museu Casa de Arte (Haus der Kunst), em Munique – onde foi o responsável pela exposição “Rise and fall of apartheid” (“Ascenção e queda do apartheid”) em abril deste ano.

“A Bienal é o lugar ideal para explorar os campos dialéticos de referência, e a instituição da Bienal por si só vai ser uma fonte de inspiração no planejamento da exibição”, declarou o novo curador, que substitui o italiano Massimiliano Gioni.

Candidatos fazem aulas de caligrafia para passar em concurso e vestibular

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Escrita à mão requer muito treino, diz professor de escola especializada.
Professor dá dicas de como obter uma letra bonita.

Alunos precisam copiar frases várias vezes em aula de caligrafia  (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Alunos precisam copiar frases várias vezes em aula de caligrafia (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Paulo Guilherme, no G1

Depois de ser reprovado em um concurso público para juiz do trabalho, advogado Ricardo Calcini, de 31 anos, chegou à conclusão que por mais que estudasse seria difícil conseguir passar nas provas dissertativas com uma letra quase ilegível. O problema não eram seus argumentos, mas fazer com que a banca examinadora conseguisse entender o que estava escrito nas suas respostas. Para corrigir o problema, ele resolveu fazer um curso de caligrafia.

O advogado Antônio Calcini faz aula de caligrafia para melhorar desempenho em concursos públicos (Foto: Paulo Guilherme/G1)

O advogado Antônio Calcini faz aula de caligrafia
para melhorar desempenho em concursos públicos
(Foto: Paulo Guilherme/G1)

“Descobri que estava perdendo para mim mesmo, por causa da minha letra, e não por causa dos outros concorrentes”, afirma. Calcini reconhece que sua letra nunca foi muito bonita. “Na faculdade já era ruim, mas os professores se esforçavam para entender. Já em um concurso público o examinador não quer nem saber, se tem alguma coisa que ele não compreende o que está escrito acaba perdendo o raciocínio que o candidato desenvolveu na prova.”

Em um mundo cada vez mais digital, no qual as pessoas usam os polegares para mandar recados pelo celular, escrever à mão é uma habilidade cada vez menos utilizada. Um estudo divulgado em julho nos Estados Unidos concluiu que a internet, redes sociais e celulares conectados ajudam estudantes a melhorar a criatividade e a se expressarem melhor. Por outro lado, os jovens têm problemas na escrita, como a troca da linguagem formal pela informal, a cópia de textos publicados por outros autores e a dificuldade em ler e compreender textos longos ou complexos.

Antônio Calcini precisou reaprender a escrever à mão (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Antônio Calcini precisou reaprender a escrever à mão (Foto: Paulo Guilherme/G1)

“Eu passo o dia todo no computador preenchendo relatórios e acabo escrevendo muito pouco”, explicou o advogado, que é servidor público na área trabalhista federal, mas quer alcançar novos ares por meio dos concursos públicos. Calcini treina a escrita meia hora por dia, e já percebeu a diferença. “Antes, nem eu entendia a minha letra.”

A origem da palavra caligrafia já pressupõe que todo mundo tenha letra bonita. "Cali significa ‘belo, bonito’, enquanto 'grafia' significa 'escrita'. Assim, caligrafia significa "bela escrita, letra bonita". Dizer que alguém tem uma 'bela caligrafia' é redundante”, ensina o professor de português Sérgio Nogueira

A origem da palavra caligrafia já pressupõe que todo
mundo tenha letra bonita. “Cali significa ‘belo,
bonito’, enquanto ‘grafia’ significa ‘escrita’. Assim,
caligrafia significa “bela escrita, letra bonita”. Dizer
que alguém tem uma ‘bela caligrafia’ é redundante”,
ensina o professor de português Sérgio Nogueira

Ele é um dos alunos da Escola de Caligrafia De Franco, fundada em 1915 pelo professor Antônio De Franco. Quem administra a escola é Antônio De Franco Neto, que já passa seus conhecimentos para o filho, a quarta geração de calígrafos. A escola, situada na Avenida Eusébio Matoso, Zona Oeste de São Paulo, recebe candidatos de concursos públicos, vestibulandos que vão fazer provas dissertativas e de redação, crianças com recomendação da professora em “caprichar a letra” e gente querendo ser um profissional da caligrafia para ganhar dinheiro fazendo convites de casamento personalizados e com a letra bem desenhada.

Antonio De Franco Neto coordena escola fundada há quase um século (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Antonio De Franco Neto coordena escola fundada
há quase um século (Foto: Paulo Guilherme/G1)

“Em dois meses qualquer pessoa fica com a letra boa”, garante De Franco. O exercício para os alunos é copiar frases em uma folha pautada seguindo o desenho da letra sugerida repetidas vezes. As frases em geral têm mensagem motivadora ou desafiadora, como “Querer sem que custe é próprio dos fracos”.

Dicas para uma letra bonita
O especialista ensina desde a postura correta para se sentar na hora de escrever, com o corpo alinhado e os dois pés apoiados no chão. A folha deve ficar na diagonal, de forma que as pontas superior e inferior de lados opostos formem uma linha reta em relação ao corpo. O braço contrário ao que escreve deve ficar apoiado na mesa segurando o peso do corpo.

A mão deve segurar a folha levemente. A pessoa deve segurar a caneta entre os dedos polegar, indicador e médio, com leveza. “Como se fosse um pincel”, explica o professor. Os movimentos devem ser leves, sem fazer força sobre o papel. As regras valem tanto para os destros quanto para os canhotos.

Professor Antonio De Franco ensina o método para escrever corretamente, com a folha em diagonal, a caneta entre os dedos polegar, médio e indicador, letra levemente tombada à direita e uma postura correta na cadeira para não se cansar (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Professor Antonio De Franco ensina o método para escrever corretamente, com a folha em diagonal, a caneta entre os dedos polegar, médio e indicador, letra levemente tombada à direita e uma postura correta na cadeira para não se cansar (Foto: Paulo Guilherme/G1)

De Franco aponta erros comuns de quem tem problemas com a escrita. Apertar a caneta para deixar a tinta no papel mais forte é um deles. “Se a pessoa apertar a caneta vai sentir dor nas mãos e antebraço, e logo ficará cansada de escrever.”

Profissional da caligrafia pode fazer documentos oficiais (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Profissional da caligrafia pode fazer documentos
oficiais (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Escrever debruçado sobre a folha provoca dores na coluna. Usar letra de forma ou letra bastão também é condenável. “Não é um gesto natural. O certo é fazer a letra cursiva, bem desenhada com estilo. Com treino e dedicação, logo é possível escrever rápido e bonito.”

Sobre o futuro da escrita cursiva diante da evolução da tecnologia digital, De Franco é taxativo: “As pessoas estão perdendo o hábito de escrever. Daqui a dez anos ninguém vai saber como pegar uma caneta na hora que der um problema no computador”.

Uma carreira promissória

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Gabriel Perissé no Observatório da Imprensa

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Em seu livro Conversas com um professor de literatura (Rocco, 2013), Gustavo Bernardo (UERJ) explica que um dos motivos para os baixos salários docentes é uma visão negativa, compartilhada por muitos, com relação à profissão (“coitado, ele é professor”), embora todos concordemos sobre a importância da educação.

O professor é visto como menos capacitado do que outros profissionais “porque se conforma em não produzir conhecimento para apenas reproduzi-lo”, escreve Gustavo. A sociedade deseja educação de qualidade, no entanto, considera (implicitamente) que os professores já recebem a remuneração adequada, ou, pelo menos, o equivalente à de outros subempregados. É por isso que as greves dos professores incomodam, mas não comovem a população. Greve é notícia lateral na imprensa, com maior ênfase apenas se houver manifestação nas ruas e pancadaria.

Sem dúvida, houve e sempre haverá, na cabeça de cada um de nós, aqueles poucos professores especiais, idealizados, formadores, e não apenas “aulistas” que exigem decoreba. Os heróis se destacam de um grupo maior, marcado pela rotina e abnegação. Os heróis brilham na mídia vez por outra, romanticamente apresentados, referências eternas do que é ser um verdadeiro educador. Professores heróis não reivindicam melhorias salariais…

Brilhando pela ausência

Na edição 186 (novembro – 2013) da Revista Você S/A, são divulgadas informações atualizadas sobre os salários que as empresas estão pagando agora e o que pretendem pagar em 2014 para duzentos cargos em oito áreas profissionais diferentes. A palavra “salário” sobressai na capa dourada. Como era de se prever, o miolo não menciona a profissão docente.

As áreas contempladas são tecnologia, finanças e contabilidade, recursos humanos, seguros, advocacia, marketing e vendas, engenharia e mercado financeiro. Na área tecnológica, por exemplo, um analista de negócios em início de carreira recebe em média 5 mil reais por mês. Um engenheiro experiente atuando como gerente de logística ganha 10 mil reais por mês, em média. Todos trabalhando 40 horas por semana. Talvez um pouco mais, como tem acontecido com todo mundo.

Por lei, o soldo de um professor iniciante, com curso superior, por uma jornada de 40 horas, não pode ser inferior a R$ 1.567. Na rede estadual de São Paulo o valor oficial é de R$ 2.415,89. Na maior parte dos estados brasileiros é sempre inferior a isso.

Quanto realmente os nossos professores recebem é difícil calcular. As variações regionais são grandes. E pensemos naqueles que trabalham na rede pública um período do dia e, outro, na rede particular. De qualquer modo, é fato consabido que um professor de nível superior, trabalhando na educação básica, ganha, em média, 50% do que recebem outros profissionais de mesmo nível e grau de experiência. (O caso dos professores universitários não é menos degradante: faculdades particulares da capital de São Paulo podem pagar a fortuna de 30 reais pela hora/aula de um profissional com doutorado.)

O Plano Nacional de Educação 2011-2020 (ainda não aprovado!) previa a equiparação do salário dos docentes com o de profissionais de escolaridade semelhante para o ano de 2017. Como o PNE continua travado em infinitas discussões, o cumprimento dessa meta ficou para 2020, se tivermos sorte.

Advogados do saber

O professor brilha pela ausência na matéria da Você S/A. Ninguém, em sã consciência, há de desejar tal carreira promissória (e nada promissora). A menos que sua condição financeira desfavorável encontre na docência algum tipo de ascensão social.

Digamos que 2013 fosse 2020. Que o PNE já foi aprovado e o discurso unânime a favor da educação se transformou em ações coerentes de valorização docente. O salário é um dos itens dessa valorização. Como analogia, pensemos no salário fixo de um advogado. Um advogado júnior, hoje, num escritório médio, atuando na área do contencioso tributário, ganha (sem falar em bônus) algo em torno de 5 mil reais por mês. Está de bom tamanho para um recém-formado!

Analogamente, portanto, esbocemos uma tabela de salários justos para a profissão docente. Um “advogado” do saber merece remuneração condizente com sua função social, estratégica para o futuro do país. Um professor júnior (com graduação obrigatória) ganharia 5 mil reais (jornada de 40 horas, sendo um terço destinado à preparação de aulas, pesquisa, tempo para a formação continuada etc.). Um professor pleno (com pós-graduação lato sensu) ganharia no mínimo 8 mil reais. Um professor sênior (com mestrado ou doutorado) receberia seus 10 e 12 mil reais, respectivamente.

Esta tabela teria algumas implicações. Esses valores seriam igualmente vigentes para professores da educação infantil ou do ensino superior. Talvez fosse o caso de ainda acrescentar um bônus permanente para os professores da alfabetização/letramento, base decisiva para os níveis posteriores. Os professores ganhariam o mesmo, estivessem eles no sul ou no nordeste, em Roraima ou em Brasília. O professor não precisaria acumular empregos. Estaria vinculado e compromissado com uma só instituição de cada vez. Outra exigência: a tabela valendo para instituições públicas e privadas. Isonomia.

E um sistema de avaliação docente decente, para que os professores se preocupassem em manter-se à altura do seu salário.

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Gabriel Perissé é professor e escritor; www.perisse.com.br

 

Os livros que inspiram os líderes do mundo dos negócios

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Professores de escolas de negócios dos EUA e Canadá sugerem autores cujos valores transmitidos em suas obras podem ajudar na tomada de decisões

Publicado em O Globo
A biografia de Steve Jobs, co-fundador da Apple, é um dos livros indicados por professores de escola de negóciosFoto: AFP

RIO — O hábito da leitura, além de enriquecer o vocabulário e os conhecimentos, nos coloca para refletir e nos inspira. E é o hobby de muita gente, inclusive dos homens de negócios, que, mesmo com a agenda lotada, acham um tempinho para folhear um livro, nem que seja na ponte aérea. O The Wall Street Journal ouviu professores de algumas escolas de negócios dos Estados Unidos e do Canadá, que deram suas sugestões de livros e autores, cujos valores transmitidos ajudam a inspirar profissionais na tomada de decisões. Confira abaixo:

Warren Bennis, professor de administração da Universidade do Sul da Califórnia e autor de “Still Surprised: A Memoir of a Life in Leadership”: “Henrique IV”, Parte 1, de William Shakespeare, uma das tão celebradas tragédias de Shakespeare baseada em fatos históricas.

Sally Blount, decana da Escola de Administração Kellogg, da Universidade de Northwestern:The Origins of Political Order: From Prehuman Times to the French Revolution“, de Francis Fukuyama, humanista que acredita na cultura e ciência como base moral capaz de sobrepor-se à religião, e que através dos direitos humanos universais é possível chegar a deveres humanos igualmente universais.

Tom Davenport, professor de tecnologia da informação e administração da Babson College e autor do livro “Analytics at Work: Smarter Decisions, Better Results”:In the Garden of Beasts: Love, Terror and American Family in Hitler’s Berlin”, de Erik Larson, conta uma história de amor e terror na Berlim nazista. De acordo com o The New York Times, o livro narra a virtuosa história da ascensão de Hitler com todos os prazeres de um thriller político. Outra sugestão de Davenporet é “The Inmortal Life of Henrietta Lacks”, de Rebecca Skloot, onde temas como a ética médica, a discriminação racial e as descobertas científicas formam uma trepidante trama que tornou este livro em um grande êxito editorial nos Estados Unidos.

Rosabeth Moss Kanter, professora de administração de empresas da Escola de Negócios da Universidade de Harvard:Steve Jobs”, de Walter Isaacson. A biografía do fundador da Apple retrata um personagem obssessivo, déspota, romântico, vulnerável e perfeccionista. O budismo e os negócios foram dois de seus pilares.

Roger Martin, decano da Escola de Administração de Rotman, da Universidade de Toronto, e autor de “Fixing the Game: Bubbles, Crashes, and What Capitalism Can Learn from the NFL”: “The Enlightened Eye: Qualitative Inquiry and the Enhancement of Educational Practice”, de Elliot Eisner. O primeiro livro dedicado a construir sistematicamente, no campo da educação, uma metodologia para a pesquisa de ideias próprias das artes e das humanidades. Faz parte do crescente interesse por pesquisa e a avaliação qualitativa.

Robert Shiller, professor de economia da Universidade de Yale e co-criador dos índices Case-Shiller, que medem os preços dos imóveis nos EUA . “The Better Angels of our Nature: Why Violence Has Declined”, de Steven Pinker, no qual o autor expõe suas recentes pesquisas sobre violência, que o levaram a concluir que, apesar das guerras do Iraque, Afeganistão, Darfur e outros conflitos atuais, vivemos em uma época em que a violência diminuiu em relação a tempos passados.

 

Concurso Cultural Literário (31)

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capa a bula da vida

LER UM TRECHO

Esta fábula convoca as diversas abordagens em saúde a somarem suas diferenças e a multiplicarem a lucidez e a compaixão. Celebra o olhar convergente entre a medicação e a meditação, oferecido pelo conceito de Saúde Plena e de Medicina Integrativa.

De forma lúdica, convida o leitor a interagir com as próprias realidades multidimensionais e com a vastidão de suas possibilidades.

Como um espelho, amplia sua visão e lhe pergunta como está utilizando o melhor medicamento disponível – a Vida!

***

“Trata-se de uma preciosidade. Leia devagar. Linguagem mágica, conteúdo vasto, visão abrangente, cativante, tocante, humorado, muito bem escrito. Ensaio sobre o viver, sobre a morte, sobre o caminho dos bodisatvas no mundo. Relato profundo da culminância da existência, experiência etérea e concreta. Um curso completo sobre a arte da lucidez em meio ao mundo. Aprecie, alegre-se.”

Mestre Budista Lama Padma Santen, fundador e coordenador do Instituto Caminho do Meio e do CEBB. Físico, com mestrado pela UFRGS, onde foi professor, é autor de diversos livros e palestrante em prol da paz, da responsabilidade social e da felicidade de todos os seres nos vários segmentos da sociedade.

Vamos sortear 3 exemplares de “A bula da vida – Uma fábula sobre meditação e medicação

Para participar é só responder: “Qual composto não pode faltar na bula da vida?

Se você usar o Facebook, por gentileza deixe um e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 20/11 às 17h30 neste post e também no  perfil do Twitter @livrosepessoas.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Natalia Melo, Tiffani Catini e Luana Canto.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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