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Posts tagged professor

Professor visita aluno com câncer no hospital todos os dias para ensinar o conteúdo da escola

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Publicado no Amo Direito

Nesta semana, um usuário do fórum Reddit postou uma imagem emocionante que já recebeu mais de um milhão de visualizações em alguns dias: um professor iraniano visita um aluno com câncer todos os dias no hospital para ensinar-lhe o que ele perdeu na escola por causa do tratamento.

A imagem também foi postada no Twitter e viralizou, com mais de 15 mil retuítes. “Esse menino iraniano tem câncer, mas ainda assim seu professor vem visitá-lo todos os dias no hospital para deixá-lo a par do que ele perdeu ao faltar na escola”, diz o tuíte do americano Zamin. “Eu tenho tanto respeito por esse homem. Apenas um professor que realmente se importa com seus alunos faria algo assim”, completou.

Fonte: emais estadao

Palavras ofensivas: Professor escreve ‘mau-caráter’ e ‘mentiroso’ em prova de criança

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Publicado no Amo Direito

Um professor da escola Aurea Pires Montes de Souza, no bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco, escreveu que um aluno de 11 anos era “mal comportado, mal educado, mal criado, mau-caráter e mentiroso” ao devolver a prova de história da criança. O homem escreve ainda que a “única coisa aproveitável” do aluno é a inteligência e que espera que ele a use para o bem.

Professor escreveu que aluno era mau-caráter e mentiroso em prova (Foto: Helen Vitória/Arquivo Pessoal)

Professor escreveu que aluno era mau-caráter e mentiroso em prova (Foto: Helen Vitória/Arquivo Pessoal)

 

Ao G1, a Secretaria de Educação do Acre (SEE-AC) informou que a direção da escola enviou toda a documentação para a o órgão e que deve ser aberta uma sindicância para investigar o caso.

A mãe do menino, a estudante Helen Vitória, de 32 anos, disse que a prova ocorreu no dia 12 de dezembro, mas, após ser entregue pelo professor, o filho ficou com medo e escondeu o papel por ao menos três dias. Somente na última segunda-feira (19), ela parou para ler o que havia escrito na prova.

“Achei um absurdo, meu filho nem sai de casa sozinho, ele não é de ser mal criado na rua. Eu que sou mãe nunca chamei meu filho de ‘mau-caráter’, então, por que um professor tem direito de fazer isso? Essa pessoa é completamente despreparada. Por mais chateado que ele esteja com o aluno, ele jamais pode falar isso. Se ele tinha problemas deveria ter acionado a escola e me chamado. Moro perto da escola, bastava uma ligação e isso seria resolvido”, afirma.

Quando a criança comentou, a mulher diz que pensou ser algo mais leve como um pedido para que o aluno não conversasse durante a aula. Helen diz que não conseguiu acreditar nas palavras que lia e quase chorou quando o filho disse que não sabia o que era um mau-caráter.

“Na hora que li, procurei a coordenação da escola. A direção me apoiou, disse que era uma falta de ética muito grande do professor, tiraram uma cópia da prova e encaminharam para a Secretaria de Educação (SEE). Meu filho ficou muito triste, disse que não sabia o que era um mau-caráter e que não queria ser isso. Eu disse que ele vai ser um homem de bem que vai estudar, se formar e ter um emprego”, conta.

Helen conta que foi chamada algumas vezes na escola devido ao filho conversar durante as aulas. Ela conta também que já havia procurado a direção para reclamar do mesmo professor por não ter aceitado um trabalho do filho que teria sido entregue dentro do prazo determinado. A escola teria informado à ela que o contrato do educador estava encerrando e que não seria renovado para a instituição.

“Meu filho era uma criança alegre e agora as férias começaram e ele nem quer sair para brincar. É muito triste, isso afeta demais uma criança. Quando não aceitou o trabalho do meu filho, a criança questionou e foi expulsa da sala de aula. Achei que meu filho tivesse feito algo de errado, mas disseram que não houve nada errado. Espero que sejam tomadas as medidas necessárias e que isso não aconteça mais com nenhuma criança”, finaliza.

Por Quésia Melo
Fonte: G1

Veja como absorver os conteúdos sem precisar decorar: 5 técnicas para aprender de verdade

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Publicado no Amo Direito

Durante o ano letivo, os estudantes têm que lidar com uma série de conteúdos, seja na escola ou no cursinho. Nem sempre o grau de afinidade com todas as matérias é o mesmo: alguns alunos dão preferência à área de Exatas, já outros a de Humanas, por exemplo. Contudo, é preciso estar por dentro de todos os assuntos, principalmente durante o ano de vestibular. Para isso, apenas decorar fórmulas prontas não é o suficiente: o aluno deve compreender de fato o que está estudando, sabendo aplicar o conhecimento em qualquer situação.

Sabendo disso, separamos 5 técnicas de estudo para aprender de verdade. Confira abaixo:

1 – Questione
Uma boa estratégia para ver se entendeu realmente um assunto é questioná-lo, construindo a sua própria opinião sobre o conteúdo em questão. Em disciplinas da área de Humanas ou em Atualidades, isso pode ser bastante eficiente.

2 – Faça gravações
Gravar os conteúdos, seja a voz do professor durante a aula ou com a sua própria voz, pode ajudar bastante durante os estudos. Isso porque, ao retomar o assunto na gravação, você pode identificar quais foram os tópicos que não ficaram claros, para depois tirar as suas dúvidas. Uma outra dica é gravar as suas próprias observações pessoais a respeito da matéria.

3 – Proponha desafios
Na hora de estudar, experimente desafiar a si mesmo ou aos colegas. Você pode propor a resolução de um exercício diferente, com um maior grau de dificuldade, para que vocês treinem a capacidade de raciocínio e de trabalhar sob pressão, por exemplo. Essa pode ser uma atividade bastante divertida e motivadora.

4 – Explique e interprete os conteúdos
Não basta apenas memorizar o significado dos conteúdos. Procure explicar a um colega ou ao professor a sua própria interpretação sobre determinado assunto. Explique o que o levou a chegar nessa conclusão.


5 – Compare conteúdos diferentes

É interessante ter o hábito de estabelecer relações entre diferentes assuntos. Afinal, algumas vezes, eles podem apresentar muitas ligações entre si, facilitando o seu aprendizado.

Fonte: Universia Brasil

Professor transforma dia de prova em “jogos mortais” no AC

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Aliny Gama, no UOL

Professor fantasiado de Jigsaw

Professor fantasiado de Jigsaw

Imagine você entrar na sala de aula e se deparar com o serial killer Jigsaw, do filme “Jogos Mortais”, entregando provas com desenhos de pedaços de corpos, sem perguntas ou respostas. Foi isso que aconteceu durante uma prova do curso de medicina veterinária da UFAC (Universidade Federal do Acre), aplicada no dia 22 de outubro desde ano.

O professor universitário Fernando Andrade Souza se vestiu de Jigsaw e tentou levar a ideia do filme “Jogos Mortais” à aplicação do exame final do semestre do curso. Ele ministra aulas nas disciplinas de obstetrícia, fisiopatologia da reprodução do macho e equideocultura.

A criatividade do docente fez sucesso na internet. A publicação da prova e do professor fantasiado, feita pela página de humor Vet da Deprê, havia recebido, até esta sexta-feira (2) quase 10 mil compartilhamentos, além de mais de 3,7 mil comentários.

Nayara Moreira foi uma das estudantes que se submeteu à prova na cadeira de obstetrícia. “Estudei feito uma condenada para passar. O professor Fernando mitou [virou mito]”, afirmou. Outro estudante, Tiago Damasceno, também elogiou o docente e afirmou que “encarar o professor Fernando não é fácil”. “Olhem aí o que a gente sofre”, completou o estudante Alexandre Augusto Adams.

Mata-mata nas questões

Reprodução/Facebook

Reprodução/Facebook

 

Inspirado pelo filme “Jogos Mortais”, o docente explicou que parte dos alunos teria de elaborar perguntas e a outra parte responder, como num desafio de um “matar” o outro com questões ou respostas que convencessem a pergunta.

“Isso só ocorreu porque tenho cumplicidade com a turma. Foram bons alunos, todos dedicados. Alguns não atingiram a meta dentro do esperado e isso me deu vazão para a brincadeira. Como eram os Jogos Mortais, veio-me um ‘insight’ de que cada um deveria tentar matar ao outro”, disse ao UOL.

Para o professor, a ideia não só fez o aluno elaborar a questão mais difícil possível, mas também o obrigou a buscar algo a mais. Questões mal elaboradas, diz, seriam reprovadas.

“Na prova, resumindo ficou que: se o aluno não prejudicasse seu colega, eu o faria. Assim, meu objetivo foi ver o quanto cada um conseguiria perguntar. Quem não estuda não sabe o que perguntar. Perguntar requer conhecimento, logo melhores perguntas, melhores pontos e pior para quem vai responder”, explicou.

Apesar da rigidez da prova, todos os alunos tiraram a nota que precisavam para serem aprovados, segundo o regimento da faculdade. Durante o período, a nota de corte é 8.

“Foi algo lúdico, buscando um ponto distinto na formação deles. Acredito que alcancei [meu objetivo], pois ninguém reclamou. Cumplicidade, educar é mais do que passar conhecimentos científicos, formamos futuros profissionais”, disse o professor.

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