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Posts tagged professor

Bons professores fazem alunos ganhar mais

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Doutor em economia pela universidade Harvard cruzou notas de alunos com dados de imposto de renda e estimou quanto um bom profissional de ensino contribui para aumentar a renda futura dos estudantes

Felipe Machado na Veja

Jonah Rockoff, de 41 anos, sempre quis descobrir qual a real diferença que um bom professor faz na vida de um aluno. Em 2004, o professor de finanças e economia da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, publicou um artigo sobre o tema, mas sentiu que algo faltava: era preciso medir não apenas o impacto sobre as notas, mas o sucesso financeiro dos estudantes orientados por bons profissionais de ensino. Rockoff, doutor em Economia por Harvard, uniu-se aos pesquisadores Raj Chetty e John Friedman, que trabalhavam com dados do Tesouro americano. Dessa forma, pôde cruzar as notas de milhões de alunos com as informações do imposto de renda. A conclusão é que não apenas há impacto como ele pode ser medido: a simples troca, por um ano, de um professor ruim por um mediano adicionaria 250.000 dólares aos salários que uma turma de 28 alunos de ensino fundamental ganharia ao longo de sua futura vida profissional. “A conclusão desses dados não vale apenas para os Estados Unidos. O raciocínio é o mesmo para outras realidades, inclusive o Brasil”, diz. Rockoff falou ao site de VEJA.

O estudo analisa o papel de professores no aumento da nota dos alunos em matemática e inglês. A diferença entre um bom profissional de ensino e um ruim é realmente significativa? Professores que melhoram o desempenho de seus alunos em matemática e inglês afetam positivamente a vida de seus alunos não apenas com o aumento das notas, mas também em outros aspectos, como no acesso à faculdade ou mesmo no aumento dos salários que os estudantes receberão quando entrarem no mercado de trabalho. Basta substituir um professor do ensino fundamental que está entre os 5% piores – de acordo com a média das notas de seus alunos – por um com desempenho mediano, durante um ano, para que, ao longo de suas vidas profissionais, esses estudantes ganhem, somados, 250.000 dólares a mais do que ganhariam se tivesse continuado com o professor ruim.

Pode-se creditar esse aumento exclusivamente a essa troca de professor? É possível que isso ocorra tanto porque matemática e inglês sejam valiosos no mercado de trabalho como porque esses professores sejam bons nessas disciplinas, mas também em outros aspectos que não medimos. Mas, no longo prazo, o que observamos foi que professores que estão melhorando as realizações nessas disciplinas estão também melhorando os resultados para esses alunos no mercado de trabalho. Em outras palavras: professores que conseguem elevar essas notas podem também ser bons em melhorar outras habilidades dos alunos.

Como foi possível definir a influência do professor, já que uma sala tem vários alunos e eles seguem rumos diferentes depois que saem da escola? Raj Chetty e John Friedman, meus colegas nessa pesquisa, são parte de um programa que está trabalhando com dados do Tesouro americano. Isso nos deu acesso a registros de imposto de renda. É possível identificar os estudantes de acordo dados como nome, data de nascimento e local em que vivem. Utilizamos informações de quase 2 milhões de pessoas. Foi possível acompanhar os registros dos indivíduos desde a infância até a vida adulta. Essas pessoas estavam na escola primária na década de 1990 e hoje estão no mercado de trabalho. O cruzamento de tanta informação permitiu ter um retrato bastante preciso.

Como foi possível fazer esse tipo de acompanhamento detalhado? Tivemos a felicidade de encontrar dados relacionados a alunos e professores que iam até a década de 1980. Na maior parte do mundo, essa coleta por um período mais longo de tempo não existia até recentemente, mesmo em países desenvolvidos. Medir o impacto de professores sobre os alunos no curto prazo não é novidade. Isso tem sido feito em muitos lugares, incluindo países emergentes. O que as pessoas não tinham feito era seguir a trajetória dos alunos desde a infância até a vida adulta.

Esse trabalho analisa o futuro profissional de alunos de um país rico, em uma cidade rica. É possível pensar que o haveria resultados semelhantes em locais com uma realidade diferente, como o Brasil? Nosso estudo considerou informações sobre pessoas de Nova York. A maior parte dos alunos de escolas públicas da cidade, em torno de 85%, é pobre. Quando se pensa em Nova York, as pessoas lembram do Empire State Building ou da ilha de Manhattan, mas a maioria dos moradores da cidade não está nessas áreas. Eles vivem em bairros como Brooklyn, Bronx e Queens e em partes ao norte de Manhattan, como o Harlem. Sim, há áreas de Nova York que são extremamente ricas, mas há centenas de milhares de crianças vivendo na pobreza. Não acho que temos o nível de pobreza de uma favela de São Paulo, por exemplo, mas muitas áreas são comparáveis. Assim, a conclusão desses dados não vale apenas para os Estados Unidos. O raciocínio é o mesmo para outras realidades, inclusive o Brasil.

“Professores que conseguem elevar as notas podem também ser bons em melhorar outras habilidades dos alunos”

O Brasil tem um teste anual padronizado, o Enem, para alunos que estão concluindo o ensino médio. Esse tipo de exame poderia ser usado? Eu não vejo como usar apenas um teste final de uma maneira muito precisa para avaliar professores. Nosso estudo, como muitos outros do tipo, é baseado em exames anuais. Para avaliar alguém que ensina na quarta série, por exemplo, temos notas dos exames no final do terceiro ano. Isso é muito importante porque os alunos chegam ao início do ano escolar com diferentes níveis de preparação e conhecimentos e sob influência da qualidade da educação que tiveram anteriormente. Depende muito dos recursos que eles têm fora da escola: o nível de escolaridade dos pais, o acesso a bens, o dinheiro disponível para se manter e para comprar livros e outros materiais de aprendizado. É necessário um teste de alta qualidade anual para fazer este tipo de trabalho.

Na prática, como um bom sistema de avaliação de desempenho de professor pode ser feito? Um exemplo aqui nos Estados Unidos é o de Washington, que tem um dos sistemas mais avançados do país. Nele, é usada uma análise estatística com base em testes padronizados para um grupo dos professores. Cerca de 20% dos professores passam por esse processo. Para os demais, eles se baseiam em avaliações das classes. São estabelecidas metas individualizadas para os alunos de cada um no início do ano escolar, com a aprovação do diretor da escola, administradores e de outros agentes. Em seguida, ao fim do ano escolar, avalia-se com cuidado os alunos para ver se eles as atingiram. Os professores recebem uma pontuação de acordo com o desempenho. Em Washington, tenta-se abordar a questão da qualidade do professor usando várias avaliações, e não depender apenas de um teste padronizado.

E como esses resultados são usados? Se os professores vão muito mal, perdem o emprego. E se vão muito bem, podem obter aumentos realmente grandes em seus salários. Usam-se os resultados como uma ferramenta que serve também como um plano de carreira para os professores.

Como esse sistema gera impacto na qualidade do ensino? A possibilidade de ganhar um aumento serve como incentivo para trabalhar duro e melhorar. E o trabalho também muda, com aumento de responsabilidades. Além disso, quem está no topo ajuda os colegas e age como “treinador” para os novos professores. Em muitas partes do mundo, o ensino não funciona dessa forma. O professor faz o mesmo trabalho todo ano, não evolui. Em Washington, tentaram quebrar esse modelo e fazer com que seu trabalho, seu status e suas responsabilidades mudem com o tempo. E, claro, se você muito mal, será demitido. Um ano com um desempenho muito ruim e você está automaticamente fora.

Existe outro fator além da possibilidade de progredir na carreira? Sim. Esse sistema acaba atraindo para o ensino pessoas que querem trabalhar duro, que sabem que o esforço será recompensado com ganhos expressivos nos salários. Pessoas ambiciosas, trabalhadoras e talentosas são um ganho para as crianças e sua comunidade. Esses profissionais têm muitas outras oportunidades para ganhar dinheiro. Se o ensino não lhes oferecer a oportunidade de ser bem-sucedido financeiramente, elas vão optar por outra carreira.

E tem funcionado? Em muitos critérios, o nível dos alunos melhorou bastante. É difícil provar que o sistema é o principal fator. Houve outras mudanças. De qualquer forma, ocorreram avanços que não se limitaram à melhora das notas. O governo teve sucesso no trabalho com o sindicato dos professores, que inicialmente era contra o sistema. Mas, nos últimos anos, as discussões para a tomada de decisões sobre como fazer avaliações e promoções evoluíram muito.

Qual seria o caminho para que um país comece a avaliar seus professores? Diferentes países têm diferentes problemas e diferentes pontos de partida. Uma coisa muito importante é ter um processo para medir a aprendizagem dos alunos. Meu palpite é que o tipo de exame (Enem) que o Brasil tem não daria conta dessa avaliação sozinho. Se há informações sobre onde os alunos estão, o que eles sabem e quanto aprendem, todos podem tomar melhores decisões. Pais podem escolher para qual escola enviar seus filhos e os professores enxergam melhor quais crianças precisam de mais atenção e ajuda – e o governo tem uma noção mais clara sobre quais as escolas e professores estão fazendo um bom trabalho.

Foto Divulgação

Professor: 10 frases para motivar seu dia a dia na sala de aula

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Fonte: Shutterstock

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Veja a lista de frases que irão inspirá-lo a se dedicar ainda mais à profissão

Publicado no Universia Brasil

Principalmente durante o período pré-vestibular, os professores são alguns dos principais responsáveis por fazer com que os alunos não desistam do curso universitário dos sonhos e lutem por isso. No entanto, os profissionais também precisam de motivações para continuar suas jornadas e realizar bons trabalhos. Para isso, confira 10 frases para motivá-lo a continuar ensinando nas salas de aula:

1 – “A direção na qual a educação inicia um homem irá determinar sua vida futura”, Platão, filósofo grego.

2 – “Recordamos com reconhecimento os professores competentes, mas sentimos gratidão em relação àqueles que se dirigiram ao nosso íntimo. A matéria do ensino se assemelha ao mineral indispensável, mas é o calor que constitui o elemento vital que faz crescer a planta e também a alma da criança”, Carl Jung, psiquiatra suíço.

3 – “A educação alimenta a confiança. A confiança alimenta a esperança. A esperança alimenta a paz”, Confúcio, filósofo chinês.

4 – “Um mestre desperta o mestre em outros”, Matt Kahn, professor.

5 – “Um bom professor é como uma vela que consome-se a iluminar o caminho para os outros”, Mustafa Kemal Atatürk, fundador da República da Turquia.

6 – “Educação é a habilidade de ouvir praticamente qualquer coisa sem perder a calma ou a autoconfiança”, Robert Frost, poeta americano.

7 – “Eu gosto do professor que oferece alguma coisa a mais para pensar além de tarefa de casa”, Lily Tomlin, atriz americana.

8 – “A figura do professor é mais importante do que o que ele ensina”, Karl Menninger, psiquiatra americano.

9 – “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”, Albert Einstein, físico alemão.

10 – “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. Ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”, Paulo Freire, educador brasileiro.

Meu professor preferido da escola tinha partido e surtava diariamente

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Catarina Bessel

Catarina Bessel

 

Gregório Duvivier, na Folha de S.Paulo

Na minha escola a gente podia escolher entre o literário e o científico. Quem escolhesse o primeiro, teria oito horas de filosofia por semana. Todas elas com o mesmo professor. Um sujeito que podia ser tudo menos simpático.

Levy Midon tinha uma barriga dura e um bigode ruivo de gaulês, como Abracurcix –mas sem o carisma. Não sorriu. Não perguntou nossos nomes. Na primeira vez que entrou na sala, tivemos a certeza de que nossa vida seria um inferno.

Um aluno falou, blasé, que aquela aula seria tempo perdido porque “filosofia não servia pra nada”.

Antes que o estudante terminasse, o sangue subiu à cabeça já vermelha do professor: “Nada serve pra porra nenhuma, seu imbecil!”, ele berrava, batendo os punhos na mesa.

“Você vai morrer! Não importa o que você faça! Sabe o que não serve pra nada? Você. Eu também não sirvo pra nada. Mas você serve pra menos ainda, porque você acha que serve pra alguma coisa.” E ele foi se acalmando, aos poucos, enquanto deixava claro para quão pouco servia a vida.

Sem que percebêssemos, a aula tinha começado. Quando descobrimos que ele podia surtar a qualquer momento, assistíamos à aula vibrantes e estarrecidos, como quem brinca com um tigre.

Uma vez, falei que os franceses eram fascistas porque tratavam mal as crianças. Midon virou um camarão graúdo: “No seu país, meio milhão de crianças mora na rua! E você está cagando pra elas! Fascista é você que só se importa com criança branca e rica”.

“Iaaaaau”, todos berravam, fazendo a famosa onomatopeia de humilhação moral, hoje talvez substituída por “chupa!”.

Sempre que consultado, o professor versava sobre qualquer assunto: futebol, cinema, dicas de masturbação, a vida íntima dos outros professores, sua própria vida íntima, a morte da esposa num acidente de carro. Tudo estava em pauta.

A não ser o assunto da semana. Hegeliano, sobre atualidades não falava de jeito nenhum. “A coruja de Minerva só levanta voo no crepúsculo”, dizia, e se calava.

Ficamos amigos dele. Quando se apaixonou, levou a namorada pra sala pra que a gente a conhecesse.

Quando me formei, não sabia o que cursar. Tinha medo de, escolhendo a literatura, ser pobre pra sempre.

Perguntei a ele o que achava. “Você já escolheu”, ele disse, “quando escolheu um professor pobre pra escolher. Você não perguntou a um banqueiro. Essa é a tragédia da vida, meu amigo. Você não consegue não escolher.”

Nunca mais nos encontramos.

Quarta-feira visitei a escola. Perguntei por ele. Morreu no início do ano, disseram-me. Do coração.

Professor que pedia emprego em semáforo é contratado com ajuda das redes sociais

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Jair da Silva ganhou notoriedade no Facebook e no LinkedIn por distribuir cartões de visita no trânsito

José Paulo Lanyi, no UOL

Menos de um mês após ter distribuído centenas de cartões de visita no trânsito de São Paulo em busca de emprego, o analista de sistemas Jair da Silva, 61, conseguiu voltar ao mercado de trabalho.

Ele começará na segunda-feira (3) como gerente-geral em uma pequena empresa da área de saúde do bairro de Pinheiros, zona oeste da cidade.

Silva ficou seis meses desempregado. No dia 28 de agosto, decidiu pedir uma oportunidade a motoristas que trafegavam pelo Largo da Batata e pela avenida Faria Lima, na zona oeste, e, dias depois, em um cruzamento próximo à sua casa no Jardim São Paulo, bairro de classe média da zona norte.

Seus cartões de visita traziam, na frente, seu nome, telefone, e-mail e a frase “Solicito uma oportunidade profissional”. No verso, as atividades que exerceu como professor universitário, gerente administrativo e de negócios.

A iniciativa repercutiu no Facebook e no LinkedIn (rede social voltada a contatos profissionais).

Na última terça-feira (27), a BBC Brasil publicou reportagem com a história, que também despertou grande atenção no Facebook: até esta sexta-feira (30), havia 14 mil reações, 2.800 compartilhamentos e centenas de comentários na postagem sobre a situação do professor universitário.

“O diretor da empresa não quer publicidade. Mas ele me disse que me chamou para a vaga depois de ler a reportagem”, afirma Silva.

Silva será responsável pelas áreas administrativa e financeira da empresa, “com um dedo no comercial”, como explica à BBC Brasil. “Também vou atualizar o sistema de informática. Enfim, tudo dentro do que sei.”
Treinamento

Dias antes, quando soube da atitude do professor por meio da rede LinkedIn, a especialista em coaching Madalena Feliciano, da empresa Outliers Careers, havia oferecido a Silva um treinamento para uma nova carreira, com técnicas de recolocação profissional.

“Acredito que a garra, a determinação e a ousadia do Jair, unidos ao poder da internet, foram essenciais para a sua contratação”, diz ela, ao saber do novo emprego.

“Isso mostra que a criatividade, a resiliência para lidar com as adversidades e focar na solução, e não no problema, são os caminhos para o sucesso.”

Silva contou à BBC Brasil que já estava “batendo o desespero” pela dificuldade em encontrar emprego, sobretudo por conta de sua idade. “Já houve casos em que a empresa me disse: ‘O senhor tem um currículo maravilhoso, mas só estamos contratando até 38 anos’.”

Agora, ele agradece o papel que as redes sociais tiveram no desfecho positivo de sua história e aconselha a quem estiver procurando emprego: “Não desistam, procurem uma forma honesta de solucionar seus problemas. Espero que a minha ideia sirva de incentivo para todos. Não tenham vergonha”.
‘Atitude positiva’

A atitude de Silva já vinha inspirando outras pessoas, como a engenheira de produção gaúcha Noélle de Melo, que mora no Rio e estava desempregada há quatro meses.

Também citada na reportagem da BBC Brasil, ela distribuía “minicurrículos” em forma de cartão no centro da cidade e diante de condomínios de empresas na Barra da Tijuca.

E, assim como Silva, ela também tem uma boa notícia para contar: conseguiu emprego e começará a trabalhar na segunda-feira.

“Uma moça compartilhou meu cartão no Facebook. Essa publicação chegou a um empresário, que me ligou e me entrevistou. Agora recebi a resposta de que fui selecionada. Estou muito feliz”, conta.

Noélle trabalhará como gerente de planejamento em uma empresa da Barra da Tijuca especializada em e-commerce. “Neste período de crise, precisamos ter uma atitude positiva para conseguir os resultados, e o networking foi fundamental para a minha recolocação”, conclui.

Morre professor com câncer que recebeu homenagem emocionante de alunos

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Publicado no Brasil Post

Lembra de Ben Ellis, o professor de latim e estudos bíblicos de Nashville, nos Estados Unidos, que foi surpreendido por um emocionante coral de alunos debaixo da janela da sua casa?

Ele, que estava com câncer, morreu na última sexta (16) em decorrência da doença, apenas dez dias depois de receber a homenagem.

Representantes da escola cristã Christ Presbyterian Academy, onde Ellis lecionava, emitiram uma nota sobre a morte do ex-funcionário. “Ben entrou no Céu totalmente curado. Agora ele está em casa.”

O vídeo da homenagem havia sido publicado no Facebook por um famoso cantor country da região e alcançou a marca de 31 milhões de visualizações.

Em vários momentos, é possível ouvir Ellis e sua esposa balbuciando alguns versos da canção Holy Spirit You are Welcome Here com os alunos. Assista:

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