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Book of Enchantment | Série de TV sobre vilões da Disney é oficializada

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Projeto será desenvolvido no Disney+

Arthur Eloi, no Omelete

A série de TV dos vilões da Disney no Disney+ foi oficializada: o projeto se chama Book of Enchantment, e é uma adaptação da saga de livros de Serena Valentino. A informação é do Deadline.

Segundo o site, o projeto está em desenvolvimento há seis meses. Michael Seitzman, de Quantico e Code Black, é o roteirista do piloto e da bíblia de roteiro do seriado. Agora, a produção busca outros escritores para compor a sala de roteiristas do seriado.

Ainda assim, o relato não deixa claro se o seriado será live-action ou algo diferente. Seja como for, Steve Pearlman (V, Once Upon a Time), produz o programa.

Não há previsão de estreia para Book of Enchantment.

Projeto de escritor piauiense transforma histórias de pessoas comuns em poesia

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Ithalo Furtado idealizou o projeto em Poço de Caldas, Minas Gerais. — Foto: Isabela Quebradas

Ithalo Furtado é de Parnaíba e lançou o projeto ‘Escuto histórias, escrevo poemas’. Autor pretende viajar por capitais para levar o projeto para todas as regiões do Brasil.

José Marcelo e Andrê Nascimento, no G1

Sentado em uma praça, diante de uma cadeira vazia, o escritor piauiense Ithalo Furtado faz um convite inusitado às pessoas que caminham pelas cidades: que sentem com ele e contem sua história, para que o autor as transforme em poemas. Natural de Parnaíba, no litoral do Piauí, Ithalo planeja viajar pelo Brasil levando seu projeto de transcrever vidas em versos.

Neste 7 de janeiro, em que se comemora o Dia do Leitor, o G1 conversou com o autor, que contou que se inspirou na artista paulistana Ana Teixeira, que ficou famosa ao tricotar em praças enquanto convidava as pessoas a lhe contarem suas histórias de amor. “Esse projeto dela me inspirou a ouvir pessoas e fazer poemas sobre o que me contam, até porque todo mundo tem uma história pra contar”, disse o poeta.

“Elas vêm como uma oportunidade de desabafar, de serem ouvidas”, disse o autor — Foto: Isabela Quebradas

Ithalo já transformou histórias em poemas nas cidades de Manaus, no Amazonas, Poços de Caldas, em Minas Gerais. No Piauí, o poeta passou por Parnaíba e Teresina. Nestas experiências, ele conta que ouviu histórias familiares, aventuras amorosas, segredos guardados há anos por pessoas que decidem expor ali mesmo, diante dele.

“É algo muito forte, ouvir as pessoas contando seus segredos para você, em praça pública. Elas vêm como uma oportunidade de desabafar, de serem ouvidas. Algumas pessoas só pedem para me dar um abraço. É uma intervenção que mexe com o ambiente todo, por que as pessoas ficam imaginando o que vai acontecer ali”, disse.

Ithalo Furtado escutando histórias no Parque da Cidadania, em Teresina — Foto: Ícaro Uther

Ithalo conta que há quem chegue com histórias de luta, como a da mulher que procurou pela mãe durante anos nas ruas de São Luís mas acabou encontrando um grande amor, até contos divertidos como o do casal que se encontrou em três forrós diferentes em Teresina. “No terceiro encontro, começaram a namorar”, relembra o escritor. Depois de contar sua história, cada participante recebe seu poema e leva para casa. “Alguns falam que vão emoldurar”.

Agora, o projeto do autor é viajar por treze estados brasileiros visitando praças e registrando as histórias que escutar em poemas. Os melhores textos desenvolvidos durante serão reunidos em um livro. Para isso ele lançou uma campanha de financiamento coletivo e pretende pegar a estrada em abril de 2019.

Ao final das histórias, cada participante levou seu poema para casa. “Alguns falam que vão emoldurar”, disse o escritor piauiense. — Foto: Isabela Quebradas

Além dos textos, a publicação contará ainda com o trabalho de fotógrafos de cada local visitado. “Contratarei um fotógrafo da cidade para fotografar a intervenção. É uma maneira de valorizar também a arte nativa de outras pessoas”, disse.

Autor de três livros, Ithalo tem experiência em misturar a literatura com outras artes. “Eu acredito na literatura que transcende o livro enquanto objeto artístico e cria um ambiente transmídia, sugerindo novas possibilidades para as histórias em música, audiovisual e fotografia”, disse.

Projeto promove compartilhamento gratuito de livros em cafeterias de Manaus

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Livros gratuitos são oferecidos pleo projeto ‘Livrou’ em Manaus (Foto: Divulgação/projeto Livrou)

Lançado nesta semana, ‘Livrou’ busca difundir leitura, promover conhecimento e tolerância.

Ive Rylo, no G1

Ler para ampliar horizontes e semear a tolerância”. Esse é um dos objetivos do projeto “Livrou”, lançado nesta semana. Um trabalho de “formiguinha” que começou a invadir as cafeterias de Manaus e promover o compartilhamento gratuito de livros.

O projeto foi encabeçado por Ticiano Alves que viu na iniciativa uma oportunidade para facilitar a difusão da leitura.

“Quando eu voltei para Manaus, após um período fora estudando, eu quis realizar esse projeto aqui. A ideia inicial era que as estantes fossem na rua, para que a população em geral tivesse acesso. Mas isso iria expor as estantes a chuva e sol, além de eventualmente a vandalismo, e de depender de licença do poder público”, apontou.

Mas, como quem tem amigos nunca está sozinho, o apoio veio à galope. “Daí pensei o que mais combina com livros e me veio a ideia dos cafés, que eu frequento bastante e cujos donos são meus amigos. Eles compraram a ideia e aí tudo começou. Estou muito feliz porque já surgiram outros interessados em colocar o ‘Livrou’ em outros lugares”, comemorou.

Nesta quarta-feira (25), o cheirinho de café misturou-se com o das páginas dos livros expostos nas estantes do “Livrou”, em três cafeterias de Manaus.

Como funciona?

O projeto não tem finalidades lucrativas. Basta ir em uma dos lugares participantes, pegar um livro e ler. Pode até levar para casa também.

“É pra levar pra casa mesmo. E não precisa pedir ou devolver depois de ler. Como todo compartilhamento, é importante também que as estantes sejam alimentadas. Por isso, o ato de deixar um livro (ou vários livros) também é muito bem-vindo”, explicou Ticiano.

Quem puder ajudar a alimentar as estantes, o idealizador garante que pode ficar à vontade. Só não vale “desentocar” os livros didáticos ou técnicos demais.

“Em relação a esses livros, há de fato um desinteresse. Se não, as estantes ficarão cheias de livros que ninguém quer ler, com livros desatualizados que poderiam ter outra destinação. Agora, livros de ficção e não ficção são muito bem-vindos”, explicou.

Onde estão as estantes?

Kalena café: Rua Fortaleza, 201, Adrianópolis.
Café Suplicy: Rua Rui Alberto Costa Lins, 16 ,Adrianópolis
Café Com Texto: Rua Belo Horizonte, 1391, Adrianópolis.

Tolerância e sustentabilidade

Como leitor, Ticiano defende a ideia de que a leitura precisa ser difundida como uma ferramenta de rompimento da ignorância e intolerância.

“Numa época de fake news, bolhas de informação, superficialidades e polarização, a leitura permite a ampliação dos horizontes, o desenvolvimento de um senso crítico, semeia a tolerância e o respeito às ideias diferentes. (…) Na minha opinião a leitura permite isso”, afirmou.

A ideia de compartilhar também está relacionada com a sustentabilidade. O consumo colaborativo visa, ainda, reduzir gastos e, a longo prazo, gerar menor impacto ambiental.

“A ideia está diretamente ligada à sustentabilidade. É possível realizar outros projetos de compartilhamento para além de livros. Acho que isso é importante: fazer da nossa cidade um espaço com mais interações e um lugar melhor. O ‘Livrou’ é pequeno, mas se isso se multiplica, o efeito é gigante”, disse.

Projeto em presídio do ES vai reduzir pena de interno através da leitura

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Detentos vão frequentar aulas durante o projeto (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Detentos vão frequentar aulas durante o projeto (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Publicado no G1

Um projeto no Espírito Santo está ajudando presos do regime semiaberto a conquistarem a redução de pena por meio da leitura. O “Virando a Página” já funciona em uma penitenciária em São Mateus, no Norte do estado, e foi apresentado nesta segunda-feira (4) a 40 detentos selecionados da Penitenciária Semiaberta de Vila Velha (PSVV), na Grande Vitória.

A ideia é que os presos leiam até 12 livros por ano, o que vai implicar em uma redução de pena de até 48 dias dentro desse período. O objetivo é estender o projeto a outros presídios do estado.

“Há um ano esse projeto começou em São Mateus, vem dando certo, e a gente trouxe essa ideia agora para a Grande Vitória. O projeto piloto começa agora nessa unidade de semiaberto e a intenção é que dando certo, e vai dar, ele comece a funcionar em todas as unidades prisionais do estado”, explicou a defensora pública Roberta Ferraz.

O interno Magno Gabriel Coser vai ler O Pequeno Príncipe (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

O interno Magno Gabriel Coser vai ler O Pequeno Príncipe (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

O curso será coordenado por professores e alunos de uma faculdade particular de Vitória. No final da leitura de cada livro, haverá uma avaliação.

“Eles vão fazer a leitura dessas obras e nós vamos dar todo o apoio logístico, estaremos a todo momento junto a eles, apoiando o trabalho para que eles entendam. Depois, os detentos que têm até o ensino fundamental farão um resumo e os que têm até o ensino médio farão uma resenha, que é algo mais denso”, explicou o pedagogo Antônio Alves de Almeida.

As aulas da primeira turma de Vila Velha começam na próxima semana, mas o primeiro livro já foi escolhido: O Pequeno Príncipe.

“É importante frisar que O Pequeno Príncipe é aquela leitura que quem não leu, tem que ler. A cada idade que você faz essa leitura, da infância até a terceira idade, você descobre coisas novas, por isso ele é um clássico. E ele mexe com a nossa sensibilidade. Quando, por exemplo, o autor diz que você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas, isso mexe com qualquer ser humano, é lindo”, disse o pedagogo.

O interno Magno Gabriel Coser foi um dos selecionados para o projeto. Ele disse que está ansioso para começar a leitura.

“Nunca li O Pequeno Príncipe, mas já li outros livros, sou um amante da leitura. Essa vai ser uma nova história, que a gente vai aprendendo dia após dia, como vou aprender com O Pequeno Príncipe agora”, disse.

E opinou sobre o projeto Virando a Página. “Isso ajuda qualquer um que quer conquistar seu objetivo de ir embora, não praticar nenhum delito mais. É uma oportunidade muito grande para nós, que estamos sem o direito de ir e vir.”

A expectativa é de que a leitura traga mais conhecimento e oportunidades para os internos. “Vai ressocializar, vai trazer mais capacitação para os nossos presos na oralidade, na comunicação, autoconhecimento até. isso vai ser estendido para outras unidades semiabertas, unidades fechadas e até a de presos provisórios”, falou a juíza da Vara de Execuções Penais, Patrícia Faroni.

Livros e avaliações

Ao longo do projeto, alguns livros utilizados serão:

O Pequeno Príncipe, de Antonie de Saint-Exupery
O Guardião, de Nicholas Sparks
O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafon
O Fio das Miçangas, de Mia Couto
O Menino do Pijama Listrado, de Jhon Boyne

Os resumos e resenhas serão avaliados por uma equipe voluntária com conhecimentos técnicos na área de educação, sendo necessário que o interno obtenha o mínimo de 60% na avaliação profissional. Serão considerados os grau de instrução e as possibilidades de cada indivíduo.

O projeto Virando a Página é realizado pela Defensoria Pública do Estado em parceria com uma faculdade particular de Vitória e apoio do Tribunal de Justiça do Estado e Secretaria de Estado da Justiça.

Projeto itinerante estimula doação e leitura de livros na cidade de São Paulo

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 A biblioteca itinerante Divulação

A biblioteca itinerante Divulação

Publicado no R7

A partir desta terça (1), tem início o BiciBiblioteca na cidade de São Paulo. O projeto acontece em todas as escolas participantes e incentiva a doação e leitura de livros, com tudo feito através de bicicletas adaptadas e transformadas em bibliotecas itinerantes.

Ao longo de todo este mês, a BiciBiblioteca levará um acervo de três mil livros para crianças do 1º ao 5º ano que podem trocar um livro usado por dois novos. A “brincadeira” é feita simultaneamente com outras escolas. As crianças que participam podem, com a ajuda do professor, preencher uma ficha após a leitura, o que também é um estímulo à escrita.

O BiciBiblioteca segue até dezembro de 2017 e acontece uma vez por mês em cada uma das escolas participantes, que são a EMEBS Helen Keller, Centro Social Dona Diva, Centro Social Vila Morse, Colégio Augusto Laranja.

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