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Bispo ameaça roubar o brilho das estrelas

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Alta nas vendas, empate na vice-liderança do ranking das editoras e promoções marcam o início de dezembro na lista

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Black Friday, décimo terceiro, o espírito (consumista) natalino ou muitos lançamentos? Uma junção de tudo resultou numa semana com muitos números. Comparada com a lista geral da semana passada, a atual cresceu quase 55%. Na semana passada foram 133.847 exemplares vendidos, nessa semana foram 207.351. Nada a perder v.3 (Planeta), primeiro lugar isolado, e que nessa semana vendeu 115.157, ajudou muito, mas mesmo desconsiderando suas vendas nas duas semanas, ainda tivemos um aumento de mais de 25% na lista geral.

No ranking das editoras, a disputa foi lance a lance. Em primeiro lugar, com 12 títulos, ficou a Sextante. Mas, logo atrás, com dez, tivemos um empate entre quatro editoras: Companhia das Letras, Intrínseca, Novo Conceito e Record. Contabilizando os livros do grupo Companhia-Objetiva, ficaria em segundo lugar, com onze.

A Novo Conceito recebeu uma ajuda de seis livros de Nicholas Sparks na lista de ficção, que já não apareciam há algum tempo, e do O desafio de ferro, da série Magisterium, que entrou na lista pela primeira vez.

Na lista anual, a vitória que era praticamente garantida do livro A culpa é das estrelas (Intrínseca), começa a ser ameaçada. Até essa semana o livro soma 632.201 exemplares vendidos em 2014. Nada a perder v.3 (Planeta) chegou a 545.913, e se manter o padrão da última semana, pode levar o caneco de ouro. Por essa o céu na esperava.

Outra disputa na lista anual era entre Destrua este diário (Intrínseca) e Ansiedade (Saraiva). Nessa semana Ansiedade passou de vez, e deve levar o terceiro lugar na disputa anual.

Livros físicos podem ter preços congelados no Brasil por causa da Amazon

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Imagem: Google

Imagem: Google

Nilton Kleina, no Tecmundo

A venda de livros físicos pela Amazon no Brasil, iniciada na última quinta-feira (21), pode desencadear uma verdadeira guerra no comércio nacional de livros. Segundo o site PublishNews, grupos do setor editorial não descartam pedir o congelamento dos preços para evitar que a mais nova concorrente receba muito destaque por conta de descontos e promoções.

Uma reunião entre CBL (Câmara Brasileira do Livro), Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), Libre (Liga Brasileira de Editoras) e ANL (Associação Nacional de Livrarias) teria acontecido na semana passada, durante a Bienal do Livro de São Paulo, para analisar a situação e buscar um consenso.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, uma carta será produzida e entregue aos candidatos à Presidência do país contendo propostas de regulamentação do mercado. Elas incluiriam incentivo a pequenos e médios editores e publicadores, melhorias na distribuição de produtos e a tão polêmica medida para fixar preços — algo que ainda não é unânime nem mesmo entre os tais órgãos, mas é defendido por uma boa parcela.

Essa medida impediria descontos, especialmente em lançamentos, e fixaria um preço por tempo limitado para obras. Ainda assim, ela talvez não vire uma realidade, já que nem foi formalizada porque não são todas as entidades que concordam com a proposta.

A França já adota essa fórmula e outros países criticam duramente a Amazon por conta da prática “predatória” de descontos considerados abusivos ou muito abaixo da taxa de mercado e frete grátis, entre outros exemplos.

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