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Promoção: “Meu amigo rico”

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Por meio de uma linguagem singela, direta e emocionante, Luciano Maia relata o improvável encontro fraternal entre dois mundos distantes e antagônicos, o de um garoto pobre e o de um garoto rico.

A partir das crises existenciais do garoto pobre que, em parte, são consequência deste choque sócio-cultural, o autor extrai e apresenta ao leitor as muitas alegrias, dores e descobertas feitas pelo protagonista.

Saudade, inveja, felicidade, aceitação, decepções, ansiedade, perdão, injúrias, traumas, persistência, sonhos e sexo, são alguns dos temas distribuídos no dramático enredo, permitindo ao leitor explorar, com um toque de bom humor, coisas doces e doloridas sobre o contato entre seres humanos.

Vamos sortear 3 exemplares de “Meu amigo rico”. Visite o hotsite para saber mais sobre o livro.

Para participar é muito fácil:

* Faça o login e siga os requisitos do aplicativo.

O resultado será divulgado no dia 01/4 no perfil do twitter @livrosepessoas e os ganhadores terão 48 horas para enviar seus dados completos para o e-mail [email protected].

O prazo de entrega é de 30 dias e o envio é de responsabilidade da editora.

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Atenção!

Os requisitos são:

  • Tweet about the giveaway: é só clicar no botão “twitter” que será dado RT automaticamente no seu perfil. Se você clicar diariamente nesse botão, mais pontos você faz e melhor a chance de ganhar o livro.
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Série de livros leva jovens leitores para Idade Média

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Os mitos do Santo Graal são o tema de “O jovem Templário”

A capa do livro “O jovem Templário - Trilha do destino” Reprodução / Editora Rocco

A capa do livro “O jovem Templário – Trilha do destino” Reprodução / Editora Rocco

Publicado em O Globo

Reconstituir a idade média com riqueza de detalhes e atrair interesse do público jovem foi o grande desafio do escritor Michael P. Spradlin. A série de livros “O jovem Templário” traz uma boa dose de História, além dos componentes habituais das histórias juvenis: romance, aventura e um pouco de mistério. O personagem central é Tristan, um garoto que acompanha um Cavaleiro Templário em uma jornada repleta de perigos. O segundo livro da saga, “Trilha do Destino”, acaba de ser lançado no Brasil pela editora Rocco.

Ao protagonista é dada a missão de guardar o Santo Graal, instrumento que suscitou lendas e teorias ao longo dos séculos. O objeto seria um cálice usado por Jesus Cristo na última ceia. Mas, na prática, sua existência nunca foi comprovada. Segundo o folclore, ele daria grande poder a quem o possuísse, e os Cavaleiros Templários, guerreiros da idade média, eram encarregados de protegê-lo.

Spradlin conta que tentou explicar todos os sentidos do mítico objeto para os jovens leitores.
– O meu primeiro dever foi explicar o que é o Graal e todos os diferentes significados que ele tem na nossa cultura. Há, literalmente, milhares de poemas, histórias e lendas a respeito do objeto, dos Cavaleiros Templários até Rei Artur e a Távola Redonda. Eu escolhi seguir um dos mitos mais famosos, de que os templários seriam os guardiões – diz o autor por e-mail.

Além dos métodos de pesquisa tradicionais, o americano viajou até a cidade inglesa de Dover, famosa pelo castelo homônimo datado do século XII. Lá ele procurou imergir completamente no assunto: tirou fotos, gravou vídeos e tomou notas de tudo. Como recompensa para tanto esforço, o retorno da garotada, segundo ele, tem sido o melhor possível.

– A reação dos jovens de todo o mundo tem sido fantástica. Eu recebo cartas e e-mails de leitores de todo o globo – comemora.

O autor explica que o virtuoso Tristan, protagonista da saga, foi inspirado em alguém de carne e osso que ele conhece muito bem.

– Eu não consigo escrever um romance até que eu tenha um personagem que me conte a história. Um dia, Tristan simplesmente surgiu na minha cabeça e fez isso. As características dos personagens são muito baseadas nas do meu filho. Eles têm a mesma moral, a mesma lealdade e desejo de fazer a coisa certa. Fisicamente, eles também se parecem um pouco – revela o pai coruja.

“50 Tons de Cinza” conquista atletas e promove debate sobre sexo

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Luiza Oliveira, no UOL

Sucesso em todo o mundo, o livro ‘50 Tons de Cinza’ invadiu também o mundo do esporte. Várias atletas se renderam à ardente relação entre a estudante Anastasia Steele e o jovem empresário Christian Grey. Ela se apaixona, ele se encanta, e criam, então, um romance em que a moça se submete às regras e aos desejos nem tão convencionais do rapaz.

A jogadora de basquete Iziane ainda nem leu, mas já se derrete pelo estilo dominador do personagem. Atarefada com as aulas da faculdade de Administração, Iziane só ouviu falar – e muito – da obra da autora inglesa E. L. James. O suficiente para considerar que o livro é ‘a sua cara’. A atleta do Maranhão Basquete fala abertamente sobre sexo e diz que ‘vale tudo entre quatro paredes’.

Veja 50 práticas sadomasoquistas classificadas em 50 tons de cinza

“Eu gosto de homem com personalidade forte, dominador, e ter ciúmes é bom também. Acho ele (protagonista) um cara interessante, um personagem intrigante que desperta curiosidade. Eu sou daquelas que pensam que entre quatro paredes vale tudo. Cada um tem de saber seu limite pessoal e agradar o outro”.

Iziane já teve até problemas na seleção brasileira por conta de sua ‘liberdade’. A ala-armadora foi cortada dos Jogos Olímpicos de Londres após levar seu namorado para o quarto na concentração em Lille, na França, onde o time disputou um amistoso preparatório para a competição.

Jogadora de vôlei e eleita miss Rio Grande do Sul, Luciane Escouto também se rendeu à obra. Ela que tem como um dos hobbys a leitura pretende adquirir os outros dois livros que completam a trilogia, e disse estar curiosa para saber o fim do caso entre Anastasia e Grey.

Luciane demonstra certa timidez para tocar no assunto, mas revela não ser adepta do estilo de relação abordado no livro. “Cada um tem seu estilo. Ele tem o dele, e a companheira vai aceitando. Quero ver como vai terminar a história. Acho que cada pessoa tem seu jeito. Mas não é meu estilo de relacionamento”.

O ‘50 tons de cinza’ também conquistou a oposto Sheilla, do Sollys/Nestlé. A atleta da seleção brasileira de vôlei já leu a trilogia que inclui os livros ’50 Tons de Liberdade’ e ’50 Tons Mais Escuros’, mas não demonstra estar à vontade para falar sobre o assunto. Sheilla se resume a dizer que gosta da mudança que Christian Grey apresenta ao longo da trama, tornando-se um homem mais sensível.

Companheira de Sheilla no Sollys, Camila Brait deve ser a próxima a entrar para os fãs da trama. Além das opiniões gerais sobre os personagens e o enredo, despertaram sua curiosidade os comentários de sua mãe após terminar a leitura.

Mas nem todo mundo concorda com a relação entre os protagonistas a virgem de 21 anos e o magnata. Na história, Anastasia descobre o mundo do sadomasoquismo por meio do parceiro. Ela se torna escrava sexual de Grey em uma relação conturbada, cheia de regras e até cláusulas contratuais.

Medalhista de bronze do pentatlo moderno nos Jogos de Londres, Yane Marques reprova o jogo de submissão. Ela leu a obra, que se tornou ‘febre’ em Recife, onde vive, por curiosidade. Mas não gostou e considera o romance muito machista.

“Na sociedade em que a gente vive é difícil aceitar. É muito forte a submissão. Como pode um relacionamento com cláusulas? O cara dá um celular para rastrear e controlar a mulher”, diz, com tons de indignação. “Jamais teria um relacionamento assim. Ele pode ter dinheiro, mas essa doença não dá, não”.

“Me fascina o passado parecer mais intenso que o presente”, diz John Banville

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Raquel Cozer, na A Biblioteca de Raquel

O irlandês John Banville, autor do lindíssimo “O Mar” (Nova Fronteira), vencedor do Man Booker Prize 2005, vem neste ano para Flip, o que levou a Globo a programar seu romance mais recente, “Luz Antiga”, para junho. Minha entrevista com ele para o texto da Ilustrada foi motivada por outro lançamento, de “O Cisne de Prata” (Rocco), dentro da série de policiais que assina com o pseudônimo Benjamin Black. Falo um pouco do livro no link acima.

Desde 2006, quando começou a lançar policiais como Benjamin Black, inspirado pelos romances do belga Georges Simenon (1903-1989), Banville quase não escreve como Banville. Além de “Luz Antiga”, lançou só “Os Infinitos” (Nova Fronteira), que nem faz jus ao escritor que ele é. No mesmo período, foram sete livros como Black, com mais um previsto para este ano.

Em resumo, ele sofre mais para escrever como Banville, obcecado pela frase perfeita, e não vende tanto assim. Como Black, escreve com facilidade, sem nenhuma ambição de ser artista, e lidera listas de mais vendidos. É assim que funciona e, ele diz, é absolutamente natural.

Ele fala também sobre as especificidades de seus romances policiais, a “conversão” a Benjamin Black e a Wikipedia, entre outros temas, na entrevista abaixo, concedida por e-mail.

Foto de Beowulf Sheehan

Foto de Beowulf Sheehan

Em vez de centrar a história no ponto de vista de Quirke, o protagonista, “O Cisne de Prata” alterna capítulos na voz dele com as de outras personagens, incluindo a vítima. O resultado é que os leitores acabam sabendo muito mais do que o personagem que investiga a história. Por que optou por esse formato?
Acho romances policiais fascinantes do ponto de vista técnico. Nesse livro, foi interessante alargar a perspectiva e trazer, embora obliquamente, as vozes, ou ao menos as sensibilidades, de outros personagens. E com isso fazer Quirke desconhecer detalhes que outros personagens, e os leitores, sabem. Mas, enfim, Quirke geralmente progride por meio da ignorância dos fatos. O que admiro nele como protagonista é que ele não é um superdetetive. Se você quer o oposto de Sherlock Holmes ou Hercule Poirot, esse é Quirke. Ele é um pouco estúpido, como o resto de nós –humanos, em outras palavras. (mais…)

Como ler e analisar um clássico da literatura

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Você consegue analisar um texto literário? Confira 10 dicas para fazer isso bem e aproveitar melhor a sua leitura

Publicado no Universia Brasil

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Crédito: Shutterstock.com / Comparar o texto literário que está lendo com outros do mesmo autor ajuda a determinar se houve alguma evolução

Ler uma obra literária é formidável. Os textos literários têm, em geral, o objetivo de emocionar o leitor, e para isso exploram a linguagem conotativa ou poética.

Confira a seguir 10 dicas para aproveitar melhor a sua leitura:

1. Não se irrite com facilidade

A dica é ler com curiosidade e expectativas razoáveis. Não é importante entender cada palavra da obra. A literatura vai além dos vocabulários.

2. Escolha a melhor edição

Busque a edição do livro que tenha uma boa introdução, ou seja, a mais fácil de entender. Boas introduções explicam o contexto histórico, os fatos mais importantes da obra, a vida do autor, a estrutura, o estilo e muito mais.

3. Não interrompa a leitura para buscar palavras no dicionário

Apenas faça isso se a palavra em questão apareça muitas vezes na obra, ou se não conhecer o seu significado impede você de entender o texto.

4. Faça anotações

Fazer anotações ajuda muito, especialmente quando a obra tem muitos personagens (exemplo: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez). Você pode simplesmente anotar as coisas que mais chamam a sua atenção. Outra dica é fazer um resumo ao final de cada capítulo. Alguns textos literários não têm uma narrativa linear. É o caso da poesia. Nem sempre há uma história com começo e fim.

5. Identifique os temas

Geralmente, há temas e subtemas. É preciso identificá-los.

6. Analise os personagens e o narrador

Quem é o protagonista da obra? Às vezes, o autor dedica muito tempo a descrever os personagens. Além disso, é preciso determinar também quem é o narrador. Provavelmente, o narrador é um dos personagens, mas também pode ser apenas uma voz onipresente.

7. Preste atenção em como a história é narrada

Não fique atento a descobrir apenas quem é o narrador da história. Tente entender também como essa história é narrada. Note se a narração é linear, ou seja, se conta os fatos em ordem cronológica.

8. Preste atenção ao estilo de linguagem

É uma linguagem coloquial ou formal? Existe alguma conexão entre o argumento e o estilo? Você deve notar, por exemplo, se há muita descrição ou uso de metáforas no texto.

9. Considere o contexto histórico

É importante considerar a situação política, econômica e social em que a obra foi escrita, assim como os movimentos culturais vigentes da época.

10. Compare o texto com outros do mesmo autor

Comparar o texto literário que está lendo com outros do mesmo autor ajuda a determinar se houve alguma evolução. Ajuda a entender se o texto se encaixa em algum movimento literário.

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