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Campanha que arrecada livros para escolas atingidas por chuvas em PE é prorrogada

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Livros serão entregues a partir de outubro, segundo o governo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Livros serão entregues a partir de outubro, segundo o governo (Foto: Reprodução/TV Globo)

Interessados em participqr da iniciativa ‘Livro Solidário’ têm até sexta-feira (15) para entregar publicação nos postos montados pelo governo.

Publicado no G1

campanha que arrecada livros para as escolas de Pernambuco atingidas pelas chuvas e enchentes de maio deste ano foi prorrogada. Os interessados em participar da iniciativa ‘Livro Solidário’ têm até a sexta-feira (15) para entregar uma publicação nos postos montados pelo governo do estado. O prazo inicial era 4 de agosto.

De acordo com a Secretaria de Educação de Pernambuco, 223 escolas foram atingidas pelas chuvas. Desse total, 183 unidades são da rede municipal e 40, da rede estadual. Todas, segundo o estado, voltaram a funcionar.

Conforme o último balanço, feito esta semana, a campanha já acumula mais de 30 mil livros arrecadados. A expectativa do governo é dar início ao processo de distribuição dos volumes em outubro.

Postos

Os interessados em doar livros podem procurar os postos de arrecadação nas Gerências Regionais de Educação (GREs), além da Biblioteca Pública do Estado, Academia Pernambucana de Letras, o Núcleo de Atenção ao Servidor (NAS), na SEE, e em diversas escolas da Rede Estadual, sempre no horário das 8h às 17h. Para informações sobre os pontos de arrecadação, o contato pode ser feito pelo telefone da Biblioteca Pública de PE: (81) 3181.2642.

A campanha conta com a parceria da Academia Pernambucana de Letras (APL); Prefeitura do Recife; Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE); e Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). As enchentes prejudicaram 27 cidades, que foram incluídas em decreto de situação de emergência.

Vejas as cidades atingidas pela chuva

Água Preta
Amaraji
Barra de Guabiraba
Barreiros
Belém de Maria
Catende
Cortês
Gameleira
Jaqueira
Maraial
Palmares
Ribeirão
Rio Formoso
São Benedito do Sul
Caruaru
Ipojuca
Joaquim Nabuco
Jurema
Lagoa dos Gatos
Quipapá
Primavera
Sirinhaém
Tamandaré
Xexéu
Bonito
Escada
São José da Coroa Grande

Facebook faz “feitiço” quando você publica sobre Harry Potter

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Publicado na Exame

O Facebook criou uma maneira divertida para os fãs de Harry Potter celebrarem os 20 anos da série de livros na rede social.

Ao escrever o nome do bruxo ou de uma das casas de Hogwarts, a escola de magia onde Harry estudou, no Facebook, um feitiço será feito por uma varinha, que aparecerá na tela. Para ver o truque mágico novamente, basta clicar na palavra.

Além disso, o nome da casa será exibido em sua cor tradicional – Sonserina ficará verde, Grifinória ficará vermelho, Lufa-Lufa ficará amarelo e Corvinal ficará azul. Vale lembrar que é preciso comentar os nomes da casas em inglês (Slytherin, Gryffindor, Hufflepuff e Ravenclaw) para que o “feitiço” funcione.

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No dia 26 de junho de 1997, a escritora inglesa J.K. Rowling publicou o primeiro livro da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Os sete volumes da saga foram traduzidos para 79 idiomas em 200 países e venderam um total de 450 milhões de exemplares desde o seu lançamento, segundo a editora britânica Bloombury.

Hoje, a autora escreveu um agradecimento aos fãs do mundo mágico em sua conta no Twitter. “Há 20 anos, um mundo em que vivi sozinha foi subitamente aberto aos outros. Tem sido maravilhoso. Obrigada.”

Dificuldades de ser escritor no Brasil incentivam projetos de publicação coletiva

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Escritor Cristiano Deveras: “Escritores precisam apostar em estratégias de economia criativa para não depender apenas dos editais públicos”

Escritor Cristiano Deveras: “Escritores precisam apostar em estratégias de economia criativa para não depender apenas dos editais públicos”

 

Antologias e coletâneas têm sido a saída para várias pessoas que pretendem fazer arte escrita no País, mas não têm acesso ao grande mercado editorial

Marcos Nunes Carreiro, no Jornal Opção

Ser escritor no Brasil não é fácil, sobretudo no interior do País, naqueles estados que estão longe das grandes editoras do eixo Rio-São Paulo. Ser escritor não é só escrever, mas se preocupar também com a qualidade da publicação e com a distribuição de seus livros, para ficarmos em dois exemplos.

Acontece que na maioria dos estados — Goiás, por exemplo — existem pequenas editoras e gráficas que fazem vias de editoras, imprimem o livro, mas não conseguem arcar com a distribuição correta das publicações. Isso faz com que a literatura, muitas vezes de qualidade, não saia do estado. Isso quando os autores conseguem recursos para chegar até essas pequenas editoras.

Para tentar superar esses problemas — o financeiro e o de distribuição —, muitos autores, sobretudo os iniciantes, se juntam em projetos co­letivos de publicação. Assim, os custos ficam bem menores para cada au­tor e, com escritores de vá­rios can­tos do País, a literatura “viaja mais”.

É o que tem feito o coletivo “Bar do Escritor”, que reúne escritores do país inteiro e tem atraído, inclusive, estrangeiros. O goiano Cristiano De­ve­ras é quem tem encabeçado o coletivo. Ele conta que o projeto já lançou cinco livros, publicando mais de cem autores iniciantes, vendendo cerca de 15 mil livros.

Cristiano explica que o “Bar do Escritor” abriu, no dia 30 de março, o chamamento para a sexta edição, que será publicada neste ano e já conta com escritores brasileiros e europeus e africanos. “Além dos autores brasileiros”, relata, “já temos confirmada a presença de um português, um angolano e cinco moçambicanos. Queremos incentivar cada vez mais esse intercâmbio literário entre os países lusófonos.”

Para diminuir os custos, o próprio Cristiano, junto com colegas de trabalho, faz a diagramação, revisão e o projeto gráfico. “Quando entrego o material para a editora é só publicar, porque tem editora que cobra pesado para fazer isso”, argumenta. Para ele, antologias são importantes, pois dão a chance de publicação de maneira mais econômica a autores iniciantes. “Além disso, podemos conhecer muitos autores de uma só vez”, afirma.

Desde 2010, o pré-lançamento da coletânea é feita no Rio de Ja­nei­ro, durante a Festa Literária In­ter­nacional de Paraty. “Nosso sarau já é conhecido na feira. Fazemos tudo na praia, em parceira com um francês, que tem um bar no local. Usamos a estrutura para atrair as pessoas e mostrar a elas nosso trabalho, promovendo debates e oficinas”, relata.

Bolsa Hugo de Carvalho Ramos

Cristiano Deveras conta que é “fruto” da Bolsa de Publicação Hugo de Carvalho Ramos, prêmio da União Brasileira dos Escritores Seção Goiás (UBE-GO). Seu primeiro livro, “Jantar das 11”, foi publicado quando venceu o prêmio. “Esse é um dos prêmios mais importantes do Brasil”, afirma.

A partir disso, Cristiano decidiu investir na carreira de escritor. Em 2008, recebeu menção honrosa no Prêmio Literário Cidade do Recife e foi finalista no Prêmio Sesc de Literatura com seu segundo livro: “O etéreo ser de carbono”, publicado em 2013, também por meio da Bolsa da UBE-GO.

Por esse livro, publicado pelo selo editorial goiano R&F, Cristiano foi convidado para participar da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha. Um dos poucos goianos. Ele relata:

“O país homenageado pela feira daquele ano foi o Brasil e o Mi­nis­tério da Cultura levou 70 autores. Nenhum era goiano. Aliás, a maioria dos escritores levados pelo ministério era do eixo Rio-São Paulo; metade do País não estava representado. Eu fui convidado pela R&F e pude levar a literatura de Goiás para aquela feira, que é a maior do mundo”.

Já pensou em escrever um livro? Oportunidades facilitam publicações

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Até financiamento coletivo está entre as possibilidades para escritores

Thiago Andrade, no Correio do Estado

Ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro. Muitas vezes foi dito que essa é a receita para se ter uma vida completa. Em relação ao último conselho, o de escrever um livro, parece que hoje isso é mais fácil do que se imaginava. Plataformas de financiamento coletivo, custos mais baixos de impressão, e-books, entre outros, são os meios encontrados por quem quer imortalizar suas palavras em um volume publicado.

Uma busca no Google com os termos “publique seu livro” – se você usar aspas, o mecanismo de busca limita os resultados à frase, fica a dica – retornou “aproximadamente 459.000 resultados” em menos de um segundo. Ou seja, há muitas editoras dispostas a diagramar e imprimir seu texto, criar uma capa interessante e entregar tudo lindo para que você tente vendê-lo em livrarias ou para os amigos.

Os custos são bastante variáveis, mas de acordo com Valter Jeronymo, diretor da Life Editora, o mínimo para ter um livro publicado varia entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil para uma tiragem de 100 cópias. Esse valor inclui os custos de produção e os custos legais. “Ao contrário de editoras comerciais, os custos são bancados pelo autor. Ele pode escolher o papel, como quer a capa, a fonte”, explica o editor. Publicado pela editora, o livro será registrado na Biblioteca Nacional e receberá um Número Padrão Internacional do Livro (ISBN, de acordo com a sigla em inglês).

“A quantidade de clientes interessados em transformar trabalhos acadêmicos como monografias, TCC, dissertações ou teses em livro vem crescendo. Uma vez que o livro é publicado de acordo com todas as normas, ele pode usar isso para pontuar em concursos, sobretudo para professor”, explica Valter. Em 2015, a editora publicou apenas livros particulares. “Os editais costumavam garantir um grande volume, mas estamos em um momento que eles estão parados.”

Henrique Pimenta, professor de Português e Literatura, decidiu que para ter seu livro publicado seria necessário investir do próprio bolso. Assim, ele lançou “99 sonetos sacanas e 1 canção de amor” e agora se prepara para colocar à venda um novo trabalho: “Ele adora a desgraça azul”, um livro de contos. A edição está sendo preparada pela Editora Mondrongo, sediada em Itabuna, na Bahia.

“Pode-se dizer que as dificuldades em publicar dividem-se em duas categorias: todas e as principais”, comenta o escritor. As principais? “Acho que em primeiríssimo lugar é a essência, você ter um bom material, algo digno de ser dado a público. Haja suor! Depois, no meu caso, ter grana para investir num projeto sem retorno garantido”, ressalta. Pimenta relata já ter tido problemas na distribuição de seu livro anterior, o que pode desanimar quem está se lançando no mundo literário.

O novo livro, que ainda não foi lançado, está sendo preparado há três anos. “Agora me intrometi na área da narrativa, escrevendo um conjunto de 23 contos ambientados em Campo Grande e imediações, Coxim, uma cidade minúscula a caminho de Japorã, entre outras localidades sul-mato-grossenses”, explica. Os contos giram em torno de pessoas normais, “ou seja, gente estranha pra caramba, que não se importa em ser desagradável e repulsiva quando seu desejo assim determina”, pontua o autor, que considera o material com boa qualidade estética.

NOVAS OPÇÕES

O financiamento coletivo, também conhecido como crowdfunding, tornou-se uma opção para viabilizar projetos em diversas áreas. Na literatura, ele chegou com força e já dá frutos. Uma iniciativa tem crescido, por viabilizar lançamento de autores com potencial, mas que não foram reconhecidos por grandes casas editoriais do País. O Bookstart oferece, na internet, oportunidade para que o escritor lance seu livro sem grandes custos.

“É uma inversão da lógica do mercado. Nós oferecemos uma pré-venda para publicar o livro. Uma vez que o autor propôs seu projeto e ele é aprovado, damos um orçamento e uma campanha virtual é criada. Em 90 dias, se o valor for alcançado, começamos a produção do livro que inclui revisão, capa, impressão, etc.”, explica Bernardo Obadia, criador do projeto. Ao final, o autor recebe um livro impresso e um e-book. O material é comercializado dentro da plataforma, que conta com uma loja virtual. “Há, hoje, cerca de três a seis milhões de manuscritos engavetados no Brasil. Decidimos que o crivo do que deveria ou não ser publicado seria dado pelo leitor”, comenta.

Um dos autores que logo vai ter seu livro publicado pela empreitada é Christian Pissini, 38 anos. “O Enxadrista” conseguiu superar a meta de R$ 4,3 mil necessária para a publicação e será lançado em maio. “É um conto, com duas histórias paralelas. A vida inteira de uma pessoa será decidida em uma partida de xadrez jogada por dois desconhecidos”, explica o autor sobre o enredo. Trata-se do primeiro livro do escritor, que trabalha como contador e faz gestão financeira para uma empresa de agropecuária.

“A sensação de ter o livro publicado é ótima. Apesar da facilidade, ainda é caro lançar uma obra. Com esse projeto, a gente tenta reunir os possíveis compradores para financiar o material”, comenta o autor. A relação de Christian com a literatura surgiu em uma revista chamada Consciência. “Eu faço parte da maçonaria e comecei a contribuir com a revista. Depois de participar de um concurso literário, acabei ganhando. Isso me animou”, pontua. O autor aguarda a publicação.

BAIXO CUSTO

Em Dourados, Luciano Serafim e Fernanda Ebling tiveram uma ideia simples e prática. Para publicar seus livros, os autores criaram uma editora de livros artesanais. Assim surgiu o Arrebol Coletivo. As edições são feitas em casa, com uma impressora a laser. “Temos parceiros que contribuem com partes do livro. Um amigo faz a capa, outro ajuda na revisão. O autor contribui com os custos de impressão”, explica. O livro é lançado com ISBN e vale como publicação formal, mas pode ter no máximo 68 páginas. “É o que dá para grampear”, pontua.

A editora pretende lançar oito títulos em 2016. “Esse número pode crescer, depende de como será. Também estamos pensando na possibilidade de abrir espaço para autores de fora do Estado”, comenta Luciano. Para ser impresso, o livro precisa passar pelo crivo de cinco integrantes do coletivo. “Queremos publicar material de qualidade. A proposta é que o autor se orgulhe do material que lançou”, pontua.

NO PASSADO

Reginaldo Alves de Araújo criou, em 1989, a Associação de Novos Escritores. A instituição fazia às vezes de uma editora, que tinha como objetivo lançar livros de autores estreantes. “Foram mais de 20 anos de produção, conseguimos lançar quase 1,5 mil livros”, comenta Reginaldo.

“O escritor nos contatava para manifestar interesse em publicar um livro. Ele nos entregava os originais, depois de revisados e aprovados, fazíamos um orçamento”, conta. As edições eram lançadas com uma tiragem de 500 volumes.

Direitos de publicação de ‘Mein Kampf’ vencem em 2015: um perigo para o mundo?

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Hitler começou a escrever 'Mein Kampf' em 1925 e expôs nele ideia racistas

Hitler começou a escrever ‘Mein Kampf’ em 1925 e expôs nele ideia racistas

“Eles queriam substituir a Bíblia”. Sussurrando em uma silenciosa sala da Biblioteca Pública da Baviera, o especialista em livros raros Stephan Kellner descreve como os nazistas transformaram um calhamaço longo e praticamente incompreensível ─ parte memória, parte propaganda ─ em uma peça central da ideologia do Terceiro Reich

, na BBC Brasil

No ano em que Mein Kampf (“Minha Luta”, em português), de Adolf Hitler, passa a ser uma obra de domínio público ─ o que, em tese, significa que qualquer pessoa pode publicar sua própria edição na Alemanha ─ um programa da Rádio 4 da BBC explorou o que as autoridades podem fazer em relação ao livro, que é um dos mais famosos do mundo.

Segundo John Murphy, produtor do programa Publish or Burn (“Publicar ou queimar”, em tradução livre), o livro ainda é um texto perigoso. “A história de Hitler é uma história de submestimação; e as pessoas subestimaram este livro”, diz Murphy, cujo avô traduziu a primeira versão integral em inglês de Mein Kampf, em 1936.

“Há um bom motivo para se levar a obra a sério porque ela está aberta a erros de interpretação. Apesar de Hitler tê-la escrito nos anos 20, ele colocou em prática muito do que está escrito ali – se as pessoas tivessem prestado um pouco mais de atenção ao livro na época, elas talvez tivessem identificado uma ameaça”, afirma Murphy.

Folheado a ouro

Hitler começou a escrever Mein Kampf em 1925, quando estava preso por traição à pátria, após ter participado do fracassado ‘Putsch’ da Cervejaria em Munique, em 1923. Ali ele expressava suas ideias racistas e antissemitas.

Quando chegou ao poder uma década depois, o livro tornou-se um texto fundamental para os nazistas, com 12 milhões de cópias impressas. Era um presente que o governo dava a casais recém-casados, enquanto os principais membros do partido exibiam em suas casas edições folheadas a ouro.

No fim da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército americano assumiu o controle da editora nazista Eher Verlag, os direitos autorais de Mein Kampf passaram para as autoridades da Baviera. Elas garantiram que o livro só fosse reimpresso na Alemanha sob circunstâncias especiais.

Mas a proximidade da expiração dos direitos autorais em dezembro de 2015 deu início a um debate acirrado sobre como conter uma possível onda de publicações da obra.

‘Auto-ajuda’

Mein Kampf continua a ser impresso em outros países, como o Egito

Mein Kampf continua a ser impresso em outros países, como o Egito

Alguns questionam se alguém realmente teria interesse em reeditar a obra. Segundo a revista New Yorker, o livro “é cheio de frases empoladas e de difícil compreensão, com minúcias históricas e linhas ideológicas emaranhadas”. “Tanto os neonazistas quanto os historiadores sérios tendem a evitá-lo”, diz a revista.

Mesmo assim, a obra se tornou popular na Índia entre políticos hindus de inclinação nacionalista. “Ele é considerado um livro de auto-ajuda bastante significativo”, afirmou à Rádio 4 Atrayee Sen, professor de religião contemporânea e conflito na Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha.

“Se você remover o elemento do antissemitismo, o que se tem é um texto sobre um homem de baixa estatura que estava na cadeia, que sonhava em conquistar o mundo, e que saiu dali para fazer isso”.

Mas a remoção do contexto é uma das preocupações daqueles que se opõem à reimpressão da obra.

Ludwig Unger, porta-voz da secretaria de Educação e Cultura da Baviera, disse à BBC: “O resultado desse livro foi milhões de (mais…)

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