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Direitos de publicação de ‘Mein Kampf’ vencem em 2015: um perigo para o mundo?

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Hitler começou a escrever 'Mein Kampf' em 1925 e expôs nele ideia racistas

Hitler começou a escrever ‘Mein Kampf’ em 1925 e expôs nele ideia racistas

“Eles queriam substituir a Bíblia”. Sussurrando em uma silenciosa sala da Biblioteca Pública da Baviera, o especialista em livros raros Stephan Kellner descreve como os nazistas transformaram um calhamaço longo e praticamente incompreensível ─ parte memória, parte propaganda ─ em uma peça central da ideologia do Terceiro Reich

, na BBC Brasil

No ano em que Mein Kampf (“Minha Luta”, em português), de Adolf Hitler, passa a ser uma obra de domínio público ─ o que, em tese, significa que qualquer pessoa pode publicar sua própria edição na Alemanha ─ um programa da Rádio 4 da BBC explorou o que as autoridades podem fazer em relação ao livro, que é um dos mais famosos do mundo.

Segundo John Murphy, produtor do programa Publish or Burn (“Publicar ou queimar”, em tradução livre), o livro ainda é um texto perigoso. “A história de Hitler é uma história de submestimação; e as pessoas subestimaram este livro”, diz Murphy, cujo avô traduziu a primeira versão integral em inglês de Mein Kampf, em 1936.

“Há um bom motivo para se levar a obra a sério porque ela está aberta a erros de interpretação. Apesar de Hitler tê-la escrito nos anos 20, ele colocou em prática muito do que está escrito ali – se as pessoas tivessem prestado um pouco mais de atenção ao livro na época, elas talvez tivessem identificado uma ameaça”, afirma Murphy.

Folheado a ouro

Hitler começou a escrever Mein Kampf em 1925, quando estava preso por traição à pátria, após ter participado do fracassado ‘Putsch’ da Cervejaria em Munique, em 1923. Ali ele expressava suas ideias racistas e antissemitas.

Quando chegou ao poder uma década depois, o livro tornou-se um texto fundamental para os nazistas, com 12 milhões de cópias impressas. Era um presente que o governo dava a casais recém-casados, enquanto os principais membros do partido exibiam em suas casas edições folheadas a ouro.

No fim da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército americano assumiu o controle da editora nazista Eher Verlag, os direitos autorais de Mein Kampf passaram para as autoridades da Baviera. Elas garantiram que o livro só fosse reimpresso na Alemanha sob circunstâncias especiais.

Mas a proximidade da expiração dos direitos autorais em dezembro de 2015 deu início a um debate acirrado sobre como conter uma possível onda de publicações da obra.

‘Auto-ajuda’

Mein Kampf continua a ser impresso em outros países, como o Egito

Mein Kampf continua a ser impresso em outros países, como o Egito

Alguns questionam se alguém realmente teria interesse em reeditar a obra. Segundo a revista New Yorker, o livro “é cheio de frases empoladas e de difícil compreensão, com minúcias históricas e linhas ideológicas emaranhadas”. “Tanto os neonazistas quanto os historiadores sérios tendem a evitá-lo”, diz a revista.

Mesmo assim, a obra se tornou popular na Índia entre políticos hindus de inclinação nacionalista. “Ele é considerado um livro de auto-ajuda bastante significativo”, afirmou à Rádio 4 Atrayee Sen, professor de religião contemporânea e conflito na Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha.

“Se você remover o elemento do antissemitismo, o que se tem é um texto sobre um homem de baixa estatura que estava na cadeia, que sonhava em conquistar o mundo, e que saiu dali para fazer isso”.

Mas a remoção do contexto é uma das preocupações daqueles que se opõem à reimpressão da obra.

Ludwig Unger, porta-voz da secretaria de Educação e Cultura da Baviera, disse à BBC: “O resultado desse livro foi milhões de (mais…)

Livraria em São Paulo ‘esconde’ edição do jornal satírico ‘Charlie Hebdo’

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Lucas Ferraz, na Folha de S.Paulo

A histórica edição do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, a primeira após o atentado terrorista em sua redação no mês passado, está disponível na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, mas é vendida como uma publicação maldita: o jornal fica escondido e não pode ser folheado pelo cliente nem na fila do caixa.

No sábado (31), o “Charlie Hebdo” não estava exibido em nenhuma estante da livraria. Para os interessados, um vendedor tirava o exemplar de uma gaveta da revistaria da loja e dizia que o cliente deveria retirá-lo no caixa, após o pagamento.

A explicação do vendedor foi genérica: o jornal estava sendo vendido daquela forma para evitar “problemas”, sem especificar quais. Segundo ele, o dono da livraria, judeu, não queria comercializar o “Charlie Hebdo”, mas teria sido convencido pelo departamento comercial.

A edição começou a ser vendida no Brasil (por R$ 29,90) na última semana.

O empresário Pedro Herz, dono da Cultura, uma das principais redes de livrarias do país, afirmou à Folha que o jornal está sendo vendido dessa maneira por segurança, não por ideologia.

“O jornal parece um tabloide de distribuição gratuita, mas não é gratuito, por isso o cuidado. Aqui é um país de ladrões, o sujeito entra com má intenção e leva. Ou quer sentar num pufe e ler o jornal, sem comprá-lo. Não temos posição política, vendemos conteúdo”, disse Herz.

Além de satirizar Maomé, profeta do islã, o “Charlie Hebdo” já se envolveu em polêmicas por críticas religiosas contra católicos e judeus.

Anne Hommel, porta-voz do “Charlie Hebdo”, disse que a publicação precisa de tempo para lidar com “o luto, o cansaço e a superexposição”.

O jornalista Laurent Léger, que estava na sala quando os terroristas entraram atirando, informou em seu Twitter que a próxima edição sairá no dia 25 deste mês.

A primeira edição do “Charlie Hebdo” após o atentado (ocorrido no dia 7 de janeiro) saiu no último dia 14, com uma tiragem de cerca de 7 milhões de exemplares.

Antes, a média da publicação era de 60 mil exemplares.

Escritores recorrem à vaquinha virtual para publicarem seus livros

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Waldyr Imbroisi conseguiu juntar pelo Catarse R$ 7.174 para viabilizar o lançamento de “Orquidário”, seu livro de contos

Waldyr Imbroisi conseguiu juntar pelo Catarse R$ 7.174 para viabilizar o lançamento de “Orquidário”, seu livro de contos

Publicado no Jornal do Dia

Apesar de grandes chavões como “ninguém lê no Brasil” e “a literatura não dá dinheiro”, o sonho de muita gente ainda é lançar um livro. Contudo, ter sua obra publicada por uma editora já consolidada permanece sendo um caminho difícil de trilhar, que em alguns casos requer anos de insistência. Outra via é a autopublicação ou as editoras que cobram para colocar qualquer tipo de livro no mercado, entretanto, nesse caso, o escritor terá que tirar dinheiro do seu bolso para que sua arte ganhe vida.

Agora, uma terceira via que anda fazendo sucesso em diversos segmentos no Brasil começa a também ser explorada pela literatura: a “vaquinha virtual”). A proposta é simples: o escritor disponibiliza sua ideia em um site, explica o seu projeto, apresenta todos os custos envolvidos e oferece cotas de patrocínio para que pessoas que sentirem afinidade com o texto possam lhe ajudar. As recompensas para os mecenas de nossos dias podem ser diversas, mas sempre incluirão um exemplar da obra, é claro – ou seja, a venda é feita antes de o produto de fato existir.

O escritor Kadu Lago recorre há tempos a essas vaquinhas, desde muito antes de virarem uma tendência. Ainda em 2010, em uma comunidade do Orkut, levantou aproximadamente oito mil reais para lançar o seu romance “Confissões ao Mar”, com cada interessado contribuindo com ao menos cem reais e recebendo três exemplares como recompensa.

Já em 2014, para lançar a quarta edição da obra, recorreu ao Bookstart, site especializado em financiamentos coletivos para livros. Com cotas que iam de R$ 15 (em troca de uma versão digital da narrativa) a R$ 1500 (para quem quisesse ter sua marca impressa em todos os exemplares da edição), conseguiu, com 88 apoiadores, arrecadar R$ 8.440.

Vender essas cotas, aliás, é a parte mais difícil da empreitada, segundo Kadu. “Você pode montar o melhor projeto possível, se não tiver um ótimo relacionamento na rede, vai ficar difícil levantar a campanha, que, seja onde for, não acontece sozinha. Não dá para criar um projeto, jogar na internet e ficar esperando ele acontecer. Você é responsável por fazer com que ele aconteça”, diz o escritor.

Engajamento e comprometimento

O Bookstart, site ao qual Kadu recorreu para lançar a quarta edição de seu livro, surgiu em 2014 e pretende, ao longo dos próximo meses, publicar entre 20 e 25 obras por mês por meio de financiamento coletivo, com uma venda de pouco mais de mil exemplares mensais.

“Temos, atualmente, no mercado editorial, exemplos de autores brasileiros que deram certo não apenas pela qualidade de seus trabalhos, mas sobretudo pela carência que nossos leitores sentem falta de boas obras produzidas aqui”, diz Bernardo Obadia, sócio-diretor da empresa, ao argumentar sobre a iniciativa. “Acreditamos que a fama de que brasileiro não lê está no passado e tende a ser cada vez mais suplantada por uma realidade que já está acontecendo”, continua.

Obadia explica que a empresa tem uma equipe que oferece serviços desde a avaliação do manuscrito até o auxílio com as campanhas de marketing, preocupando-se com todas as etapas do processo para que o livro chegue com qualidade ao leitor.

O sócio-diretor entende que a Bookstart é uma via para que originais muitas vezes ignorados pelas grandes editoras possam, enfim, receber atenção e, talvez, em um segundo momento, de acordo com o sucesso do livro, atrair justamente as editoras maiores. “Uma de nossas competências essenciais é a eficiência em custo, ou seja, precisamos ter um bom planejamento de mídias para fazer com que o projeto atinja a meta o mais rápido possível”.

Realização de um sonho

Provavelmente o site de financiamentos coletivos mais conhecido e utilizado no país, o Catarse conta com duzentos projetos finalizados em Literatura, sendo que, apenas em 2014, foram 53 – contra 24 de 2013 e 14 dos anos anteriores. Isso mostra o grande aumento da tendência, que já colocou a categoria como a quarta com o maior número de inscrições na plataforma.

De todas essas iniciativas, 46% obtiveram exito no financiamento e mais de 13 mil pessoas contribuíram para os projetos, reunindo um montante superior a R$ 1,1 milhão, distribuídos entre requisições modestas, como os 905 reais levantados pelo “Poensamentos”, até cifras bastante respeitáveis, como os 53.470 reais reunidos em torno de “Jovem o Suficiente – O Livro”.

Com um objetivo intermediário, Waldyr Imbroisi conseguiu juntar pelo Catarse R$ 7.174 para viabilizar o lançamento de “Orquidário”, seu livro de contos. O escritor diz que durante o processo descobriu uma outra vantagem do sistema. “O financiamento coletivo garante uma divulgação prévia do livro e uma espécie de pré-venda; ao fim do meu projeto, mais de duzentos exemplares já possuíam comprador”.

Para que conseguisse alcançar a meta desejada, Imbriosi apostou em divulgação pelo seu blog, Facebook e centenas de mensagens privadas enviadas a conhecidos, além de um vídeo postado no Youtube. Conta que, ao longo da trajetória, o mais difícil foi saber o modo de divulgar o livro, “para não dar um tom de exigência nem de pedido desesperado”. O desprendimento também foi primordial. “Tive que aprender a olhar minha obra como algo em que vejo qualidade, mas que as pessoas podiam gostar ou não, ajudar ou não. Só assim consegui divulgar de uma maneira em que, acredito, não foi chata nem excessiva”.

Se valeu a pena? Financeiramente, não – ainda ao menos. Apesar do financiamento coletivo amenizar os gastos, as despesas que envolvem todo o processo superam o quanto recebeu com as ajudas. “A única esperança de um escritor ganhar dinheiro no Brasil é a longo prazo, consolidando uma obra de qualidade através dos anos. Não vale a pena entrar nesse caminho pensando pelo lado financeiro”, diz.

10 Coisas que vão mudar na sua vida após publicar o seu primeiro livro (ou assim me disseram)

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10 Coisas que vão mudar na sua vida após publicar o seu primeiro livro

Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

1. Na manhã da publicação do seu livro você vai se olhar no espelho do banheiro e verá um rosto diferente olhando de volta pra você; um rosto real, não a massa de carne disforme que antes você era obrigado a confrontar todas as manhãs. Você não ousará tocá-lo por medo de que este rosto evapore.

2. Você vai mudar a sua assinatura de e-mail de “Escritor”, para “Autor publicado!”. E até vai considerar a possibilidade de mudar a imagem de avatar do seu perfil para uma foto sua sorridente… Mas no fim vai preferir não fazê-lo.

3. Sua mãe vai começar a levantar a sua moral nos jantares e nas conversas com os amigos e parentes. Porém, de forma consistente, vai passar a dar palpites constantes nos títulos das suas obras, na maioria das vez querendo incluir algum ‘plural’ onde não se deve. Ela sempre terá uma melhoria a fazer no seu original.

4. Os Correios nunca entregarão as suas cópias pessoais da obra, e seu editor não será capaz de saber o destino de sua encomenda, e nem terá como substituí-la. As semanas passarão e você levará o seu cachorro até o petshop, onde encontrará uma gaiola de pássaros com as páginas cagadas do seu livro.

5. Um dentre os três primeiros amigos que você escolheu para ler o original do seu livro vai perder subitamente toda a memória referente a você ou a existência do seu livro. Quando se deparar com a obra pronta exposta na prateleira de uma livraria, seu nome irá aparecer como um borrão na mente desse infeliz.

6. Algum aspirante a escritor vai escrever uma postagem sobre o seu livro. Provavelmente ele vai interpretar mal as suas intenções e apontará muitos elementos problemáticos que fazem o seu trabalho irrelevante para os leitores contemporâneos. Você novamente vai consultar aquele rosto refletido no espelho do banheiro e vai ganhar confiança ao rir de si mesmo e desta situação.

7. Aquele cara do colégio que vivia te azucrinando na hora do recreio vai encontrar algum parente seu na rua e se gabará de como vocês eram ‘muy amigos’ na adolescência. Cada boa notícia que essa criatura receber a seu respeito, será como um retalho de frustração a mais em sua colcha de fracassos.

8. Você vai pagar do próprio bolso para promover o lançamento do seu livro. Haverá apenas umas poucas pessoas que estarão ali realmente para prestigiar o seu trabalho, e entre essa meia dúzia, apenas uma estará empolgada de verdade para ter a sua assinatura em um exemplar. Essa vai te dizer o quanto a leitura do seu livro foi importante para sua vida e como a obra tocou em algo profundo em seu peito que ela nem sabia que estava lá à espera de ser desperto.

9. É provável que seu pai não de a mínima para o seu livro, mas se acaso isso ocorrer, ele vai te dar o primeiro ‘parabéns’ em muitos anos, mas vai dizer que não leu o livro ainda porque tem andado muito ocupado, mesmo já sendo aposentado. E ao contrário da sua mãe, ele jamais se gabará com os amigos a respeito disso e muito menos te ajudará na divulgação do seu trabalho.

10. Alguns meses após o lançamento um entrevistador vai entrar em contato por e-mail perguntando para quando sai o próximo livro, e você vai correr com o seu laptop para o banheiro e preferir que nunca tivesse tido um espelho por lá.

E se você fosse o escritor no Big Brother Brasil 15?

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Gustavo Magnani, no Literatortura

Uma das notícias que correu a terça-feira era a de que um escritor fará parte do BBB15.

Adrilles, escritor (pelo pouco que li sobre, ele escreve mais versos e não exclusivamente prosa. escreveu poemas pra uma modelo plus size, segundo algum site de fofocas – que, inclusive, mostrou prints duma conversa de whatsapp e, por ali, ficou um pouco claro que adrilles, ao menos ali, soa como um escritor motivacional ou algo do tipo [isso não é um juízo de valor, apenas uma observação]. Ele ainda não publicou nenhum livro – panorama que deverá mudar em pouco tempo. É leitor dum filósofo que faz sucesso na internet falando um monte de groselhas e deverá ser o “oráculo intelectual” da casa, como acontece sempre quando alguém tem uma profissão que, supostamente, lhe dá vantagem intelectual. Uma besteira de senso comum.

Não consegui nada escrito dele, a não ser essa foto:

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Mas, o artigo não foi pensado para falar de Adrilles, necessariamente. Se você fosse (se voccê é) um escritor, aceitaria o convite para o BBB?

De pontos positivos, temos a óbvia publicação.

Se jogasse o jogo direito, sairia por qualquer uma das grandes editoras.

Você teria visibilidade, seria notícia em basicamente qualquer jornal pelos próximos 12 meses, ao lançar seu livro.

Conseguiria várias entrevistas, matérias – desde sites especializados a revistas destinadas ao dia-a-dia de famosos.

Poderia, inclusive, escrever um livro sobre o ponto de vista de DENTRO do Big Brother, coisa que ninguém ainda fez no Brasil (ou no mundo, não sei)

Possivelmente, sua tiragem inicial passaria da casa dos 10 mil exemplares. Em termos de Brasil, algo ótimo. A média é 2~3 mil.

Isso tudo sendo um dos candidatos medianos, que não possuem tanto destaque.

Imagina sendo um dos queridinhos do público – ou da globo.

E aí vem o problema: saber jogar o jogo das aparências. Alguns escritores não têm saco pra isso. Você teria? A nova geração de escritores está acostumada com exposição, redes sociais e esse é um fator menos preocupante.

Ainda assim, são 24 horas do dia e não uma foto no instagram por dia.

O fator negativo, obviamente, é a exposição gigantesca e inimaginável.

Existe, também, o risco de você ficar marcado como “o escritor do BBB”, caso sua obra não seja de muita relevância.

Dito isso, fator que varia entre positivo e negativo: a qualidade da obra. Tudo vai depender do quão bom você (ou seu editor) é.

Se o indivíduo é um ótimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, não vejo motivos para não participar.

Se o indivíduo é um péssimo escritor e uma pessoa que consegue se relacionar e se expor bem, vejo ainda mais motivos para participar – afinal, se ele escreve mal, é a melhor chance de fazer sucesso.

Agora, se ele é um escritor recluso etc etc, obviamente, não valeria a pena.

Pesando prós e contras e não apenas em termos de carreira, mas também de experiência pessoal – ao qual eu acho bastante interessante -, eu toparia. Pensaria bem, hesitaria – pra criar um conflito básico, como em qualquer boa história – mas, ao final, acabaria aceitando. E vocês?

p.s: entendo completamente quem diria não.

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