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Dona Diva, estrela da Flip que emocionou Lázaro Ramos, participará da Bienal do Rio

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Musa da Flip na Bienal do Rio

Ancelmo Gois, em O Globo

Sabe a professora Diva Guimarães, 77 anos, que virou a musa da Flip ao levar Lázaro Ramos ao choro ao relatar, da plateia, sua dolorosa trajetória para vencer o racismo? Confirmou presença na Bienal do Rio. Ela participará de um debate sobre “Como a leitura transformou a minha vida”, promovido por HarperCollins Brasil e PublishNews, no dia 2 de setembro.

Editora brasileira desiste de publicar ‘Minha Luta’, de Hitler

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‘Mein Kampf’, escrito por Hitler, na vitrine de uma livraria em Munique, na Alemanha (Crédito: Reuters/Michael Dalder)

‘Mein Kampf’, escrito por Hitler, na vitrine de uma livraria em Munique, na Alemanha (Crédito: Reuters/Michael Dalder)

 

Publicado na Veja

A editora paulista Edipro desistiu de lançar uma edição de Minha Luta, publicado originalmente por Adolf Hitler em 1925 na Alemanha. O livro, que caiu em domínio público em 1º de janeiro de 2016, ano em que a morte do ditador nazista completa 70 anos, teria tradução de Julio de Matos Ibiapina (1890 – 1947) e seria disponibilizado no mercado brasileiro sem comentários ou notas explicativas.

A desistência foi divulgada no site PublishNews, especializado no mercado editorial. Segundo a nota, a editora foi “bombardeada” por questionamentos de seus leitores pela decisão de publicar o livro sem comentários e em uma tradução antiga, feita por Ibiapina nos anos 1930. “A obra poderia ser mal entendida pelo público leitor, tendo consequências maléficas a todos aqueles que tiveram seus direitos humanos desqualificados ou vilipendiados, além de poder reacender sentimentos de ódio ou discórdia”, diz o texto.

“Acreditamos que com a liberação ao domínio público surgirão vários trabalhos a respeito deste livro, que certamente irão melhor esclarecer sobre o mesmo e suas consequências no momento histórico mundial que ele foi escrito. A Edipro continuará com sua missão de trazer um conteúdo relevante e informativo ao seu leitor”, termina a nota.

No Brasil, o livro já foi publicado pela Editora Centauro e ganhará também uma versão crítica pela Geração Editorial, com notas e apêndices. Minha Luta é dividido em duas partes, uma autobiografia de Hitler e outra que explica as ideologias do nazismo.

Biografia de Edir Macedo liderou venda de livros no Brasil em 2014

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Segundo ranking do site "PublishNews", foram comercializadas 753 mil cópias do livro Foto: Reprodução

Segundo ranking do site “PublishNews”, foram comercializadas 753 mil cópias do livro Foto: Reprodução

Publicado no NE10

“Nada a Perder – Volume 3” (editora Planeta), biografia do bispo Edir Macedo, foi o livro mais vendido no Brasil em 2014. Segundo ranking do site “PublishNews”, que monitora as vendas de 25% a 35% das livrarias do país, foram comercializadas 753 mil cópias do livro.

No ano passado, o segundo volume da biografia, escrita por Macedo e Douglas Tavolaro, também liderou a lista do site, com cerca de 850 mil livros vendidos.

No ranking de 2014, logo após “Nada a Perder” vêm “A Culpa É das Estrelas” (editora Intrínseca), de John Green, e “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século” (editora Saraiva), de Augusto Cury.

O primeiro vendeu quase 640 mil cópias. O segundo, 346 mil.

O norte-americano John Green foi o escritor que mais vendeu livros no Brasil neste ano. Ele também ocupa o quinto (“Quem É Você, Alasca?”, editora WMF Martins Fontes) e sétimo (“Cidades de Papel”, editora Intrínseca) lugares da lista dos dez mais do ano do “PublishNews”.

Entre as editoras, a campeão foi a Intrínseca, com cinco livros na lista.

Uma curiosidade é a presença do clássico infantil “O Pequeno Príncipe”, em nono lugar. Publicado em 1943, o livro ainda é um best-seller, com quase 124 mil exemplares vendidos neste ano.

A lista dos dez livros que mais venderam, segundo o site “PublishNews”:

1) “Nada a Perder – Volume 3”

Editora: Planeta

Autores: Edir Macedo e Douglas Tavolaro

Vendas: 752.973 exemplares

2) “A Culpa É das Estrelas”

Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Vendas: 639.502 exemplares

3) “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século”

Editora: Saraiva

Autor: Augusto Cury

Vendas: 346.543 exemplares

4) “Destrua Este Diário”

Editora: Intrínseca

Autor: Keri Smith

Vendas: 332.940

5) “Quem É Você, Alasca?”

Editora: WMF Martins Fontes

Autor: John Green

Vendas: 161.954 exemplares

6) “Se Eu Ficar”

Editora: Novo Conceito

Autor: Gayle Forman

Vendas: 158.189 exemplares

7) “Cidades de Papel”

Editora: Intrínseca

Autor: John Green

Vendas: 143.404 exemplares

8) “Não se Apega Não”

Editora: Intrínseca

Autora: Isabela Freitas

Vendas: 130.054 exemplares

9) “O Pequeno Príncipe”

Editora: Agir

Autor: Antoine de Saint-Exupéry

Vendas: 123.576 exemplares

10) “A Menina que Roubava Livros”

Editora: Intrínseca

Autor: Markus Zusak

Vendas: 121.876 exemplares

Autor de ‘A culpa é das estrelas’ tem 3 livros no top ten do Brasil em 2014

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O escritor americano John Green, autor de 'A culpa é das estrelas' (Foto: Divulgação/Intrínseca)

O escritor americano John Green, autor de ‘A culpa é das estrelas’ (Foto: Divulgação/Intrínseca)

John Green emplacou ainda ‘Quem é você, Alasca?’ e ‘Cidades de papel’.
Biografia ‘Nada a perder (Vol. 3)’ lidera o ranking do site PublishNews.

Publicado no G1

O escritor americano John Green emplacou três livros no top ten de obras mais vendidas no Brasil em 2014, segundo o PublishNews. O site, que monitora o mercado editorial no país, destaca em seu ranking anual as obras “A culpa é das estrelas” (2º lugar, com 639.502 exemplares vendidos até 19/12), “Quem é você, Alasca?” (5º lugar, com 161.954 exemplares) e “Cidades de papel” (7º lugar, com 143.404 exemplares).

O mais vendido do ano, com 752.793 exemplares, foi “Nada a perder 3”, último volume da autobiografia de Edir Macedo. O pódio tem, por fim, o volume de autoajuda “Ansiedade: Como enfrentar o mal do século”, de Augusto Cury, com 346.543 exemplares.

Outro destaque da lista é “Não se apega, não”, obra de autoajuda juvenil assinada pela jovem escritora mineira Isabela Freitas. Com 130.054 exemplares, foi o 8º no ranking, seguido por um clássico das listas de best-sellers: “O pequeno príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry, que vendeu 123.576 unidades.

Veja, abaixo, os 20 livros mais vendidos no Brasil em 2014, segundo o site PublishNews (os números registram vendas até 19/12):

1º “Nada a perder 3” (Planeta), de Edir Macedo; 752.973 exemplares

2º “A culpa é das estrelas” (Intrínseca), de John Green; 639.502 exemplares

3º “Ansiedade: Como enfrentar o mal do século” (Saraiva), de Augusto Cury; 346.543 exemplares

4º “Destrua este diário” (Intrínseca), de Keri Smith; 332940 exemplares

5º “Quem é você, Alasca?” (WMF Martins Fontes), de John Green; 161.954 exemplares

6º “Se eu ficar” (Novo Conceito), de Gayle Forman; 158.189 exemplares

7º “Cidades de papel” (Intrínseca), de John Green; 143.404 exemplares

8º “Não se apega, não” (Intrínseca), de Isabela Freitas; 130.054 exemplares

9º “O pequeno príncipe” (Agir), de Antoine Saint-Exupéry; 123.576 exemplares

10º “A menina que roubava livros” (Intrínseca), de Markus Zusak; 121.876 exemplares

11º “O teorema Katherine” (Intrínseca), de John Green; 97.205 exemplares

12º “Kairós” (Principium), Padre Marcelo; 96.807 exemplares

13º “Nada a perder 2” (Planeta), de Edir Macedo; 85.526 exemplares

14º “Diário de um banana – Maré de azar” (Vergara & Riba), de Jeff Kinney; 82.811 exemplares

15º “Divergente” (Rocco), de Veronica Roth; 82.344 exemplares

16º “Casamento blindado” (Thomas Nelson), de Renato e Cristiane Cardoso; 80.999 exemplares

17º “A escolha” (Seguinte), de Kiera Cass; 78.729 exemplares

18º “Sangue do Olimpo” (Intrínseca), de Rick Riordan; 78.291 exemplares

19º “Pais inteligentes formam sucessores, não herdeiros” (Benvirá), de Augusto Cury; 76.278 exemplares

20º “Sonho grande” (Primeira Pessoa), de Cristiane Correa; 71.799 exemplares

Livros digitais chegam às escolas

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Fomentadas pelo governo e por iniciativas de colégios privados, editoras de livros didáticos investem em e-books

Luisa Brasil, no O Dia

 

 Livros digitais estão cada vez mais dentro das escolas Foto:  Arte O Dia


Livros digitais estão cada vez mais dentro das escolas
Foto: Arte O Dia

Rio – Cada vez mais presentes nos lares brasileiros, os livros digitais se preparam para chegar aos bancos das escolas. Ainda que o conteúdo digital não seja usado em larga escala na Educação Básica, as editoras do segmento investem para concorrer neste mercado, que cresce a passos largos no país. Segundo pesquisa anual encomendada pela Câmara Brasileira do Livro, o setor de e-books cresceu nada menos do que 225% entre 2012 e 2013.

 

A FTD, uma das maiores editoras de didáticos do país, possui um departamento com 50 pessoas para atuar na produção de conteúdos digitais, envolvendo e-books, plataformas de ensino, aplicativos, jogos, entre outros produtos. Segundo Fernando Moraes, gerente de Inovações e Novas Mídias da editora, a empresa oferece um conteúdo digital que vai além da simples reprodução do impresso.

“O livro educacional digital é enriquecido com um conhecimento que vai desde os pontos mais simples, como a possibilidade de ampliar uma imagem, até o uso de imagens georeferenciadas e tridimensionais, animações, vídeos, jogos e infográficos animados”, explica. Já a SM possui versões digitais para 16 de suas 19 coleções didáticas.

Uma sinalização de que os e-books terão uma inserção maior no ensino público foi a decisão do Ministério da Educação de distribuir livros digitais para escolas públicas a partir do ano que vem, por meio do Programa Nacional de Livros Didáticos (PNDL). O governo é o maior comprador das editoras e, em 2013, foi responsável pela aquisição de 76,5% dos livros didáticos vendidos no país. Para as edições que serão entregues em 2015, o gasto foi de R$ 1,1 bilhão.

“Esse foi um enorme passo. Os editais do programa sempre foram elaborados para a publicação impressa. O fato de eles terem aberto a possibilidade de receber livros digitais mostra para onde estamos indo”, afirma Susanna Florissi, coordenadora da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro.

A distribuição de conteúdo digital é apenas um passo para a adoção dessa tecnologia nas escolas públicas, que dependem de grandes obstáculos como a compra de equipamentos e a capacitação de professores, por exemplo. Mas é o suficiente para despertar o mercado.

Conheça o livro do futuro

Foto:  Arte O Dia

 

 

“Foi um sinal de que o governo já está preocupado com o digital. Os editais ainda são confusos, mas as coisas estão andando”, avalia Carlo Carrenho, consultor e fundador do site Publishnews, especializado no mercado editorial.

Questionado sobre o repasse do material para as escolas, o Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, que gere o programa de distribuição de livros para escolas públicas, informou que a “distribuição para o ano que vem ainda está em estudo”.

Pioneirismo na Barra da Tijuca

Apesar do potencial que as plataformas digitais oferecem no ensino, seu uso nas escolas ainda não está muito disseminado. No Rio, uma das pioneiras a adotar livros digitais é a Saint John, escola de classe média alta na Barra da Tijuca.

Há dois anos, o conteúdo dos e-books se aliam aos livros convencionais. Do Ensino Infantil ao Médio, o dispositivo é usado em atividades complementares feitas pelos alunos.

“Na Educação Infantil, as crianças têm o laboratório de informática e a sala do tablet, onde todos os aparelhos são padronizados, do mesmo modelo”, explica a diretora pedagógica da escola, Denise Ferreira.

O colégio optou por arcar com os custos e comprar todos os tablets usados pelos alunos. “Somos uma escola de classe média alta, mas não podemos obrigar um pai a comprar um tablet. Há famílias que se sacrificam para manter seus filhos estudando aqui”, avalia.

Ela afirma que os pais veem com bons olhos o uso de tecnologia em sala de aula e os alunos se empolgam com as possibilidades do digital. “Eles gostam porque são nativos digitais, no berço deles praticamente já tinha um tablet”, brinca.

Segundo Denise, há a opção de o aluno fazer o dever de casa no tablet, por exemplo. Mas ela explica que a compra do livro impresso ainda é demandada, mesmo que o aluno adquira a versão digital. “Temos que contemplar as dificuldades do uso de tablet, como o produto cair, quebrar e ser roubado”, diz.

Leitura 2.0 será híbrida

Especialistas vislumbram a convivência entre os livros impressos e digitais no horizonte dos próximos anos. Hoje, o impresso paga as contas das editoras, com os digitais respondendo por menos de 1% do faturamento.

Mas há mudanças em vista. De acordo com um levantamento feito pela Câmara Brasileira do Livro com participantes do 4º Congresso Internacional do Livro Digital, no ano passado, 74% dos editores e livreiros acreditam que a venda de digitais vai superar a de impressos nos próximos anos. Mas isso não implica numa substituição de um suporte pelo outro.

“Hoje discutimos a chamada leitura 2.0. Você lê um pedaço aqui, outro ali, manda uma passagem para discutir com um amigo. É uma leitura fragmentada”, afirma Susanna Florissi, da Câmara Brasileira do Livro.

Para Fernando Moraes, da FTD, a dúvida do mercado é como os investimentos retornarão às editoras. “Gerar um modelo de negócio rentável é um problema não só das editoras, mas de todo o mundo da comunicação. Neste sentido, estamos engatinhando”, diz Moraes.

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