Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged QI

Menino de 8 anos é aprovado em universidade na Bélgica

0

(Foto: Prefeitura de Muriaé/Divulgação)

Garoto ainda não decidiu onde cursará o ensino superior, mas diz que deve ser algum curso relacionado à matemática.

Publicado no G1 [via BBC Brasil]

m menino belga se formou no ensino médio e foi aprovado em universidades aos 8 anos – idade que deveria estar cursando a segunda série do ensino fundamental. O garoto conseguiu a façanha depois de completar 6 anos de estudo em apenas um ano e meio, concluídos graças a aulas particulares.

Laurent Simons, cujo pai é belga e sua mãe holandesa, tem um QI de 145, de acordo com seus pais, e pegou seu diploma em meio a uma turma de estudantes de 18 anos. Na Bélgica, segundo a imprensa local, 2,5% da população é considerada de alto potencial com um QI de 130 ou mais.

Em entrevista à rádio RTBF, da Bélgica, Laurent disse que sua matéria favorita é matemática “porque é muito vasta, com estatística, geometria, álgebra”.

Laureny já foi sondado por diversas universidades, segundo seu pai Alexander. “Ainda estamos no processo de nos orientar. Recebemos muitas ofertas, inclusive do exterior”, afirmou.

O garoto, porém, ainda não escolheu uma instituição. Ele vai aproveitar os dois meses de férias escolares para definir seu futuro e descansar.

Tédio na escola

O pai do menino contou que o filho até insistia em brincar com outras crianças quando era mais novo, mas não se interessava pelos brinquedos.

O próprio garoto afirmou que ficava entediado em sala de aula. “Às vezes, os outros alunos demoravam muito para responder, então eu respondia por eles”, disse ele a jornalistas durante sua primeira coletiva de imprensa.

Laurent disse que considerou se tornar um cirurgião e um astronauta, mas agora estava pensando em mergulhar no universo dos computadores.

“Se ele decidisse que amanhã seria um carpinteiro, isso não seria um problema para nós, contanto que ele estivesse feliz”, disse o pai.

Genética não é destino: ambiente e educação têm peso maior quando se trata de inteligência

1

inteligencia

Publicado no Hypescience

A inteligência é uma das características mais estudadas na genética comportamental. Ela se relaciona com outras características como fonte de renda, expectativa de vida e até felicidade.

Pesquisas sugerem que o desempenho acadêmico, habilidades de leitura e QI têm bases genéticas. Isso reforça a noção popular de que a inteligência “está em nossos genes”. Esse tipo de pensamento, porém, pode fazer com que comunidades rejeitem medidas educacionais com base no argumento de que investir no ambiente não vai afetar significativamente capacidades inatas. Isso aconteceu na década de 1960, nos Estados Unidos, em um caso que será explicado abaixo.

Os genes, porém, não são destino. Há boas evidências de que o ambiente em que a criança cresce interfere diretamente em sua inteligência.

Genética e inteligência

Genes podem atuar em uma variedade de formas para produzir seus efeitos. Alguns genes podem alterar a química cerebral, fazendo com que uma pessoa aprenda com maior facilidade. Outros genes podem causar diferenças comportamentais, fazendo com que a pessoa prefira frequentar ambientes mais estimulantes para os estudos.

É possível que a inteligência seja mais influenciada pelo segundo tipo de genes, os comportamentais, do que pelos primeiros. Isso significa que a criação de uma pessoa e o ambiente que em ela está inserida importa tanto quando os genes da inteligência.
O que torna uma pessoa mais inteligente?

Ao tentar analisar a inteligência, pesquisadores se depararam com um problema metodológico: como saber se os melhores resultados em testes são causados por um gene que atua diretamente na inteligência ou se há outro fator indireto envolvido?

Por exemplo: e se a criança que mostra melhores resultados em uma prova de leitura faz isso porque gosta mais do cheiro de livros do que a outra? Neste caso, o gene faria com que a criança gostasse do cheiro de livros, enquanto a outra o detestaria. A primeira criança viveria rodeada por livros, enquanto a segunda fugiria deles. Consequentemente, tiraria maior nota no teste de leitura.

Este exemplo pode parecer bobo, mas é apenas uma forma de mostrar que há muitos outros fatores envolvidos na habilidade de leitura além da própria inteligência. Neste caso, o gene envolvido na habilidade de leitura nem era o da inteligência em si, mas sim o do gosto olfativo, e isso causou diferenças no ambiente frequentado pelas duas crianças.

Natureza x ambiente

A personalidade e temperamento de uma pessoa fazem com que ela prefira frequentar um tipo específico de ambiente.

Uma criança confiante, por exemplo, tem mais chances de procurar uma atividade educativa extracurricular, enquanto outra mais insegura pode preferir evitar esse tipo de desafio. Crianças mais extrovertidas podem passar menos tempo em um ambiente que estimule o estudo do que aquelas que gostam de passar tempo sozinhas.

Por isso, os pesquisadores devem levar em consideração essas características no estudo da inteligência. Se os resultados são interpretados de forma prematura ou incorreta, eles podem trazer consequências desastrosas para o planejamento educacional de uma sociedade.

Programa Head Start

Uma dessas situações aconteceu na década de 1960, quando o geneticista Arthur Jensen criticou o programa educacional norte-americano Head Start (“vantagem inicial”, em tradução livre). No programa, crianças de famílias em situação de risco começavam o ensino fundamental com algumas semanas de antecedência, ainda durante as férias, para que recebessem atenção especial em preparação para a primeira série.

Jensen dizia que intervenções desse tipo nunca trariam bons resultados no desempenho das crianças, já que a inteligência seria apenas genética, sem relação com o ambiente. Para ele, o programa era um grande desperdício de dinheiro público.

Essa afirmação trouxe grandes discussões sobre o racismo e preconceito, já que a maioria das crianças inscritas no programa eram afrodescendentes. Por fim, o Head Start foi mantido até hoje, sendo que até 2005, 22 milhões de crianças participaram dele.

A verdade é que ainda há muito a ser estudado sobre a inteligência, e determinar que uma pessoa tem ou não tem possibilidades intelectuais com base apenas no seu histórico familiar ou genético seria injusto. [Medical Express]

5 maneiras de elevar seu QI

0

publicado na Exame

Muita gente pensa que a inteligência é uma característica puramente genética, que não pode ser alterada. Mas esse mito vem sendo seguidamente derrubado pelas pesquisas científicas. Estudos com pessoas de todas as idades mostram que o QI – a principal medida da inteligência – pode aumentar ou diminuir ao longo dos anos em função do estilo de vida.

size_810_16_9_Einstein-1921-F-Schmutzer

Imagens obtidas por ressonância magnética comprovam que atividades que estimulam o cérebro provocam modificações anatômicas nele, elevando o QI. A falta dessas atividades, ao contrário, pode levar à redução da inteligência. Como os músculos, que se atrofiam ou se desenvolvem dependendo do nível de atividade física, o cérebro reage ao exercício mental.

Ainda que os testes de QI sejam questionados, eles continuam sendo a maneira mais aceita de medir a inteligência de uma pessoa. Em geral, um QI entre 90 e 110 é considerado normal. Um gênio pode passar de 150 e uma pessoa com menos de 70 é classificada como deficiente.

Sabe-se que o QI médio é mais alto nos países ricos do que nos pobres. E, na maior parte do mundo, o QI médio da população vem subindo alguns pontos por década desde o início do século XX (esse fenômeno é conhecido como Efeito Flynn, nome do cientista neozelandês que o estudou). Confira, a seguir, cinco maneiras de estimular o cérebro e desenvolver a inteligência.

1 Avance o máximo possível nos estudos

Uma pesquisa da universidade de Cornell, no estado americano de Nova York, mostrou que cada ano de estudo regular acrescenta vários pontos ao QI. Assim, se você puder chegar ao pós-doutorado, não pare na graduação.

2 Escolha uma atividade profissional desafiadora

Um estudo realizado durante 30 anos pelo National Institute of Mental Health americano (citado pelo Wall Street Journal) concluiu que profissionais que desempenham atividades complexas, resolvem problemas difíceis no dia-a-dia ou lidam com pessoas de forma elaborada tendem a ter melhores resultados nos testes de QI. Aqueles que, ao contrário, realizam um trabalho simples, que não exige raciocínio, tendem a piorar com o tempo.

3 Explore novos assuntos

As atividades que mais contribuem para elevar o QI são aquelas com a qual a pessoa não está habituada. Ou seja, encarar algum assunto totalmente novo de vez em quando traz benefícios à mente. Numa pesquisa da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, 20 jovens treinaram malabarismo durante um mês. Os neurocientistas observaram um rápido aumento na massa cinzenta do cérebro desses voluntários. Quando o treinamento terminou, o cérebro foi lentamente voltando ao estado anterior, mas as pessoas conservaram a habilidade desenvolvida com os malabares. Experimentos similares em outros países confirmaram as observações dos alemães.

4 Estude e pratique música

A música é um excelente estimulo para o cérebro. Uma pesquisa da Universidade de Toronto em Mississauga, no Canadá, apontou que seis anos de estudo de música na infância provocam um aumento médio de 7,5 pontos no QI. Outro estudo, da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, observou que músicos que permanecem ativos por pelo menos uma década conservam um QI elevado até depois dos 60 anos.

5 Prefira o lazer inteligente

Há uma variedade de jogos que prometem desenvolver a inteligência. E as pesquisas mostram que eles funcionam. Um dos mais conhecidos é o N-back, disponível, inclusive, na forma de aplicativo para iPhone e Android. Mas qualquer jogo que envolva desafios mentais traz bons resultados.

Com apenas 12 anos, menina tem QI maior do que Einstein e Hawking

0
Reprodução

Reprodução

Publicado no Yahoo

Nem Albert Einstein e nem Stephen Hawking. Nenhum desses dois gênios modernos conseguiu o feito de uma menina de apenas 12 anos. Nicole Barr, que vive em uma comunidade nômade, superou os dois em um teste de QI e entrou para a lista de pessoas mais inteligentes do planeta.

Nicole conseguiu chegar a uma pontuação de 162 no teste de QI, dois pontos acima dos gênios citados e de Steve Jobs, que também atingiu os 160 pontos. Segundo a família da menina, desde muito nova ela se destacava corrigindo erros em livros e revistas e pedindo lição de casa extra.

“Quando soube que, no final das contas, tive uma nota tão alta foi muito inesperado. Eu fiquei em choque. Lembro de quando eu estava no primário e eu interpretava um anjo em uma peça que apresentávamos na escola, mas a outra garota, que fazia outro anjo, não apareceu e eu decorei suas falas também”, conta Nicole.

O resultado deixou a família da menina extremamente orgulhosa, é claro. O pai dela, por exemplo, acredita que a conquista mostra que “não importa de onde você vem, qualquer um pode ser brilhante”, se referindo ao fato da família ser cigana. Atualmente, apenas 8% dos membros da Mensa, organização que aceita pessoas com alto QI em todo o mundo, são menores de 16 anos.

Garoto de 11 anos recebe diploma de faculdade da Califórnia

0

Tanishq Abraham entrou para grupo de superdotados aos 4 anos.
Seu objetivo é um dia receber o Prêmio Nobel e ser presidente dos EUA.

Publicado no G1[via Reuters]

No Twitter, Tanishq publicou uma foto na comemoração da colação de grau (Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)

No Twitter, Tanishq publicou uma foto na
comemoração da colação de grau
(Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)

O estudante Tanishq Abraham tem apenas 11 anos, dois sonhos enormes e muita determinação para chegar lá. Nesta quarta-feira (20), o garoto recebeu seu diploma da American River College, uma faculdade comunitária de Sacramento, cidade americana que fica na Califórnia. Tanishq já fazia aulas lá antes mesmo de conseguir seu diploma do ensino médio, feito que ele conquistou aos 10 anos, em junho de 2014. O objetivo, segundo ele, é um dia receber o Prêmio Nobel de Medicina e ser eleito presidente dos Estados Unidos.

A precocidade de Tanishq não é recente: aos 4 anos, o menino foi aceito na Mensa, entidade que reúne pessoas com QI acima da média mundial, consideradas superdotadas.

Filho mais velho da veterinária Taji Abraham e de um funcionário de uma firma de robótica, Tanishq deixou a escola aos 7 anos e recebeu educação em casa. As aulas de química e biologia eram com a mãe. Cálculo e trigonometria o pré-adolescente aprendeu com o pai. Mas, segundo a mãe afirmou à Reuters, “ele basicamente é autodidata”.

A comemoração da graduação do jovem foi regada a bebida sem álcool em um restaurante. Tanishq publicou uma foto no Twitter tirada na festa que fez com a família na quarta, após a cerimônia de colação de grau. Na foto, ele mostra a decoração que fez do seu capelo: uma nave espacial e a frase “ao infinito, e além”, citação do personagem Buzz Lightyear na animação “Toy Story”.

O estudante conseguiu o diploma do ensino médio tão cedo porque foi aprovado no exame que o governo da Califórnia aplica a estudantes que queiram deixar o ensino médio antes de concluir todos os anos.

À rede de televisão NBC, o porta-voz da American River College confirmou que o estudante foi o mais novo a colar grau neste ano letivo, e que, apesar de a faculdade não ter todos os arquivos para confirmar, supõe-se que ele seja o mais novo da história da instituição a receber o diploma.

No ano passado, quando terminou o ensino médio, Tanishq planejava concluir seus estudos na faculdade comunitária de Sacramento e depois estudar na Universidade da Califórnia no campus de Davis, por causa da proximidade com a cidade em que mora a família.

Por sua vez, o plano de longo prazo – de um dia sentar na cadeira principal da Casa Branca – já deu pequenos passos: na época em que ele concluiu o ensino médio, o atual ocupante da Sala Oval, Barack Obama, enviou uma mensagem parabenizando o jovem, que inclusive mantém fãs nas redes sociais, como os mais de 30 mil seguidores no Twitter.

Aos 11 anos, Tanishq Abraham, dos EUA, conquistou o diploma do ensino superior (Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)

Aos 11 anos, Tanishq Abraham, dos EUA, conquistou o diploma do ensino superior
(Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)

Go to Top